Gosto não se discute. Portanto, esqueça por um instante a performance e os dotes artísticos de Jaques Wagner. A mensagem é o problema: “Vai dar PT”. A Bahia está cansada do PT: a segurança pública é um drama no estado, com índices de criminalidade nas alturas, territórios sob… pic.twitter.com/OzBDeKbkFQ
Lula faz demagogia com Pix e vai novamente comprar briga com os Estados Unidos
Lula acha mesmo que não tem nada a ver com a ameaça dos Estados Unidos de impor um novo tarifaço ao Brasil? Claro que não. Ele sabe que tem culpa no cartório, mas, como sempre, não admite. Qualquer pessoa com dois neurônios e um mínimo de informação vai ler o relatório do Escritório de Comércio dos Estados Unidos e saber exatamente para quem apontar como principal culpado, e ele se chama Luiz Inácio Lula da Silva. O petista se apega apenas à questão do Pix, que distorce, e, estrategicamente, ignora os outros seis pontos abordados no documento americano, e cinco estão diretamente ligados a ele. É preciso mentir descaradamente para negar isso. E ressalte-se, aliás, que o estudo americano sobre as relações comerciais com o Brasil foi feito ao longo de um ano. Começou, portanto, muito antes de alguém imaginar que Flávio Bolsonaro seria pré-candidato a presidente.
O governo Trump reclama que o Brasil mantém acordos comerciais com Índia e México que prejudicam os Estados Unidos. E uma pesquisa simples indica o responsável pela assinatura desses acordos: Lula. Sobre a falta de combate ao desmatamento ilegal e à falsificação de produtos, quem é o maior culpado? Ora, o partido que ocupou a Presidência por 17 anos e meio nos últimos 23: o PT. E por que será que os americanos afirmam que “o Brasil não adota medidas suficientes para combater o suborno e a corrupção”? Claro que há ligação com um condenado em três instâncias por corrupção e lavagem de dinheiro que voltou a ocupar a Presidência. Tem a ver com o desmonte da Lava Jato, promovido pelos “companheiros” de Lula no Supremo. A mesma turma que está ao lado do petista em movimentos para censurar as redes sociais, outro ponto citado no relatório do Escritório de Comércio dos Estados Unidos.
O antiamericanismo de Lula é claro, latente. Não à toa, ele criou com Fidel Castro o Foro de São Paulo. Não à toa, ele sempre esteve ao lado do que há de pior no mundo: Cuba, Venezuela, Nicarágua, China, Irã… Não à toa, ele tenta impedir a mão pesada dos Estados Unidos contra grupos terroristas e facções criminosas brasileiras, tudo farinha do mesmo saco. E Lula fica revoltado porque o secretário de Estado dos Estados Unidos não incluiu o Brasil na lista de “amigos de Washington”? Queria o quê? E o petista chama Marco Rubio de “latino-americano frustrado”, diz que o americano de ascendência cubana “não gosta da América Latina”. E afirma que Rubio “demonstra preconceito e falta de conhecimento histórico sobre a realidade brasileira”. Lula, ele, sim, conhece a triste realidade brasileira, mas não reconhece sua culpa por situação tão grave. Lula, ele, sim, “conhece” a história brasileira, que o digam Floriano Peixoto e Joaquim Silvério dos Reis…
Lula quer briga, que é diferente de luta. Chama Flávio Bolsonaro de imbecil, e Donald Trump também, por tabela… Diante de um espelho, o petista poderia tratar-se assim, e chamar a si próprio de vendilhão da pátria, de traidor do Brasil. A única soberania que ele defende é a do sistema fétido que controla o nosso país há muito tempo. Tudo o que ele defende e comemora é o atraso. Será sempre dele a culpa pelo alinhamento do Brasil com o “lado negro da força”. E, perto de uma eleição, tudo piora. Em busca de votos, vale tudo, como Dilma confessou, em 2013: “Nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição”. Lula concorda, claro, mas mente, omite, finge. Assim, a “química” dele com Trump realmente existe, mas é altamente corrosiva. E quem perde, mais uma vez, é o Brasil. Mas a culpa é do Flávio Bolsonaro…
Esta foi inspirada no comentário do leitor Marcos Pontes, em O BRASIL SOBE O TOM.
Esse personagem ousado, que aparentemente conseguiu ser recebido na Casa Branca, é o pseudo cantor Manoel Gomes, vulgo Caneta Azul.
Sem talento, sem carisma, com grande déficit cognitivo e por isso tão famoso no Brasil.
Outros quatro políticos da oposição em viagem aos EUA na semana passada, tentaram chamar a atenção do Governo Trump. O objetivo é sempre socorrer “os meninos do tráfico”. Só conseguiram passar vergonha.
