CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DON PABLITO – SANTO ANTÔNIO DO PINHAL-SP

Caro Berto:

É gozado como os esquerdopatas distorcem toda história.

Veja um trecho da palestra na Universidade Católica de PE.

No auditório do Bloco A …onde os componentes da mesa dizem abertamente que a esquerda tem pretensões de derrubar o governo e implantar o Socialismo.

Num é “górpi”?

R. Tomaram uma pica de grosso calibre na última eleição, democraticamente, em eleições livres e diretas, onde o povo votou em quem quis votar, e agora estão cagando merda pela boca.

Aliás, cagar pela boca é a rotina desse curral de antas.

Quando este descerebrado prega um golpe dizendo que “nós vamos derrubar Bolsonaro“, já está deixando bem claro a que tribo de babacas pertence.

Tem que ter paciência pra ouvir as bostas que estes idiotas do vídeo aí de cima cagam pela boca.

E ver a imagem dos tolôtes sentados no auditório, ouvindo e aplaudindo a diarreia verbal.

Meu caro Don Pablito, estes tabacudos zisquerdóides merecem a pica do nosso mascote, o jegue Polodoro, todinha, enfiada no olho do furico.

Vamos botar nosso estimado jegue pra relinchar em homenagem a estes analfabetos universitários.

E em homenagem a tudo quanto é tabacudo vermêio deste Brasil.

Rincha, Polodoro!

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

DORES E CONSOLAÇÃO – José Moura de Oliveira

Uns trazem flores outros trazem velas
Eu nem trouxe velas e nem trouxe flores
Eu trouxe apenas, meu filho! Minhas dores!
E assim mesmo vou voltar com elas.

Há flores brancas, flores amarelas,
Azuis, vermelhas e de outras cores
Tão primorosas, desprendendo odores
Sorvendo lágrimas que deixaram nelas.

Eu nada pude te trazer, meu filho!
Além das dores de um olhar sem brilho
De um pai que vive pesarosamente.

Mas um consolo levarei comigo
Foi ver quem pode deixar teu jazigo
Ornamentado merecidamente.

Colaboração de Pedro Malta

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

LUIZ PEIXOTO – FORTALEZA-CE

Caro e desassombrado editor da melhor gazeta internética,

veja o que postou o grande jornalista Augusto Nunes, a respeito dos 101 dias de governo de BOLSONARO.

R. Meu caro, isto que o Augusto escreve meu trouxe de volta à lembrança uma coisa que me deixou feliz que só a porra.

E que vai fazer meu final de semana muito alegre.

É o seguinte:

O PT se fudeu!!! O PT Perdeu!!!

O poste Haddad tomou no meio do olho do furico!!!

O colunista fubânico Augusto Nunes não erra uma sequer.

Acerta todas no alvo!!!

PEDRO MALTA - REPENTES, MOTES E GLOSAS

UMA CANTORIA E UM POEMA

Cantoria de improviso com os poetas repentistas Moacir Laurentino e Sebastião da Silva

* * *

O CASAMENTO DOS VELHOS – Louro Branco

Tem certas coisas no mundo
Que eu morro e num acredito
Mas essa eu conto de certo
Dum casamento bonito
De um viúvo e uma viúva
Bodoquinha Papaúva
E Tributino Sibito.

O véio de oitenta ano
Virado num estopô
A véia setenta e nove
Maluca por um amor
Os dois atrás de esquentar
Começaram a namorar
Porque um doido ajeitou.

Um dia o véio comprou
Um corpete pra Bodoquinha
Quando a véia foi vestir
Nem deu certo, coitadinha
De raiva quase se lasca
Que o corpete tinha as casca
Mas os miolo num tinha.

No dia três de abril
Vêi o tocador Zé Bento
Mataram trinta preá
Selaram oitenta jumento
Tributino e Bodoquinha
Sairam de manhazinha
Pra cuidar do casamento.

O veião saiu vexado
Foi se arranchar na cidade
Mandaram chamar depressa
Naquela oportunidade
O veião chegou de choto
Inda deu catorze arroto
Que quase embebeda o padre.

O padre ai perguntô:
Seu Tributino, o que pensa,
Quer receber Bodoquinha
Sua esposa, pela crença?
O veião dixe: eu aceito
Tô tão vexado dum jeito
Chega tô sem paciência.

E perguntô a Bodoquinha:
Se aceitar esclareça
A véia lhe arrespondeu
Dando um jeitim na cabeça
Aceito de coração
Tô cum tanta precisão
Tô doida que já anoiteça.

