DEU NO JORNAL

O PT IDIOTA E SUA OBSESSÃO PELO ASSASSINATO DE CRIANÇAS NO VENTRE

Danilo de Almeida Martins

Caderneta da Gestante do governo Lula sugere aborto e cita “pessoas que gestam”

Não, caríssimo leitor. Não estamos externando nenhum sentimento de ódio ao referido partido político, nem mesmo projetando nele o sentido pejorativo do termo “idiota”, que comumente se usa hoje em dia.

A origem etimológica do termo faz referência ao grego, onde o elemento “ídios” indica o particular relativo à pessoa, indicando que os idiotas eram aqueles que não tinham interesse na coisa pública — que só pensavam em si mesmos — e que não acreditavam em um Deus que havia estabelecido uma ordem das coisas. Para Aristóteles, o idiota era alguém cuja vida privada é sua única preocupação, uma pessoa egocêntrica, indiferente às necessidades da coletividade, inconsequente em si mesma.

Não há, pois, qualquer intenção de ofender o partido ou seus integrantes, mas, sim, expor uma característica que está ficando cada vez mais clara: a defesa de pautas ideológicas próprias e completamente egoístas que vão contra a vontade do povo, no particular, a questão do aborto. Olhando apenas para si e para suas vontades, o partido se esquece do coletivo, desprezando a opinião popular brasileira, que é majoritariamente contrária à pauta abortista.

Já colocamos aqui, em outros textos, que as ações tomadas por este governo, desde o primeiro dia, são completamente opostas à agenda pró-vida: saiu do Consenso de Genebra, revogou portarias do Ministério da Saúde que se preocupavam com a gestante, emitiu Nota Técnica autorizando o abortamento até o nono mês (que foi “anulada” em dois dias), quis permitir o uso de dinheiro público para o aborto em 2024 e apoia a Resolução nº 258 do CONANDA, que propagandeia a possibilidade de gestantes menores de idade poderem abortar sem o consentimento de seus pais.

Além disso, Lula publicou o Decreto 12.574/2025, que retirou a proteção do nascituro e passou a distribuir, via Ministério da Saúde, um implante contraceptivo que também tem efeitos abortivos, o qual, inclusive, vem sendo aplicado em crianças de 10 anos pela prefeitura de Fortaleza, também do PT.

Mas a cereja do bolo veio nesta última semana. A última caderneta brasileira da gestante, recentemente lançada pelo Governo Federal, além do detalhe de não mais denominar as mães por este nome, mas, sim, por “pessoas que gestam”, traz algo inusitado para um documento que deveria se pautar pelo cuidado com a gestante e com a vida que está por vir.

Ao invés de garantir o acompanhamento da gestante de forma humanizada, trazendo instruções sobre a importância do bebê que está sendo gerado no ventre materno, o PT resolveu inserir nada mais do que a própria morte neste documento que é sinônimo de vida.

Dentre tantos despautérios, a cartilha chega a afirmar que a retirada do preservativo sem consentimento (o chamado stealthing) seria uma forma de violência sexual, algo que justificaria a busca pelo procedimento de aborto.

O que o governo não sabe (ou finge não saber) é que a violência sexual que é pressuposto para a possibilidade de abortamento é somente aquela que constrange a vítima a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir outro ato sexual. Se a pessoa já está se relacionando sexualmente com a outra e o homem resolve retirar o preservativo sem o consentimento de sua parceira, este reprovável comportamento não pode ser equiparado ao estupro, justamente porque eles já estão praticando o ato. Queiramos ou não, o assentimento ao sexo já aconteceu.

Além do equívoco de dizer que o aborto é um direito, a caderneta também peca ao trazer vagos e enganosos conceitos sobre o que seria violência obstétrica, algo que irá ocasionar muitas complicações na relação dos obstetras com suas pacientes. Situações emergenciais que demandam a pronta atuação do profissional da saúde poderão ser enquadradas como “violência obstétrica”, e o resultado disso será uma indesejável insegurança jurídica ao médico e um incalculável prejuízo à saúde das próprias mulheres.

