PENINHA - DICA MUSICAL

PENINHA - DICA MUSICAL

COMENTÁRIO DO LEITOR

LUGAR CHATO

Comentário sobre a postagem CONTRATO SOCIAL

Nonato:

Que lugar chato deve ser esse iztêitiz!

Não tem a emoção de banânia.

Para abrir uma conta no banco: identidade, CPF, CTPS, reservista, título de eleitor, comprovante das últimas cem votações, certidão de nascimento, casamento, comprovante de endereço, de renda, últimos trinta exames de sangue, fezes, urina, atestado de sanidade, dezoito formulários preenchidos e assinados com firma reconhecida, declaração do imposto de renda, cartão do SUS além, claro, de cópia autenticada de todos os documentos acima.

E ai se o selo não estiver no quadradinho correto!

Até mais pra vocês, vou pra fila da Caixa porque segunda, quando abrir a agência, tenho que cadastrar o exame de urina cujo resultado saiu semana passada senão bloqueiam a conta.

Fui!

RLIPPI CARTOONS

DEU NO JORNAL

COMENTÁRIO DO LEITOR

DEU NO X

J.R. GUZZO

NO GOVERNO LULA, QUEIMADAS ESTÃO MUITO PIORES QUE ANTES – E NINGUÉM FALA NADA

Exploração da margem equatorial coloca Marina Silva sob pressão novamente após posse da nova presidente da Petrobras

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva

As palavras “incêndio”, “chama” e “queimada” sumiram dos dicionários, de português ou de qualquer idioma falado nas nações desenvolvidas – essas mesmas que há anos se declaram angustiadas com os incêndios, as chamas e as queimadas no Brasil. Não houve nenhuma reforma mundial nos vocabulários. Também não pararam os incêndios.

O que houve é que Lula se tornou presidente do Brasil em 1º de janeiro de 2023 e, segundo a Consolidação Universal do Pensamento de Esquerda, é impossível que aconteçam incêndios, queimadas, ou qualquer tipo de agressão à natureza num governo Lula. O fogo queima igual ao que sempre queimou, ou muito mais, como ocorre neste momento. Mas como a “destruição do planeta” é atividade privativa da “extrema direita”, o que está acontecendo hoje no Pantanal não é nada.

“A Amazônia está em chamas”, exclamou um horrorizado presidente Emmanuel Macron tempos atrás, durante o governo Bolsonaro, usando uma foto de 20 anos para denunciar as queimadas que estariam acontecendo no momento do seu discurso. Macron disse que o Brasil estava “tirando o ar” do resto do mundo e fez menções obscuras à “internacionalização” da Amazônia.

A exemplo do presidente da França, o resto do mundo que se descreve como civilizado passou os quatro anos do governo anterior denunciando a morte iminente da natureza no Brasil. Mas com um ano e meio de governo Lula o que se vê, no mundo dos fatos, é que queimadas e desmatamento estão muito piores do que estavam – só que não existem no noticiário das primeiras páginas, nem entre os especialistas, cientistas, ecologistas e signatários de pesquisas sobre a “mudança climática”. Como se pode pensar que Lula, e Santa Marina Silva de Calcutá e das Florestas, iriam permitir a queima de um único pedaço de pau no território deste país? Não se pode.

Temos, assim, que o Pantanal do Mato Grosso está sofrendo os piores incêndios dos últimos 25 anos, desde que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais começou a medir a extensão e o volume nas queimadas na região. A mídia fala todos os dias sobre a “mudança climática” e as nebulosas responsabilidades que a “direita” tem nisso.

Choveu? Mudança climática. Fez sol? Mudança climática. Calor demais, frio de mais, enchentes no Rio Grande do Sul, terremoto na Cochinchina – é tudo culpa da “crise climática”. Até a falência da Casa do Pão de Queijo foi posta na conta do clima. Mas quando o Pantanal pega fogo e o poder público federal não faz nada que preste para prevenir e combater as queimadas que já destruíram 5% de toda a vegetação do Pantanal, o que se tem é silêncio elevado ao cubo.

É um retrato em alta definição do descaso lulista diante das realidades ambientais do Brasil o fato de que a ministra do Meio Ambiente, tida como heroína-mor da natureza entre os milionários de Davos e nos cortejos de Lula pela Europa, não julgou necessário se dar ao incômodo de ir ao Pantanal – nem para tirar retrato e fazer propaganda de si própria.

Tempos atrás, ela disse que a culpa pelas queimadas era do “governo Bolsonaro”, que não teria dado recursos ao Ibama etc. E agora, após dezoito meses de governo – onde andam os tais recursos? Marina, como sempre, culpou pelo desastre o judas preferido do governo e da esquerda: o produtor rural. É um escândalo que fale isso. Os criadores de gado do Pantanal, exatamente ao contrário do que a ministra diz, são os únicos que realmente lutam para evitar incêndios na região – até porque têm interesse vital em preservar as suas pastagens.

No mais, Marina acusou o El Niño, La Niña, a “matéria orgânica”, o “ponto fora da curva” e outras peças do seu estoque pessoal de demônios. Esperar o quê? Ela já falou que o mundo está ameaçado de desaparecer por causa dos “nanomísseis” que estão mudando “as regularidades cósmicas” – e depois, para tornar tudo ainda pior, acusou de “desinformação” a publicação das notícias sobre o que tinha falado. Coitado do Pantanal.

DEU NO X

DEU NO JORNAL