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SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ARAEL COSTA – JOÃO PESSOA-PB

Caríssimo e Venerável Mestre Berto

Infelizmente recebi esse email, com o inacreditável vídeo, já no final deste dia radioso de domingo, pelo que lamento profundamente não tê-lo (olha Jânio, aí!) passado à redação desse intimorato jornal, em tempo hábil, que permitisse à incansável secretária Chupicleide, garimpar uma vaga em uma dessas pousadas, para repousar do ingente trabalho que ela desenvolve durante toda a semana, dando curso às diatribes que o JBF acolhe.

Mas, quem sabe.

Na próxima semana talvez ainda sobre uma “laminha” dessa verba, suficiente para premiar a dedicação com que ela se entrega – olhe lá a interpretação dessa afirmativa, às muitas tarefas dessa casa, até, mesmo, cuidando dos possuídos do Polodoro.

Com meus votos de pleno êxito e bom gôzo (danou-se) da Chupicleide, a reverência devida.

R. Meu caro, Chupicleide ficou aqui se rindo-se todinha com a sua insinuação de que ela “cuide dos possuídos de Polodoro“.

Ela chega ficou de priquito aceso com a esse “bom gôzo” que você botou na sua mensagem.

Sujeitinha safada é essa nossa secretária. 

Quanto ao vídeo que você mandou, trata-se do jornalista pernambucano Cardinot, uma excelente figura e cujo programa eu curtia muito.

Digo curtia porque há pouco tempo tiraram do ar o programa dele, que era logo após o meio-dia, na TV Jornal aqui do Recife, e que eu não perdia um.

Inventaram umas desculpas esfarradadas sobre contrato.

Mas todo mundo sabe que acabaram com o programa exatamente por conta das cacetadas que ele dava nos poderosos.

Cacetadas como esta que está no vídeo que você nos mandou.

E que não foi gravado no estúdio de uma emissora, e sim na casa dele.

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MAURÍCIO ASSUERO - PARE, OLHE E ESCUTE

PASSAPORTE VACINAL

O Brasil está dividido entre cientistas e reacionários. Tudo começou em 2020 com a pandemia. A ciência foi usada exaustivamente para permitir que fosse distribuído crachá de cientistas para uns e de imbecis para outros. Particularmente, registei momentos nos quais a ciência poderia ter se imposto de forma apartidária, mas não foi isso que ocorreu. Apenas para citar um caso: pesquisadores do Amazonas fizeram uma experiência com 81 pacientes dando 1200mg de hidroxicloraquina duas vezes ao dia, replicando (agora vai Roberto Cappelletti) uma experiência realizada na China que matou pessoas. Aqui morreram onze, ou seja, já se sabia que essa dosagem diária de HCQ matava pessoas, mas a ciência ficou em dúvida e resolveu contribuir matando mais onze. Ninguém foi punido e até onde sei não houve autorização dessas pessoas para participar dessa experiência. Lembro que seria aberto um inquérito, mas no Brasil é não quer dizer nada. Não há cientistas presos.

A ciência poderia ter desenvolvido a racionalidade dos governantes, mas não me parece que isso tenha sido atingido. De modo amplo, ainda se usa uma série de procedimentos que violam o raciocínio mais simples, mais lógico, a exemplo do tal passaporte vacinal. Recentemente, através de decreto, o governo de Pernambuco impôs a necessidade de apresentação do passaporte vacinal para entrar em restaurantes, praça de alimentação, dentre outros. No fundo, acho que todos os governos que fazem isso cometem um grande equívoco porque, de acordo com um estudo feito pela Fiocruz, 48% das contaminações de Covid ocorrem nos terminais de transporte público, 22% ocorrem em hospitais, ou nas suas proximidades, e em atividades como restaurantes, o risco de contaminação é 2,2%. Ou seja, pune-se a atividade por um risco tão baixo, enquanto nada se faz no transporte público.

Não precisa ser cientista para entender que o transporte urbano foi, é e será, o foco principal de transmissão de covid. O metrô do Recife transporta 400 mil pessoas por dia; o transporte público da cidade de São Paulo absorve 7 milhões de pessoas; do Rio de Janeiro, outro tanto. Um estudo de uma universidade inglesa visitou academias 62 milhões de vezes, em 14 países, e encontrou 497 casos de covid, ou seja, uma proporção absolutamente desprezível. Mas, por conta de 2,2% de risco foram adotadas por diversos governos mais medidas de restrição as atividades econômicas.

Em 2020, com a suspensão das atividades econômicas “até que a curva achatasse” comentei sobre os danos e o impacto que teria para nossa economia que apresentava sinais de otimismo. A Bolsa bateu 113 mil pontos, houve um crescimento econômico pequeno (1,1%), mas houve. Enfim, havia uma série de indicadores que preconizavam melhoras. Fui ensinar Macroeconomia numa turma de Ciência Política e o que a gente estava vivendo era o melhor programa para ser apresentado. Mostrei que inflação ia crescer por falta de insumos, de renda, de desemprego e tudo mais. Foi assim e está sendo no mundo inteiro. Os americanos experimentaram uma inflação de 7%. Na Alemanha, a Destatis (a agência de estatística) comunicou uma inflação de 24,2% ao produtor. Então, não fica a menor dúvida de que a suspensão da atividade econômica tem uma enorme responsabilidade sobre isso.

