MARCELO BERTOLUCI - DANDO PITACOS

CHEGADA

Quem acompanha os comentários das postagens do JBF já me conhece. Costumo dar meus pitacos com a alcunha de Ex-Microempresário, que é o que sou. Tendo recebido a generosa oferta do dono do pedaço para ter minha própria coluna, achei por bem começar me apresentando.

Sou formado em eletrônica e processamento de dados, e por obrigação profissional acompanhei o nascimento da internet no Brasil, em 1995. Logo descobri a infinita variedade de informação e de opiniões que ela comporta, e adquiri o hábito, quase vício, de vagar de site em site e de blog em blog (aliás o nome blog nem existia na época!) atrás de novidades. No início de 1996, deixei a área da informática para trabalhar com meu pai e minha irmã em um negócio da família, mas a ligação com a internet permaneceu.

Sempre fui tímido, e participava pouco dos debates. Certo dia, acompanhando uma conversa sobre política econômica, não resisti ao impulso de dar minha ideia, e assinei com o nome “Microempresário”, o que de certa forma explicava e embasava minha opinião. Gostei do nome e passei a usá-lo com regularidade.

Minha vida de empresário durou vinte anos, até que desavenças familiares somadas a um profundo desânimo com nossos governantes e com a forma como empreendedores são tratados neste país, me fizeram desistir. Em comum acordo com meus familiares, a empresa foi fechada, as instalações demolidas e o terreno vendido para uma construtora. E assim minha alcunha virou ex-microempresário.

Do que eu gosto? De aprender. Costumo dizer que para mim um dia feliz é o dia em que me deito à noite e, antes de dormir, me dou conta de que passei a saber algo que não sabia. Para citar uma amiga querida, uma pessoa que acha que não precisa aprender mais nada é alguém que já morreu e não sabe.

O que eu acho mais importante? A Liberdade. A liberdade é o que diferencia o ser humano dos demais animais, que só vivem de acordo com o que o instinto lhes dita. A força da humanidade depende da liberdade, ao permitir que cada pessoa seja única, com suas idéias, seus desejos, suas vontades, seus valores. Sempre fui admirador de todos que tem a coragem de pensar diferente da maioria, e sempre tive a certeza da necessidade de que pessoas tenham idéias diferentes umas das outras. Para citar de novo (faço citações uma atrás da outra, vão se acostumando), desta vez algo que li mas não sei quem escreveu: “Liberdade é liberdade. Não pode ser substituída por riqueza, conforto, paz, justiça ou consciência tranquila.”

Algo mais? Bem, para os curiosos, sou alto, gordo e tenho quatro graus de miopia. Estou com cinquenta e um anos, e casado há trinta e dois. Estudei em colégio Marista, o que não me impediu de ser ateu desde criancinha. Morei toda minha vida em Curitiba, onde nasci. E de hoje em diante, enquanto o dono do pedaço quiser, estarei aqui toda semana dando meus pitacos.

A PALAVRA DO EDITOR

CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS

ASSIS VALENTE – UM GÊNIO DE ALMA ATORMENTADA

Carmen Miranda e Assis Valente

José de Assis Valente nasceu no dia 19 de março de 1911 no distrito de Bom Jardim, Santo Amaro, Bahia, município do Recôncavo baiano e encantou-se em 1958, tomando formicida com guaraná sentado no banco de Rua no Rio de Janeiro.

Ficou conhecido no meio artístico como Assis Valente, compositor genial, dono de uma versatilidade extraordinária para compor clássicos alcançáveis a toda classe social, desenhar e fazer escultura.

Tornou-se conhecido por compor diversos sucessos para Aracy Cortez, o Bando da Lua, Orlando Silva, Altamiro Carrilho, Aracy de Almeida, Carlos Galhardo e Carmen Miranda. Para esta compôs inúmeros sucessos e também nutria uma tesão e paixão arrebatadora. Na época, teve a canção “Brasil Pandeiro”, samba exaltação recusada pela Pequena Notável, o que lhe deixou triste, mas depois se tornou um imenso sucesso com os Anjos do Inferno, conjunto vocal instrumental brasileiro de samba e marchinhas de carnaval formado em 1934, e principalmente com os Novos Baianos, conjunto musical brasileiro, nascido na Bahia na época da Tropicália, atingindo seu auge entre os anos 1969 e 1979, por mesclar guitarra elétrica, baixo e bateria com cavaquinho, chocalho, pandeiro e agogô. Formado por Moraes Moreira, Baby Consuelo, Pepeu Gomes, Paulinho Boca de Cantor, Dadi e Luiz Galvão. Carmem Miranda veio a se arrepender depois por não ter gravado Brasil Pandeiro, que alcançou enorme sucesso na voz dos Novos Baianos, gravada no segundo Long Play do conjunto Acabou Chorare, de 1972.

