PENINHA - DICA MUSICAL

DEU NO X

RODRIGO CONSTANTINO

HADDAD E A ARGENTINA: EX-MINISTRO SÓ ENGANA QUEM QUER SER ENGANADO PELO PETISMO

Haddad sinaliza Marina, Tebet e França como possíveis vices para candidatura ao governo de São Paulo

Petistas não têm compromisso com a verdade, mas Haddad podia pegar leve nas mentiras sobre a Argentina de Milei

Que petistas não têm qualquer compromisso com a verdade todos já sabem. Mas eles deveriam, ao menos, pegar leve nas mentiras, evitar exageros grotescos. Não foi o que fez Fernando Haddad. Em uma publicação no X, o ex-ministro de Lula resolveu culpar Javier Milei pelos problemas ainda existentes na Argentina, que sofreu por anos com gestões lulistas terríveis. Haddad escreveu:

A Argentina era, até dois anos atrás, a referência de uma certa camada da sociedade brasileira que via no Milei o homem corajoso da motosserra. Olha o que está acontecendo com a Argentina hoje. Não é coragem ferrar o mais pobre. Isso é covardia. E nem na aritmética funciona: você deprime o consumo e a economia para de crescer. Dá para preservar direitos, sobretudo da população mais vulnerável, crescer mais e ajustar as contas ao mesmo tempo. Sem prejudicar ninguém. O governo Lula está provando isso.

O governo Lula está provando, uma vez mais, que a gastança irresponsável e o populismo fiscal sobram elevado preço, especialmente dos mais pobres. Já a Argentina de Milei vai à contramão, mostrando que as reformas liberais funcionam. A economia do país, que estava em frangalhos quando o lulista Alberto Fernández saiu, voltou aos trilhos, e até a inflação está desacelerando bem.

A pobreza na Argentina despencou. Milei tomou posse com 41%, e no meio de 2025 já estava em 28,2%. Não é muito distante do Brasil, que ao fim de 2024 estava em 23%. A pobreza argentina atingiu com Milei o menor nível em sete anos. Haddad foi desmentido por vários leitores do X, mostrando que não é tão fácil assim enganar as pessoas com mentiras tão escancaradas. A Argentina, inclusive, teve novo upgrade da S&P, que elevou sua nota soberana para B-, citando justamente o ajuste fiscal e a melhora da liquidez.

A receita liberal de Milei é o oposto da política petista liderada por Haddad. O ex-ministro promoveu 28 aumentos de impostos, recebendo a alcunha de “Taxad” não por acaso. Deixou o ministério com um recorde de carga tributária e gastos públicos. A dúvida bruta do governo se aproxima de 100% do PIB, patamar insustentável para países emergentes. Cerca de R$ 200 bilhões de estímulos econômicos se deram fora do orçamento, ou seja, com “pedaladas fiscais”.

A economia argentina cresceu 4.4% no último ano, contra apenas 2.3% do Brasil. O governo registrou superávit primário pelo segundo ano seguido, enquanto o Brasil petista fechou o último ano com déficit de 60 bilhões de reais. A inflação da época lulista chegava a incríveis 30% ao mês, e com Milei ela foi para perto de 3%.

O Brasil está pagando IPCA + 8% ao ano de retorno aos investidores de títulos públicos, uma taxa de agiotagem, e isso se deve exatamente ao descaso com as contas públicas. Ou seja, Haddad mente que nem sente, mas só engana mesmo os trouxas que querem ser eternamente enganados pelo petismo. Qualquer um que sabe o básico de aritmética entende que o PT está destruindo a economia brasileira novamente, enquanto o liberal Milei está recolocando a economia argentina nos trilhos.

Costuma ser sempre assim: a esquerda destrói a economia, a direita chega para limpar as lambanças esquerdistas, e a esquerda, fingindo não ter nada com isso, denuncia a fase dura de ajustes como culpa da direita. É um ciclo conhecido, e felizmente cada vez mais gente percebe o truque.

