Aqui é possivel ver membros de um corpo chamado PT, vocês acreditam mesmo que na próxima Terça-feira eles irão soltar as mãos?? Comenta aí 🤠👊🇧🇷✨️🕊 pic.twitter.com/4pIThO0bjr
— Matuto (@arildo_afonso) September 14, 2026
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Carlos Alberto Di Franco
O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, afirmou que os indícios reunidos pela Polícia Federal sobre a relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro “reclamam o devido encaminhamento institucional”. Acrescentou que o cargo de ministro do Supremo “não confere privilégios, mas impõe deveres”.
Finalmente, na quarta-feira, 9 de setembro, depois do confronto explícito entre Flávio Dino e André Mendonça, Fachin saiu da imobilidade. Retirou Moraes da relatoria do absurdo e interminável inquérito das fake news, suspendeu as decisões conflitantes sobre o comando da PF, manteve Andrei Rodrigues na direção-geral da PF e determinou que novas investigações envolvendo ministros da corte dependam da presidência do STF. Convocou sessão extraordinária do plenário para o dia 15, quando será analisado o relatório da PF sobre os diálogos entre Moraes e Vorcaro.
São decisões importantes. Representam um primeiro movimento para conter a grave crise instalada no Supremo. Mas não bastam. Soluções de compromisso jamais resolvem definitivamente as crises morais e institucionais. Apenas as adiam – e quase sempre as agravam.
O país não precisa de declarações protocolares destinadas a transmitir aparência de normalidade. Precisa de providências concretas, rápidas e transparentes. O chamado “tempo devido” não pode converter-se em pretexto para a omissão, o esquecimento calculado ou a articulação de um acordo de bastidores. A hora das frases ambíguas já passou.
O relatório da PF precisa ser examinado pelo plenário em sessão pública e presencial. A sociedade tem o direito de conhecer os fatos, as explicações dos envolvidos e a posição de cada ministro. O julgamento do dia 15 não pode limitar-se a uma discussão processual destinada a anular documentos ou sufocar a investigação. Deve esclarecer o que ocorreu. Se as irregularidades forem comprovadas, a punição terá de ser rigorosa.
Como salientou William Waack, a corte terá de decidir se pune quem tornou públicos os fatos apurados pela PF ou se protege quem aparece no centro das suspeitas. Eis o dilema, sem disfarces.
A demora do STF pode transformar-se em cumplicidade institucional. A leniência transmite uma mensagem devastadora: a lei vale com severidade para o cidadão comum, mas se torna flexível quando alcança os poderosos. Essa percepção corrói a autoridade moral da corte e aprofunda o abismo que separa a sociedade do Supremo.
Não há espaço para outro arranjo clandestino, como aquele que acomodou a questionada permanência do ministro Dias Toffoli como primeiro relator do caso Master. A sociedade não aceitará manobras processuais, notas evasivas ou soluções cosméticas destinadas a proteger pessoas em prejuízo da instituição.
Também seria inaceitável mobilizar a máquina estatal contra quem investigou ou revelou possíveis irregularidades enquanto os fatos principais permanecessem sem resposta. A suspensão das decisões que atingiram a cúpula da PF impede, por ora, o agravamento do conflito. Mas é indispensável preservar a autonomia investigativa da Polícia Federal e apurar todas as suspeitas.
Se os fatos forem comprovados, não haverá espaço para reprimendas simbólicas. A responsabilização deverá produzir consequências efetivas. A impunidade confirmaria a existência de duas categorias de brasileiros: os submetidos à lei e os protegidos pelo poder.
O Senado também não pode esconder-se atrás da conveniência política. Cabe-lhe examinar eventuais crimes de responsabilidade cometidos por ministros do Supremo. Engavetar pedidos ou esperar que o escândalo seja esquecido configura renúncia às suas atribuições. Os senadores não foram eleitos para proteger ministros, mas para preservar o equilíbrio entre os poderes.
Um acordão entre setores do Supremo, do Senado e do governo poderia produzir tranquilidade nos corredores de Brasília. Fora deles, porém, aprofundaria a indignação. Seria uma paz artificial, comprada ao preço da confiança pública. Instituições sem confiança conservam seus poderes, mas perdem a autoridade legítima.
