DEU NO JORNAL

SUPREMA ZONA BANÂNICA

A advogada Ana Luísa Gonçalves Rocha, que figura como autora do pedido de habeas corpus em favor de André Oliveira Macedo, conhecido como André do Rap, chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC) em São Paulo, foi estagiária até o fim de 2019 no gabinete do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF).

No início de outubro, o decano da Corte concedeu liberdade ao criminoso, que ostenta conexões internacionais e condenações em diversas instâncias da Justiça por inúmeros crimes.

Ana Luísa Gonçalves Rocha, que é recém-formada em Direito pela Universidade de Brasília (Unb), montou em março um escritório de advocacia com o também ex-funcionário de Marco Aurélio, Eduardo Ubaldo Barbosa.

Ambos se conheceram durante o período em que trabalharam no gabinete do ministro do STF.

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É de lascar.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

Chega a feder e empestear os ares.

Lá vai a minha banana:

DEU NO JORNAL

DEU NO JORNAL

OS APOIADORES DA VACA PEIDONA

O ex-presidente da República e senador, Fernando Collor de Mello (Pros-AL), é alvo de operação da Polícia Federal deflagrada na manhã de hoje, 21.

Ele é suspeito de ter recebido propina para atuar junto ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) na liberação de licença para a construção do porto Pontal Paraná Importação e Exportação SA, no Estado do Paraná.

O esquema criminoso, segundo a PF, operou de 2014 a 2015.

Foi durante o governo lulopetista de Dilma Roussef, a quem o senador apoiava.

Foram identificados bens de luxo de Collor pagos com recursos obtidos a partir de vantagens indevidas recebidas de empresários com interesse na atuação do ex-presidente junto a órgãos federais durante o governo petista.

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Essa notícia aí de cima diz que Collor apoiava Dilma.

Grande coisa.

Dilma – conhecida no meio político como Vaca Peidona -, teve apoios bem mais importantes que o do ladrão das Alagoas.

O fubânico Ceguinho Teimoso apoiou e apoia Dilma até hoje.

Ceguinho, como todo bom petista, obedeceu à ordem de Lula e votou em Dilma

Votou duas vezes!!!!

Tô mentindo não, gente: foram duas vezes mesmo.

Perguntem que ele vai confirmar.

“Sou muito grata ao apoio do Ceguinho Teimoso”

DEU NO JORNAL

EXCELENTE NOTÍCIA

Bolsonaro desautoriza seu ministro da Saúde, cancela compra de vacina chinesa e diz que não quer conversa com governador de SP

O presidente Jair Bolsonaro decidiu cancelar o acordo firmado pelo ministério da Saúde para a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, a vacina contra vírus chinês desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo, que pertence ao governo Doria.

Bolsonaro enviou mensagens a ministros com o seguinte teor:

“Alerto que não compraremos vacina da China

Bem como meu governo não mantém diálogo com João Doria sobre covid 19“.

A decisão de Bolsonaro desautoriza o ministro Eduardo Pazuello (Saúde), que assinou o protocolo para a aquisição das doses nesta terça-feira.

O acordo previa a edição de medida provisória para disponibilizar crédito de R$ 1,9 bilhão para comprar as vacinas.

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Ufa!!!

Que alívio.

A cagada do ministro fedeu que só a porra no dia de ontem.

Hoje os ares amanheceram limpos com essa paulada presidencial.

Esse nosso presidente precisa de tratamento psiquiátrico: ele é um tremendo dum tarado que só bota no olho do furico quando enraba suas vítimas.

Morde e não se dá ao trabalho de assoprar.

Vôte!!!

DEU NO JORNAL

DO CÁRCERE PRO ANDOR

Duas vezes condenado em segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro, Lula sofreu sete derrotas num só dia.

Ontem, terça-feira, o Superior Tribunal de Justiça negou os sete recursos do petista em ações da Lava Jato.

A defesa do ex-presidiário Lula insiste na lorota de “perseguição”.

Mas os sete recursos negados pelo STJ seguem o caminho de todos os anteriores: nenhum questiona provas apresentadas pela acusação.

De recurso em recurso, o ex-presidiário Lula ataca quem o investigou, desqualifica quem o julga, torra a paciência dos tribunais, mas continua solto.

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Fique tranquilo o ex-presidiário Lula:

O advogado fubânico Ceguinho Teimoso vai entrar no caso.