Casaram, foram pra casa
Comeram de fazer medo
Conversaram duas horas
Uns assuntos duns segredo
E Bodoquinha dixe: agora,
Meu pessoá, vão embora
Que eu quero drumi mais cedo.

O véi vestiu um pijama
Ficou vê uma raposa
A véia de camisola
Dixe: óia aqui sua esposa
Cuma é, vai ou num vai?
O veião dixe: ai, ai, ai
Já tá me dando umas coisa.

A véia dixe me arroche
Cuma se novo nóis fosse
O véio dixe: ê minha véia
Acabou-se o que era doce
A véia dixe: é assim?
Então se vai dar certim
Que aqui também apagou-se.

Inda tomaram uns remédio
Mas num deu jeito ao enguiço
De noite a véia dizia:
Mas meu véi, que diabo é isso?
Vamo vendê essa cama
Nóis sempre demo na lama
Ninguém precisa mais disso.

A véia dixe: isso é triste
Mas esse assunto eu esbarro
Eu já bati o motor
Meu véi estrompou o carro
Ê, meu veião Tributino
Nóis dois só tem um menino
Se a gente fizer de barro.

A PALAVRA DO EDITOR

NO PAÍS DO KKKKKKK

Esta nota aí de baixo saiu hoje na Seção Radar, que é da insuspeita e isenta revista Veja, expoente da grande mídia extremista.

O Presidente da República se deu ao trabalho de comentar a notícia.

Vejam que coisa surrealista:

Viram?

Pois é.

A nossa imprensa tá tirando o lugar dos humoristas, provocando gargalhas e kkkkk em todo mundo.

Eu também chega me mijei-se-me todinho de tanto se rir-se-me.

Foi gente se rindo-se por tudo quanto é canto.

Se Sua Insolência o Sinhô Prisidente, citado na notícia, se riu-se dela, imagine nós outros, os pobres mortais.

A PALAVRA DO EDITOR

UM CAGATÓRIO ORAL QUE DISPENSA COMENTÁRIOS

Este Twitter eu vi hoje de manhã, no meu passeio matinal pela internet.

Nele tem um vídeo onde aparece Paulo Bosta Henrique Safado Amorim conversando com duas figuras horripilantes do submundo esgotífero da política banânica, Vanessa Tabacuda e Lindinho Lalau.

Não vou fazer qualquer comentário sobre o que “jornalista” Paulo Bosta Henrique Safado Amorim caga pela boca.

Escutem o excremento oral que ele despeja e tirem vocês mesmos suas conclusões.

Vejam a que ponto chegou a “grande mídia extremista” desde que o Brasil enterrou o PT em janeiro passado, e as verbas para jornais e televisões foram tiradas das boquinhas dos mamadores.

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

O PADRECO ACERTOU NA MOSCA. MOSCA AZUL

Comentário sobre a postagem ENTRE O MANICÔMIO E O PURGATÓRIO

Wagner de Oliveira Lopes:

Esse padreco vermeio-istrelado deve ir direto para as profundas do inferno, por falta de caráter.

Quando ele deixou o governo do PT, ficou tão indignado com o único deus da seita (Lula) que escreveu o livro A Mosca Azul – Reflexão sobre o Poder, Ed. Rocco 2006.

Segundo ele, ex frei que foi excomungado pela igreja católica para o bem da santa sé, no citado livro, quando se refere à mosca azul que picou o molusco, diz justificando sua saída do barco:

…”É a dor de ver um projeto adulterado pela ambição desmedida, a sede de poder, o pragmatismo inescrupuloso, essa esperteza tão pusilânime que acaba por engolir o esperto, como a cobra morde o próprio rabo”, pág. 130.

De fato a cobra mordeu o próprio rabo do vagabundo-mor.

Lula está preso, babaca.

Na pág. 225, do mesmo livro, continua:

….”Mas eis que, acavalado ao poder, parece tomado pela mais profunda amnésia. De quase nada se lembra: do que escreveu, do que leu, falou, discursou, prometeu. Foge de suas próprias palavras como o diabo da cruz”.

Mentira é a marca registrada de todo comunista, principalmente dessa corja petista.

Nada de purgatório.

É inferno mesmo!

GOIANO BRAGA HORTA - ARCO, TARCO E VERVA

BURACO NEGRO DOIS

E duro, eu dizia.

