DEU NO JORNAL

O ÚLTIMO FOCO DE RESISTÊNCIA

O PT já não governa nenhuma das 100 maiores cidades do Brasil.

Incluindo as 26 capitais estaduais e o Distrito Federal.

* * *

Só tem um nação de gente que ainda é governada pelo PT.

São os Bostólatras.

Os adoradores de bostas.

Eles constituem o único e quase finado foco de resistência do bando.

Pisando um chão cheio de bosta, os bostólatras desfilam numa procissão, carregando seu ídolo num andor. O fubânico Ceguinho Teimoso é este que está na frente, de óculos escuros

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

RODRIGO DE LÉON – PELOTAS-RS

COMENTÁRIOS SOBRE O CABARÉ DO TIO BERTO

Caríssimo Berto,

Na última quinta-feira, durante mais um furdunço no Cabaré do Tio Berto, avisei que infelizmente não poderei participar da próxima sessão de putarias, INFELIZMENTE (Friso)!

Na próxima quinta, nosso Confrade Roque, falará, preguiçosamente, sobre os Mato Grossos, suas gentes e costumes.

E, é claro, vai rolar muita zoação.

Falar da terra onde o mato é grosso e, dizem, as gentes também o são deverá dar muito pano prá manga.

Como não vou estar presente para zoar a cabeça do palestrante me comprometi de fazer um vídeo com ‘alguns’ comentários sobre a referida fala de nosso confrade, será encaminhado na quinta.

Mas creio que seja importante, para todos os frequentadores do ambiente etílico-putanhírico do Cabaré do Tio Berto, conhecer bem o assunto que será falado.

Encontrei três vídeos, os quais rogo ao Regente deste espaço escroto para que sejam publicados, que podem nos preparar para ‘entender’ o Mato Grosso.

R. É como eu vivo a repetir e não me canso de dizer: por mais esforço que eu faça pra manter um nível alto neste jornal imundo, não adianta nada, pois vocês  sempre encontram um jeito pra bagunçar tudo.

Veja só que nome  da porra foi dado para um desmantelo que foram vocês mesmo que criaram:

CABARÉ DO TIO BERTO

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

Bom, o que interessa dizer é que esta semana a escrotíssima assembleia dos leitores e colunistas fubânicos será promovida mais uma vez.

Na próxima quinta-feira, dia 24, a partir das sete e meia da noite.

Dessa vez o palestrante será o nosso dileto colunista Roque Nunes, diretamente de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

Agora, eu só quero mesmo é saber o que ele, Roque, e os nossos leitores lá daquele estado, acham destes vídeos escrotos que você nos mandou.

Vamos lá:

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CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS

LÁ TEM CULPA TODO MUNDO; LÁ SÓ NÃO TEM CULPA ELE

Microempresário muquirana, sovina, pé de bode, desses que dá um peido e represa o vento para ninguém cheirar a catinga, ex-servidor da justiça aposentado com salário gordo, dono de uma imobiliária bem sucedida, cismou do rabo que queria porque queria arrancar do governo federal os 70% do Crédito Emergencial do programa nacional de apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) para o desenvolvimento e fortalecimentos dos pequenos negócios durante a pandemia para abater no pagamento do salário mínimo do único trabalhador da imobiliária.

Para fazê-lo, o microempresário procurou o contador que lhe presta serviços para executar a transação. Disse que não queria perder um centavo para o governo. O que o contador pudesse fazer que fizesse. O que ele queria mesmo era aproveitar o máximo das garantias dos créditos emergenciais que a lei federal 13.999/2020 estava oferecendo para abater no salário do trabalhador sem demiti-lo. E assim o contador o fez.

Não esperando a conclusão do negócio, o empregador depositou só o que lhe cabia para o salário do trabalhador. Ordenou que o contador fizesse e dissesse ao trabalhador que se virasse com o programa do governo para receber a parte que lhe coubesse.

Passados mais de dois meses sem o dinheiro do governo federal ser liberado, o trabalhador, que já estava insatisfeito, passando privações, procurou o empregador para se queixar do problema e esse mandou procurar o contador:

– Olhe, você vai entrar no site do governo federal e acessar o portal serviços e lá vai encontrar a Caixa de Pandora para saber o dia de receber os 70% pagos pelo governo – disse o contador ao trabalhador.

E não deu mais explicações, deixando-o a ver navio.