Fortemente carregada de conceitos ideológicos, a nova caderneta é um conjunto de instruções que falha em seu objetivo de ser a principal ponte de comunicação entre a gestante e as equipes de saúde. Ao fazer referência e tentar ampliar as possibilidades de enquadramento nas situações que permitiriam a realização do aborto, revela-nos que aqueles que flertam com a morte sempre estão também de mãos dadas com a malícia.

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TUDO BANCADO PELO PAGADOR DE IMPOSTOS

Segue sem freio a farra com cartões corporativos no governo Lula, que já ultrapassou os R$ 172,92 milhões este ano.

O cobiçado item foi distribuído para 3.762 servidores do executivo federal, que parecem não ter dó de esbanjar à vontade.

A Presidência da República de Lula não fica atrás na gastança, torrou mais de R$ 2,4 milhões em 2.770 pagamentos realizados com os cartões.

Ano passado, a gastança com os cartões deixou amarga fatura para o pagador de impostos, que banca tudo: R$ 434,48 milhões.

* * *

Esta notícia está sendo lida por quem pagou esse desmantelo: nós, os contribuintes.

Coisa típica dessa republiqueta esculachada.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

A cachorra Xolinha, mascote desta gazeta escrota, de tabaca arrombada com a gastança federal fedorenta

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DECRETOS

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta quarta-feira (20) dois decretos que endurecem as regras para redes sociais e ampliam o poder de fiscalização do governo sobre as chamadas “big techs” no país.

As medidas regulamentam decisões recentes do STF e colocam a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) como responsável por monitorar se plataformas digitais estão cumprindo as novas obrigações impostas pela Corte.

Os decretos foram assinados sem necessidade de aprovação do Congresso Nacional e ainda serão publicadas no Diário Oficial da União (DOU).

* * *

Pronto: tá decretado o arrocho oficial.

É a notícia de hoje.

Só falta chegar o dia em que será determinado o silêncio total.

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JORNALISTA QUE É JORNALISTA VAI ATRÁS DE TODOS OS ENROLADOS

Luís Ernesto Lacombe

Confesso que tomei um susto quando vi gente “de direita” cobrando de jornalistas de verdade um comportamento adotado há muitos anos pela imprensa que desistiu de ser imprensa. A ideia era calar sobre os contatos entre Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Cobrar o quê? Para quê? Deixa isso para lá. Era uma ideia mais ou menos como a lançada em 2020, em plena eleição para presidente dos Estados Unidos. Donald Trump tentava a reeleição contra Joe Biden, quando vazou a história do laptop de Hunter Biden, filho do adversário de Trump… Falcatruas à décima potência. E o que fez uma turma que incluía o “genial” Felipe Neto? Partiu para o mesmo “deixa isso para lá”, “estamos em plena campanha, e isso pode beneficiar o Trump”.

Não estou fazendo equivalência entre o bandido Hunter Biden e o senador Flávio Bolsonaro. Estou explicando apenas que um jornalista não pode enterrar uma pré-pauta, sem uma avaliação mínima, preocupado com as possíveis consequências do tema. Não é jornalista aquele que aposta numa história e engaveta outra com o intuito de prejudicar alguém – ou um grupo político – e beneficiar outro. Jornalista que se rende a isso, que tem uma causa, é refém de si mesmo e, inevitavelmente, se anula. Não dá para chamar de imprensa veículos movidos por interesses que não sejam os jornalísticos. E não me venham com essa história de “tornar o mundo melhor”, de agir como um educador, um tutor, um “consertador” do planeta, em todas as áreas, todas. Esse é um pensamento infantiloide, de alguém que não tem a menor ideia da importância de ser humilde. E a vaidade, como dizia o professor Olavo de Carvalho, é um erro de inteligência. Infelizmente, há alguns anos já, a arrogância e a prepotência tomaram conta do jornalismo.

