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NO TEMPO DAS NORMALISTAS

Comentário sobre a postagem MEIO DO MÊS, FINAL DA SEMANA

Osnaldo:

Lembranças do saudoso Nelson Gonçalves…

Minha irmã era normalista (Colégio Santa Gertrudes, Olinda).

Curioso era o anel de formatura: Tinha uma Pérola no meio rodeada por uma Safira, uma Ametista um Brilhante, uma Esmeralda e um Rubi.

A Pérola representava “Pelo” e as demais pedras formavam a palavra SABER.

Naqueles tempos as pessoas saiam do 2º grau com uma profissão, como professora primária, técnico de contabilidade etc.

Hoje as pessoas terminam o 2º grau sem saber interpretar um texto.

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ÀS ARMAS, CIDADÃOS !

Comentário sobre a postagem PÁTRIA ARMADA BRASIL !

Osnaldo:

Esses mesmos lacradores que enaltecem tanto a França e o seu hino, deveriam entender pelo menos um pouco de francês.

Está lá no hino:

Aux armes citoyens!
Formez vos bataillons!
Marchons, marchons

Às armas, cidadãos!
Formai seus batalhões!
Marchemos, marchemos

Aliás praticamente todos os hinos que conheço são de guerra.

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UM TEMA LÍRICO, ECOLÓGICO, POÉTICO

Comentário sobre a postagem E VAMOS FALAR DE FLAUTULÊNCIA

Marcos Mairton:

Lá no cabaré do Berto
O peido virou assunto
No dia, eu não tava junto,
Nada acompanhei de perto.
Mas me deram como certo
Que muita gente peidou,
Teve peido que estrondou
E peido silencioso
Agora, peido cheiroso,
Garanto, ninguém soltou.

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RESPEITÁVEL PÚBLICO, RESPEITÁVEL CIRCO !!!

Comentário sobre a postagem CHAMAR PELO NOME CERTO PASSOU A SER ERRADO

Paulo Terracota:

Chamar a CPI dos três patetas de circo é uma ofensa aos profissionais do Circo.

Profissionais que todos nós, guardamos com muito corinho, nas memórias de nossas infância.

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UM LEITOR BOM DE SERVIÇO

Comentário sobre a postagem DEPOIS DOS 50

Welinton Alencar:

Tenho 67 anos, bem vividos.

Quando você era rapazola (1980), eu já vendia adubo MANAH aí por estas bandas da Cidade Morena .

Garimpei diamante no Buraco da Mundica, entre Poxoréu e Dom Aquino, no Mato Grossão.

Plantei e fiscalizei o plantio de seringueira em Sinop, na Vera, em Santa Carmem e derredores.

Tirei leite, criei suínos em Trindade, GO.

Até 7 anos atrás, trabalhei em cima de um trator grande, (de lâmina), gradeando e plantando capim na Mãe Preta (Tocantins).

E cuidei de um rebanho de novilhas na primeira cria, curando umbigo de bezerro no pasto, serviço que segundo um amigo separa os homens dos meninos .

Tomei uma decisão, pois aprendi que temos limites. Faço mais estas duas coisas não.

Aqui na Garça Branca, Sertão de Irecê, Bahia, meu serviço é ligar e desligar dois conjuntos fotovoltaicos irrigando mamona.

Tem dois pedaços de terra pronta para área.

O trator tá quietinho ali no canto, até eu encontrar um bom tratorista.

Mas ficar sem fazer nada, também enferruja.

Inventei de tempos para cá de produzir mel de Apis,  mel Sertanejo.

E vou tocando a vida.

Mas “de leve”.

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LEITOR SUSPENSO PELA DITADURA FEICIBUQUIANA

Comentário sobre a postagem TANTO QUEIMAM ROSCA QUANTO QUEIMAM BANDEIRA

Wilson Roberto Pereira:

Acreditam que o Facebook me suspendeu por 30 dias porque compartilhei essa notícia?