Pode aguardar que Ceguinho vai convencer o STJ de que Lula é um anjo de candura.

Se os recursos anteriores não questionavam as provas apresentadas pela acusação, com a entrada de Ceguinho estes questionamentos serão feitos de maneira clara, certeira, contundente, arrasante.

E serão feitos de forma racional e razoável, como são todos os argumentos usados por Ceguinho pra defender o seu ídolo.

Ao invés de ser humilhado e enxovalhado pelos tribunais, o injustiçado ex-presidiário merece mesmo é ser carregado num andor, afirma Ceguinho.

DEU NO JORNAL

O PODER DO GIGANTE

Alexandre Garcia

Em menos de um mês, o brasileiro vai às urnas para escolher seus representantes na célula básica da Federação, dois anos depois da reviravolta que, a despeito dos tradicionais condutores da opinião pública, elegeu Bolsonaro, sem dinheiro, quase sem partido. A mudança que surpreendeu especialistas, hoje está mais adiantada do que imaginam, e vai continuar a surpreendê-los. Não é apenas o poder político que muda, após mais de 20 anos; a mudança vai além.

O choque da pandemia sobre as cidades não conseguiu quebrar a economia e ajudou em outra transferência – no poder econômico. A influência do poder industrial e do poder comercial e de serviços – um poder urbano – foi afetada. E o poder rural foi reforçado. O agro não parou, cresceu e sustentou o país. Mais uma vez foi fundamental nas contas externas, com recordes nas exportações, na garantia alimentar e ampliou sua participação no PIB. Não faltou comida; não houve saques e os embaixadores da China e dos Estados Unidos reconhecem que o Brasil se tornou superpotência alimentar. Deixamos a periferia para sermos protagonistas, graças ao agro.

O domínio partidário nas estatais sumiu. Até a grande Petrobras fica em segundo plano quando investimentos privados aproveitam a luz do sol em gigantescas e limpas gerações de eletricidade. Os sindicatos pendurados em estatais e no imposto sindical encolheram; o dinheiro fácil das subvenções políticas secou, e isso acompanha mais um produto da pandemia: não há opinião pública que aprove desperdícios num momento desses. Está sendo tudo tão rápido que nem mesmo a bancada ruralista se deu conta da transferência de poder que lhe favorece, que a força vai para o campo conservador e com o sentimento de patriotismo gerado na comunhão com a terra brasileira.

A mudança descobre o homem na Amazônia, califórnias no Nordeste. Quem imaginava que o vírus derrubasse o governo mesmo quebrando o país, não conseguiu dobrar o brasileiro, mas, ao contrário, acelerou a mudança. Até mesmo a cultura mudou do litoral e foi para o interiorzão de raiz. Numa simbiose, o Brasil urbano recebe, para a indústria e o comércio, energia, fibras, matérias-primas animais e vegetais, alimentos. E o Brasil rural é a fonte. A força econômica do agro se projeta num poder político. O que foi cultivado no berço esplêndido agora gera poder. O gigante deitado saiu da anestesia e despertou.

DEU NO JORNAL

O PARCEIRO ERRADO

Os ministros Paulo Guedes (Economia) e Ernesto Araújo (Itamaraty) vão assinar três acordos com os EUA, nesta segunda (19).

Os acordos serão para facilitar o comércio bilateral, práticas regulatórias e anticorrupção entre os países.

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Coisa de país atrasado, governado por um reacionário direitista.

Segundo apurou o JBF, Lula e Gleisi já declararam  que Bolsonaro deveria mesmo era fazer acordos com a Venezuela, esta fantástica potência que é nossa vizinha.

Ou, melhor ainda, fazer acordo com Cuba, pra ampliar o porto de Mariel.

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AS REDES SOCIAIS E A “CENSURA DO BEM”

Ana Paula Henkel

Durante anos, escutamos sobre a tendência das Big Tech de abafar aqueles que ousam desafiar a ortodoxia progressista dominante no cenário político. Durante anos, os conservadores nos Estados Unidos protestaram contra as grandes empresas de tecnologia, incluindo Facebook, Twitter, Google e YouTube, por usarem diretrizes vagas como uma arma para banir perfis, excluir postagens, remover seguidores e desmonetizar contas – a tal shadowban, uma maneira de jogar num “cantinho escuro”, sem visibilidade, os “inconvenientes”. E os funcionários das Big Tech criam, propositadamente, algoritmos em ampla escala para essas ações.