Estamos diante de fatos inusitados. Todos nós tomamos vacina contra poliomielite, sarampo, catapora, tuberculose, tétano, etc. e todos nós mantemos o cadastro de vacina dos filhos atualizado. Então, me parece que não é a vacina… é esta vacina que tem algo estranho e que a gente não pode comentar sob o risco de ser taxado de “minion”, “gado”, “negacionista” e outros adjetivos menos qualificados. A vacina da poliomielite erradicou a doença e Albert Sabin abriu mão dos direitos para que houvesse agilidade na aplicação da vacina no mundo inteiro. A quantidade de pessoas que se vacinaram contra poliomielite e que pegaram a doença, se existir, é irrisória, ao contrário da vacina contra covid. Até o momento não vi um laboratório falar em abrir da grana que está recebendo por essa vacina.

A gente tomava vacina para não ter a doença, mas esta é diferente: a gente toma para que os efeitos da doença sejam minimizados. Eu acho absolutamente estranho quando se fala que a vacina diminui os efeitos da variante ômicron. Ué!!!! Mas, eu não lembro de ninguém que tomou vacina contra tétano para que os efeitos do tétano fossem reduzidos. Tomava para não contrair tétano. Vacina é isso: prevenção!

Assim, o que nós estamos vendo são pessoas vacinadas contraindo a doença e acredito que a sociedade precisa saber, por exemplo, quantas pessoas vacinadas foram contaminadas? Pessoas que contraem a doença duas ou três vezes se deve a quê? Qual o perfil das pessoas que morreram por covid? As pessoas contaminadas atualmente possuem comorbidades? Quais? É dito que a vacina tem ajudado a reduzir o número de óbitos, mas existem trabalhos que avaliam a autoimunidade?

Eu sou defensor da ciência, mas eu gosto da ciência apartidária. Não simpatizo muito com quem pega a Economia para favorecer um partido político ou um projeto político, embora saiba que isso é muito difícil de separar porque a Economia é decidida por pessoas. Eu quando oriento um aluno digo sempre que a Teoria está dada e que se os resultados que a gente encontrar não forma de acordo com a teoria, a culpa não é dela e não vamos adequar a Teoria aos nossos dados. Vamos rever se estamos fazendo os pressupostos corretamente.

Enquanto tivermos a contenda do tipo cientista x imbecis negacionistas, nós vamos ter doenças e mortos. Vamos ter incoerência como essa do passaporte vacinal que é um desses casos que vai de encontro ao que diz a teoria e da forma que está sendo tratado, em pouco tempo será exigido passaporte vacinal para assistirmos enterros de pessoas vacinados.

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FALA, BÁRBARA !

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CRONIQUETA MATUTA FALANDO DE ONÇA

Lugarzim mió que a Serra do Araripe acho que num tem não. É um ventim bom que só, passarim pra tudo que é lado fazendo zoada bonita, uma Paz de dá inveja ao monge mais calado do convento mais distante. Num fosse a danada da onça … Peeeense num bicho perigoso é a tal da onça! Deuzulive de eu sair daqui pra barraca de Mané do Coco de a pés ou de bicicleta. Vou nada. Nem que seja pru mode eu ficar pôde de rico pro resto da vida eu vou, meu fí. Por aqui tem onça que dá na canela. De todo tipo e qualidade: da pintada, da preta e até duma avermeiada, que é a pior de todas. Dizem que foi uma dessas que estraçaiou Zé do Trovão um dia desse no mei do mato, na estrada pra Santana. Vou não, tem quem faça! Prefiro ficar aqui na minha casinha cuidando dos passarim, das pranta e dos cachorro. Se tiver que ir em Mané do Coco só vou se for de moto. Aí eu vou, porque as bicha tem medo de zoada de moto. Agora pior do que onça é os amigo dela. Ói, amigo da onça é coisa ruim que eu num desejo nem praquele Vereador que prometeu tudo e num truxe nada pra cá. Veja a conversa que eu ouvi de dois cumpade, amigos de Lalêta, aqui na serra:

– Cumpade, se nas tuas andança aparecer uma onça o que tu faz?

– Pego minha espingarda e descarrego todinha em riba dela;

– E se a espingarda faiá?

– Ôxente, puxo minha faquinha e retaio a danada, das urêia até o rabo;

– Cumpade, e se tu tiver esquecido a faquinha em casa?

– Aí num tem jeito: eu me atrepo no primeiro pé de pau que encontrar;

– E se num tiver pé de pau por perto mode tu se atrepar?

– Tá c’a gota, cumpade! Vai te lascar! Tu é meu amigo ou amigo da onça? Vôte!

* * *

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ADONIS OLIVEIRA – RECIFE-PE

Acabei de lançar o projeto PRÊMIO NOBEL DA PAZ PARA BOLSONARO.

Estimei a necessidade de R$ 100.000,00 a fim de fazer frente às despesas com a preparação do dossiê, sua impressão, em inglês e em português, e a viagem para entregá-lo ao comitê julgador em Oslo, na Noruega.

Por favor, divulguem com todos os seus contatos.

Para acessar a página deste projeto, basta clicar aqui.

Temos de fazer isto em seis meses, que é para termos o resultado antes das eleições.

Divulguem a campanha a favor de Bolsonaro.