É a ditadura que acha bonito dar o rabo e queimar bandeira, mas é antidemocrático mostrar a putaria que foi aplaudida, festejada e gravada…

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O EDITOR SE AMOSTRANDO DE NOVO

Comentário sobre a postagem O EDITOR SE AMOSTRANDO ÀS CUSTAS DO TOGADO

d.Matt:

Para mim, o maior valor dos livros do Berto, é que eles são escritos em Brasileirense, i. é., todos os escritores escrevem em português, mas muito poucos escrevem em brasileirense como Berto, como o Suassuna, como Veríssimo, p/ex.

Escrevem dentro da nossa realidade e criam um mundo “original e todo seu”, que nós entendemos e aplaudimos pois também é todo nosso.

Se alguém me pergunta se gosto de Machado de Assis eu digo que não, como leitor brasileiro, pois prefiro algo mais terra a terra, com todo o linguajar e acontecimentos bizarros típicos da nossa brasilidade.

Dos nossos valores e defeitos que fazem parte da nossa realidade.

Já li e reli todos os livros do Berto e os tenho todos autografados que guardo como relíquias literárias.

* * *

Nota do Editor:

Êita peste!!!

Fiquei foi ancho com essa apreciação do amigo d. Matt sobre minha modesta obra.

E como num sou Besta, já vou aproveitar pra fazer o meu comercial:

Quem quiser adquirir qualquer um dos meus livros, basta entrar na página da Editora Bagaço, clicando aqui

É tudo baratinho, baratinho.

Cada volume mais lindinho que o outro!!!

O Editor amostrado fazendo pose com seus livros

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JURISPRUDÊNCIA CANINA

Comentário sobre a postagem UM ANIMAL HUMANO NA DÚVIDA

Marcos André:

Decisão foi proferida em caso de cachorros vítimas de maus-tratos, que foram considerados sujeitos de direito. (as ONG REPRESETARAM OS CÃES)

A inusitada decisão foi proferida pelo TJPR, que considerou cães vitimas de mau tratos.

Advogadas de uma ONG protetora de animais, entraram com ação representando os dois cachorros contra os donos, que foram veranear.

Ao verificarem as denuncias, constatou-se os maus tratos (presos, ao relento, sem água e comida) apresentavam ferimentos (popularmente conhecido como bicheira), os donos foram condenados a indenizarem os pets (o editor adora estes palavriados “istrangero”) em danos morais no valor de 2 mil pra cada pet + 300 reais para ração e médico veterinário, até que encontrem outro dono.

Na 1ª instancia o juiz extinguiu o processo, sem análise de mérito.

Pelo código civil animais são considerados coisas e que só seres humanos possuem per personalidade e capacidade para postular na justiça.

Inconformada, a ONG recorreu à 2ª instancia. Os desembargadores do TJPR acataram a tese de que animais não são coisas e possuem, sim, dignidade própria.

Basearam-se no STF (ADI 4.983), e no STJ (REsp 1.115.916 e Resp 1.797.175).

Para a defesa, “pessoa não é sinônimo de ser humano e personalidade não é atributo exclusivo do ser humano”.

“O conceito de pessoa, para o Direito, é o ente que possui personalidade jurídica. Personalidade jurídica, por sua vez, é a aptidão ou capacidade de um ente para possuir direitos e/ou deveres”, assinalaram as advogadas.

Elas citam o Código Civil de 2002, que instituiu que, no Brasil, existem dois tipos de pessoas naturais: as humanas e as não-humanas.

Os desembargadores do TJPR deram provimento ao recurso acatando a tese de que animais podem, sim, figurar no polo ativo (entrar com uma ação. Polo passivo (sofrer uma ação).

Será que algum dia os cães irão reclamar da forma de como se afere a temperatura deles???

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A felicidade canina traduzida num arreganhado sorriso