DEU NO X

DEU NO JORNAL

PROTEÇÃO

Carlos Jordy (PL-RJ) acusa Lula de tentar interferir nas investigações da Polícia Federal mudando os delegados.

O deputado diz que o petista quer proteger o filho Lulinha, citado por ligação ao “Careca do INSS”.

* * *

Nada de anormal, senhor deputado.

Tá tudo dentro dos conformes.

Trapaceiro proteger um filho também trapaceiro é a lei natural.

Tá no sangue.

COMENTÁRIO DO LEITOR

AFRESCALHOU

Comentário sobre a postagem SAUDADES DO PELÉ…

Zé Lagoa:

Eu aqui, pitando meu cigarrim de paia e matutando:

Na verdade, o futebol perdeu sua essência, deixou de ser coisa de macho, faz tempo.

Hoje é chuteirinha rosa, macia prá não machucar o pezinho do “minino”.

Bustiê (acho que é esse o nome) por baixo da camisa prá não ferir os peitinhos.

Camisa com número 24 (todo time agora tem um) coisa jamais inimaginável, nos meus tempos de boleiro.

Beijinhos e abraços exagerados.

No meu tempo, mal havia um aperto de mão de cara fechada pro adversário.

Pausa prá hidratação ou para propaganda de algum anunciante.

Coisa mais fresca!!!!!

E a bolinha, ohhh, de gude!!! rsrsrsrs!!!

DEU NO JORNAL

O DEDO DO MEIO, A INCONTINÊNCIA VERBAL E A BLINDAGEM DE LULA

José Fucs

Lula mostra dedo do meio em discurso.

Gesto obsceno foi mostrado por Lula durante evento oficial do Palácio do Planalto

Às vésperas do início oficial da campanha eleitoral, em 16 de agosto, o presidente Lula parece ter perdido de vez a decência e o controle em suas aparições públicas.

Com um intervalo de apenas alguns dias entre um caso e outro, ele deu sinais evidentes de que se comporta como uma carreta desgovernada, sem qualquer filtro em seus atos e suas falas. A ausência total de “superego”, como diriam os psicólogos, e de “semancol”, como se diz por aí, expõe um quadro que vai muito além do mero folclore político.

Num dia, Lula mostrou o dedo do meio durante uma fala contra a ideia de que “pobre não gosta de coisa boa”: “Aqui pra eles”, afirmou o presidente, com toda a fineza que lhe é peculiar. Em outro, sapecou um “vocês não podem permitir que prevaleça em Santa Catarina o racismo”, em meio a analogias ao nazismo e à “hegemonia branca”, levando o governador Jorginho Mello a acusá-lo de xenofobia e a entrar com uma representação criminal contra ele na PGR (Procuradoria-Geral da República).

De quebra, ao defender o aumento dos gastos do país na área de defesa, Lula ainda disse que “está cheio de nego maluco no mundo”, em referência velada ao presidente americano, Donald Trump. Usou uma expressão “politicamente incorreta”, que, na boca de qualquer brasileiro comum, seria o suficiente para ele se tornar alvo da ira do Ministério Público e de ONGs identitárias e talvez ser até preso sem direito a fiança.

“Gafes” e “deslizes”

A rigor, não é de hoje que o presidente destila sua incontinência verbal e recorre a gestos ofensivos. Seus disparates recorrentes, normalizados como “gafes” e “deslizes” pela mídia amiga, representam, na realidade, o mais puro suco de Lula.

Só no atual mandato, entre outras barbaridades, ele já vitimizou traficantes, relativizou o Holocausto, disse que a Venezuela era um exemplo de democracia e declarou que “afrodescendente gosta de um batuque de tambor”. Recentemente, durante reunião do G-7 na França, falou mal de Trump para Lee Jae-myung, presidente da Coreia do Sul – país que tem uma aliança estratégica com os Estados Unidos que lhe garante proteção contra os ímpetos expansionistas do regime comunista da Coreia do Norte.

Agora, porém, considerando suas últimas ações e falas, o que era tratado como um problema ocasional por sua claque, fruto de sua autenticidade, está se tornando o novo normal de Lula. Para muita gente, isso coloca em xeque sua atual capacidade de distinguir entre o que pode e o que não pode dizer e fazer, dentro das regras do debate político saudável, da liturgia do cargo e da postura civilizada que deve pautar a atuação de qualquer cidadão em sociedade.

Diante da postura de Lula, o pior – se é que é possível haver algo mais despropositado e lamentável – é que grandes veículos de comunicação, que tradicionalmente já “passam pano” para o petista, agora não estão só suavizando seus impropérios. Estão literalmente editando suas declarações, para apagar o que possa lhe causar constrangimentos, como aconteceu com a retirada da palavra “nego” da afirmação em que ele abordou o aumento dos gastos do país em defesa.

Duplo padrão

A blindagem da mídia parceira, porém, é apenas uma engrenagem desse sistema de proteção. O que é realmente deplorável – e escancara a erosão das nossas instituições – é o duplo padrão adotado pela Justiça, pelo Ministério Público e pela Polícia Federal, ao lidar com os “excessos” de Lula e as manifestações de seus adversários.

Enquanto tratam o destempero e os abusos do presidente com luvas de pelica, como questões inerentes à crítica política, que não podem ser criminalizadas, reagem com mão de ferro a quaisquer afirmações e atos da oposição contra ele.

