JESSIER QUIRINO - DE CUMPADE PRA CUMPADE

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DOIS CAUSOS

O MENINO E A MÃE

Joãozinho vê sua mãe nuinha, sem roupa e sem toalha, pela primeira vez, e fica intrigado com os pêlos do entre-pernas e vai logo perguntando:

– Oh Mãe, que é isso que você tem aí no meio?

– Isso aqui meu filho é… Ahh, meu filho… isso é uma coisa que seu pai gosta muito! Respondeu a mãe, morrendo de vergonha.

Uns dias depois, na hora do jantar, o pai de Joãozinho pergunta para a esposa:

– Querida, o que é que vai ter pra jantar hoje?

– Ah meu amor, uma coisa que você gosta muuuuuito!

E o Joãozinho:

– Eita mãe! Vai ser com cabelo e tudo?

* * *

APRENDENDO A LIÇÃO

O pai pergunta:

– Ô meu filho, você acha que sua professora desconfia que eu te ajudo a fazer a lição de casa?

– Acho que sim, pai. Ela até já me disse que você deveria voltar para a escola!

JESSIER QUIRINO - DE CUMPADE PRA CUMPADE

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O NÃO DO AMOR

Uma caboca faceira
Esqueletou meu juizo
Pousou sem nenhum aviso
No corpo nu da paixão.

Uma fofinha malvada
Uma fofura morena
Uma almofada de pena
De sobre-cu de pavão.

Meu tangedor de viver
Ganhou um trote seguro
Escutando com apuro
A fala dessa mulher
Nem escura nem acesa
Água quebrada a frieza
Na fonte do bem-me-quer.

Contorniei as fronteiras
Do corpo da caboquinha
Que nem a fada madrinha
Com varinha de condão
Que mesmo dizendo NÃO
Só parecia que sim
Pois NÃO de amor é assim
Se engana com o coração.

Porque o NÃO do amor
Tem sentido diferente
Um NÃO  bem forte diz: NÃO!
Depois um NÃO displicente
Traz dez NÃOZINHOS manhosos
Pra bem juntinho da gente.