Se o STF tentar encobrir os fatos – possibilidade que não pode ser descartada –, sua credibilidade ficará corroída. Cada decisão da corte será recebida com desconfiança. Quando uma instituição exige obediência sem dar exemplo de submissão à lei, destrói a própria legitimidade. Poder sem autoridade moral é apenas força. E força sem legitimidade abre caminho para a desordem.
Nesse ambiente, a desobediência civil, pacífica e responsável, poderá apresentar-se como alternativa extrema de resistência moral. É um caminho grave, que deve permanecer dentro dos limites democráticos e rejeitar toda violência. Mas, quando os canais institucionais são bloqueados e os poderosos parecem intocáveis, cresce a contestação às decisões consideradas ilegítimas.
O STF e o Senado precisam agir imediatamente. Não amanhã, não depois de negociações reservadas. É preciso investigar, julgar e, se comprovadas as irregularidades, punir exemplarmente. Todos os suspeitos, de um lado e de outro, devem ser investigados. A sociedade está atenta, indignada e exausta. Não aceitará outro acordão. Chegou a hora do basta!
FALA LUL@, FALA MAIS. pic.twitter.com/hzKkKieG7o
— Marcos1966 (@Marcos_28_11_66) September 13, 2026
Na tentativa de “descolar” a imagem de Lula (PT) do Supremo Tribunal Federal, principalmente de Alexandre de Moraes, o governo petista deu instruções a aliados para fazerem a defesa de “limites” para ministros da Corte, mas sem melindrar a maioria que tem beneficiado o petista com seus “excessos”.
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A nota aí de cima fala em “descolar” a imagem do Descondenado da nossa magistral corte.
Tarefa impossível, inviável: essa colagem é sólida.
Não vão conseguir nunca!!!
E fazer a descolagem “sem melindrar” a maioria dos togados.
É pra gente começar a semana se rindo-se.

Afastamento do ministro Alexandre de Moraes estará em jogo no julgamento do STF nesta terça-feira (15)
Primeiro assunto é que está todo mundo esperando, suponho que, no mínimo, metade do Brasil. Esse julgamento de terça-feira (15) é mais importante que final de Copa do Mundo. Final de Copa do Mundo não faz a menor diferença na nossa vida. Esse julgamento faz, né?
E não adianta dizer que Lula tá separado disso. Lula inclusive disse, na semana passada, que “Andrei é um companheiro”. Andrei, que é o diretor da Polícia Federal, que havia sido afastado do cargo por André Mendonça, e retornou por ordem de Dino, que, por sua vez, foi ministro da Justiça de Lula. Diretor da Polícia Federal não devia ter preferência política, mas é um companheiro de Lula, né?
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Adiar julgamento não fará diferença
Enfim, tem gente que quer adiar, não vai fazer a menor diferença. Se ficar, o bicho come, se correr, o bicho pega. Se adiar, o mal vai se derramando até o dia 4 de outubro (data do primeiro turno das eleições).
Se fizer o afastamento do ministro Alexandre de Moraes na terça-feira (15), o mal vai ser exposto. E não tem só Moraes, tem o ministro Dias Toffoli, tem o procurador-geral da República, Paulo Gonet, gente citada lá no celular de Daniel Vorcaro.
Querem ver os outros celulares, mas isso fica para depois. Nesta terça-feira, é só a abertura de um inquérito administrativo: o que está em jogo é o afastamento de Moraes. Depois vai apurar tudo, quem tiver junto com Moraes nessa: com Vorcaro, Gonet, o Toffoli. Essas coisas que a gente já sabe e já viu vão entrar também.
O Supremo, constitucionalmente, é a casa própria para julgar seus próprios ministros ou o procurador-geral por crimes comuns como corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa, tráfico de influência, essas questões.
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Fachin já engendrou falhas para anular a Lava Jato
Então, a expectativa é essa. Fachin é o mesmo que engendrou uma falha na Lava Jato: “não, ora, houve um engano, não era o tribunal de Curitiba, não era a vara de Curitiba, era uma vara de Brasília e uma vara de São Paulo, se enganaram no endereço”.