Pesquisa aqui, pesquisa dacolá e não encontrando a resposta, o trabalhador procurou um analista de sistema, amigo, que se dispusesse a lhe ajudar a acessar o sistema Portal Gov.br, pois não estava sabendo. O analista acessou e descobriu que o erro estava no preenchimento do cadastro do trabalhador na origem, feito pelo contador, daí porque o dinheiro não ter sido liberado.

Quando o trabalhador procurou o contador para lhe explicar a falha este foi taxativo:

– Meu filho eu não erro! Você é que é burro, não sabe acessar o sistema! Está mais enrolado do que carretel. Acesse o Portal Gov.br que está tudo lá.

Insatisfeito com a indiferença do contador, o trabalhador procurou o analista de sistema, contou o que o contador dissera e abriu o sistema novamente. Gerou uma senha e, pesquisando, encontrou a seguinte mensagem no site do governo: “Procure seu empregador para corrigir a falha no preenchimento cadastral.”

E lá vai o trabalhador procurar o contador novamente. Contou-lhe a situação. Mas antes procurou a filha do empregador para contar-lhe o ocorrido, informando que estava passando necessidades financeiras por não ter recebido ainda os 70% do seu salário porque o pai havia cortado. Segundo ele, o governo é que iria pagar.

Com o coração mais compreensivo e tolerante, a filha do empregador disse ao trabalhador, de posse de todas as informações passadas pelo analista de sistema, mostrando que o erro estava no preenchimento cadastral. Os dados não estavam batendo para ter acesso ao Benefício Emergencial. Que os trabalhador procurasse o empregador.

Com todas as informações na mãe e ciente que o erro foi do contador a filha do empregador foi curta e grossa com ele:

– Procure resolver isso aí, Sr. Geraldo. Se existe alguém que não tem culpa nessa história é o trabalhador que está passando necessidade.

E ligou para o pai obrigando-o a depositar o salário do trabalhar enquanto não fosse sanado o erro, pois o trabalhador não podia pagar por não ter culpa, já que o erro fora cometido pelo empregador, segundo informação do cadastro do governo. E o trabalhador só recebeu o que lhe era de direito graças à interferência da filha do empregador que compreendeu a situação.

A sensatez de uma mente iluminada salva o mundo da estupidez da maioria das mentes insensatas.

Lá Tem Culpa Todo Mundo; Lá Não Tem Culpa Ele, o Trabalhador

DEU NO JORNAL

É DE CORTAR O CORAÇÃO

O declínio eleitoral do Partido dos Trabalhadores chama atenção para o presidente do instituto Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo.

Em 2016, o partido de Lula perdeu 60% das prefeituras que conquistou em 2012 e a expectativa para 2020 é ainda pior.

“O PT tem tudo para virar coadjuvante do Psol e PCdoB, nos grandes centros urbanos”, prevê Hidalgo.

O exemplo mais óbvio é a candidatura de Guilherme Boulos a prefeito de São Paulo, com apoio do PT, que não terá candidato próprio.

* * *

Chega faz pena…

O estabelecimento comercial de propriedade de Lula foi à falência.

Não apenas em São Paulo, mas em todo o Brasil.

Desabou, fechou as portas, ruiu, fudeu-se, escafedeu-se, foi riscado do mapa.

Num tem candidato em São Paulo e vai apoiar o Boulos.

Confesso a vocês que fiquei com os olhos cheios de lágrimas depois que li essa notícia aí em cima.

Chorei junto com o proprietária da casa.

“Arrombaro o furico da gente. Veja, num ficô ninhuma prega. Xiuf, xiuf, snif, snif…”

ARISTEU BEZERRA - CULTURA POPULAR

A SECA NOS VERSOS DOS REPENTISTAS

Na região nordestina
Que muitos chamam de norte
Eu sei que a cara da seca
Tem aspecto muito forte
Tem o sorriso da fome
E a gargalhada da morte.

Rogério Menezes

Sem cair chuva na terra
A seca faz ameaça
Como é triste ver um homem
Com um carro pipa na praça
Vendendo uma lata d’água
Que o céu derramou de graça.

João Paraibano (1952 – 2014)

No ano que a chuva falta
A terra nega as ofertas
As abelhas vão embora
As matas ficam desertas
E o sol queima as pétalas virgens
Das flores recém-abertas.

Pedro Bandeira (1938 – 2020)

Se faltar chuva na terra
Deus manda pra nossa mente
Deixa chuva e deixa a seca
E toque daqui pra frente
Se faltar chuva no céu
Sobra chuva no repente.

