CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

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SCHIRLEY – CURITIBA-PR

Tarde de sol em Curitiba com previsão de ventos fortes e temporais.

“O DISCURSO MAIS FASCISTA DE LULA”

Esse é o título do vídeo do Gustavo Gayer que o Berto ainda não publicou mas com certeza o fará logo.

Logo abaixo do vídeo Gayer coloca: LULA faz discurso fascista e IMPRENSA E ESQUERDA APLAUDEM (grande novidade).

Um vídeo que precisamos compartilhar o máximo que pudermos.

Agora quero deixar aqui uma frase de Joseph Pulitzer (1847-1911) que retrata a imprensa de hoje:

“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”.

Portanto leitores, temos que cada vez mais deixar de ler, ouvir ou assistir esse tipo de imprensa.

Uma belíssima tarde a todos.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

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JACOB FORTES – BRASÍLIA

VENDEDOR DE ORAÇÕES

Era a antevéspera do malfadado tsunami covidiano quando visitei uma possante feira popular, plena em rebuliços e pregões bem gritados para ressoar ao ouvido de todos. Ali deparei-me com um vendedor de orações, um homem fogoió, bizarro, a bem dizer estrambótico. Sua singular esquisitice (mal-amanhado, corpo pesado, papadas pletóricas, cabeleira e barba descompostas) parecia não combinar com sua imperturbável mansuetude e modos beatos que lhe conferiam ares de santidade. (Quis a Suprema Providência que certos atributos humanos, a exemplo da bondade, do amor, não proviessem dos aspectos exteriores: aparência, indumentária, cabelos, mas brotassem de territórios ocultos, insondáveis).

Esse propagandista da fé, que atendia pelo apodo de “Louro”, apregoava, em tom de veracidade, que as tais orações, quase de salvação, cada qual com seu propósito, eram de virtudes prodigiosas; acudiam aos mais diversos embaraços. Cada prece correspondia a um patrono, dentre eles Santo Elesbão. A cada dezena de orações havia um frasco contendo água benta para ser espargida no interior da residência como recurso para repelir a entrada do “sujo” ou quaisquer dos seus emissários satânicos.

O “Louro” tinha particular predileção pelo miserere que prometia sono bem dormido: (“Nesta cama me deito, desta cama me levanto, a virgem nossa senhora me cubra com seu manto”). Mas não se podia descuidar de certos rituais sob pena de prostrar os efeitos das orações: umas haviam de ser penduradas ao pescoço do suplicante, em forma de escapulário, outras ao cós da saia, e assim por diante, além de serem proferidas devotamente.

Nas palavras do “Louro” os santos se esmeram em atender tolerantemente todos os pleitos, requerimentos e cartas de empenho.

E eu, criatura escassa, que não ouso contraditar a existência de Deus, sequer o poder das orações, (isso fica para os ateístas), tratei de adquirir não apenas uma, mas o maço completo: uma dezena. Afinal, além de espiritualizado também sou crendeiro brasileiro. Ademais, e para não incorrer em ofensa, acatei a tese da prudência: não povoar a mente com insinuações dubitativas acerca de temas sobrenaturais.

Apesar do peso dos meus pecados, as orações, quando as invoquei durante as minhas horas de apertura, se houveram prestimosas; emprestaram o melhor do seu adjutório. Essa constatação torna inconsistente a acusação que recaía sobre a pessoa do propagandista da fé. Rumores davam conta de que as orações não passavam de uma impostura, digamos um embuste, engendrado por “Louro”, para amealhar alguns tostões.

Mas mesmo que “Louro” se houvesse no papel de vendilhão de preces fementidas, atitude evidentemente censurável, isso ainda seria menos reprovável do que laborar no lamentoso expediente da mendicância, ou, pior, na prática das torpezas e do crime.

E assim são os sucedidos quando se põe o pé na estrada. Na estrada, além do pó, há de tudo, do trivial ao insólito, inclusive vendedor de orações. (“Em todos os tempos há de haver uma novidade que espante os homens, depois habituam-se”, Saramago).

E já que as orações (que têm o poder de acalentar e aliviar o peso dos fardos) inspiram grande conforto, inclusive para os desesperançados, mantê-las não faz mal. Nesses tempos sublinhadamente turvos, melhor manter a vela acesa das orações que agastar-se, ou amaldiçoar, as trevas. A luz — que insta a esperança, o Natal e DEUS, — consola mais que as trevas.