Dunas e mais dunas, areia por todo lado, camelos que perambulam aspirando o deserto de idéias, beduínos com a cara do Omar Shariff vestidos dos pés à cabeça neste calor tórrido, eu, de sunga e havaianas, perscrutrando, perscrustando, prescutando ou sei lá o que à procura de alga, digo, água, estou ficando confuso pela insolação, quando vejo, enfim, um oásis.

Certamente é miragem. Corro e pulo sobre a água, esperando rolar sobre a areia da imagem imaginária, mas caio de barriga no precioso líquido azul que me mata a sede.

Isso não interessa tanto, quero o wi-fi. Quede o wi-fi? Berro.

Um beduíno me responde deixa de ser doido, tás vendo alguma torre? Não queremos torres aqui, não me torres com o fim do acento diferencial que não faz falta alguma, assim como as torres.

Oquei, respondo, e desmaio.

Acordo com uma senhora da caravana rezando sobre mim.

Pergunto do Brasil, ela me diz que ninguém sabe nada e que estão todos preocupados com Bolsonaro, digo, ela diz, com a a estabilidade mental dele.

Ela me diz que votou nele e que continua tendo muitas esperanças. Como eu, ela quer notícias, das quais há dias estamos privados e que só teremos quando vencermos dunas e mais dunas de areia interminável.

Ela põe a mão no coração e me diz:

– Rezei tanto! Rezei muitas vezes e rezei mais quando Lula foi nomeado para ser ministro de alguma coisa, acho que da Casa Civil, ia ser um desastre, mas minhas orações foram ouvidas.

Finjo de morto, para não ouvir mais, mas ela continua.

– Oramos juntos, um grupo consciente, para que o Brasil não virasse uma nova Venezuela. E tenho certeza de que nossas preces fizeram a diferença. Eu não consigo compreender uma coisa: nós temos muitos amigos de grande cultura, juízes, advogados, jornalistas, que deveriam saber das coisas, são pessoas consideradas inteligentes, mas… como podem querer isso para o nosso Brasil?!

Olho para os lados, só areia, não tenho para onde fugir. Talvez pudesse pelo menos comê-la, mas tornou-se inviável qualquer possibilidade de tesão .

Enchi o cantil de água. De cantil e saco cheios continuei minha jornada seguindo a caravana, enquanto cães ladravam, ladravam e ladravam porcarias, uivando pela liberação geral das armas e pelo isolamento dos viados em um lugar inacessível da floresta amazônica, menos os amigos do presidente, que seriam não só poupados como nomeados para algum ministério de pouca importância.

A esperança de encontrar uma torre me dá forças e sigo em frente.

Notícias! Notícias! Lula está solto?

O governo caiu?

Tão cedo não saberei e essa ignorância me mantém firme.

CARLITO LIMA - HISTÓRIAS DO VELHO CAPITA

O VOO DO SEU PORTELA

O fato aconteceu na praia da Avenida da Paz. Apareceu em Maceió um português fazendo demonstrações aéreas com um avião teco-teco. Seu proprietário fazia apresentações em todas as cidades que passava, vivia desse biscate.

O avião de nome Garoto decolava e pousava na praia da Avenida durante a maré baixa, perto do Sobral, local mais deserto. Suas apresentações eram piruetas, parafusos, folhas secas e outras acrobacias.

Como não podia cobrar dos expectadores que ficavam na praia observando, ele cobrava de quem se arriscava a dar uma voada com ele durante suas peripécias aéreas. Um de cada vez porque só havia um lugar além do piloto. Cada voo de cinco minutos, o português cobrava cinco mil réis.

Numa tarde bonita e ensolarada de verão, o português fazia magníficas exibições nos céus da praia da Avenida. O povo assistindo o espetáculo vibrava com o arrojo do piloto, uma maravilha de exibição.

Entre os candidatos ao voo surgiu Seu Portela, figura altamente conhecida na cidade, onde tinha uma loja no centro, na Rua do Comércio.

Eram aproximadamente quatro da tarde quando chegou sua vez. O português colocou Seu Portela na poltrona, prendeu-o com o cinto de segurança, deu-lhe todas as recomendações e assumiu o comando do Garoto.

Taxiou pela beira da praia de areia dura e extensa, tomou velocidade e decolou em direção ao mar. Rapidamente atingiu a altitude necessária e iniciou as acrobacias aéreas.