Oliveira de Panelas

Vejo o chão estorricado
Mas isso não me faz guerra
Pode emperrar a nuvem
Mas o verso não emperra
Que o cantador quando é bom
Abrindo a boca não erra.

Luciano Leonel

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MARCELO BERTOLUCI - DANDO PITACOS

O INVENTOR DA INFLAÇÃO

O assunto do meu último pitaco está tão na moda que resolvi continuar, mostrando outros enfoques desse “troço” chamado inflação. Mas para começar, é necessário que você leitor esteja de acordo comigo em uma afirmação. Sem isso, nada do que vem depois fará sentido. É o seguinte:

DINHEIRO NÃO É RIQUEZA

Se você instintivamente pensou “como assim? que absurdo?”, raciocine comigo: você conhece alguém que tenha um monte de dinheiro e não gaste absolutamente nada? Você conhece alguém cujo sonho seja ter muito dinheiro mas não usá-lo para comprar coisas? Você se acharia rico fosse largado no meio do mato, sem casa, sem roupa, sem comida, mas com um saco cheio de notas do lobo-guará?

Antes de inventarem o dinheiro já existia riqueza; havia pessoas que tinham casas, roupas e objetos melhores que os outros. Na medida em que qualquer sociedade evolui (através do acúmulo de bens de capital e do progresso tecnológico, sempre é bom lembrar), é natural a substituição do sistema de escambo, ou troca, pelo uso de um “símbolo de valor” ou moeda. A característica da moeda é que ela não tem utilidade por si só, mas serve para ser trocada por outras coisas. Ou seja, não é riqueza, é um meio para que a riqueza seja comprada, vendida e mensurada.

Que características deve ter uma moeda? Instintivamente, as pessoas tendem a achar que uma moeda deve ser:

– Duradoura, ou seja, não-perecível (bananas não são boa idéia, apodrecem rápido)

– Resistente (vidro também não é boa idéia, quebra fácil)

– Fácil de dividir (o que exclui a cerâmica, muito difícil de cortar)

– Escassa (pedregulhos e areia não servem)

– Difícil de falsificar

Existem dois metais que são bons em todos estes requisitos: ouro e prata. Não estragam, não quebram, não enferrujam, duram para sempre; podem ser derretidos e reutilizados infinitas vezes; existem em quantidade relativamente constante (é pouco provável que alguém encontre de repente uma mina com tanto ouro ou prata que chegue a causar diferença – mas aconteceu com Portugal e Espanha no século 16/17). Ouro e Prata rapidamente se tornaram quase sinônimos de moeda em todo o mundo.

Naquela última propriedade é que a coisa complica. Não dá para falsificar ouro ou prata, A NÃO SER QUE exista um governo que faça moedas falsas e obrigue as pessoas a aceitá-las. O denário de prata começou a ser utilizado em Roma no século 3 a.C. e era feito, obviamente, de prata. No governo de Nero, passou a ser uma mistura de 88% de prata com 12% de outros metais (geralmente cobre ou estanho). Dali para frente, cada novo imperador reduzia a quantidade, para poder fabricar mais moedas com a mesma quantidade de prata. No final do século 3 d.C. foram fabricados denários que continham apenas 0,5% de prata! Obviamente, ao longo deste tempo a quantidade de denários necessária para comprar as coisas não parou de aumentar. É o que popularmente se chama inflação, embora seja mais correto dizer que é a consequência da inflação, que por sua vez é o ato de inflar, ou aumentar, a quantidade de dinheiro.

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

BOAVENTURA BONFIM – FORTALEZA-CE

Meu caro Berto,

Gosto muito de cantar.

Atualmente, ainda aprecio a boa música e canto nas horas vagas, justamente porque na minha linda juventude, em minha bela cidade natal, Crateús, aqui no Ceará, participei de uma dupla musical “The friends boys”, e de três conjuntos (hoje, bandas) musicais “The Hippies”, “Os Diamantes” e “EP 7”.

Fiz esse pequeno introito para dizer-lhe que hoje, com quase setenta anos de idade, chorei de emoção ao ver este “velho”, do vídeo abaixo, com quase oitenta anos (completou 78 no dia 18 de junho) ousando cantar na festa de uma envergonhada neta, só porque ele havia participado de uma “bandinha” no passado.

Vejamos o “vexame” que o “velho” provocou na festa:

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Lindomar é leitor e membro da comunidade fubânica, Creci-DF 024847.

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