Tocado pelo dia 12 de outubro de 2021, acontecido anteontem, consagro essas letrinhas à Padroeira do Brasil, e aos brasileiros.

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MAURÍCIO ASSUERO – RECIFE-PE

Prezado Editodos,

nesta quarta feira, 13 de outubro, das 19h30 às 20h30, o Cabaré do Berto reabre as portas para ouvir o colunista fubânico Prof. Fernando Gonçalves.

Ele vai  falar sobre as Significações da língua portuguesa daqui de d’além mar.

Acho que ele deve explicar porque distribuíam picas na bicha.

Convide o pessoal e diga que pra participar basta clicar aqui.

Vamos prestigiar!

O Cabaré abrirá suas portas às 19h25.

Não carece ficar chutando a porta.

Basta chegar nessa hora que nem pega uma bicha.

Abraços e obrigado.

R. Ilustre e competente gerente do melhor cabaré do Brasil: excelente notícia essa reabertura das portas do nosso movimentado e buliçoso antro.

Vai ser ótimo ouvirmos a palestra do renomado colunista fubânico Fernando Antônio Gonçalves, economista e educador, um respeitado intelectual potiguar que foi adotado como filho aqui na terra pernambucana.

Fernando é uma figura relevante que tem vasto e rico currículo.

É um privilégio contarmos com um cabra desse porte aqui nesta gazeta escrota!

Mais uma vez, teremos um grande encontro no dia de hoje, com toda certeza.

Sete e meia da noite a gente se encontra por lá!!!

Até mais tarde.

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JOSÉ ROBERTO – SÃO PAULO-SP

O secretário nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, André Porciúncula, informou na noite de ontem, em entrevista ao programa “Sem Censura”, da TV Brasil, que a Secretaria de Cultura do governo Bolsonaro constatou a existência de mais de R$13 bilhões gastos em projetos não auditados, após receberem recursos do pagador de impostos através da Lei de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet.

30% do valor total desses R$13 bilhões não aditados eram obrigatoriamente gastos com propaganda, dinheiro destinado a jornais, revistas, emissoras de rádio e TV. Outros 15% tinham que ser gastos obrigatoriamente com “assessoria jurídica”.

No total, foram mais de 20.000 projetos não auditados, apesar de terem sido financiados com recursos do pagador de impostos. A descoberta se deve verificação auditada sobre a efetiva realização dos eventos e projetos que captaram dinheiro via Lei Rouanet. As empresas de promoção e produção cultural representavam 10% dos beneficiados e ficavam com 78% dos recursos públicos. Diante disso, o governo decidiu incentivar a descentralização, a fim de que os recursos cheguem aos projetos mais simples.

“Havia uma pequena elite, uma casta, que concentrava todos os recursos públicos da Lei Rouanet”, disse o entrevistado. A nova instrução normativa determina que patrocinadores de projetos culturais cm valor acima de R$1 milhão, com os benefícios da Lei Rouanet, terão de destinar obrigatoriamente 10% de seu investimento para pequenos projetos.

A nova regra também limitará a dois anos o patrocínio obtido com os favores da Lei Rouanet. “A empresa não poderá usar a Lei para patrocinar o mesmo artista ou o mesmo projeto por dez, quinze anos”, disse, ao defender a diversificação de projetos.

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MAURO PEREIRA – ITAPEVA-SP

AS MULHERES DA “PRESIDENTA”

Nessa minha aventura buscando não deixar que a imprensa velha, setores do Judiciário e do Congresso Nacional empurrem para debaixo do tapete do esquecimento a nefasta passagem do PT pela presidência da República, vou tentar relembrar episódios envolvendo mulheres estranhas que (de)formaram a equipe de ministras da presidente Dilma Rousseff. Não me atrevo a afirmar que havia exceção, mas deve ter havido, sempre haverá, até mesmo em ministérios como os formados por Lula e Dilma, reconhecidamente uns dos mais incompetentes e corruptos de nossa história política.

Chamavam a atenção pelo alinhamento tanto no comportamento, quanto na oratória. Até aí, perfeitamente razoável, pois seus espíritos poucos luzentes refletiam apenas a fôrma ideológica que sempre moldou o caráter de cada uma delas. Porém, impressionavam mais pelos semblantes quase sempre carregados que pareciam exprimir todo o ódio que a alma pudesse suportar e o desamor que o coração ousasse acalentar.

A dureza que emanava das faces invariavelmente crispadas daquelas senhoras ainda me leva a considerar que em seus cotidianos ásperos não havia espaço para suavidades fúteis e a acreditar que eram produtos absolutos e acabados do mais avançado estágio da obsessão doutrinária que as despersonalizaram, sintoma superlativado por uma lavagem cerebral ideológica nenhum pouco despropositada que as afastaram de si mesmas e cuja somatória de eventos tão devastadores à personalidade as estimularam a abraçar causas que sempre fizeram o contra ponto à nobreza ou que banalizavam a ordem natural da vida.

Uma das ministras de Dilma era conhecida como ‘um berreiro à procura de uma idéia’. Quando conseguia encontrar alguma percebia-se rapidinho que não era nada genial. Apoderar-se do helicóptero do SAMU para fazer politicagem lá pelas bandas do sul, por exemplo, não foi uma ideia das mais felizes, convenhamos.

Tinha, também, aquela cujo sonho de consumo era colocar no pelourinho tudo aquilo que não fosse negro, e, que, traída pelos olhos da desídia moral, conseguia enxergar mais dramaticidade na fome do negro do que na fome do branco. Só a consciência era pouco. Queria, também, colorir a miséria.

Para não ser injusto, reconheço que tinha uma outra que se destoava um tantinho do padrão imposto pela presidente. De gestual refinado que caracterizava o orgulho quatrocentão paulistano, demonstrava uma educação mais esmerada e se sobressaia por suas frases de efeito e pela inquestionável vocação para a vassalagem. Por onde passava deixava a impressão de estar sempre relaxada e gozando da nossa cara. Os direitos humanos, então, ficaram a cargo de uma defensora dos direitos dos manos. Mas o que que é isso! Anos difíceis.

Não podemos desconsiderar, também, que a escolha da chefe da Secretaria de Política para Mulheres, foi de uma infelicidade ímpar da presidente Dilma Roussef. De livre e espontânea vontade se meteu numa tremenda saia-justa, que nem o mais rancoroso oposicionista se atreveria sequer imaginar. Trouxe para a intimidade do seu convívio uma das mais ferrenhas militantes da causa do aborto e defensora intransigente da vulgarização de sua prática como programa de governo. Ao confirmá-la no cargo, talvez a presidente tenha se esquecido de que no auge da campanha eleitoral que a reconduziu ao Palácio do Planalto, tocada pela fé devotada ao deus do voto converteu-se subitamente à seita das defensoras do direito à vida, despojando-se, mesmo que temporariamente, de sua carcaça de abortista convicta.

Quando se deu conta que havia metido os pés pelas mãos, incumbiu o seu sabujo-mor disfarçado de secretário geral da presidência para desautorizar publicamente a ministra recém-empossada, avisando que a criminalização do aborto era compromisso de campanha e, como tal, deveria ser respeitado. Dispensa-se o exercício de inteligência mais acurado para compreender que essa decisão tornou mais grave ainda a situação, pois não estarei aviltando os fundamentos da honestidade se subentender que a permanência daquela senhora no primeiro escalão dilmista evidenciou o apreço do governo petista ao ato abortivo, domado apenas pelo respeito aos conchavos eleitorais.

Diante daquela realidade tão ambígua, não conseguia evitar que planassem pela vastidão do imaginário indagações que me inquietavam por demais: como reagiria a presidente se por ventura fosse ela a derrotada nas eleições presidenciais de 2014, mais especificamente no período compreendido entre o resultado definitivo das urnas e a posse do candidato eleito?, ou, suponhamos que conseguisse se reeleger sem a necessidade de reafirmar tais compromissos com as chamadas alas conservadoras, as menecuccis do seu governo continuariam sob censura? Sinceramente, não gostaria de me confrontar com essa temeridade.

Uma análise mais aprofundada, no entanto, irremediavelmente nos aproximará da conclusão de que todas eram apenas o reflexo daquela a quem estavam subordinadas e deviam obediência. Famosa por suas crises de destempero emocional, a ira da presidente já fez até ex-presidente da Petrobras debulhar-se em lágrimas. Quem não se lembra?

