O POVO ACORDOU – Internet explode com testemunhos de pessoas revoltadas com LULA
Gustavo Gayer pic.twitter.com/GfTApRbRRE
— Cl@u🇧🇷Florid@ (@Claudiotuck2017) June 27, 2026
O POVO ACORDOU – Internet explode com testemunhos de pessoas revoltadas com LULA
Gustavo Gayer pic.twitter.com/GfTApRbRRE
— Cl@u🇧🇷Florid@ (@Claudiotuck2017) June 27, 2026
O governo Lula (PT) fez alarde para anunciar que o Sistema Único de Saúde começou a “distribuir canetas emagrecedoras”.
Na verdade, é um estudo limitado a 250 pacientes, todos com obesidade mórbida ou grave.
* * *
Vamos aguardar uma canetada que determine a distribuição de “comida engordadeira”.
Pratos apetitosos pra encher o bucho da população faminta.
Meu coração sofredor
Já se acostumou no tédio
Inquilinas do amor
Abandonaram seu prédio
E nas clínicas das paixões
Não encontra um só remédio.
Francisco Evangelista
Meu coração sofre assédio
Diário da solidão
Quando quer se levantar
Vem outra desilusão
E bota pra beijar a lona
De novo meu coração.
Jr. Adelino
O meu não tem jeito não
Parece que por pirraça
Se ilude com toda dama
Tropeça em qualquer trapaça
Se não surgir quem lhe salve
Termina em banco de praça.
Wellington Vicente
Sobraram sorrisos amarelos no ato político com o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), na sexta (26).
É que Jaques Wagner, alvo de batida da Polícia Federal sobre o rolo do Banco Master, estava no palco.
* * *
Os sorrisos estavam amarelos.
Mas as caras de pau estavam tudo vermêias.
A cor petralha é marca indispensável no bando luloso.
“Lava roupa todo dia, que agonia
Na quebrada da soleira, que chovia
Até, até sonhar de madrugada
Uma moça sem mancada
Uma mulher não deve vacilar”
Depois de caminhar alguns minutos pelas veredas na direção do açude, Zoraide de Juca – nos interiores do Ceará, ninguém é conhecido pelo sobrenome. Alguém sempre será “Zé de Miguel”, “Zoraide de Juca”, “Beatriz de Luciano”, “Domingo de Zenaide”, e daí em diante – carregando na cabeça uma bacia com roupas e uma rede cagada para lavar.
No bornal, uma barra de sabão em pedra, cachimbo, uma faca pequena, fumo de rolo, rapadura e farinha seca para a merenda. A água já tem no açude.
Mais com pouco chegam Damiana de Inácio, Domingas de Getúlio e Sandra de Zezim do Bode – assim conhecido por ser o único matador de caprinos nas redondezas.
Pronto. Está formado o mais antigo grupo de zap-zap. Tem até nome registrado no cartório do povoado: “Amigas do Açude e do Sabão”.
– A trouxa hoje tá muito grande, por isso vou cuidar comigo! Falou Domingas de Getúlio!
– Mermã, a minha também não tá pequena e o diacho é que é quase só roupa branca. Os meninos vão precisar pra ir à missa no domingo, disse Sandra de Zezim do Bode.
Eis que o conversê muda de tom:
– Muié, tão dizeno que a fia de Maria do Rosário tá de bucho! Tá prenha mesmo… e não quer dizê quem é o pai, prumode num dá confusão!
As muiés reunidas na lavação
Naqueles tempos passados, “embuchar” a fia de alguém conhecido, tinha que casar. E, se não casasse, o buraco era mais pro lado do que pro meio. O cabra ia se ver!
Domingas de Getúlio não parava de falar. Mas, também não parava de esfregar a roupa. Repentinamente, saiu de soslaio pras bandas do matagal. As outras pensavam que ela tinha “ido conversar com o sabugo de milho” – mas, não foi, porque não levou a vara prumode ispantá os poicos.