Não demorou muito. Após um arrojado “looping”, deu sinal que estava retornando à praia. Os inúmeros expectadores acharam estranho. Por que em tão pouco tempo o Garoto retornava ao solo? Seria alguma complicação mecânica? Alguma pane? O teco-teco estava a perigo? Eram as perguntas que faziam entre eles. Formou-se maior expectativa.

O avião pousou abruptamente e de repente o piloto desembarcou, deixando seu Portela na aeronave.

O lusitano gritava em direção ao povaréu apreensivo que estava plantado na Avenida, perguntava se alguém dispunha de uma capa para emprestar-lhe, pois havia uma situação de emergência.

Quem teria, numa tarde maceioense ensolarada de verão, na beira da praia, uma capa para emprestar a quem quer que seja?

Com a resposta negativa, o português buscou uma alternativa e conseguiu com um pescador que morava em uma casa de taipa e palha ali próxima, um pedaço de pano, ou melhor, uma rota vela de jangada.

Com o trapo na mão o piloto retornou correndo à aeronave, ajudou o seu Portela a desembarcar e envolveu-o com o velho molambo, levando-o para um local onde conseguiu meios para que o levassem rapidamente para sua residência. Nessa altura a moçada perguntava o que teria ocorrido.

Acontece que por onde seu Portela passou, entre o avião até a Avenida, deixou um rastro líquido e escuro na areia branca da praia, juntamente com uma catinga, com o fedor de merda, insuportável para quem estava mais próximo.

Sem esconder, o nobre piloto português contou a história: Assim que levantaram voo, o seu Portela num grito pediu para descer. Como o piloto já estava preparado para o “looping”, não atendeu aos pedidos e deu aquelas voltas com o teco-teco se curvando no ar, enquanto o acompanhante gritava de medo. Só depois de o português ouvir seu Portela gritar que estava todo cagado, ele resolveu aterrizar.

Foi uma gargalhada geral, os comentários e as galhofas espalharam-se entre as pessoas presentes que estavam assistindo ao espetáculo e assim foi se espalhando na Rua do Comércio, em Jaraguá, no Farol, na Ponta Grossa. À noite Maceió todo já sabia da cagada do seu Portela no avião.

Por vários dias que se seguiram o comentário era o mesmo, nas escolas, nos bares, nos lares, na zona, nas barbearias, o assunto era a aventura de seu Portela no voo do Garoto.

Os estudantes assumiram a chacota, passavam em frente da lojinha de seu Portela na Rua do Comércio, se divertiam cantando uma modinha que um jovem compôs em alusão a desventura aérea do comerciante. Aliás, muito tocada no carnaval daquele ano:

“Marchinha do seu Portela”
Eu fui alegre
Passear de avião
Para mostrar
Que sou cabra valentão
Mas vejam só,
Que eu não posso andar voando
He He…………
Estou me cagando, estou me cagando.
Portela não seja frouxo,
Não coma mais sururu
Quando subir no Garoto
Arroche as pregas do……..”bolso”.

Seu Portela tinha bom humor e levou também na gozação. Se importasse com o acontecido, até hoje, em seu túmulo o povo estaria gozando o seu inesquecível e histórico voo nos céus da Avenida da Paz.

MAURÍCIO ASSUERO - PARE, OLHE E ESCUTE

IDIOTAS

Ciro Gomes disse semana passada que o Brasil escolheu um idiota para presidente. Quando se joga um dado só pode ocorrer, na face, um número entre 1 e 6, inclusive. Quando uma campanha presidencial traz, de um lado, idiotas e de outro, corruptos, só se pode eleger um idiota ou um corrupto. Fato inusitado nesta campanha foi termos candidatos, “comum de dois gêneros”, ou seja, corrupto e idiota, ao mesmo tempo e não necessariamente nessa ordem.

Dentre os pretensos candidatos, sem sombra de dúvida, Ciro Gomes é o mais idiota de todos. Motivos há vários, mas para não municiarmos sua biografia com informações excessivas vamos tratar do caso do SPCiro. O idiota, Ciro Gomes, colocou no seu programa de governo retirar as pessoas do SPC (quá quá quá) para dinamizar a economia brasileira. Uma proposta dessa natureza deveria concorrer ao Prêmio Ignóbil. Este prêmio existe de fato e se contrapõe ao Nobel, no sentido de premiar as ideias mais idiotas já publicadas. O lema do prêmio é “faz rir e depois pensar”. O último premiado, brasileiro, escreveu um artigo que falava sobre o impacto do tatu nos sítios arqueológicos.

