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MAIS BRASIL E MENOS BRASÍLIA: OS TEMAS QUE PRECISAMOS VER DEBATIDOS NA CAMPANHA

Luís Ernesto Lacombe

Qual seria o seu candidato a presidente dos sonhos? Que campanha eleitoral você gostaria de ver, a partir do dia 16 de agosto? Infelizmente, ainda não teremos uma campanha baseada no debate de ideias e propostas. O Brasil ainda está longe disso… Mas os eleitores já podem dar o primeiro passo na direção de discussões verdadeiramente construtivas nos nossos processos eleitorais. Para isso precisam entender imediatamente que honestidade não é uma qualidade, mas um pré-requisito básico para qualquer candidato a um cargo político. Gente desonesta deve ser escanteada de cara, de antemão. Também é fundamental que os eleitores estejam preparados para não cair em discurso que envolve assistencialismo, populismo, benefícios dos mais variados, tudo “de graça”, quando se sabe que não tem nada grátis nesse mundo.

Sim, um dia, eu acredito, teremos de verdade um confronto de planos de governo… Por exemplo, como melhorar o ensino nesse país, que gasta uma fortuna com universidades, muito mais do que investe no ensino fundamental e médio… Um país que despeja dinheiro em teses de mestrado e doutorado sem sentido, absurdas, risíveis, que não prestam para nada, só como instrumento de decadência e destruição. Um país que não privilegia o ensino técnico, que enche o currículo escolar de baboseiras, que permite a lavagem cerebral dos alunos, que forma mal seus professores… Um dia, também teremos de verdade um debate sobre o SUS, que está longe, muito longe de ser a maravilha que a turma do Lula vende por aí. Se fosse, essa gente não correria para hospitais e consultórios particulares, toda vez que precisasse de atendimento médico.

Se ensino e saúde estarão sempre entre os temas principais de qualquer discussão política, na eleição deste ano há três assuntos que merecem atenção especial dos eleitores. Porque deles depende a solução, de certa forma, para todos os nossos problemas. E, nessas pautas, como de costume, Lula está do lado errado. É culpado direto pelas atrocidades ou cúmplice primordial. Com o petista, é sempre assim, seja qual for o tópico. Então, que fique claro: só merece crédito o candidato que reconhece que o Brasil foi tomado por uma tirania. Só merece voto candidato que se compromete com a luta por justiça, com a anulação de todos os atos – todos – de perseguição política… Aquele que deixa claro que vai fazer de tudo para que o país volte a respeitar as leis, a ter liberdade… E isso passa, necessariamente, pela abertura de processos de impeachment de ministros do Supremo. Quem ignora essa questão deve ser descartado pelos eleitores.

Outro tema que precisa ser muito debatido na campanha: segurança pública. Ninguém aguenta mais viver com medo de bandido. Ninguém aguenta mais ser refém da criminalidade. Então, que o eleitor elimine todos os que tratam bandido como “vítima da sociedade”… Aqueles que acham que prisão não tem caráter punitivo, que é só para “ressocializar”… Os que defendem audiência de custódia, saidinha, visita íntima, redução de pena baseada em qualquer porcaria… E são sempre contrários ao endurecimento das leis contra criminosos, estão sempre contra as forças de segurança, a polícia… Esses que têm “conversas cabulosas” com chefes de facções criminosas e recusam a ajuda dos Estados Unidos no combate a esses grupos. Votar em gente assim é como pedir para ser assaltado, roubado, furtado, sequestrado, assassinado.

O outro tema que expõe negativamente Lula e o PT é a economia. Os brasileiros não precisam conhecer e compreender os números… Déficit fiscal e dívida pública em níveis recordes; carga tributária pesadíssima; inflação alta; juros altos; muitas empresas quebrando. Ora, o povo está sem dinheiro, endividado. Basta ilustrar a situação catastrófica com uma ida ao supermercado, à farmácia. E deixar claro de quem é a culpa, com algumas perguntas simples… Sua vida econômica, financeira melhorou com 17 anos de PT no poder? Você consegue caminhar com as próprias pernas? O brasileiro não pode mais ter esse defeito, odiar o governo e amar o Estado. Candidato que defende esse Estado destruidor, enorme, incompetente, burocrático, corrupto não merece voto. Portanto, que seja resgatada uma das máximas que Jair Bolsonaro mais usava: precisamos de mais Brasil e menos Brasília.

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

DEU NO JORNAL

AVUANDO PELOS ARES

Apenas nas duas primeiras semanas de julho, as despesas do governo Lula (PT) com viagens dispararam em R$ 154,6 milhões.

No total do ano, a administração petista já gastou quase R$ 1 bilhão (R$ 998,6 milhões).

Diárias representam a maior despesa, R$ 558,3 milhões, e as passagens aéreas tomaram outros R$ 437,6 milhões dos pagadores de impostos.

Viagens internacionais nos custaram R$ 126,8 milhões (13% do total).

Até o momento, este ano, o governo do PT gastou em média R$ 5 milhões por dia com viagens.

Nas últimas duas semanas, só o custo de diárias pagas aos funcionários importou quase R$ 90 milhões em despesas.

Já representam mais de R$ 6 milhões os “outros gastos” do governo do PT com viagens. São taxas, seguros de viagens etc.

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Uma média de gastos com viagens de 5 milhõs por dia.

Isso mesmo: 5 milhões por dia.

Um prêmio que supera qualquer loteria.

E tudo isso sai do bolso do contribuinte.

