CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

NACINHA – CUIABÁ-MT

Notícia urgente, meus queridos amigos:

Bolsonaro testa positivo para a reeleição!!!

Ele já contaminou o Brasil inteiro com um vírus chamado Patriotismo-22.

E hoje devemos comemorar 1.000 dias de governo sem projetos criminosos de poder, sem roubalheira sistêmica, sem ideologia de gênero, sem apologia ao crime, sem mentiras, sem frescuras, sem corrupção, sem roubalheira.

Nunca pensei que um presidente do Brasil fosse me causar tanto orgulho de ser brasileira!!!!

Um beijo para todos vocês, minha gente querida!!!

J.R. GUZZO

POLÍTICA BRASILEIRA DEU NOVO SIGNIFICADO À PALAVRA ÓDIO

Manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro, no último dia 12, foram um festival de discursos de ódio

Uma das coisas mais prodigiosas da vida política atual do Brasil é o significado dado à palavra “ódio” pelos donos do grande mundo oficial – em particular o Supremo Tribunal Federal, no seu papel de manter o país seguro para o exercício da democracia. No resto do mundo, cinco continentes afora, “ódio” quer dizer algo muito preciso, definido exatamente da mesma forma em centenas de dicionários diferentes; basicamente, trata-se da aversão, da raiva e da repulsa extremadas, um sentimento com caraterísticas comuns e que pode afetar, sem distinções, qualquer ser humano vivo.

Numa determinada porção do planeta, porém, a que vai do Oiapoque ao Chuí, “ódio” quer dizer outra coisa. A palavra, aqui, exprime as sensações negativas de apenas uma parte da população; não está aberta a todos. Resultado: uns sentem ódio quando se comportam de um determinado jeito. Outros não sentem, de forma alguma, mesmo se comportando exatamente da mesma maneira. É assim que “ódio”, para a autoridade pública brasileira e para o mundo que vive pendurado nela, só pode ser sentido e praticado por seguidores extremados do presidente Jair Bolsonaro. Os outros, façam o que fizerem, não odeiam.

Até uma criança de dez anos sabe que, segundo determinam o STF, o inquérito das “fake news” e a elite encarregada de pensar por todos, você pode arrumar um problema e tanto se disser, por exemplo, que é a favor de fechar toda essa geringonça que leva o nome de “instituições” – e jogar a chave fora. Do mesmo jeito, é terminantemente proibido o sujeito dizer que é a favor de coisas como o AI-5, ou que gostava do regime militar. Nem queira tentar; o ministro Alexandre Moraes manda a sua polícia prender na hora.

Agora: se alguém escrever que quer que o presidente da República morra, de covid ou de soluço, não há problema nenhum – aí não é mais ódio. É o que, então? Melhor não perguntar ao STF.

Vai ser considerado como mais uma contribuição ao debate democrático, assim, o acesso de furor que um militante de esquerda e que se apresenta como historiador acaba de fazer pelo Youtube – a rede social que está 24 horas por dia na mira do STF. Numa reunião do Sindicato da Construção Civil de Fortaleza o homem disse que os brasileiros precisam “odiar” e “querer cuspir” na “burguesia”, nos patrões e até, vejam só, nos ministros do STF. Uma das principais tarefas do militante político moderno e consciente, disse ele, é “estimular o ódio de classe”. A coisa vai por aí afora. No fim, declamou que sem o ódio não será possível falar de “revolução” no Brasil.

Como se vê, o orador caprichou: disse a palavra “ódio” com todas as letras, de sua própria voz, três vezes, e só aí. No resto do planeta, obviamente, um negócio desses seria considerado discurso do ódio, como se diz na mídia e na vida política brasileiras. Aqui não é nada.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MAURO PEREIRA – ITAPEVA-SP

Quem será por ti, América Latina?