Assis Valente era filho de José de Assis Valente e Maria Esteves Valente. Segundo relato da época, fora roubado dos pais ainda pequeno, sendo depois entregue a uma família de Santo Amaro que lhe deu educação, ao mesmo tempo em que o forçava a trabalhar, algo extenuante, semi escravidão para ele que não morria de amores pela profissão.

Quando tinha seis anos, houve nova mudança na vida, passando a ser criado por um casal de Alagoinhas, Georgina e Manoel Cana Brasil, dentista naquela cidade. Assis Valente realizava trabalhos domésticos a contragosto, mas com a mudança do casal para a capital baiana, logo conseguiu trabalho no Hospital Santa Izabel e, por suas habilidades, acabou sendo contratado pelo médico irmão de seu pai adotivo, que dirigia a Maternidade da Bahia. Ali demonstrou talento para as artes e foi matriculado pelos criadores no Liceu de Artes e Ofícios da Bahia, a fim de aprimorar-se no desenho e em escultura, dividindo seu tempo entre o trabalho e o estudo.

Por esta época, foi convidado por um padre para trabalhar num hospital católico na interiorana cidade de Senhor do Bonfim, mas ao declamar versos anticlericais do poeta Guerra Junqueiro, político e panfletário da escola nova, numa festa popular, foi demitido. Juntou-se, então, ao Circo Brasileiro, onde declamava versos de grandes poetas de improviso, que encantava a todos que estivessem presentes, admirados com seu talento precoce!

Em 1927 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se empregou como protético e conseguiu publicar alguns desenhos em magazines como Shimmy e Fon-Fon, revistas brasileiras fundadas no Rio de Janeiro no ano de 1907.

Em função de uma dívida cobrada por Elvira Pagã, atriz, cantora, compositora e vedete brasileira da época, Assis Valente tentou o suicídio pela primeira vez, cortando os pulsos. Elvira cantara alguns de seus sucessos junto com a irmã.

Casou-se, em 23 de dezembro de 1939, com Nadyli da Silva Santos. Em 1941, no dia 13 de maio, tentaria o suicídio mais uma vez, saltando do Corcovado – tentativa frustrada por haver a queda sido amortecida pelas árvores. Em 1942 nasce sua única filha, Nara Nadyli, depois se separa da esposa devido à vida pregressa que levava!

Em 1958, desesperado com as dívidas, Assis Valente foi ao escritório de direitos autorais, na esperança de conseguir dinheiro. Ali só conseguiu um calmante. Telefonou aos empregados, instruindo-os no caso de sua morte, e depois para dois amigos, comunicando sua decisão.

Sentado num banco de rua ingeriu formicida com guaraná, deixando no bolso um bilhete à polícia, onde pedia ao também compositor e amigo Ary Barroso que lhe pagasse dois alugueis em atraso. No bilhete, o último verso:

“Vou parar de escrever, pois estou chorando de saudade de todos, e de tudo.”

Seu trabalho foi um do mais profícuo na música. Conta-se que chegava a compor quase uma canção por dia, muitas delas vendidas a baixos preços para “comprositores” que então figuravam como autores.

Seu primeiro sucesso de 1932 foi Tem Francesa no Morro, cantado por Aracy Cortez.

Foi autor, também, de peças para o Teatro de Revista, como “Rei Momo na Guerra”, de 1943, em parceria com Freire Júnior.

Após sua morte, foi sendo esquecido, para ser finalmente redescoberto nos anos 1960, na voz de grandes intérpretes da MPB, como Chico Buarque, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Novos Baianos, Elis Regina, Adriana Calcanhoto, dentre outros.

Em 2014 teve uma biografia digna lançada, a altura da sua genialidade, “ Quem samba tem alegria: A vida e o tempo de Assis Valente”, escrita pelo pesquisador baiano Gonçalo Junior, recheado de revelações sobre o grande compositor de “Boas Festas”, sem dúvida a mais perfeita tradução da farsa do velhinho do trenó.

Suas canções foram regravadas depois de sua morte alcançando enorme sucesso. Algumas composições suas trazem um conteúdo poético-gingado que buscam emocionar; outras trazem um teor mais reflexivo. Assis Valente tinha na alma a verve da mistura brasileira. A melancolia da sofrência. Exemplo: A composição “Boas Festas”. A letra tem uma ironia refinadíssima, típica de sua alma errática.

Já faz tempo que eu pedi
Mas o meu Papai Noel não vem.
Com certeza já morreu
Ou então felicidade
É brinquedo que não tem.

ARISTEU BEZERRA - CULTURA POPULAR

A MULHER NOS VERSOS DOS REPENTISTAS

Eu tendo a mulher de lado
Vivo feliz na guarida
Ela forra a minha cama
Bota o prato de comida
Homem que perde a mulher
Perde a metade da vida.