Inclusive os que não fizeram o L…

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

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ALEXANDRE GARCIA

NÃO DEIXE QUE OUTROS DECIDAM POR VOCÊ NO DIA DA ELEIÇÃO

Pessoa votando na urna eletrônica e apertando o botão Confirma

Mais de 3 milhões de jovens entre 15 e 18 anos poderão votar nas eleições de 2026

O Tribunal Superior Eleitoral nos informou que somos 158,7 milhões de eleitores. São 2 milhões e pouco a mais que na última eleição presidencial, em 2022. O estado com mais eleitores é São Paulo, seguido por Minas Gerais – os dois juntos têm muito mais eleitores que o Nordeste inteiro. Depois vêm Rio de Janeiro, Bahia e Paraná. As mulheres superam os homens em 9 milhões.

O interessante é que os jovens estão meio decepcionados com a política. Os políticos não estão à altura das expectativas dos jovens de 16 e 17 anos, porque caiu em 14% a inscrição de jovens que podem votar, mas não têm obrigação. Quem tem mais de 70 anos também não é obrigado a votar, mas eu aconselho: não abra mão do direito do voto, não deixe que outros decidam por você. Em 2022, 25% do eleitorado não votou, ou votou em branco, ou anulou o voto. Neste ano, isso daria 40 milhões de brasileiros, é muita gente. Então, vamos votar e exercer esse direito que também é uma obrigação. Não deixe que os outros escolham por você.

E pense com a sua cabeça. Sei que há muito fanatismo, em que a pessoa vota porque alguém mandou. Pense com a sua cabeça, escolha quem tem condições de administrar esse país com a herança que vai receber se for vitorioso. Que seja alguém que tenha condições de desempenhar bem nos debates.

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Cultura da violência de pais contra filhos fez mais uma vítima

Uma tragédia aconteceu em Itapiranga (AM). Um pai quis repreender o filho de 6 anos, agredindo-o com uma mochila. Mas dentro dela havia facas de pesca, e elas furaram as costas do menino, que foi levado para o hospital e morreu. Certamente o pulmão foi perfurado, o hospital não tinha recursos para socorrê-lo, ou não tinha médico, ou o médico era mal formado, como já aconteceu lá no Amazonas mesmo, quando uma criança em Manaus morreu porque a médica não sabia o que fazer. O Brasil é um dos países com mais escolas de Medicina, uma produção em série.

O pai não matou o filho de propósito, mas o que ele fez demonstra uma cultura de ignorância, de decidir pela violência. O pai tem 24 anos; significa que ele foi pai aos 18 anos. Essa cultura é algo horrível. Nós vimos o outro caso, do pai que chutou o rosto de uma menina que vinha chorando atrás dele na rua. O dono de uma academia de ginástica estava do outro lado da rua, viu e quis interferir, mas o pai ameaçou: “não se meta que vai sobrar para você também”. Foi tudo registrado por câmeras, e o pai violento ainda está preso.

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Pobre povo cubano – mas a ditatura está em dificuldades

Eu já trabalhava em rádio e noticiei as atividades de Fidel Castro na Sierra Maestra em 1957 e 1958. No dia 1.º de janeiro de 59, ele tomou o poder, e a ditadura comunista dura até hoje. Pobre do povo. Eu ouvia a Rádio Havana, com aquelas orquestras maravilhosas dos cassinos de Havana. Cuba era o país mais florescente da América Latina. Depois da revolução, o pessoal da esquerda brasileira ia lá para ajudar a colher cana para produzir açúcar. Hoje acho que já nem existe mais cana para ser colhida. Só sobrou o Porto de Mariel, construído com nosso dinheiro, benefícios de Lula e garantia de charuto.

Cuba não tem petróleo porque a Venezuela parou de enviar. A Rússia mandou um navio, que voltou porque Trump não deixou. A presidente do México ajudou com um navio, mas foi o último, porque Trump disse a ela que escolhesse o parceiro: ou Cuba, ou Estados Unidos. Ainda há presos políticos, há perseguição política. A nomenklatura cubana ainda tem os seus luxos, mas o povo não. É tudo uma grande tristeza, mas registro aqui porque parece que isso está acabando.

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Diosdado Cabello agora virou ajudante dos Estados Unidos na Venezuela

Vocês se lembram de Diosdado Cabello, mais tirano que Maduro na Venezuela? Pois agora ele tá agindo como intermediário dos Estados Unidos, ajudando os norte-americanos. Após o terremoto, helicópteros e soldados americanos estão ajudando no resgate, mandando material humanitário, e Diosdado Cabello está no meio. Ele é processado pela Justiça americana por tráfico de cocaína, há uma oferta de US$ 25 milhões pela cabeça dele, ele está registrado como violador de direitos humanos pela ONU, mas parou de vestir camisa vermelha, está fazendo de tudo como serviçal dos americanos para ver se consegue garantir um futuro que não seja igual ao de Maduro, na prisão.

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PROMOÇÕES E EVENTOS

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ELE E SUA CIA.

Os detalhes do Brasil Soberano, plano que Lula e cia. tentam desenrolar para supostamente mitigar efeitos das tarifas contra produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos, deve decepcionar o setor produtivo e apostar na velha receita do endividamento de quem já está na pior.

Ainda em fase de conclusão na Fazenda, o pacote não vai muito além de linhas de financiamento.

O temor da equipe econômica é que, pós-recesso parlamentar, aumente a pressão por soluções como desonerações.

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Essa nota aí de cima começa usando a expressão “Lula e cia.”.

É isso mesmo.

Não temos governo, temos uma cia., uma companhia.

Companhia que cuida de coisas que sabemos muito bem o que são.