Não tentem florear, inventar causas primeiras para o jornalismo. Os objetivos de um jornalista não deveriam variar: encontrar as histórias reais e em movimento mais importantes, mais relevantes e contá-las do melhor jeito possível, da forma mais clara, objetiva, direta e atraente. Se houver efeitos positivos, a partir da veiculação dos conteúdos, para uma comunidade, para um bairro, uma cidade, um estado, um país, para o mundo, ótimo, mas esse não deve ser o resultado buscado, apenas uma consequência natural de um trabalho bem feito, de uma boa escolha de pautas e do correto tratamento dado a elas.

Na época da Covid, reunido em “consórcio”, o jornalismo se matou. Era proibido questionar, era proibido debater, só havia um lado da história. A apuração equilibrada e profunda foi exterminada. E até hoje, de certa forma, não nos recuperamos. Jornalista que é jornalista não pode abrir mão da curiosidade, da desconfiança, em relação a tudo e a todos. Jornalista que é jornalista não lida com dúvidas, com lacunas. Há sempre perguntas que se impõem, necessárias, e elas devem ser endereçadas, seguindo, de novo, critérios jornalísticos. Não podem ser silenciadas para poupar alguém, ou entregues de modo cúmplice, complacente. Da mesma forma que não dá para usá-las carregadas de artimanha, de olho em algo que possa ser traduzido como combate a um inimigo.

Falar em jornalismo investigativo é redundância, todo jornalismo é investigativo. Nosso dever será sempre buscar a verdade, trabalhar com fatos, apurar. Em qualquer situação, em relação a qualquer pessoa, grupo político, empresa, não importa. E é inadmissível um comportamento da imprensa como na época do caso da suspeita de “rachadinhas” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. No total, 27 deputados tiveram movimentações suspeitas identificadas pelo Coaf. Em termos de volume, Flávio Bolsonaro era o 17.º na lista, com R$ 1,2 milhão. O primeiro era o então presidente da Alerj, André Ceciliano, do PT, com o montante de R$ 50 milhões. E o que fez a imprensa? Avançou como um chacal contra Flávio. Os outros não importavam…

O atual senador e pré-candidato a presidente pode, sim, ser perguntado sobre sua relação com Daniel Vorcaro. E isso deve ser entendido como jornalismo. Mas aqueles que correm apenas atrás dele, deixando de lado Alexandre de Moraes, Dona Vivi, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Kassio Nunes Marques, Paulo Gonet, Andrei Rodrigues, Ricardo Lewandowski, Guido Mantega, Jaques Wagner, Jerônimo Rodrigues, Ibaneis Rocha, Ciro Nogueira, Hugo Motta, Davi Alcolumbre, Silvio Costa Filho, Aécio Neves, Antônio Rueda e o próprio Lula, esses não fazem jornalismo, com certeza. A lista de pessoas com relações suspeitas com o ex-dono do Master é longa, mas jornalista que é jornalista deve cobrar de todos, começando pelos já sabidamente mais enrolados.

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UMA REELEIÇÃO DE R$ 140 BILHÕES

Editorial Gazeta do Povo

“Nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição”, disse em 2013 a então presidente Dilma Rousseff. Ela sabia do que falava, pois para se reeleger em 2014 fez o Banco Central (que à época não tinha a autonomia que tem hoje) segurar os juros e a Petrobras represar o preço dos combustíveis para não acelerar a inflação. Venceu, e logo na sequência o Brasil viveu a maior crise econômica de sua história, que nem a pandemia de Covid-19 conseguiu igualar. Pois Lula, que patina nas pesquisas de intenção de voto, caminha para repetir o roteiro de seu “poste”, gastando o que há tempos não tem em medidas eleitoreiras que já somam R$ 140 bilhões, segundo levantamento do banco BTG Pactual divulgado pelo jornal O Estado de S.Paulo.

Várias das medidas têm consequências fiscais diretas, seja em custo direto para o governo – como os subsídios para o gás e a energia elétrica; o recente subsídio à gasolina não entrou na conta do BTG –, seja em dinheiro que a União deixará de arrecadar, no caso da isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil mensais, a medida mais “cara” do pacote, com renúncia de R$ 31 bilhões, ainda que parcialmente compensada pelo aumento em outros impostos (o fim da “taxa das blusinhas”, assinado na semana passada, também não está no levantamento). Muitas outras, no entanto, têm o chamado “caráter parafiscal”, ou seja, sem resultado direto no Orçamento da União, mas que nem por isso podem ser consideradas inofensivas.