Para a PGR, por exemplo, é tudo bem Lula chamar o ex-presidente Jair Bolsonaro de “canibal” e “genocida”. Mas, para a Polícia Federal,em inquérito aberto por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF, o senador Flávio Bolsonaro cometeu crime de calúnia contra Lula. Seu crime, de acordo com a PF, foi publicar um comentário no X em que associava Lula ao ex-ditador da Venezuela Nicolás Maduro, logo após sua captura pelos EUA. “É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas”, afirmou Flávio no post.

Com as eleições no radar, a régua dupla da Polícia Federal, da PGR e do STF só reforça as suspeitas de que a gestão do processo eleitoral poderá ter o mesmo viés pró-Lula e antidireita que marcou o pleito de 2022. A notícia de que o ministro Gilmar Mendes teria alertado Lula de que o STF poderá atuar durante a campanha como Corte revisora das decisões do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), hoje sob comando do ministro Nunes Marques, com seu colega André Mendonça ocupando a vice-presidência, certamente não contribui para mudar tal percepção.

Lula pode até ter uma espécie de salvo-conduto para continuar fazendo gestos obscenos e proferindo suas sandices, enquanto os representantes da oposição são levados no fio da navalha. Mas nenhum malabarismo jurídico ou qualquer edição de aspas poderá evitar que suas falas e seus gestos disparatados sejam encarados por seus críticos e adversários como um sinal de que ele perdeu o eixo e age com a certeza da impunidade.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SCHIRLEY – CURITIBA-PR

Bom dia caríssimos fubânicos.

O Brasil nao conquistou o Hexa?

Conquistou sim. Nosso companheiro de JBF lembrou bem:

Eliminações em 2204, 2008, 2012, 2016, 2022 e 2026!

Valeu Nonato.

E os EUA estão fora…

CR7 bye, bye.

Como se comportará a Inglaterra de Kane hohe?

MARCOS MAIRTON - CONTOS, CRÔNICAS E CORDEIS

CORDEL PRA DEPOIS DA COPA

Sem o Brasil campeão,
Resta a nós reconhecer
Que isso pode acontecer
Em qualquer competição.
Passada a decepção,
Prestadas as homenagens,
Guardadas muitas imagens
No arquivo da nossa mente,
Olhemos, daqui pra frente,
Para outros personagens.

Pois, com a Copa terminada,
É chegada a ocasião
De ver na televisão
Muita conversa fiada
E promessa exagerada
De grandes transformações.
De dar novas soluções
Para problemas antigos
Muita atenção, meus amigos,
Vêm chegando as eleições.

É tempo de aparecer
Gente que estava sumida,
Que andou desaparecida
E que agora vem nos ver.
Que pergunta e quer saber
Do que estamos precisando,
Prometendo e explicando
Como tudo irá mudar
Mas, para realizar,
Com seu voto está contando.

Tempo bom para se ver
Gente beijando criança,
Dizendo que a esperança
No Brasil vai renascer.
Que as crianças devem ter
A maior prioridade
E que é gigante a vontade
De ajudar o mais carente,
Essa conversa que a gente
Já viu que não é verdade.

Tempo de a gente escutar
Achando ruim ou bom,
Nas ruas, carros de som,
Com seu som a ecoar.
As canções a ressaltar
O valor do candidato,
Embora não seja exato
Que elas digam a verdade.
Deus me dê boa vontade
Para crer nisso de fato!

Nas esquinas e avenidas,
Muitas moças e rapazes
Exibirão seus cartazes
E bandeiras coloridas.
Não estão bem definidas
As suas convicções,
Já que as manifestações
São em troca de uns trocados:
Militantes contratados
Nesse tempo de eleições.

Não são só os militantes
Ou cabos eleitorais
Que vendem seus ideais
Em condutas aviltantes.
Cenas mais repugnantes
Vêm do horário eleitoreiro:
Vende-se um partido inteiro,
Ali a coisa desanda,
E o tempo de propaganda
Vale mais do que dinheiro.

É bom estar preparados
Para o nível dos debates.
É provável que os embates
Venham todos recheados
Com segredos revelados
Sobre esquemas de bilhões,
Fraudes em licitações,
Desvios, corrupção,
Talvez todos com razão
Na troca de acusações.

E, nos dias atuais,
Surgiu um novo ambiente,
Onde a coisa fica quente
Em tempos eleitorais.
É nas redes sociais,
Onde o povo mais se agride,
A família se divide,
Se acaba muita amizade,
E, nessa agressividade,
A discussão não progride.

Ao invés de debater
Usando a voz da razão,
Xingamento e palavrão
É o que mais se pode ver.
Assim, também não vai ser
Possível resolver nada.
Quando a palavra é usada
Para ofender, somente
a argumentação decente
É depressa abandonada.

Amigos, como eu queria
Não estar desiludido
E acreditar que um partido
É feito de ideologia!
Pois sei que a democracia,
Apesar de suas mazelas
É uma das coisas belas
Que o ser humano criou
E, das crises que enfrentou,
Transpôs cada uma delas!

O desânimo me alcança
Mas, teimo em não desistir,
E, assim, hei de prosseguir
Mantendo viva a esperança
De ver alguma mudança
Nesse quadro deprimente,
Que eu aqui, ligeiramente,
Descrevi, nesse cordel,
Cumprindo assim meu papel
De alertar a minha gente!

Deixo claro que, apesar
De toda desilusão,
Quando chegar a eleição
Vou à urna, vou votar.
Ali, vou exercitar
A minha cidadania,
Na esperança de algum dia,
Eleger representantes
Sérios, probos e atuantes.
E viva a DEMOCRACIA!

DEU NO X

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA