CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ARNALDO BASTOS – FEIRA DE SANTANA-BA

Caro editor do meu blog predileto,

É bom recordar e relembrar.

Como as coisas mudam, não é?

Esta entrevista é histórica.

Publique aí pra conhecimento de todos.

Meus cordais cumprimentos.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ISMAEL GAIÃO DA COSTA – RECIFE-PE

Prezado escritor, poeta e disseminador do bem, Papa Berto.

A cultura pernambucana poderá perder mais um grande acervo.

PERNAMBUCO PERDERÁ MAIS UM ACERVO CULTURAL

Depois de perder as obras do artista plástico pernambucano Abelardo da Hora, cujo acervo foi para a Paraíba, agora nosso estado perderá o acervo de um Patrimônio Vivo de Pernambuco, para o Rio Grande do Norte.

Trata-se do poeta cordelista, xilógrafo e autor de almanaques populares, José Costa Leite.

Nascido em Sapé, na Paraíba, Costa Leite radicou-se em Condado, Pernambuco, a partir de 1955.

Hoje, aos 93 anos, lúcido e ainda produzindo cordéis, Costa Leite estuda a proposta que recebeu do Museu Câmara Cascudo, do Rio Grande do Norte, para que toda sua obra seja preservada lá.

A voz de Costa Leite foi imortalizada, na década 70, em três LPs gravados no Conservatório Pernambucano de Música, nos quais deixou registradas grandes histórias de cordel.

Suas xilogravuras rodam por todo o mundo, assim como seus cordéis que também têm fama internacional.

Costa Leite ainda escreve quase diariamente, apesar da idade. Semanalmente vem ao Recife entregar originais ou receber edições produzidas na Editora Coqueiro.

Independentemente de quem imprima seus cordéis, todas as publicações autorais recebem o selo A voz da poesia nordestina, de José Costa Leite. As quais exibem na capa, xilogravuras do próprio autor.

No campo da astrologia, continua escrevendo o Almanaque e Calendário Nordestino, distribuído para todos os estados do Nordeste, Rio de Janeiro e São Paulo.

Costa Leite já publicou mais de 500 cordéis, além dos muitos manuscritos inéditos que guarda nas gavetas, mas não tem ideia da quantidade exata de suas publicações.

Andarilho da Literatura de Cordel, Costa Leite mantém viva essa tradição, tendo conquistado, merecidamente, o título de *Patrimônio Vivo de Pernambuco*.

Hoje, lamentamos que seu acervo seja encaminhado para um museu do Rio Grande do Norte, por não haver recebido proposta para preservação no Estado de Pernambuco.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JOÃO ARAÚJO – MUNIQUE – ALEMANHA

Prezado Berto,

Tudo certinho por aí?

O poeta Rogério Menezes traz uma reflexão serena e positiva sobre a situação da PANDEMIA.

Elaborou magistralmente versos para falar sobre este assunto tão delicado da atualidade e que, ao fim das estrofes, carrega uma mensagem de ESPERANÇA para todos nós.

E para os leitores que quiserem acessar o link de inscrição no meu canal é só clicar aqui

Obrigado, muita saúde, um forte abraço a todos e até a próxima declamação.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ARTHUR TAVARES – SÃO PAULO-SP

Prezado Mestre,

Escrever ou não, eis a questão

Como você sempre diz, aparece DE TUDO nesta gazeta.

Sempre achei que você tinha razão, mas e sempre existe um mas, nosso pessoal anda exagerando.

Como nossos companheiros são muito gentis, apareceu uma fubana simpática, Belarmina Maria, apoiada por alguns, (dois para ser mais exato), dos nossos ilustres colunistas, na coluna do Marcelo Bertoluci (Protecionismo), dando pitacos e sugerindo que eu teria a capacidade de escrever uma coluna nesta prestigiosa gazeta.

Uau………. surpresa ..!!!.

Como aprendi aqui a descrever em palavras minhas emoções – fiquei ancho que só a bixiga lixa – com esta sugestão e ao mesmo tempo preocupado com as consequentes implicações.

Como a leitura é um dos meus passatempos favoritos, fico curtindo nossa gazeta praticamente em todas as colunas e quase todos os comentários. 

Quando o tema mexe com minhas emoções e/ou experiências vividas, e se existe tempo, faço algum comentário, as vezes tranquilo e outras vezes bastante “revortado”.

Já tinha pensado anteriormente como deve ser legal escrever e agora em função de algumas chantagens emocionais desses colegas, generosos e altruístas sou obrigado a repensar as questões que tornam esta missão, pra mim, impossível.

Na minha opinião escrever exige que a pessoa tenha alguns pré requisitos, que realmente não tenho, ou pelo menos não tenho em quantidade suficiente para tentar esta empreitada.

Nem sei se é assim, mas vejo que é necessário.

Primeiro, a inspiração e criatividade para definir o tema, seu título (que deve ser interessante e provocar curiosidade) e o roteiro a ser desenvolvido, com inicio, meio e fim coerentes.

Segundo, a paciência e organização para as pesquisas que devem ser profundas, corretas e compromissadas com a verdade dos fatos e/ou com os sentimentos envolvidos e/ou com a credibilidade de tornar o “causo” ou a história minimamente crível ou no mínimo divertida/emocionante, mesmo que seja dado asas a uma imaginação sem limites.

OBS: Não pode ser como o Goiano que inventa números, falseia situações, faz conclusões inconsistentes e pior, apaixona-se pelas pessoas erradas… 

Percebemos sua inteligência e bom humor, mas fica claro que é um mentiroso contumaz… rsrsrsrrs

Terceiro é a articulação e o tratamento minimamente razoável com nossa língua portuguesa, e assim fico desabilitado pois, minhas notas na escola, em português, foram sempre de ruins a imprestáveis.

Quarto é o tempo necessário para a criação, a pesquisa, a escrita e a revisão, onde paciência e atenção são fundamentais. Em função de uma familia estar com quase zero de mobilidade a exigência com os cuidados são praticamente 24 horas/dia, 7 dias/ semana

Quinto é o compromisso, seja ele amador ou profissional, deve ser respeitado além de qualquer ingerência externa, excetuando-se a incapacidade total ou a morte.

Sexto é a capacidade de ensinar, divertir ou emocionar

Portanto mestre e colegas obviamente sinto que não me enquadro em algumas delas, seis para ser mais exato e portanto fico muito feliz pela sugestão e apoio mas absolutamente tranquilo de que serei compreendido por não aceitar esta missão e mais tranquilo ainda por saber que não haverá mortes em minha “capivara”, função desta decisão.

Continuarei me divertindo, me emocionando e desabafando no acompanhamento QUASE diário deste pessoal fantástico, excetuando-se o Goiano que é PTista fanático.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JACOB FORTES – BRASÍLIA-DF

UMA RAIZ DE SAUDADE

Os longos anos decorridos, desde o alvorecer da primavera até hoje, ainda não se dispuseram a obsequiar o escritor Vicente Guia com um prestimoso favor: libertar uma raiz de saudade alojada nos seus pensamentos.

Quando a ditadura da evolução tangeu seus pais, José e Luiza, camponeses, do seu recanto costumado, para fazê-los apear em outro destino, uma urbe envernizada de asfalto, à mão levaram todas as suas crias, infanto-juvenis. Consternados, partiram todos. Na bagagem, o pesar de haverem deixado para trás coisas que muito lhes significava: a lavra da terra, o ranchinho, cheio de algazarra, que José ergueu a adobe; a roseira que Luíza plantou. A meninada, sentidamente, mastigava seu lamento surdo com a perda das mais apetecíveis formas de recreação que lhes eram habituais: brincadeiras a pés descalços, à moda do tempo.

Até o bolero, que fazia parte da família, ficou para trás. Na hora do adeus, bolero afundou sobre os seus amos, retirantes, um olhar comprido e interrogativo, como a inquiri-los se retornariam à saudosa querência; fitou-os até desaparecerem na curva da estrada. No papel de cadillac de pobre, bolero transportou, por anos a fio, mulheres e crianças por variadas paragens sertanejas sem jamais negligenciar o código de postura que lhe regia a conduta. De volta à casa, bastava que lhe soltassem a rédea, ele sabia o caminho.

Os haveres de José eram tão pouco que pôde acomodá-los no bolso de trás. Quanto a grande desconsolação de Luiza por haver-se separado de sua roseira, confortou-se na força das suas preces que as levou na mente.

O rancho, onde a vida exuberou-se, acometeu-se de soledade; se fez albergue de morcegos, estiolou-se, degradou-se. A ação deletéria do tempo fê-lo ruir, desapareceu da paisagem real e transferiu-se para o imaginário. Sequer uma cicatriz de tapera sobrerrestou.

Mas, para não enfadar o leitor com histórias compridas que mais se assemelham a explicações de um gago, ponho um ponto final neste retalho de saga.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

LUIZ CARLOS – RIO DE JANEIRO-RJ

Nobre Editor Berto do Jornal da Besta Fubana e leitores.

Solicito-lhes a gentileza e a paciência em assistirem esse vídeo, pois o mesmo dura uns 15 minutos.

Trata-se de uma aula cujo assunto tratado seria sobre substantivo.

Foi publicado pelo “Escola Sem Partido” através do seu fundador o Sr. Miguel Nagib.

Acredito que possa servir de alerta, principalmente para os pais que tem seus filhos como alunos dessa Escola.

Existem vários exemplos idênticos pelo Brasil todo.

Este aconteceu no Nordeste. Na encantadora Cidade de Guarabira-PB, em um colégio particular.

Como podemos combater essa doutrinação esquerdopata comunista que já dura mais de três décadas?

Agradeço pela atenção na publicação do mesmo.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MARCOS MAIRTON – BRASÍLIA-DF

Queridos amigos fubânicos,

Agradeço a participação de cada um de vocês na minha live de aniversário.

Não consegui responder cada uma das mensagens que vocês enviaram, porque chegavam muitas ao mesmo tempo, e a equipe dedicada a anotá-as e repassá-las a mim era pequena.

Chegando a mim uma mensagem do Dom Quixote, imaginei que havia muitas outras e fiz um “salve geral” aos fubânicos.

Depois que terminou, eu soube que teve até mensagem do Papa e da Papisa Berto.

Perdoem-me então as omissões.

Gostaria de acrescentar, para quem não conseguiu assistir, que o vídeo continua disponível.

Clique aqui para acessar.

Muito obrigado e abraços a todos!

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

PEDRO MALTA – RIO DE JANEIRO-RJ

DESAFIO “ENIGMA SCRAMBLEX” 3

O desafio chamado “ENIGMA SCRAMBLEX “ foi criado com o objetivo de melhorar o QI dos seus usuários.

É simples , atrativo, desafiante e seu maior benefício é divertir com educação.

Enfatizo que a concentração utilizada na sua prática diária, vai nos distanciar da doença de Alzheimer.

Veja como é o enigma :

Uma palavra lhe é apresentada com as letras embaralhadas e o desafio consiste em descobrir qual é a palavra.

Um exemplo:

A,C,I,I,L,O,P = POLÍCIA

O desafio de hoje está abaixo e a resposta você conhecerá em mais alguns dias.

