LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO
O COMEÇO…
DEU NO JORNAL
PROTEÇÃO AO CRIME
Em sua paralisia deliberada diante da escalada do crime, o governo Lula (PT), recusou cooperação internacional contra facções que dominam favelas, fronteiras e presídios.
E insiste em proteger PCC e o Comando Vermelho da classificação de organizações terroristas.
Em nota, atacou opositores, rotulando-os de “traidores da pátria”, como se o Brasil estivesse em guerra contra Washington, e não contra PCC, Comando Vermelho ou qualquer outra estrutura que sequestra a soberania popular.
O antiamericanismo fora de moda de Lula recusou a oferta dos EUA de inteligência compartilhada, bloqueio de recursos e ações coordenadas.
Em vez de combater os bandidos, tentando tomar dos opositores a poderosa bandeira do combate ao crime, Lula ataca quem cobra atitude.
Lula finge ignorar que o governo perdeu o controle sobre extensas áreas do território nacional, onde quem manda não é a lei e sim o fuzil.
* * *
A frase “paralisia deliberada diante da escalada do crime“, que abre essa nota aí de cima, resumo tudo.
Absurdo total.
Completa irresponsabilidade.
É de lascar!
Esperar alguma atitude racional e sensata do atual presidente petralha, é tarefa impossível.
É igual dar conselho a doido: pura perda de tempo.
RODRIGO CONSTANTINO
DONALD TRUMP CONTRA TERRORISTAS BRASILEIROS

O governo Trump demonstrou total alinhamento com a agenda do senador Flávio Bolsonaro na questão da segurança pública
A decisão do governo Donald Trump de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas foi uma vitória do Brasil e de Flávio Bolsonaro. “O governo Trump continuará utilizando todas as ferramentas disponíveis para proteger nossos interesses de segurança nacional e negar financiamento e recursos a narcoterroristas”, escreveu o secretário de Estado Marco Rubio. Era o dia do seu aniversário, mas quem ganhou um presente foi o brasileiro decente.
Claro que o timing dessa decisão não foi coincidência. O governo Trump demonstrou total alinhamento com a agenda do senador Flávio Bolsonaro na questão da segurança pública, indo contra o Lula, que chama traficante de vítima de usuário. O governo petista nunca quis considerar PCC e CV grupos terroristas, e reagiu com histeria à decisão americana, puxando a cartada da “soberania”.
Mas esse argumento é ridículo. Os Estados Unidos possuem bases militares na Europa e ninguém acha que, por isso, os países europeus são colonizados pela América. Os americanos ajudaram a Colômbia a combater o narcotráfico e só quem era simpatizante de Pablo Escobar poderia ser contra essa ajuda necessária.
Quem não usa boné do CPX ou não mantém “diálogos cabulosos” com o PCC está comemorando. Ninguém acha de verdade que os americanos vão sair colocando alvos aleatórios do nada em brasileiros comuns. Isso é pura paranoia ou narrativa ideológica. O fato inegável é que o Brasil não está dando conta, sozinho, de combater o crime organizado, que aterroriza a população. Confundir soberania com PCC é simplesmente absurdo.
Flávio Gordon questionou: “Estou entendendo errado ou a esquerda brasileira está assumindo de vez que CV e PCC equivalem ao que ela chama de ‘pátria’?”. É o que está parecendo. Celso Amorim reagiu ao comunicado de Rubio, para a surpresa de zero pessoas, alegando que “equiparar crime organizado a terrorismo não é útil”. Não é útil para o Foro de São Paulo, certamente. Amorim é o mesmo que defende o regime iraniano e que escreveu prefácio em livro favorável ao Hamas!
O Globo embarcou na histeria petista com a seguinte chamada: “Para especialistas, classificação de PCC e CV como terroristas pelos EUA pode oferecer risco à soberania nacional”. O senador Rogério Marinho rebateu: “Para surpresa de zero pessoas, os especialistas do Globo e da esquerda afirmam que classificar criminosos como terroristas oferece riscos a soberania nacional. Soberania padrão PT”.