DEU NO X

DEU NO JORNAL

ONU USA A COPA CONTRA TRUMP

Guilherme Fiuza

Política de imigração dos EUA é questionada pela ONU

A Copa do Mundo continua sendo a maior reunião da humanidade. Nenhuma outra situação ou evento concentra tanto as atenções e expectativas ao redor do planeta num mesmo foco. Em primeiro lugar, isso é saudável – especialmente por se tratar de entretenimento esportivo (e não política ou guerra). Mas há também significativos efeitos colaterais.

O fato de os EUA, uma das três sedes da Copa, estarem sob a presidência de Donald Trump tem sido um dos fatores mais presentes na comunicação em torno do evento. Todos os críticos de plantão da atual política da Casa Branca para imigração tiveram (e continuam tendo) os holofotes da Copa para o seu discurso de contornos humanitários. Seria ótimo se o ser humano fosse de fato o centro das preocupações desses críticos.

A dúvida se são mesmo é evidente. O termo de comparação é a política migratória de Joe Biden, o antecessor de Trump. A “flexibilidade” fronteiriça com supostos propósitos inclusivos teve alguns resultados desastrosos. Os mais visíveis foram a entrada de criminosos no país – que acabaram vitimando seres humanos inocentes – e a distorção eleitoral com votos de imigrantes ilegais.

É claro que a reação do governo Trump a essa política foi para as manchetes com o sotaque de sempre. Se o atual presidente comenta que o descuido do antecessor permitiu a ocorrência de crimes violentos nos EUA, a “interpretação” imediata é de que Trump chama imigrantes de assassinos. Boa parte da imprensa chegou ao ponto de retirar a palavra “ilegais” das notícias sobre ações na área de imigração. É preciso investir no bordão “Trump xenófobo”.

A demagogia migratória é uma tragédia contemporânea, tanto na Europa quanto na América. Os aproveitadores de sempre criaram um ativo político que, no final das contas, na maioria das vezes não beneficia nem os cidadãos nativos, nem os próprios imigrantes. A ação da atual administração Trump tem sido essencialmente contrapor essa demagogia – o que hoje em dia é praticamente um ato de bravura, considerando-se as máquinas de perseguição a todos os que ousam se expressar de forma crítica sobre o tema.

Aí vem a ONU, em plena semana de abertura da Copa do Mundo, solicitar que os EUA “revejam” sua política de imigração durante a competição. Essa aparente bondade é um contrassenso intrínseco, sabendo-se o quanto eventos dessa dimensão se tornaram através da história oportunidade para atos políticos violentos e terrorismo. Ou seja: a ONU quis lacrar sob os holofotes da Copa.

“Espero sinceramente que repensem profundamente sobre as formas como as medidas de controle da imigração afetam os direitos humanos e a dignidade humana e que, especialmente às vésperas da Copa do Mundo, sejam revistas políticas que, infelizmente, temos visto prevalecer, sobretudo nos Estados Unidos”, disse Volker Turk, alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

Seria interessante saber o que o Sr. Volker pensa da ação de uma agência da ONU – denunciada pela administração Trump – que acobertava professores a serviço do grupo terrorista Hamas. Mais de uma centena de funcionários da agência para assistência a refugiados palestinos estavam envolvidos com o Hamas, muitos inclusive tendo participado do massacre de 7 de outubro de 2023. Será que a ONU não poderia “repensar” suas parcerias e colaborações obscuras com células de violência durante a Copa?

Aí um jogador de Gana cuja entrada foi aceita nos EUA acabou sendo barrado no Canadá. Ele tem um processo judicial em curso e pela lei canadense não pode entrar no país. Será que a ONU vai repetir para o Canadá o apelo enfático que fez aos Estados Unidos? Só no dia em que o Canadá for presidido por Donald Trump.

DEU NO X

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

DEU NO X

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO