SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO
CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA
SANDRA MARCIA OLIVEIRA – MACEIÓ-AL
DEU NO JORNAL
CITADA PELOS ZAMERICANOS
DEU NO X
SÓ FALTOU DIZER QUEM FOI QUE CRIOU
DEU NO JORNAL
BRASIL: DESENVOLVIMENTO HUMANO OU PROPAGANDA POLÍTICA?
Guilherme Fiuza

Governo e imprensa celebram recorde no IDH, mas inflação, dívidas e perda de poder de compra revelam a realidade por trás dos números
O Brasil atingiu pela primeira vez o patamar de “muito alto desenvolvimento humano”, noticiou a imprensa. A propaganda bem embalada possivelmente é um componente do desenvolvimento humano nos dias de hoje.
Esse patamar sem precedentes alcançado pelo Brasil na escala do desenvolvimento humano foi divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Os componentes básicos dessa medição estão nas áreas de saúde, educação e renda, aferidos em âmbito municipal. O tom da notícia — conforme publicada pela maior parte da imprensa — é de que a vida no Brasil melhorou.
Ou, dito de outra forma: a vida no Brasil melhorou no governo Lula em ano de eleição.
Se algum recorte específico de qualidade de vida, com algum método específico de aferição e alguma forma específica de leitura e divulgação, gera um resultado aparentemente positivo, apresentar isso genericamente como um salto para o país fica um tanto exótico. Mas não chega a ser misterioso, considerando-se o papel que a ONU tem desempenhado na esfera do ativismo político.
O endividamento do poder público também cresce fortemente, alimentado por déficits fiscais em todos os anos da atual administração. Qual é a reação do governo atual a esse problema? Continuar gastando — como atestam as atas do Comitê de Política Monetária do Banco Central.
Os gastos públicos sob o governo petista são o principal combustível da inflação — que acaba de ter o pior mês de maio em dez anos e ficará fora da meta em 2026, segundo todas as previsões. Esse quadro impedirá uma redução consistente da taxa de juros no curto prazo — a não ser que haja injunção política sobre o BC, o que agravaria ainda mais a situação no médio prazo.
Com o poder de compra da população caindo e o endividamento aumentando, ao mesmo tempo em que o Estado perde capacidade de investir (e o investimento privado também decai), o desenvolvimento humano do país precisa de planilhas engenhosas para bater recorde positivo. E, naturalmente, nenhum economista especializado em políticas creditícias haverá de considerar derramamento de dinheiro sem lastro como apreciação de renda. O país recordista em desenvolvimento humano está amarrado a um contrato de empobrecimento.
Quem se importa? Essa estrutura contemporânea de propaganda política, que se espalhou pelo mundo, investe exatamente nisso: ações demagógicas que invariavelmente concentram renda nas castas burocráticas e endinheiradas sob o verniz da benevolência “progressista”. O único polo de enfrentamento real a esse truque é o atual governo dos EUA. Não à toa, Trump é vilão para essa imprensa que divulga humanismo de folhetim.
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
DURIGAN CONTRA TRUMP
DEU NO X
EXPLICAR EM INGRÊS
DEU NO JORNAL
ÓDIO MORTAL
Flavio Bolsonaro (PL), que já usa colete à prova de bala quando sai às ruas no Brasil, foi aconselhado a reforçar sua segurança após Lula (PT) indicar que deseja sua morte ao mencionar o enforcamento como opção.
Declarações de ódio de líderes políticos, ao longo da História, tem estimulado assassinatos e tentativas de homicídio como a facada que quase tirou a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, em 2018.
Tem sido recorrente na América Latina o assassinato de políticos de direita.
Na Colômbia, senador Miguel Uribe, forte candidato a presidente, foi morto a tiros em 2025. Era opositor de Gustavo Petro, amigo de Lula.
Em 2023, o candidato de direita à presidência do Equador, Fernando Villavicencio, foi assassinado em Quito, logo após um comício.
Daniel Noboa, de direita, acabaria eleito presidente do Equador, mas ele teve o carro metralhado por facções terroristas. Escapou ileso.
