Estamos vivendo grandes mudanças impulsionadas pelo desenvolvimento digital.
Até uns 10 anos atrás, andar de taxi era coisa para classe média alta ou pessoas em viagem. Hoje com o Uber a população em geral de classe média já usa o dispositivo com muita frequência.
Outra coisa, quem diria há 10 anos que hoje praticamente não haveria mais cheques, que poderia se pagar tudo via internet, que não haveria mais necessidade de ida física a bancos? Hoje a circulação de dinheiro físico mal chega a 20% no comércio em geral.
É a maior transformação tecnológica de todos os tempos em um curto espaço de tempo.
A vida da família Bolsonaro já foi investigada até os centavos.
Eu me lembro que foram atrás das moedinhas que a Michelle recolheu dos lagos do Alvorada e entregou para entidades de atendimento à população carente.
Quanto ao Lulinha, é algo intrigante, desde que deixou de recolher bosta de elefante no Zoo do SP, cargo dado pela então prefeita Marta em 2000, ele nunca mais trabalhou.
Sempre se valeu dos contatos no Governo para receber agrados dos empresários amigos.
Em outubro teremos uma oportunidade de acabar com a bandalheira.
“A abelha por Deus foi amestrada Sem haver um processo bioquímico Até hoje não houve nenhum químico Pra fazer a ciência dizer nada. O buraco pequeno da entrada Facilita a passagem com franqueza Uma é sentinela de defesa E as outras se espalham no vergel Sem turbina e sem tacho fazem mel Como é grande o poder da natureza.”
D’O Autor da Natureza, canção de Zé Ramalho, 1974.
Vinte e quatro anos governando e ainda jogam no colo da elite o fracasso que eles mesmos produziram.
Janja em hotel 5 estrelas, Lula comendo caviar e ainda falam em distribuição de renda.
Eles são a elite. Eles construíram o sistema. E ainda pedem mais quatro anos pra consertar o que destruíram.
Falaram que Bolsonaro quebrou empresas. O recorde de recuperação judicial e falências é de 2025. Hoje quebram as gigantes.
Falaram que ele não entregou casas. Lula pegou o programa de Bolsonaro, mudou o nome de verde e amarelo pra vermelho e chamou de Minha Casa Minha Vida.
Só falta um pouco de caráter pra admitir.
O PT tributou o pobre que pega empréstimo, cobrou IOF de quem estava endividado e ainda diz que defende o trabalhador.
Os bancos bateram recorde de lucro sob esse governo.
Estatal quebrando e nós pagando.
Se você não conhece o PT, que os compre.
Propaganda, mentira e narrativa. É só isso que eles têm.
Cuba e Taiwan começaram a década de 70 com economias semelhantes, PIBs parecidos, mas hoje, quanta diferença!
Até me faz lembrar da propaganda do Shampoo Colorama lançado em 1976:
“Ei, ei, você se lembra da minha voz? Continua a mesma, mas os meus cabelos… quanta diferença!”
A disparidade atual entre as duas economias é gigantesca.
Embora na década de 1970 ambos os países fossem majoritariamente agrícolas e tivessem PIBs similares, a guinada de Taiwan rumo à tecnologia de semicondutores e ao livre mercado a transformou em uma das maiores potências econômicas do mundo.
O PIB de Taiwan alcançou $ 920 bilhões de dólares (com projeções do Fundo Monetário Internacional superando os $ 976 bilhões).
Já Cuba, a medição econômica da ilha enfrenta muitas distorções de câmbio, mas dados consolidados da CEPAL apontam para um PIB nominal ao redor de $ 12 bilhões a $ 107 bilhões de dólares, dependendo dos critérios e da severa inflação interna enfrentada pelo país.
Sendo que o PIB per capita reflete essa mesma distância de forma evidente: enquanto o de Taiwan está próximo dos $ 40.000 dólares, a renda por habitante em Cuba figura entre as mais baixas das Américas.
Resumo da ópera: Quando governos, instituições ou indivíduos culpam exclusivamente fatores externos pelos seus problemas, eles criam uma narrativa de vitimização que impede qualquer chance de reforma real.
O problema dessa estratégia é que, embora ela funcione temporariamente para desviar a atenção e manter o controle retórico, ela não resolve a crise concreta. O tempo passa, a realidade cobra o preço e o abismo entre quem assume os erros e se corrige e quem terceiriza a culpa só aumenta.
Assumir a responsabilidade por um fracasso exige maturidade, autocrítica e, acima de tudo, a disposição dolorosa de encarar as próprias falhas.
A riqueza de Taiwan demonstra que a pobreza de Cuba é resultado do socialismo, e de nada adianta culpar o tido bloqueio americano.
Pois é, Eny Cezarino, proprietária do famoso bordel “Casa da Eny”, que existia na cidade de Bauru–SP, ficou também famosa na cidade exatamente por sua caridade e filantropia.
Existe uma biografia dela escrita pelo jornalista Lucius de Mello, chamada “Eny e o Grande Bordel Brasileiro“.
Eu cheguei a ir neste bordel, em minhas viagens na região.
Era muito caro e segundo “lenda ou realidade”, até o Chico Anísio frequentava lá.
Eny financiava de forma anônima ou direta creches, asilos, escolas e obras sociais mantidas por irmãs de caridade.
Um dos episódios conhecidos conta que ela doava diariamente dezenas de litros de leite para uma instituição de caridade local.
Era também a “super madrinha” do Parquinho Futebol Clube, time de futebol amador do bairro Parque Vista Alegre, para o qual comprava uniformes completos, chuteiras, bolas e pagava o aluguel da sede.
Segundo consta, mesmo tendo muito dinheiro e sendo caridosa, foi vítima de um golpe de um contador, falecendo pobre e endividada.
Essa marchinha crítica a compra desse navio de guerra, em 1960.
Em 2001, o porta-aviões Minas Gerais foi retirado de serviço e substituído pelo NAe São Paulo.
Na época de seu descomissionamento, era o porta-aviões operacional mais antigo do mundo e a última unidade operacional do projeto “Frota Leve”, da Segunda Guerra Mundial.
Apesar das tentativas de preservar o porta-aviões como um navio-museu e após vários leilões fracassados (incluindo uma listagem no eBay), o Minas Gerais foi vendido para sucata em 2004 e levado para Alang, na Índia, para desmantelamento.
Já ouvi casos de prostitutas, inclusive no estado de São Paulo, que conseguiram sucesso na vida, passando a seguir a ajudar e a ser caridosa.
E o caso da Maria Boa talvez seja mais uma prova de que podemos sentir orgulho de quem venceu imensas barreiras sociais e escolheu seu sucesso para estender as mãos aos mais necessitados.
Em resumo, ela evoluiu pessoalmente e teve a coragem, bem como a capacidade humana de transformar a sua própria realidade e a dos outros.