DEU NO X

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

NEZILMA BATISTA – FORTALEZA-CE

Minha gente:

Chamar a Lava Jato de “a maior mentira do século” não apaga os bilhões recuperados, as delações, as condenações, as confissões e os esquemas de corrupção revelados ao longo dos anos.

Lula diz que Lava Jato foi “maior mentira do século” no Brasil.

Mentira é tudo o que ele fala.

JESUS DE RITINHA DE MIÚDO

POESIA SEM JEITO (e sem sentido)

Você disse adeus e foi embora
Me deixou pensativo e arrasado
Sem dormir alguns dias, endoidado
De saudade, pensando no seu fora.
Sem saber o que faço mais agora
Eu espero aquela ligação,
Um e-mail, um “zap”, na ilusão
De você perdoar o meu fracasso
Porque eu já não sei mais o que faço
Pra voltar a ganhar seu coração.

É difícil pensar que nem amigo
Posso ser de quem tanto me deu o colo
E agora insiste em voo solo
Desprezando o que já viveu comigo.
Se eu fui pra você qualquer abrigo
Em resposta ao colo que me deu
Deixe o tempo passar, que serei seu
Deixe a vida correr sem brevidade
Mas não queira me matar nesta saudade
Que só fere e traz dor ao peito meu.

DEU NO X

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SÉRGIO – SÃO PAULO-SP

Bom dia 😃 a todos

Neste dia 24 de maio, celebramos a proteção, a fé e a esperança trazidas por Nossa Senhora Auxiliadora e Santa Sara Kali, homenageando suas bênçãos, força espiritual e auxílio nas jornadas da vida.

Nossa Senhora Auxiliadora é reverenciada como guardiã e protetora dos fiéis, especialmente em momentos de dificuldades. Suas mensagens inspiradoras destacam fé, amor, esperança e auxílio divino no cotidiano:

* “Feliz Dia de Nossa Senhora Auxiliadora! Que a sua intercessão nos guie sempre nos caminhos da fé, da esperança e do amor.”

* “Que neste dia especial, sintamos sua presença maternal em nossas vidas, nos auxiliando em todas as nossas necessidades.”

* “Que a proteção de Nossa Senhora Auxiliadora esteja sempre conosco, iluminando nossos passos e nos conduzindo ao encontro de Cristo.”

* “Hoje celebramos sua bondade e auxílio, que nos fortaleçam e nos inspirem sempre.”

* “Que sua presença maternal nos console nos momentos de dificuldade e nos encha de esperança e alegria” .

Santa Sara Kali é conhecida como Padroeira do Povo Cigano e dos desesperados, celebrada especialmente no dia 24 de maio na região de Saintes-Maries-de-la-Mer, França. Sua devoção é marcada por história, legendas e tradições orais:

* Guardiã dos viajantes e protetora dos aflitos, sua energia simboliza proteção, fé, abundância e resiliência .

* Considerada ancestral e mãe espiritual pelos ciganos, Sara Kali é invocada para saúde, prosperidade, proteção em viagens, fertilidade, resolução de dificuldades materiais, amor e superação de angústias .

* Histórias relatam que Sara acompanhou as Santas Marias e ajudou a conduzi-las através do mar, oferecendo auxílio e esperança para os perseguidos .

* Sua imagem é tradicionalmente coberta por mantos coloridos, simbolizando proteção e promessas de devoção feitas pelos fiéis .

Nossa Senhora Auxiliadora e Santa Sara Kali , Rogai por Todos Nós Amém 🙏🏻📿 Que Deus e o Anjo 👼 Manakel esteja conosco o dia todo. 🙏🏻 Salve Santa Sara Kali. Opocha

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

CÍRCULO VICIOSO – Machado de Assis

Bailando no ar, gemia inquieto vaga-lume:
– Quem me dera que fosse aquela loura estrela,
que arde no eterno azul, como uma eterna vela !
Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme:

– Pudesse eu copiar o transparente lume,
que, da grega coluna á gótica janela,
contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela !
Mas a lua, fitando o sol, com azedume:

– Misera ! tivesse eu aquela enorme, aquela
claridade imortal, que toda a luz resume !
Mas o sol, inclinando a rutila capela:

– Pesa-me esta brilhante aureola de nume…
Enfara-me esta azul e desmedida umbela…
Porque não nasci eu um simples vaga-lume?

Joaquim Maria Machado de Assis, Rio de Janeiro-RJ, (1839-1908)

DEU NO JORNAL

SÓ 100

Após editar decreto que a oposição classifica como censura às redes sociais, Lula (PT) esteve no programa “Sem Censura”, apresentado por Cissa Guimarães, que recebe R$ 100 mil por mês da estatal EBC.