Valdir Teles

Se a mulher não existisse,
Era preciso fazê-la,
Que uma casa sem mulher
Não há quem deseje vê-la;
É como um dia sem sol
E uma noite sem estrela.

Bem-te-vi Neto (1922 – 1959)

Quando a mulher é jogada
Na mais detestável lama,
Recebendo humilhações
Da pessoa que mais ama,
A terra bebe tremendo
As lágrimas que ela derrama.

Rogério Menezes

Mulher é um quadro lindo
E o homem machista quer
Que a mulher seja uma escrava
E faça o que ele quiser
Quando é ele que devia
Ser escravo da mulher.

Geraldo Amâncio

A mulher é rosa viva
Onde o sentimento exala
O seu olhar é pacífico
Escuta o que a alma fala
E os lábios murmuram sonhos
Depois que a alma se cala.

Rubens do Valle

A PALAVRA DO EDITOR

ARTISTAS CAGANDO PELA BOCA E SUJANDO A DISTINTA PLATEIA

Essa notícia foi publicada na semana passada.

Foi destaque em toda a grande imprensa do país:

O ministro do Supremo Edson Fachin, que também atua no Tribunal Superior Eleitoral, determinou que o ex-candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, e a coligação dele paguem multa de R$ 176 mil por impulsionamento irregular de conteúdo durante a disputa eleitoral do ano passado.

O ministro concluiu que a campanha petista pagou ao Google para destacar conteúdo negativo contra o então candidato Jair Bolsonaro.

Sobre esta pajaraca que Fachin enfiou no meio do olho do furico de Fernando Poste Haddad, eu gostaria muito de ouvir a opinião destes artistas banânicos-zisquerdais que aparecem no vídeo abaixo.

E como são artistas!!!

Todos eles exigindo que a Justiça Eleitoral tome providências contra a divulgação de mentiras na última campanha.

Estou ansioso pra ouvir a opinião deles sobre a condenação do candidato do PT, o pau-mandado de Lula, por difusão de inverdades no pleito de outubro passado contra o seu opositor nas eleições.

XICO COM X, BIZERRA COM I

ONDE ESTÃO AS FADAS?

Elas já não cuidam de nós e permitem as maiores atrocidades. Suas varinhas mágicas, escondidas sob suas roupas agora pretas, parecendo togas, não produzem mais efeitos. Os sapatinhos de cristal, quebraram-se todos nos degraus das escadas dos palácios suntuosos. Procurou-se, em vão, sapateiros para consertá-los, mas sapateiros já não há nas cercanias do reino encantado e os súditos, desesperançados, andam descalços, pisam pedras. Os guardas sumiram nas carruagens sem placas, bêbados e em alta velocidade: ao que parece, eles não estão interessados em moralizar o trânsito. Os que outrora se intitulavam príncipes mofam nas masmorras mais sombrias. Outros estão por ir fazer-lhes companhia. De nada adiantou procurar as fadas no calabouço, ao lado do pomar das melancias verde-rosa, onde imaginei estivessem escondidas: tinham todas saído para rebolar suas bundas num show de Anita. É triste saber dos desmandos todos, mas mais triste ainda é saber dos ladrões de tatuagens. Já faz pra mais de um ano que sumiram com as da princesa. Descobriram os ladrões. Falta descobrir quem mandou roubá-las. Eles podem quase tudo, mas não poderão roubar a coragem e o amor tatuados no coração dela.

(… Homenagem a MARIELLE, tão reverenciada por tantos, com justiça, e a menina BEATRIZ MOTA, assassinada no colégio de Petrolina, e que poucos lembram sequer o seu nome.)

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A PALAVRA DO EDITOR

O GRANDE E ANTOLÓGICO FILME OS DEZ MANDAMENTOS

Os Dez Mandamentos, um filme datado do ano de 1956, em qualquer época nos deixa impressionado com toda essa grande narração épica, em todo e qualquer aspecto em que isso possa ser considerado, é atemporal e apaixonante. Esplendorosos cenários, belíssima fotografia, interpretações “admirantes” de Charlton Heston e Yul Brynner, com um roteiro primoroso que justificam estar incluído na maioria das listas de filmes indispensáveis de todos os tempos. O diretor CECIL B. DEMILLE(o mesmo de Sansão e Dalila) com seu perfeccionismo ilimitado criou um filme inesquecível. Atuações, cenários, paisagens e efeitos especiais de enlouquecer qualquer espectador seja ele cristão ou não.