Em primoroso artigo questionando os métodos e a filosofia de vida da secretária de Políticas para Mulheres, a prof.ª Dr.ª Aileda de Mattos Oliveira ensinou que ”era imperioso que a presidente buscasse em centros de inteligência alguém mais equipado intelectualmente e de mãos limpas, já que dentro de suas hostes a qualidade de recursos humanos era precária”. Análise perfeita que traduziu com muita propriedade os dias de pouco esplendor que entristeceram a Esplanada dos Ministérios.

Embora compartilhe das preocupações da insigne professora-doutora quanto à indigência intelectual e a precariedade moral que devastaram os ministérios e a base que deu sustentação política ao governo petista, desvinculado da mais tênue conotação preconceituosa e divorciado de qualquer viés machista, ainda continuo achando estranhas as mulheres da presidente.

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SCHIRLEY – CURITIBA-PR

Ka, qué, kikiki, momo, ka, qué ….

Tarde,

Chego a estar gaguejando de tanto nervoso e raiva.

Ontem foi o vídeo das fimineiras zisquerdóides, hoje o Roger Rocha Moreira manda a foto da Escola Municipal Padre Elígio Silvestri com o cálculo envolvendo cocaína como base da questão. O nome da professora está apagado (uma pena).

Pergunto eu (e desculpem o palavrão):

Que merda é essa?

Os pais vão ficar calados?

Cacete no diretor, na coordenadora, na professora. Se é com filho meu não sobraria pedra sobre pedra nessa escola. Cambada de imorais irresponsáveis. Vão dizer que faz parte do PCN ?

Um dia conto pra vocês o tamanho do processo que abri contra um Colégio particular (só não coloco o nome por questões óbvias) de renome e católico.

Logo quando “começaram” (anos atrás) a querer implantar orientação sexual que não passava de apelação e imoralidade para crianças de primeiro ano (um era meu filho).

Fui na escola e a coordenação me disse que era LEI. Que fazia parte desse PCN e que seria implantado em todas as escolas. O diretor nem me recebeu.

O promotor da Vara da Infância e da Juventude ficou tão estarrecido que ele mesmo abriu o processo (tinha filha de 6 anos em outro colégio particular). No mesmo dia ele mandou uma liminar mandando a escola PARAR TUDO.

A história é longa e resumindo ganhamos a causa.

Conto isso para que TODOS os pais saibam que as escolas não podem fazer com nossos filhos o que bem entendem. Existem leis que os protegem. Não permitam abusos por parte de professores.

Se alguém quiser e achar que deve falar sobre drogas ou outros assuntos que não fazem parte da carga curricular esse alguém é o pai, a mãe ou ambos.

A função das escolas é apenas ensinar 1 + 1 = 2, ABC.

EDUCAR é com os pais dentro de seus valores e crenças.

Desculpe Berto mas estou realmente “possuída” (pra não dizer outra coisa) com tantos absurdos.

Se ninguém falar ou fizer nada eles irão continuar acontecendo com o aval dos pais e da sociedade.

E tenho dito.

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PIXOTE – LIMEIRA-SP

Excelso e nobre Editodosnós:

Segue em anexo o comprovante de depósito do meu dízimo.

É de coração e sincero. Mês que vem tem mais.

Sucesso para o nosso jornal, o melhor das redondezas.

Um grande abraço.

R. Meu caro leitor, sua generosa doação já está na conta desta gazeta escrota.

A secretária Chupicleide e o faxineiro Bosticler começaram a semana na maior felicidade, se rindo-se de dentes arreganhados, pois sabem que o salário deste mês de outubro está garantido.

Brigadão mesmo!

Aproveito a oportunidade para agradecer à colunista Violante Pimentel e aos leitores Márcia Portela, Joab M. e Arnaldo Lewis, que também fizeram suas doações.

Vocês são a força que mantém esta gazeta escrota nos ares e que cobrem as despesas com hospedagem e manutenção técnica feita pela empresa Bartolomeu Silva.

Vai voltar tudo em dobro na forma de paz, saúde, tranquilidade, harmonia e longa vida!!!

“Obrigada, meus amores. Beijos, beijos e beijos!!!”

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