* * *

Assina decreto de censura e vai dar entrevista num programa chamado “Sem Censura”.

Num é pra rir.

É pra emputecer qualquer cidadão de bem.

Quanto aos 100 mil por mês, é muito pouco.

Pro padrão lulo-petralha, essa minxaria é um tiquinho de nada.

JOSÉ RAMOS - ENXUGANDOGELO

O MEU LIVRO DE ELI

O caminho perseguido dia após dia

Faz pouco tempo. São passados poucos anos, quando a Summit Entertainment apresentou no Brasil, a obra de ação e ficção científica “O livro de Eli”, dirigido pelos irmãos Albert e Allen Hughes, tendo como protagonista o genial Denzel Washington.

Quem não viu, perdeu uma magnífica obra de entretenimento. O filme é daqueles que nos permite e faz comer vários pacotes de pipocas.

Eis que, quando a cor alaranjada do nascer do dia ouvia o cantar madrugador do galo, e, sem dizer “bom dia” penetrava por todas as frestas que existiam na parede da casa, eu, ainda atordoado, levantava da rede num pulo só, e me dirigia à latada para apreciar e me deixar “lavar” por aquela luz divina. Um bálsamo!

Poucos minutos depois daquele espetáculo que poucos têm o privilégio de ver, café tomado, me punha na estrada longa da vida, caminhando para onde, com certeza desejaria, voltar: a vida.

O sol morno terminava de iluminar o meu rosto, enquanto, com métodos e com obrigações a cumprir, eu caminhava para pegar o sol e trazê-lo para dentro de mim, como se aquela luz fosse egoisticamente só minha.

E não era – “o sol sempre foi e será para todos”.

Uns poucos aproveitam sua luz divina e brilham, espraiando bondade. Fazendo o bem. Iluminando a escuridão de muitas almas caminhantes. Como eu, que insistia em continuar caminhando para pegar o sol.

Não. Eu não sou apenas mais um Eli. Eu sou outro Eli. Diferente dos Elis da vida e com a vontade de escrever o meu próprio livro. Com o nascer do sol de cada dia, e o caminhar que a vida nos permite.

Embevecido pelo caminhar incessante, envolvido pela luz solar que aos minutos que passam muda da cor alaranjada e, com o milagre de todos os dias, se torna incolor. Mas continua nos banhando, lavando e secando para a vida. Para o caminhar que quer apenas pegar o sol e trazê-lo para dentro de si. Egoisticamente.

Agora, o sol se faz sentir pelo calor. Pela intensidade de si mesmo.

Mais uma manhã se foi. O galo desperto já cantou. Agora o som da vida é inaudível. Quase nulo. Mostrando apenas o movimento forte e passageiro das nuvens brancas que, pelo movimento, nos mostra o azul infinito do céu.

Caminho. Eis que chego ao pico onde o caminhar feito me permite olhar o sol, conversar com ele, que, como mais uma bênção de Deus, volta a se alaranjar. Agora, pela cor de despedida daquele dia – mas certamente voltará amanhã e será cumprimentado pelo cantar madrugador do galo.

Aos poucos, aparentemente repetindo o espetáculo matinal, agora ao reverso, o sol vai se escondendo e nos deixando órfãos da beleza repetitiva de todos os fins de tarde.

O fim do dia poético da caminhada

Eu, ungido ou não, conversei com o sol. Como se Ele, o sol, fizesse parte da minha família. Havia ares de intimidade, de proximidade, de confiabilidade…. e de respostas dadas, convincentemente.

Quem sabe, amanhã, quando o galo me acordar e as cores alaranjadas repetirem o espetáculo da invasão pelas frestas da parede, eu volte a tentar pegar o sol.
Egoisticamente, e só para mim.

Desço do ponto do qual pude apreciar e conversar com o sol – agora, meu amigo íntimo. Nos envolvemos. Nos aproximamos a ponto de revelar nossos segredos e nossos desejos mútuos.

Eu, de pegá-lo só para mim.

Ele, de me fazer ver e entender, que “o sol é para todos”.

Assim Deus quer e permite.

Por hoje estou convencido. Provavelmente amanhã pensarei diferente.

A volta para a casa

Caminho de volta para a casa. Satisfeito por ter escrito mais uma página do “meu” livro de Eli.

Espero ter o privilégio divino de acordar com o cantar do galo, enquanto me regozijo pela volta.

Amanhã, com certeza o galo canta. Hoje, agora, meu prêmio é a sinfonia rítmica e de paz das cigarras.