Ciro Gomes foi muito jumento para achar que uma ideia dessa natureza tiraria o Brasil do atoleiro que ele se encontra. Durante a campanha de Dilma, uma peça publicitária mostrava uma família perdendo tudo caso Dilma não fosse eleita. Nitidamente, buscava atingir a classe menos favorecida, iletrada e dependente do paternalismo político. Ciro fez a mesma coisa. De olho na massa de endividados gerada e parida pela desgraçada política econômica dos governos anteriores, Ciro soltou essa “bufa” no ar. O que faz uma economia crescer é renda disponível para consumo. Leia Keynes, idiota, e busque caminhos para aumentar a demanda efetiva.

Passada a campanha, as idiotices de Ciro continuam a prosperar. Na falta do que fazer e sem qualquer compromisso com o Brasil, este nobre idiota continua a criticar. A mais recente idiotice de SPCiro é instruir quebra-quebra por conta da proposta de autonomia do Banco Central. Há duas formas de ação do governo numa economia. Uma através da política fiscal que é feita no congresso. Trata de receitas e despesas do governo e caso uma medida seja adotada há de se observar o principio da anterioridade, ou seja, se for proposta uma redução na alíquota do imposto de renda de 27,5% para 25%, com o objetivo de aumentar a renda disponível, ela só passaria a valer no exercício do próximo ano. A economia morreria por inanição.

A outra forma de ação do governo na economia é através da política monetária que é feita pelo COPOM e tem, como agente executivo dessa política, o Banco Central. Essa política controla a taxa de juros (e com isso, a inflação) mediante a oferta de moeda. Diminuindo a oferta de moeda a taxa de juros sobe, os preços caem. No Brasil, o Banco Central não é autônomo como o FED – Federal Reserve (Banco Central Americano). O presidente do Banco Central não tinha status de ministro, mas Lula no sentido de proteger Henrique Meirelles contra investigação de primeira instância deu esse status para que ele fosse investigado pelo STF.

O Banco Central deveria ser autônomo? Sim. A política monetária deveria ser feita com base em critérios puramente técnicos e não com espírito político escondendo o que é ruim e só divulgando o que interessa. Esqueceram Rubens Ricupero? Na famosa entrevista a Carlos Monfort ele, falando sobre as pretensões de FHC, disse que “o que é ruim eu escondo mesmo”. Isso é resultado da falta de autonomia. Essa loucura de Ciro em falar de “entregar o Banco Central para o mercado financeiro” não passa de sandices de candidato derrotado que não tem interesse em contribuir com o país. Mas, se uma pessoa pretende fazer uma angioplastia com stent vai procurar um cardiologista ou uma manicure? Quando Ciro precisou ser internado para tratar do seu problema na próstata ele ficou aos cuidados de um médico ou de um curandeiro? Entregar responsabilidades a quem é especialista, parece razoável.

Os fatos são simples: esse pessoal critica tais medidas porque temem em perder a boquinha. Enquanto o Banco Central, ou outro órgão, estiver sob a batuta do governo, irão prevalecer indicações políticas, e não técnicas, para determinados cargos. Se houver independência a chance torna-se muito menor. Se o Banco do Brasil fosse privatizado muito provavelmente o filho de Mourão não estaria numa diretoria ganhando R$ 36 mil por mês. Se o BB fosse privatizado, a verba de publicidade seria bem menor do que é hoje e não haveria João Santana nem Mônica Moura sugando dinheiro público.

Dessa forma, cabe lembrar a Ciro Gomes que, infelizmente, dos idiotas ou corruptos concorrentes apenas um poderia ser eleito. Henrique Meirelles foi um idiota ao gastar parte de sua fortuna com uma campanha para a qual ele não teria a menor chance. Só foi candidato porque seu partido não investiu um real sequer na sua campanha. Aproveitaram essa idiotice para eleger as sanguessugas de sempre.

Alckmin foi um idiota porque acreditou que ninguém iria falar sobre a corrupção do PSDB e tentou levar a eleição falando bobagens. Passava longe de fazer um discurso de combate à corrupção. Fernando Haddad não é apenas um idiota. Ele é um idiota pau-mandado, com 30 processos por improbidade, fazendo um papel ridículo de marmita de presidiário. O título de doutorado ficou na lata do lixo. O pior de tudo isso é que estes idiotas influenciam os outros que estão discutindo reformas crucias para o país.

Vou terminar trazendo outro grande idiota: Guilherme Boulos! Chamar esse cara de idiota é ser injusto com os idiotas. Chega!