Por trás de programas como o “Desenrola 2.0”, as facilidades para o consignado ou os programas de crédito para a aquisição de caminhões está um velho princípio do terraplanismo econômico lulopetista: o consumo desenfreado como forma de manter a economia aquecida e garantir números melhores para o PIB no fim do ano. Na reunião ministerial de dezembro do ano passado, Lula deixou isso muito claro: “não tem macroeconomia, não tem câmbio: se tiver dinheiro na mão do povo, está resolvido o nosso problema”. No entanto, como o “dinheiro na mão do povo” não está se refletindo em melhoria nas intenções de voto, a solução é seguir aumentando a dose até se observar algum resultado.

Lula pode até desprezar a macroeconomia, mas ela não perdoa: quando há estímulo ao consumo, com mais dinheiro em circulação e sem aumento correspondente na produtividade, o resultado é pressão inflacionária. O IPCA acumulado dos últimos 12 meses voltou a subir e está em 4,39%, muito perto do limite máximo de tolerância do regime de metas de inflação, que é de 4,5% para uma meta de 3%. No Boletim Focus desta segunda-feira, a expectativa para o IPCA cheio de 2026 é de 4,92%. Isso atrapalha muito – se não impedir de vez – qualquer processo de afrouxamento monetário que o Banco Central pretenda realizar, baixando a Selic. Os comunicados e atas do Copom reconhecem que a guerra no Oriente Médio tem sua parcela de culpa no repique inflacionário, mas não ignoram a irresponsabilidade fiscal do governo Lula.

A dívida pública, como proporção do PIB, disparou nos quatro anos deste terceiro mandato de Lula, o que também deixará sua marca em forma de pressão sobre os juros; este ano deve registrar novo déficit primário, mesmo com todas as acrobacias contábeis que retiram gastos do cálculo da meta fiscal. A essa altura, só uma guinada muito radical na política fiscal pode evitar uma crise nos moldes da de 2015-16, ainda que ela não venha de imediato, como veio no caso de Dilma Rousseff. Se a oposição vencer em outubro, terá o ônus de implantar medidas impopulares para consertar o estrago feito pelo petismo; mas, se Lula for reeleito, não terá “herança maldita” alheia nenhuma para culpar quando a bomba que armou explodir no próprio colo.

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TRABALHO

Donald Trump encerrou sua visita a China celebrando novos contratos de US$ 17 bilhões para o agro americano.

O agro brasileiro, tão hostilizado por Lula, vende até US$ 60 bilhões para a China a cada ano.

* * *

O agro é hostilizado pelo Descondenado porque agro significa trabalho.

Muito trabalho.

E trabalho não é hábito de integrante do Partido dos Trabalhadores.

Sobretudo do prorprietário do bando.

O nome é só pra fins de registro.

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AVUANDO PELO MUNDO

As despesas do governo Lula (PT) com viagens saltaram para R$ 489,3 milhões, em 2026.

Após quase dois meses sem atualizar os dados do Portal da Transparência, a administração petista revelou gastos de R$ 219,4 milhões com passagens aéreas e outros R$ 267,2 milhões apenas para bancar as diárias dos funcionários.

Em pouco mais de um mês e meio, o governo conseguiu torrar R$ 256 milhões com as viagens.

Viagens internacionais de integrantes do governo Lula custaram R$ 59,4 milhões aos pagadores de impostos entre 1º de janeiro e 15 de maio.

Essas despesas não incluem o custo de viagens de Lula e da primeira-dama Janja, que são protegidos por sigilo por “motivo de segurança”.

* * *

E tudo isso pago pelo contribuinte desse taxado país.

Preparem o bolso:

Daqui pro final do ano esses números devem aumentar.

A farra avuadora vai continuar com mais vigor ainda!!!