Manoel, como tem um perfil manos nojento, teve a honha de ser ejetado.
Renunciar. Todo o bem que a vida trouxe, toda a expressão do humano sofrimento. A gente esquece assim como se fosse um voo de andorinha em céu nevoento.
Anoiteceu de súbito. Acabou-se tudo… A miragem do deslumbramento… Se a vida que rolou no esquecimento era doce, a saudade inda é mais doce.
Sofre de ânimo forte, alma intranquila! Resume na lembrança de um momento teu amor. Olha a noite: ele cintila.
Que o grande amor, quando a renúncia o invade fica mais puro porque é pensamento, fica muito maior porque é saudade.
Olegário Mariano Carneiro da Cunha, Recife-PE, (1889-1958)
A magia do ritmo alucinante do bumba-boi do Maranhão
Aqui e também acolá, já se ouve o som dos pandeirões e o ritmo alucinante das matracas e as letras tocadas e cantadas das toadas dos ensaios redondos do bumba-boi do Maranhão.
É simplesmente envolvente!
A Ilha, cantada nos pequenos versos mas significativos quase sempre é o tema central. Ruas, praças e palcos se enchem de pessoas, turistas ou não, contagiadas pelos encantos e pela magia da maior e mais importante manifestação cultural do Maranhão.
Anos se passam. Novas toadas são ditas e cantadas. Mas jamais conseguirão superar as duas obras-primas imortalizadas por Zé Raimundo Gonçalves e Chagas da Maioba:
Chagas, o Cantador da Maioba (Mudou para outro novilho)
Se Não Existisse o Sol
Se não existisse o Sol Como seria pra Terra se aquecer E se não existisse o mar Como seria pra natureza sobreviver
Se não existisse o luar O homem viveria na escuridão Mas como existe tudo isso meu povo Eu vou guarnecer meu batalhão de novo
É boi, rapaziada
Se não existisse o Sol Como seria pra Terra se aquecer E se não existisse o mar Como seria pra natureza sobreviver
Se não existisse o luar O homem viveria na escuridão Mas como existe tudo isso meu povo Eu vou guarnecer meu batalhão de novo
É boi, é boi, é boi
Esqueça
José Raimundo Gonçalves (falecido) imortalizou a “toada”
Esqueça aqueles momentos, felizes que você me deu Esqueça aquele juramento, que fizemos só você e eu Esqueça a noite, a madrugada, e a Lua que já se perdeu Esqueça a noite, a madrugada, e a Lua que já se perdeu
Esqueça que você me amou Esqueça esse amor que foi meu Esqueça que já me deixou Esqueça que não me esqueceu Esqueça que você me amou Esqueça esse amor que foi meu Esqueça que já me deixou Esqueça que não me esqueceu Esqueça essa felicidade que um dia fiz você viver
Mas não se esqueça de dizer amor Como é que eu faço para lhe esquecer Mas não se esqueça de dizer amor Como é que eu faço para lhe esquecer
Boi Pirilampo
A primeira semana tem a mesma emoção da última, com o encerramento, dia 30, dos festejos de São Marçal. Arraiais montados nos espaços públicos e praças dos bairros tornam o mês de junho na maior manifestação cultural do Maranhão.
A pobreza é esquecida, a situação política é esquecida e tudo é transformado num sorriso (ainda que momentâneo) produzido pela magia junina.
Os ensaios redondos dão a largada até os batizados e atingem o ápice com as apresentações.
O que se ouve no primeiro momento é o cantar da toada cantada por Coxinho, agora transformada em Lei estadual. Toda apresentação de bumba-boi, independente do sotaque, se curva diante da tradição e abre as apresentações cantando:
“O lombo do meu boi Tem um céu todo estrelado Ferro em brasa não encosta Meu boi é mimoso Meu boi é mimado”
Festejos de Santo Antônio, dia 13. A tradição toma conta das pessoas que fazem da crendice o seu desejar mais próximo. Água na bacia para ver o namorado, faca na bananeira, fogueiras, casamentos e batizados de fogueira perpetuam ao longo de décadas a magia junina.
Canjica, milho assado, pamonha, arroz doce, mingau de milho (macunzá) e a culinária nordestina em primeiro lugar. Quadrilhas portuguesas, casinhas da roça e….. claro, bumba-boi.
Ele mesmo admitiu. O “sincericídio” de Lula mostra a verdadeira cara e pensamento dele, quando diz em voz alta aquilo que o povo brasileiro já sabe.
O Brasil foi saqueado e continua sendo! pic.twitter.com/ujQKd73Vch
— Deputado Delegado Zucco (@DelegadoZucco) June 6, 2026