A direita foi à contramão, celebrando a decisão. Flávio Bolsonaro divulgou a postagem de Rubio e escreveu: “Grande dia”. Nikolas Ferreira chamou a decisão de “golaço” do Flávio Bolsonaro. Podem existir algumas preocupações legítimas de especialistas, principalmente na questão dos bancos usados para lavar dinheiro do crime organizado, mas os benefícios superam e muito os riscos. Os Estados Unidos não possuem um histórico de abusos, e sempre estiveram do lado certo nas grandes guerras, seja contra o nazismo, o comunismo, o fascismo e o terrorismo.
Depois de criticarem o senador Flávio Bolsonaro pela relação de proximidade com Daniel Vorcaro ao longo das últimas semanas, os ex-governadores Ronaldo Caiado e Romeu Zema usaram o anúncio da classificação das facções brasileiras como terroristas pelos Estados Unidos para criticar o governo Lula. Ambos reagiram à decisão, anunciada ontem pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio, em vídeos publicados nas redes sociais, nos quais subiram o tom contra a conduta da gestão petista na segurança pública.
“Vejam que absurdo, o PT diz que tratar facção como terrorista ameaça a soberania do Brasil e que isso facilita uma interferência americana no Brasil. Quem ameaça a nossa soberania é justamente o PCC e o Comando Vermelho. Eles dominam territórios do Brasil. Lá, quem manda são eles, e não o governo. Nossa soberania não está ameaçada, ela foi roubada e o Lula nunca fez nada a respeito. Pelo contrário, ele só passa pano para bandido”, disse Zema.
A disputa nunca esteve tão clara no que diz respeito ao crime: do lado esquerdo, a turma que quer proteger as facções que aterrorizam o povo brasileiro; do lado direito, aqueles que querem endurecer no combate à bandidagem, contando com a ajuda americana para libertar o povo brasileiro. Que o eleitor tenha juízo e possa compreender o que está em jogo nessa disputa…
DEU NO X
COMUM…
Lula diz que não é comunista e finge ser católico mas é desmentido por vídeo de si mesmo
Hoje Lula afirmou: “Não sou comunista, sou um católico fervoroso”. Mas isso só aconteceu pela proximidade da eleição, quando ele sempre finge ser religioso, vai a igrejas e inclusive… pic.twitter.com/aUTKRr2bZP
— Gil Diniz (@carteiroreaca) May 29, 2026
PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA
SONETO A QUATRO MÃOS – Paulo Mendes Campos
Tudo de amor que existe em mim foi dado
Tudo que fala em mim de amor foi dito
Do nada em mim o amor fez o infinito
Que por muito tornou-me escravizado.
Tão pródigo de amor fiquei coitado
Tão fácil para amar fiquei proscrito
Cada voto que fiz ergueu-se em grito
Contra o meu próprio dar demasiado.
Tenho dado de amor mais que coubesse
Nesse meu pobre coração humano
Desse eterno amor meu antes não desse.
Pois se por tanto dar me fiz engano
Melhor fora que desse e recebesse
Para viver da vida o amor sem dano.

Paulo Mendes Campos (1922-1991)
BERNARDO - AS ÚLTIMAS NOTÍCIAS
ORGANIZAÇÕES TERRORISTAS
DEU NO JORNAL
O TRABALHO DO ESFOLADO
Termina neste sábado (30) os 150 dias de trabalho que o esfolado brasileiro tem que trabalhar exclusivamente para pagar tributos.
Os números são do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).
A última vez que o percentual de dias trabalhados no ano ficou abaixo de 40% foi em 2006.
Desde que Lula assumiu e Fernando Haddad, que até ficou conhecido como “Taxxad”, passou a controlar a Fazenda, a quantidade de dias trabalhados para bancar o obeso estado brasileiro só aumentou.
* * *
A nota aí de cima fala no “obeso estado brasileiro”.
Se está obeso, é necessário fazer regime.
Regime que já está sendo feito: o regime lulo-petralha.
E vamos nos preparar pra sermos mais esfolados ainda!!!