Esse desvario que devasta política, moral e ideologicamente o Brasil, é consequência da ação nefasta de importantes lideranças políticas da América Latina, mais notadamente os ex-presidentes de Cuba e do Brasil e do presidente da Venezuela. Inspirados nas almas penadas de Fidel Castro e Hugo Chaves – que teimam em vagar pela imensidão do centro-sul americano arrastando as horripilantes correntes do caos – deliram a céu aberto buscando a concretização da utopia feudal bolivarianista denominada Pátria Grande.

Cada troca de afagos entre Raul Castro, Lula da Silva e Nicolás Maduro significa um distanciamento relevante entre a América Latina e a mais ínfima esperança de avanço democrático e de desenvolvimento social. Cada gentileza retribuída (entre eles) é a certeza de que avançamos com celeridade para os mais profundos grotões do subdesenvolvimento e, quando sorriem, no mais das vezes manifestam o júbilo de terem sufocado o grito daqueles que ousaram gritar por liberdade. São virtuosos apenas em manipular a verdade e vesti-la de acordo com os seus projetos e interesses, quase sempre escusos. Não há uma mentira que não saibam usar com extrema maestria. São até mesmo capazes de trajá-la com as vestes da verdade.

Exímios intérpretes da empulhação, falam de democracia com a mesma naturalidade que defendem a legitimidade da criminalização da opinião e do pensamento, e não se dão ao trabalho de ao menos disfarçar a desmesurada vontade de cada um deles de ter uma imprensa para chamar de sua. Têm no esquizofrênico comunismo capitalista praticado pela China, a consumação da farsesca ditadura perfeita! Nos espreita o sinistro alvorecer da democracia de estado!

Juntos, representam a escória do autoritarismo e compõem o mais sinistro trio de ferro que mantém vários milhões de seres humanos submissos ao mais fenomenal atraso. Juntos, sentem-se fortes, poderosos. Porém, cotejados à luz da verdade, sabem que são nada menos que vulgares predadores ferozes de esperanças e usurpadores inescrupulosos de sonhos. Sós, não passam de lideranças falsificadas que sempre estão dispostas a fazer qualquer trambique para se manter no poder, mais notadamente o de enganar a parte mais frágil e vulnerável da população.

Lamentavelmente, tudo indica que não será nesta vida que chorarei (de alegria) por ti alatrinada América, escrava de sua ignorância crônica e refém de sua covardia cômoda. Até quando se submeterá ao vilipêndio imposto pela canalha progressista que sobrevive do seu atraso?

Apesar do tom conformado da minha previsão, deixo registrado o meu alerta àqueles que sonham em ver uma América Latina ereta, livre e decidida a não mais ajoelhar-se a nenhum tirano, pouco importando a coloração de sua bandeira ou o viés de sua ideologia: ainda que o desânimo às vezes teime em assombrar nossos espíritos e busque arrefecer nossa coragem, jamais poderemos nos conceder o direito de desistir. É com isso que a horda conta! É nesse ambiente de prostração que os déspotas se reproduzem!

Se não o teu povo, quem será por ti, América Latina?

DEU NO JORNAL

NO FUNDO DO FUNDO

Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), a inflação no Brasil vai “cair continuamente” até atingir o centro da meta até o final de 2022.

E a dívida pública também deve cair sete pontos percentuais no período.

* * *

Esse tal de FMI num dá uma dentro.

Pois este órgão internacional (tá lá na sigla), vai ser desmoralizado aqui no JBF ainda hoje.

O ilustre comentarista fubânico Ceguinho Eduardo  vai desmentir essa notícia aí de cima já, já.

Ceguinho Eduardo, que costuma abreviar seu nome para C Eduardo, mora em Paty do Alferes,  bem próximo de Petrópolis, onde reside o Ceguinho Teimoso.

Vamos lá, C Eduardo: bota no fundo do Fundo.

Enche aí a área de comentários com números, dados e estatísticas pra desmoralizar a afirmação do FMI.

Ficamos no aguardo.