Gente, todo mundo sabe que se uma ação já terminou com condenação, com confirmação em tribunais superiores, acabou. Isso só acontece quando a ação recém começou, tá nos primórdios, aí se corrige, passa para outra vara, mas depois que termina o processo, não tem isso.
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Supremo se tornou tribunal parcial, político
Então, ficou muito claro. Esse é o mesmo Fachin que está agora tentando reverter uma tentativa de suicídio do Supremo. Por quê? Porque o Supremo, Supremo de Barroso e de Gilmar, quis ser um tribunal político e está pagando por isso.
No momento em que se tornou tribunal político, perdeu a isenção, a imparcialidade, e um tribunal não pode ser parcial, pois ele deixa de existir. Isso é um germe que acaba com o tribunal, a falta de imparcialidade, de isenção, ele se torna político. Político é o Congresso e, por isso, o Congresso sofre de todos os lados.
O Supremo deveria ficar como defensor da Constituição e não sofreria nada, mas é um tribunal político e tem as fragilidades de um tribunal político. Passou a não ser mais imune à crítica. Tentou ser, inventou o inquérito do fim do mundo para se defender.
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Dino procura chifre na cabeça de Dark Horse
Bom, Dino está procurando chifre na cabeça do Dark Horse. E está querendo mostrar que Mário Frias pode ter ligação com o crime organizado. Gente, essa é a pior das condenações, porque basta isso para provocar manchetes nos jornais e depois se constata que não era. E aí, como é que fica? Todos os lados sofrem isso por aqui, né? Gera manchete.
E mostrar os celulares que ainda não estão sob o escrutínio de um juiz do Supremo vai avisar os alvos de uma necessária, futura busca e apreensão: “olha, tratem de apagar o que tiver por aí, de sumir com as provas.”
Bom, e a outra questão é que amanhã tem que ser público, né? Porque os nativos estão inquietos, os patrões dos ministros do Supremo, o povo brasileiro, querem saber afinal se no topo da Justiça vai ser corrigido o descarrilamento.
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Lula só diz obviedades
O presidente está preocupado, mas tudo que ele fez foi dar uma de conselheiro Acácio, que só diz obviedades. Ele diz: “se alguém for culpado, tem que ser punido.” Ah, é? Que novidade!
Mas ele não deu um pio quando a Malu Gaspar denunciou, em dezembro, a existência do contrato de Vorcaro com a família de Moraes. No entanto, ele jurou, ao tomar posse, cumprir a Constituição que exige reputação ilibada de ministro do Supremo.
Comentário sobre a postagem O SISTEMA
Matilde Urbachy:
Caríssimo Mau Mau,
Ir às urnas pensando no Brasil… Creio que deveria o eleitor ir às urnas pensando no Brasil que o atual governo nos condenará a ser num futuro cada vez mais próximo.
A dúvida e o medo que assaltam os pesadelos de Matilde é se seremos brevemente CuBrasil, Brasilzuela ou Brasicarágua.
Se alguém tiver acesso ao “meu amigo Flávio” que o oriente a passar todo o segundo turno junto âs lideranças políticas dos estados do Nordeste para percorrerem o solo nordestino tentando mostrar ao eleitor da parte de cima do mapa que ele faz parte (na modesta opinião desta velhota) da solução para os velhos problemas que assolam tais estados da federação.
E, que se não der certo, que Deus se apiede de nós.
Hoje Matilde, fã de Mau-Mau, está eleitoreira.
Como ama o homem adúltero o adultério
E o ébrio a garrafa toxica de rum,
Amo o coveiro – este ladrão commum
Que arrasta a gente para o cemiterio!
E’ o transcendentalissimo mysterio!
E’ o nous, é o pneuma, é o ego sum qui sum,
E’ a morte, é esse danado numero Um
Que matou Christo e que matou Tiberio!
Creio, como o filósofo mais crente,
Na generalidade decrescente
Com que a substância cósmica evolui…
Creio, perante a evolução imensa,
Que o homem universal de amanhã vença
O homem particular que eu ontem fui!

Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos, Cruz do Espírito Santo-PB (1884-1914)