1 – A , G , L , L , O , B

2 – G , A , Í , L , U , N

3 – I , O , I , R , R , É , T , C

4 – I , E , E , L , T

5 – T , T , L , S , A , A , E

* * *

RESPOSTAS DA POSTAGEM ANTERIOR:

1 – L , O , Í , D , N , E – ÍNDOLE

2 – E , E , E , T , P , R , M , N – PREMENTE

3 – C , S , A , B , R , U , L , E – BURLESCA

4 – M , U , S , A , S , E , P – ESPUMAS

5 – A , D , O , T , L , R , E – LETRADO

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JACOB FORTES – BRASÍLIA-DF

PROCURA-SE UM MATEMÁTICO

Procura–se um matemático que possa encontrar resposta para a seguinte equação.

Em qualquer praia da Bahia, Ceará ou Alagoas, um coco d’água custa entre cinco a dez reais.

Em contraposição, as três barracas de coco, localizadas às margens da BR 040, próximas ao Núcleo Bandeira, DF, (avizinhadas do aeroporto de Brasília), defronte ao meu CEP, Park Way, cobram dez reais por dez cocos.

Aritmeticamente falando cada coco custa apenas UM REAL.

Elementos da intrincada equação para serem pesados:

1. Esses cocos, vendidos em Brasília por apenas um real, são procedentes dos municípios praianos da Bahia, Ceará, Alagoas, enfim do Nordeste;

2. Chegam a Brasília não pelo modal ferroviário, mas no lombo de carretas movidas a Petrobrás e muita sola de sapato para percorrer a grande distância entre o Nordeste e Brasília, DF;

3. Esses cocos, de um real, não são falsificados pois não há nenhum sinal de que tenham sido furados para serem engarrafados em Brasília;

4. Se esses cocos, da lavra do litoral nordestino, são vendidos em Brasília por apernas um real, é porque alguém está lucrando sobre um produto que deve ter custado, no coqueiral, estimativamente, vinte a trinta centavos, cada.

À vista do exposto, manda a curiosidade, — de quem comicha por saber o teor de uma carta fechada —, que se identifique alguém, um matemático, um atuário, que possa decifrar esse enigma, a razão pelo qual uma água de coco custa, nas praias nordestinas, a “desprezível” importância de cinco a dez reais, cada. Não havendo uma explicação por via das ciências exatas, resta invocar o ocultismo, o esoterismo, enfim as artes divinatórias, quiromancia, etc.

Disse-me um palpiteiro que de duas ocorre uma: ou os vendedores nordestinos de água de coco desconhecem o princípio do giro rápido da mercadoria, ou nutrem o equivocado entendimento de que turistas e banhistas (os que pagam dez reais por um coco d’água) são por essência: idiotas, dementes ou desabotinados. A bem dizer, não são loucos, mas, para os vendedores de coco, fazem o que o doido faz.

É preciso ter muito juízo para ser louco de pedir dez reais por uma água de coco, no terreiro da fábrica de coco.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ISMAEL GAIÃO DA COSTA – RECIFE-PE

Prezado amigo Papa Berto,

Tenho a felicidade de lhe informar que meu soneto, SER HUMANO, foi um dos trinta selecionados e recebeu Mensão Honrosa, entre 997 poemas inscritos no 1° Concurso de Poesia da Academia Montes-Clarence de Literatura, Montes Claros – MG, Poesia em tempos de Quarentena.

E foi o único selecionado do estado de Pernambuco.

Ficaria muito feliz de vê-lo publicado no nosso querido e tão prestigiado Jornal da Besta Fubana.

Um forte abraço.

SER HUMANO

Esse clima de horror, tão obscuro,
Colocou-nos num mundo em aperreio.
A mãe terra ficou com ar mais puro,
Vendo a flora e a fauna sem receio.

Ser poeta é viver em devaneio,
Enxergando pro mundo um bom futuro,
Mas por tudo que vejo, eu já não creio,
Que o planeta terá lugar seguro.

Nesses dias do tal distanciamento,
O desejo é sair do sofrimento,
Mas curar todo o mal é ledo engano.

De que forma teremos esperanças?
Que futuro daremos às crianças?
Se o problema da terra é o ser humano?