Quando menos as outras esperavam, Domingas tava de volta. Tava de volta com uma braçada de ramos de melão São Caetano, que, nas necessidades, dava pra substituir o sabão – só num dava quando a roupa a ser lavada era branca.
– Mulé de Deus (disse Damiana de Inácio), o teu sabão acabou-se foi? E por causo de que tu num falô, mulé?! O sabão que eu truxe vai dá que sobra!
Damiana de Inácio lavando uma rede
– Deixa assim, cumade! Eu num calculei dereito a quantidade de roupa – disse Domingas.
– Ora, bom basta! Retrucou Damiana de Inácio.
Era chegada a hora da merenda. O sinal era o afastamento das amigas para a sombra grande e confortável da ingazeira.
Bacias e cumbucas pra cá, latas vazias pra cá e a merenda começou a aparecer. Nisso, Damiana de Inácio olhou para as amigas e começou a sorrir, certamente lembrando de alguma coisa do passado.
A cobrança veio rápida. Conta Dami, conta. Pediram as outras.
– Se essa ingazeira tivesse boca e falasse!….. KKKKKKKKKK
– O que foi mulé? Perguntaram as outras.
– Afffmaria! O hôme era um jumento, vote! Começou Damiana.
As outras arregalaram os olhos em expectativa.
– Vocês são doidas, num posso dizê! Só digo (gargalhando alto) que o hôme era um jumento. Mas que foi bom, isso foi! Concluiu Damiana.
– Só pode ter sido Getúlio, descobriu Sandra de Zezim do Bode!
– E, como diabos tu sabes, que Getúlio é um jumento, mulé?! Perguntou Domingas, já exigindo explicações!
Foi nesse exato momento que a filha de Maria do Rosário, a grávida, aparece. Foi, também, quando aquele assunto acabou.
– Saliente que só, Damiana, que naquele ambiente de lavação de roupa na beirada do açude, sabia de tudo, vociferou:
– Eita, espia aí a buchuda! Será que vai nascê um “jumentinho”???!!!
🇧🇷 🇯🇵 “Se o Brasil ganhar (do Japão), ótimo, porque sou brasileiro. Mas se perder, eu não vou ficar triste, não, porque no futebol japonês tem um pezinho da família Coimbra lá.”
🎙️ Zico.
🎥 @ColunadoFla | @Rockhudsonrj pic.twitter.com/uDclgQr1JM— Planeta do Futebol 🌎 (@futebol_info) June 27, 2026
Começo dizendo que me graduei duas vezes, sendo uma delas em Economia. Por ser bancário, senti necessidade de aprofundar mais os conhecimentos na área de modo transitar bem no mercado no qual trabalhava. Digo isso, apenas para resgatar que na minha época de graduação havia um interesse maior das empresas por pessoas com cursos superior. Aparentemente, não havia uma dissociação tão intensa quanto a que vemos hoje.
Esta semana li que a China acabou com cursos de Economia, Contábeis, Administração, dentre outras, para incentivar engenharia vinculada a IA. Também vi um vídeo de Lito Souza, um ex-mecânico de aviação que tem um canal bem interessante sobre o assunto, comentar que no ano passado 175 voos experimentais, em naves comerciais, foram realizados sem pilotos. O sistema do avião, ligou a nave, pediu autorização à torre, taxiou, alinhou o avião na pista, decolou, voo e depois voltou para aterrissar, seguindo todos os protocolos necessários para isso.
Quando comparo determinados avanços com o Brasil, a angústia fala mais alto. Nossos alunos ocupam, frequentemente, as últimas posições no exame promovido pelo OCDE (PISA) onde leitura, ciências e matemática, são testados. De 72 países que mandaram alunos, o Brasil ficou em 69º lugar e quando você compara quem foi pior, a tristeza aumenta. Nós estamos equiparados ao nível mais baixo. O mais estranho é o governo alardear a infinidade de recursos que são destinados à educação. Não adiante construir escolas e o problema, também, não é a remuneração do professor que não incentiva. Claro, que como professor eu queria ter um salário mais digno, mas o que eu observo é que há comportamentos diferentes dos mestres. Por exemplo: um professor de escola pública que também ensina em escola particular, não tem um comportamento homogêneo. Na escola particular ele exige do aluno, dá aula com qualidade, está disponível para reforçar conhecimentos. Na escola pública, ele apenas cumpre seu horário. Há exceções? Claro!