Em que pese a pieguice religiosa, às vezes até irritante, os filmes épicos seduz os cristãos no mundo inteiro. O lendário Cecil B. DeMille é o diretor por excelência desse gênero. As superproduções como “Ben-Hur” ou “A Queda do Império Romano” são títulos lembrados quando se pensa na epopeia dos reis e heróis bíblicos. Esse gênero cinematográfico abrange proporções grandiosas, tempos turbulentos e personagens nobremente heroicos. Geralmente a trama se centra em metas ou buscas, muitas vezes de fundo religioso ou político, pois esse tipo de projeção cinematográfica alcançou o seu ápice nas décadas de 50 e 60.

Em sua sinopse que é baseada no Velho Testamento nos mostra que, Moisés, criado desde bebê pela filha do faraó, cresce e se torna príncipe do Egito. Ao descobrir sua verdadeira origem, ele decide libertar o povo hebreu da escravidão egípcia, sendo guiado por Deus diante dos inimigos e obstáculos que surgem durante esse caminho. Ou seja, A épica vida de Moisés (Charlton Heston), desde recém-nascido, quando foi colocado nas águas em um cesto e acabou sendo adotado por uma princesa egípcia, até quando descobre sua real condição e decide liderar seu povo que, escravizado pelos egípcios, anseia pela liberdade.

Como afirma em suas pesquisas o cinéfilo Paulo Telles, a primeira escolha para interpretar Moisés na segunda versão de DeMille foi o astro cowboy William Boyd (1895-1972), velho amigo do diretor e famoso por ser o destemido herói cowboy Hopalong Cassidy em dezenas de faroestes “B’” das décadas de 1930 a 1950, entretanto ele recusou. Logo, veio a ideia do diretor em escolher um jovem e promissor ator com quem trabalhara dois anos antes, em um outro espetáculo que rendeu a ele não somente boa bilheteria, mas também o Oscar de melhor filme de 1952: O Maior Espetáculo da Terra. Este jovem era CHARLTON HESTON, no esplendor de sua forma física aos 30 anos, casado e com um filho recém-nascido (que fez participação no filme como sendo o “bebê Moisés” encontrado pela filha do faraó.

Os dez Mandamentos tornou-se também no mais longo filme da carreira de DeMille, 220 minutos (a versão de 1923 tinha 136 minutos), E O ÚLTIMO DE SUA LONGA TRAJETÓRIA. E de quebra, a refilmagem concorreu a sete Oscars (inclusive de melhor filme), mas acabou somente ganhando por efeitos especiais, obra do competente John Fulton, onde repetiu com os mais modernos efeitos especiais possíveis para 1956 a proeza de dividir o Mar Vermelho para que o grande líder Moisés (Charlton Heston) pudesse escapar com seu povo do exército do faraó Ramsés (Yul Brynner) e atingir o Monte Sinai.

Pra época, há mais de 60 anos, o filme é muito avançado. Fica evidente, que hoje, o formato e a tecnologia são muito mais avançadas. Mas, claro, sem tirar qualquer valor, do diretor DeMille, que teve garra de, com mais de 70 anos, jogar numa tela tudo aquilo. ele é grandioso mesmo. Ele é fantástico e tudo àquilo é muito bem feito. Hoje, com a tecnologia que dispomos, no filme, as pragas seriam melhor e mais claramente mostradas. Apesar de, ou se bem que: a praga do granizo que vira fogo o DeMille fez perfeito, assim como a água do Nilo ficar tinta como sangue. Bons truques para 1956, sem falar na abertura do Mar Vermelho que, mesmo com tantas falhas de artifícios, ainda é um truque e tanto.

Neste filme o veterano cineasta, aos 70 anos, cumpriu o trato de produzir coisa de qualidade. Tornou-se o filme mais caro da história da PARAMOUNT, mas acabou se tornando o maior êxito comercial do estúdio, que faturou uma fábula em milhões de dólares só no mercado norte-americano. Por isso é correto dizer que com o cinema de Cecil B. DeMille, a Sétima Arte descobriu como a fé além de remover montanhas, também poderia produzir o milagre da multiplicação de renda. Esta grandeza de fita que é Os Dez Mandamentos é um DEZ!!!

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ANTONIO SANTIAGO MENDONÇA – MARINGÁ-PR

Caro Editor e leitores do JBF:

Sobre a polêmica que foi levantada se houve ou não tortura no regime militar, esta foto tira todas as dúvidas.

Houve tortura sim!

Lula foi obrigado a fumar dentro de camburão!!!

Isto é pior do que o pau de arara.

Coisa horrorosa!!!

R. Caro leitor, esta foto que você nos mandou, do agente Barba sendo barbaramente torturado num camburão no carro do DOPS, me lembrou um vídeo gravado pelo colunista fubânico José Nêumanne, grande jornalista brasileiro.

Nêumanne é bacharelado e doutorado em Lula.

Tem PhD na especialidade Barba e é autor do livro  “O que sei de Lula

Veja este vídeo que ele gravou em outubro passado, no auge da campanha presidencial.

PENINHA - DICA MUSICAL