DEU NO JORNAL
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
SE FLÁVIO GANHA, JANJA SÓ VAI PASSEAR EM CUBA?
DEU NO X
ÊITA!!! ATÉ A GLOBO
A Globo dando destaque para o Flávio Bolsonaro.
Depois dessa até Lula vai voltar no Flávio 22. https://t.co/387GZOxqhm
— Freu Rodrigues (@freu_rodrigues) October 14, 2026
COMENTÁRIO DO LEITOR
UM SELETO TIME NA CADEIA
Comentário sobre a postagem UMA IMAGEM ATERRORIZANTE
Mauro Pereira da Silva:
Concordo plenamente com o que está escrito no cartaz:
“Pais que não conhece a própria história, está fadado a repeti-la”.
Nada mais justo que recorramos à história para ressuscitar nossa memória morta.
LEMBREMOS, ENTÂO, QUE NO GOVERNO DO PT:
O presidente da PETROBRAS foi preso!
O presidente do BANCO DO BRASIL foi preso!
O presidente da ELETROBRAS foi preso!
O presidente da VALEC foi preso!
O presidente da CAIXA foi preso!
O presidente do BNDS foi preso!
Três presidentes do PT foram presos!
Três tesoureiros do PT foram presos!
Cinco secretários do PT foram presos!
O líder do governo do PT na CÂMARA DOS DEPUTADOS foi preso!
O líder do governo do PT no SENADO FEDERAL foi preso!
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, DO PT, FOI PRESO!
Essa é a memória que esses seres do apocalipse querem que permaneça morta e enterrada.
DEU NO X
REUNIÕES NO PLANALTO
Revista Veja expõe reuniões de Vorcaro no Planalto com operador de suposto esquema ligado ao governo Lula. https://t.co/BPQH1e1l9H
— Freu Rodrigues (@freu_rodrigues) October 13, 2026
DEU NO JORNAL
VOTO DE OPOSIÇÃO NÃO É EXTREMISMO
Guilherme Fiuza

Na hora da decisão, a infinitésima encarnação do petismo no poder central tenta sua autoperenização com o truque de sempre: a alternativa a Lula é a ditadura, o extremismo, o fascismo. Mas o PT não está sozinho nessa. Há um bom contingente de pessoas esclarecidas e não militantes ajudando a fermentar essa premissa arrepiante.
A transposição do painel eleitoral de 2026 para um cenário de alegorias ideológicas fluidas é uma tentação para muitos — até de parte dos que não votam em Lula. O país, ou uma parte bem audível dele, tem hoje essa cisma: não consegue olhar para as coisas reais sem tacar uma indumentária conceitual em cima de tudo. Foi assim que o repúdio ao petismo e suas obras completas virou monopólio da “direita” ou da “extrema-direita” ou do “conservadorismo” etc.
Obviamente, muitos milhões de brasileiros não se guiam por essas demarcações vagas, possivelmente nem sabendo o que significam. Na verdade, ninguém sabe. Se um mesmo conceito pode ser lido por parte da população como sinônimo de liberdade e por outra parte da população como sinônimo de autoritarismo, naturalmente ele não quer dizer nada. Um significado que só existe em determinado círculo (ou nem isso) e pode ser o oposto em outro círculo não designa objeto algum. O idioma é um só.
Esse surto de abstração é a única esperança do lulismo. Escândalo do INSS e suas implicações palacianas, escândalo Master e suas injunções com sustentáculos do regime, endividamento recorde e inadimplência, inflação e juros altos, tentativa de controle das mídias — tudo isso fica diluído no postulado “ascensão da direita”. Milhões de pessoas que certamente votaram na oposição reagindo à lista de problemas acima são transmutados automaticamente em células de facção ideológica. O PT agradece.
Seguiu-se ao resultado do primeiro turno, com a candidatura de Flávio Bolsonaro superando a de Lula, uma reação clara e intensa do mercado. Os juros futuros abriram em forte queda no dia seguinte à eleição. Não há coreografia conceitual nesse fato: é apenas a expectativa do mundo real de uma administração melhor para o país. Ponto.
Mas aí vem o bailado da imprensa — nacional e estrangeira: “onda conservadora”, “ascensão da direita”, “perigo da extrema-direita”, “fenômeno de radicalização” etc. Por mais que se queira conectar linhas administrativas com essa conceituação vaga, o resultado será sempre o afastamento da vida real. Na vida real, milhões de pessoas comuns, de boa-fé, se confundem com esses termos, que no Brasil servem muito mais para engolfar tudo numa polêmica sobre 1964 do que para designar uma linha de administração.
O próprio senador Flávio Bolsonaro, afastando-se das caricaturas que cercam sua família, listou desmandos do governo do seu adversário e disse que o país precisa apenas “voltar ao normal”.
Com a expectativa de que o país “volte ao normal”, o resultado do primeiro turno rendeu 365 bilhões de reais a investidores na bolsa. A queda do juro futuro projetou uma economia de 66 bilhões de reais com dívida pública. Bancos como JP Morgan e Morgan Stanley projetaram ciclo de alta para as ações brasileiras. O Ibovespa subiu fortemente com entrada recorde de recursos estrangeiros após o primeiro turno.
Nada disso é retratável ou traduzível como onda ideológica. O país precisa superar um problema político sério que enfraquece a institucionalidade e a organização da sociedade como um todo — aferível nitidamente no declínio das condições de vida e dos direitos do cidadão comum. Os fanáticos pela conceituação estratosférica precisam dar espaço para os que não votam 13 porque não querem uma república de amigos do rei.
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
“SE FLÁVIO GANHAR, VOCÊ PERDE”
SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO
BOM DIA !
DEU NO JORNAL
VISITA
Jair Bolsonaro está “otimista e satisfeito” com o trabalho que está sendo feito na campanha de Flávio (PL).
Quem disse foi o próprio candidato à presidência que, após mais de 90 dias, foi autorizado a visitar o pai.
* * *
“Autorizado a visitar o pai”, depois de mais de 3 meses.
Que coisa intessante…
Parece até que estamos no Brasil.
DEU NO X
BRILHANTE CAMPANHA MUSICAL
Até onde o ser humano pode chegar, sem palavras pra descrever essa cena !!🤦♂️ https://t.co/7KXXNeAQup
— J.Nunes🇧🇷🇺🇲🇪🇸🇮🇱 (@NunesJAp) October 14, 2026