DEU NO X
ELES SÃO “NOSSOS”…
Quer dizer que o Lula está revoltado comigo porque eu estou enfrentando o CV e o PCC? pic.twitter.com/tDHQjfX3AS
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) May 29, 2026
MARCELO BERTOLUCI - DANDO PITACOS
PEJORATIVO
Aqui em Curitiba existe o hábito de perguntar às pessoas “O que você é?”. E nenhum curitibano responde “sou curitibano”. Está subentendido que a pergunta refere-se aos ancestrais da pessoa; assim a resposta pode ser alemão, italiano, português, libanês, ucraíno, polaco, japonês, russo, ou qualquer outra descendência. Eu, por exemplo, respondo que sou metade italiano e metade ucraíno, já que meu pai nasceu na serra gaúcha e é 100% descendente de imigrantes italianos, e minha mãe, curitibana, é neta de imigrantes ucraínos. Aliás, ela é a única da família que casou com alguém de etnia diferente, porque as duas irmãs dela casaram com ucraínos. Com a família do meu pai lá no Rio Grande do Sul, eu me criei no meio de ucraínos, ouvindo minha avó me chamar de malenkyy e kotunyo.
Se eu postasse o parágrafo acima em uma rede social, em questão de minutos apareceria alguém, provavelmente aqui de Curitiba mesmo, dizendo que eu não devo usar a palavra “ucraíno”, que é pejorativa, mas sim “ucraniano”. É uma idéia bastante difundida, mas é uma grande bobagem.
O gentílico de quem é da Ucrânia sempre foi “ucraíno”. É a palavra usada em Portugal e também é o termo usado em espanhol, só que sem o acento. Na língua de lá, “eu sou ucraíno” é Я українець, que se transcreve como “Ya ukrayinets” e se lê mais ou menos como “ya ucraíne”, com o ts final quase mudo.
“Ucraniano”, por outro lado, é o que os gramáticos chamam de galicismo: é uma imitação do francês ukrainien, que antigamente era usado por quem queria parecer chique. Aliás, ocorre o mesmo com os vizinhos polacos: hoje em dia se diz que “polaco” é feio e que o certo é “polonês”, outro galicismo.
E a história do “pejorativo”, de onde veio? Veio de uma moda dos tempos modernos que poderíamos chamar de “coitadismo”, misturada com o velho costume do ser humano de querer mandar nos outros. Hoje em dia não pega bem fazer isso pela força; ao invés disso, usa-se uma mistura de culpa e vaidade, proclamando que determinadas idéias, costumes ou palavras são “erradas” e condenáveis, enquanto outras são “corretas” e devem ser incentivadas. Em um mundo carente de auto-estima, essas diretrizes são obedecidas com alegria por quem precisa alimentar o ego. Daí favela vira comunidade, deficiente vira pessoa portadora de necessidades especiais e cachorro vira-lata vira cão comunitário.
Nessa linha, alguém resolveu achar que “ucraíno” e “polaco” não devem ser usados porque supostamente eram usados por pessoas que menosprezavam imigrantes, e quem adota essa linha de raciocínio acha que resolve-se um problema mudando o seu nome.
Sim, é verdade que imigrantes sempre foram maltratados por determinadas camadas da sociedade, tanto aqui como no resto do mundo. E nesse caso específico, até mesmo entre os dois grupos citados: quem acha que existe uma grande rivalidade entre corinthianos e palmeirenses é porque nunca viu um ucraíno e um polaco juntos. E também podemos notar que esse preconceito se estende a todos os imigrantes, e que palavras como “italiano”, “alemão” e “português” já foram usadas pejorativamente da mesma forma. Se ninguém na internet as declarou “proibidas”, talvez seja só porque não acharam um galicismo para colocar no lugar.
Rivalidades e maledicências à parte, nunca conheci um ucraíno que reclamasse de ser chamado de ucraíno. Estavam muito ocupados com coisas mais importantes, como trabalhar. E seu exemplo deveria ser seguido pelos frequentadores de redes sociais que parecem não ter nada melhor para fazer do que ficar reclamando daquilo que os outros falam, pensam ou fazem.