O incompetente Monetary Fund vai tomar no fundo

GUSTAVO GAYER

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MARCOS MAIRTON – BRASÍLIA-DF

Berto,

agradeço pelas dezenas de acessos que chegaram ao meu canal no YouTube no fim de semana, em consequência da postagem musical da nossa coluna.

Aproveito e convido os leitores do JBF para conhecerem outros vídeos e se inscreverem no meu canal.

É só clicar aqui.

Lembrando sempre que o grupo que aparece me acompanhando na postagem passada não toca apenas samba.

Olha nós aí fazendo cover do Gianluca Grignani:

PERCIVAL PUGGINA

COVEIROS DA LIBERDADE

Já vivi períodos de democracia. Já provei tempos de esperança, desesperança, autoritarismo, ditadura. Cruzei por crises e bolhas. Nunca, porém, exceto quando viajo a Cuba, me senti sob tensões inerentes a um regime totalitário.

É importante perceber as diferenças. Nos governos autoritários e nas ditaduras, a opressão é atributo do presidente, do líder máximo, daquele que enfeixa a autoridade ou o poder absoluto. As demais instituições do Estado o seguem ou servem. A imprensa é objeto de censura, inibida ou proibida de criticar o governo.

O que estamos vivendo é diferente. Acusado de ser um “ditador”, o presidente legítimo da República sofre severa e majoritária oposição do Congresso e a ela se submete. Recebe antagonismo frontal, cumpre ordens mesmo se esdrúxulas e acumula interferências do STF em seu governo. É cotidianamente atacado, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, pela quase totalidade dos grandes meios de comunicação do país. Expressa sua indignação, muitas vezes de modo grosseiro, mas jamais prendeu um jornalista, censurou um veículo ou recolheu uma edição seja lá do que for.

Como se vê, fica difícil diante desse quadro reconhecer a narrativa lançada ao mundo pela mídia e pelos partidos de esquerda a respeito dos momentos opressivos que estamos a enfrentar em nosso país. Nesse concurso de narrativas, em cuja plateia sentamos como cidadãos consumidores de informação, resulta impossível desconhecer a falta de sintonia entre as mentiras contadas e a realidade vivida.

Sim, há opressão. Sim há medo no ar. Sim, a democracia, constrangida, está em licença. Sim, as idéias consagradas nas urnas de 2018 são recusadas por instituições da República. Sim, a vontade popular é objeto de desprezo, a voz das ruas renegada e quando se expressa não é ouvida. Sim, a Constituição é ruim, mas muito pior é o que fazem com ela! Sim, há censura, mas por ações concretas do STF. Sim, temos jornalistas presos, não pelo governo, mas pelo Supremo. Sim, há também uma censura privada, nas plataformas das redes sociais, em parte por conta própria, em parte por ordens judiciais. Como em Cuba, há jornalistas presos, um deles em greve de fome, como em Cuba. Mas aqui, presos e censurados são apoiadores do presidente…

A tudo, o Congresso Nacional consente, incapaz de cumprir seu papel, por temor e ciência das vergonhas de tantos de seus membros. Aliás, a maioria se vale das condições inerentes ao totalitarismo em curso para aprovar qualquer coisa em benefício próprio e em favor da impunidade dos corruptos e dos ímprobos. Não é assim nos totalitarismos?

Selando a trama sinistra, cai sobre tais malefícios o silêncio da mídia militante, que só tem um assunto, um alvo e um objetivo: descarregar os males de uma democracia irreconhecível e o absoluto descrédito em que mergulharam as instituições sobre a pessoa do presidente da República.

Com quanto pesar escrevo este pequeno diagnóstico, pedindo a Deus que suste as mãos das quais saem os golpes contra a liberdade de seus filhos!

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

OSNALDO PEREIRA DE ARAUJO – BRASÍLIA-DF

Fala-se muito na escassez de alimentos no Reino Unido.