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Chocante, deprimente, essa notícia.
Um absurdo sem limites.
Este nosso recanto de mundo americano do sul é um palco de acontecências revoltantes.
ALEXANDRE GARCIA
CONGRESSO DERRUBA RESOLUÇÃO QUE FACILITAVA ABORTO EM ADOLESCENTES
Um país que despreza o direito mais importante, protegido pelo artigo mais importante da Constituição (o artigo 5.º), o direito à vida, é um país masoquista. O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) tem 30 integrantes, sem voto popular. Eu nem sabia a que ministério estava ligado, de tantos que existem, mas está no Ministério dos Direitos Humanos. Pois esse conselho, em 2024, havia aprovado uma resolução afirmando, entre outras coisas, que uma adolescente poderia fazer aborto sem nem sequer informar a família, mãe ou pai! Essa obsessão por ter poderes divinos sobre a vida e a morte das pessoas foi colocada em prática por 70 anos na União Soviética e não deu certo, não funciona; só cabecinhas estreitas, que não conhecem a história contemporânea, insistem nisso.
A deputada Chris Tonietto (PL-RJ), então, entrou com um projeto de decreto legislativo para derrubar essa resolução do Conanda. Na Câmara dos Deputados, o PDL passou por goleada: 317 a 111; agora, o Senado derrubou definitivamente a resolução. E o PDL aprovado nem vai para o presidente da República vetar ou sancionar; é diretamente promulgado pelo presidente do Congresso. Está anulada, portanto, essa resolução que trata o aborto como direito e tira o poder das famílias sobre os filhos adolescentes.
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Um passo importante para reduzirmos a dependência do fertilizante importado
Masoquista também é um país que se recusa a explorar suas riquezas. Mas nesta terça-feira tivemos uma ótima notícia para o agro: começou a produção do Pampafos, em Lavras do Sul (RS). O minério retirado vai depois para processamento no município vizinho de Caçapava do Sul, para produzir os fosfatados NPK. O Brasil importa muito fertilizante do Marrocos; agora, vai reduzir a dependência. Mas não foi fácil: foram 15 anos para conseguir convencer o Ministério Público e os órgãos ambientais. Se dependesse deles, não poderíamos nunca explorar as nossas riquezas, teríamos de deixar no chão para ninguém usar; as riquezas até são nossas, mas não podemos usar.
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STF só vai recuperar confiança se admitir e corrigir seus erros
A ministra Cármen Lúcia, do STF, está em um seminário sobre ética, integralidade, redes e inteligência artificial aqui em Brasília, com participantes de 15 países. Ela declarou que “a crise de confiança no Judiciário é séria, é grave e precisa ser reconhecida por nós, juízes”. O primeiro passo para corrigir algum erro é reconhecê-lo, é admitir onde está a origem dessa crise de confiança. Porque, se pusermos o Supremo vis-à-vis com a Constituição, a conta não vai fechar, e vai continuar assim enquanto for mantido o “inquérito do fim do mundo”, que surgiu sem o Ministério Público, ao contrário do que manda a Constituição. Um inquérito que não seguiu o devido processo legal, que foi usado politicamente pelo ativismo judicial, que não garante a ampla defesa, que nem sequer respeita o juiz natural, porque todos os investigados ficam no STF em vez da primeira instância.
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Bastou trocar o presidente da República, e os Correios passaram de lucro para prejuízo
Respondam se puderem: por que os Correios deram lucro durante o governo Jair Bolsonaro, mas passaram a dar prejuízo assim que começou o governo Lula? O buraco, só no primeiro trimestre deste ano, foi de R$ 3,1 bilhões. Se continuar assim – é só multiplicarmos por quatro –, o prejuízo deste ano será maior que o do ano passado, que foi de R$ 8,5 bilhões. É incrível: Bolsonaro botou o Floriano Peixoto na presidência dos Correios, e deu lucro; com a diretoria que o Lula pôs lá, o resultado é só negativo. É inexplicável.
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