Quando a gente avança no ensino superior, objeto desse texto, parece que estamos a anos-luz da civilização. Não falo apenas de graduação, falo da pós-graduação também, porque, até antes da pandemia, os programas de pós-graduação lançavam seus editais e a disputa era acirrada. Pedia-se uma prova de conhecimento, produção acadêmica com artigos publicados em revistas de impacto, tudo isso era convertido numa nota que tinha uma ponderação para aprovar ou não o candidato. Geralmente, 15 vagas para mestrado e 6 para doutorado. Parece brincadeira, mas há casos nos quais temos mais vagas do que candidatos.
O que mudou? A pandemia? Não creio que possamos ser taxativos com isso. A pandemia incentivou as aulas remotas e muitos alunos que se deslocavam de outros estados para cursar mestrado em outro centro, já atuavam com professores de faculdades privadas ou, até mesmo, tinham suas atividades profissionais bem definidas. O custo de sair de Campo Grande para estudar em Recife, por exemplo, tornou-se expressivo.
Depois de tudo isso, vem a qualidade dos trabalhos e aqui falo de dissertações, teses, artigos produzidos que passaram a atender demandas ideológicas, não demandas científicas, ou dito de outra forma, a minha impressão é que o produto de um mestrado ou doutorado não paga o custo da bolsa de estudos que o aluno recebeu. São produtos específicos para fortalecimentos de ideologias políticas. A tese do Jorge Messias, por exemplo, com todo respeito ao seu trabalho, fala do “golpe” sofrido por Dilma. Isso tem uma orientação e além do orientador há mais quatro membros para avaliar o trabalho. E eles aprovaram a tese.
Vi coisas estapafúrdias. Uma delas foi a abertura de um curso de pós-graduação em Etnoafromatemática. Honestamente, o que isso pode contribuir para que nosso aluno, no futuro, saiba resolver um problema de trigonometria, de análise combinatória ou de limites de funções? Essa semana li um texto que falava de um pesquisador que fará um pós-doc discutido, pasmem, o “cristofascimo bolsonarista”. Eu não abordo isso pela referência ao nome de Bolsonaro, mas pela inutilidade da aplicação de uma pesquisa dessa natureza. Confesso que tive dificuldade em entender o que porra significava cristofascimo (voltei ao meu tempo adolescente quando tentei entender o quer era o nirvana).
“Cai de boca no meu bucetão”, “Cuz prolapsados” são alguns temas de defesa de dissertações que estão aprovadas por aí. Tem outras esquisitas também, basta procurar. Também gostaria de deixar claro que não tenho contra as pessoas que buscam a área de humanas para estudar. Eu acho que a gente precisa entender o Homem que tudo não é, apenas, máquina. Mas, não deixa de me entristecer essa loucura.
Se continuar assim, estaremos fadados a ser meros pigmeus. Nenhum avanço, nenhuma métrica coerente, nem candidato a Nobel. Como dizia Roger de ultraje a Rigor, “inúteis, a gente somos inúteis” e a IA vai mostrar isso, dentro em breve.
Curioso o Rio de Janeiro: é o único estado com mais pré-candidatos confirmados ao governo (11) do que ao Senado (7).
Também é a única unidade da federação onde todos os governadores eleitos nos últimos 30 anos acabaram presos… incluindo alguns dos atuais pré-candidatos.
* * *
De fato, o Rio de Janeiro é um recanto brasileiro curioso.
Muito curioso mesmo.
Esse informação sobre as prisões de governadores é interessante.
Um caso único nesta republiqueta banânica.