Vejam o que eu li no site da National Public Radio (a emissora estatal norte-americana):

Os dias de escassez de papel higiênico podem não ter acabado ainda: a Costco (grande rede de supermercados dos Estados Unidos) anunciou novos limites para a compra de certos itens domésticos conforme os problemas da cadeia de suprimentos atormentam a empresa e a variante delta se espalha.

A empresa está colocando “limitações em itens-chave”, como papel higiênico, água engarrafada e suprimentos de limpeza, para que possa atender a qualquer aumento na demanda devido ao aumento do COVID-19, disse o diretor financeiro da Costco, Richard Galanti.

Os comunistas ainda tentam criticar a política econômica do Presidente Bolsonaro e culpá-lo pela elevação dos preços dos alimentos. Melhor tê-los mais caros do que não tê-los.

Quando se tem um produto de exportação e a demanda externa é muito grande, a tendência é que os preços internos sejam pautados pelos preços externos, simples assim.

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

ALEXANDRE GARCIA

LANÇANDO MODA

Criticaram Bolsonaro porque ele comeu pizza na calçada em Nova York, como é de costume dos americanos, mas acharam que aquilo foi um vexame. Resultado: o nosso presidente lançou moda entre chefes de Estado que visitavam a ONU.

O presidente da Polônia, Andrzej Duda, no dia seguinte já foi para a calçada comer pizza porque viu a repercussão que teve o gesto de Bolsonaro. Até Vladimir Putin, presidente da Rússia, comprou sorvete e foi se deliciar com o sorvete na calçada de Nova York.

Bolsonaro ainda almoçou no Dia do Gaúcho, 20 de setembro, também na calçada, na frente da churrascaria Fogo de Chão. Inclusive a SEO do restaurante foi quem serviu o presidente e depois soltou uma nota respondendo às fofocas do noticiário brasileiro dizendo que teve muita honra de atender o presidente.

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Na CPI da Covid

A atração da semana na CPI da Covid vai ser o depoimento, na quarta-feira (29), do empresário Luciano Hang, das lojas Havan. Agora ninguém entende a razão disso. Hang não comprou e nem vendeu vacina alguma. Tampouco negociou aqueles 300 respiradores para o Consórcio Nordeste pagos com R$ 48 milhões de dinheiro público e que nunca foram entregues. Também não andou fazendo contrato superfaturado de hospital de campanha ou de venda de equipamentos de proteção individual.

Então qual a razão desse depoimento? Por que desrespeitaram a memória da mãe de Hang na semana passada? Ah, porque ele apoia o presidente da República. Mas esse não é o objetivo da CPI. O objetivo da comissão é investigar o que aconteceu com o dinheiro público na pandemia. Mas está investigando? Não, está mais preocupada em investigar a vacina indiana Covaxin que nem sequer foi comprada pelo governo brasileiro. Agora, Luciano Hang vai estar lá na quarta-feira, pronto para responder aos senadores.

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Bolsonaro testa negativo para Covid

O presidente Jair Bolsonaro testou negativo para Covid-19, informou neste domingo (26), o Palácio do Planalto. Ele já teve Covid, mas se tratou e se curou. Ele fez o exame por precaução depois que alguns membros da comitiva presidencial que viajou a Nova York para a assembleia da ONU testarem positivo para a doença. Foi o caso do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o deputado federal Eduardo Bolsonaro e agora o presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

A primeira-dama Michelle Bolsonaro, o ministro do Turismo, Gilson Machado, e o ministro Luiz Eduardo Ramos também testaram negativo para Covid-19.

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2 milhões de seguidores

Estou muito feliz com o meu canal de YouTube que de sexta-feira (24) para sábado (25) à noite ganhou 200 mil seguidores praticamente. Saltou de 1,98 milhão para R$ 2,17 milhões. Muito obrigado por todo esse apoio, prestígio e, sobretudo, pela boa companhia de vocês.