Em 2018, o Pew Research Center descobriu em uma pesquisa que 72% dos norte-americanos acreditam que é bastante provável que as plataformas de mídia social censurem ativamente opiniões políticas que essas empresas consideram questionáveis. Por uma boa margem de quatro para um, os entrevistados estavam mais propensos a dizer que as Big Tech apoiam as opiniões dos progressistas muito mais do que as dos conservadores e liberais.

Nos últimos anos, houve inúmeros casos de gigantes da mídia social amordaçando conservadores e liberais por aparentes motivos políticos. Está provado em documentos de investigações de comitês do Senado americano que o Twitter usa “proibições ocultas” para impedir que indivíduos compartilhem suas postagens com centenas de milhões de usuários da plataforma e que, de alguma maneira, essas proibições ocultas foram aplicadas de forma esmagadora àqueles na parte da direita do espectro político. Apenas coincidência?

Em 2020, a grande maioria dos norte-americanos já admite que recebe suas notícias apenas pelas redes sociais. O poder absoluto dessas empresas em relação ao fluxo de informações é impressionante, e elas parecem acreditar em sua capacidade de mudar a opinião pública. O Google tem ainda mais poder sobre as informações do que as companhias de mídia social, uma vez que a ferramenta domina completamente as pesquisas na internet.

Só no ano passado, a participação de mercado do Google nas pesquisas mundiais na internet ficou em torno de 92%. De acordo com um estudo recente intitulado “Uma análise de viés político nos resultados de mecanismos de pesquisa”, os principais resultados de pesquisas do Google tinham quase 40% mais probabilidades de conter páginas com inclinação para a “esquerda” ou “extrema esquerda” do que páginas de “direita”. Além disso, 16% das palavras-chave usadas na política não continham absolutamente nenhuma página inclinada para a direita na primeira busca de resultados.

Em outras palavras, segundo esse estudo, o algoritmo do Google é politicamente inclinado para favorecer a esquerda sobre a direita. Talvez isso explique por que o Google e outras empresas de grande tecnologia contribuem com tanto dinheiro para o Partido Democrata em comparação ao Partido Republicano. O Center for Responsive Politics mostrou em uma recente pesquisa que 70% das doações do Facebook e de seus funcionários às campanhas de 2020 foram para os democratas. Já com o Google, 81% das contribuições políticas também foram para os democratas. A mesma tendência se aplica a Amazon (74%) e Apple (91%!). There is no free lunch.

Há alguns meses, o Twitter deu um passo significativo na sinalização do caminho tomado contra conservadores e liberais e colocou um rótulo de “conteúdo impróprio e/ou checagem necessária” em dois tuítes do presidente Donald Trump, argumentando que ele havia violado as políticas contra comportamento abusivo. A plataforma que tem reforçado mais ativamente suas políticas de conteúdo contra o presidente norte-americano, na última quarta-feira, dia 14, tentou proteger o candidato democrata à Casa Branca, Joe Biden, e derrubou contas importantes, como a da secretária de Imprensa, Kayleigh McEnany. Ela havia compartilhado o link de uma reportagem do jornal New York Post que mostrava, em detalhes, alegadas provas do esquema de corrupção da família Biden com a Ucrânia e a China.

A reportagem no Post é bomba para a campanha de Joe Biden. Faltando menos de um mês para uma das eleições mais importantes da História dos Estados Unidos, o filho do candidato democrata, Hunter Biden, foi colocado no centro de um escândalo que envolve uma empresa de gás natural na Ucrânia, a Burisma Holdings, investigada por corrupção no país. As suspeitas de um esquema ilícito milionário com a participação de Hunter Biden existem há algum tempo – mesmo sem atuação profissional na área de combustíveis, Hunter Biden fazia parte da diretoria da empresa ucraniana e recebia salário entre US$ 50 mil e US$ 83 mil por mês.

Para complicar o cenário, o então vice-presidente de Barack Obama havia sido encarregado de negociar alguns empréstimos em favor do governo ucraniano exatamente quando a empresa da qual Hunter Biden era diretor estava no meio de várias denúncias de corrupção. Em um vídeo de uma palestra para poucos convidados, Joe Biden gaba-se de ter pressionado o presidente ucraniano a tirar do caso o procurador-geral Viktor Shokin, que investigava as denúncias, para, em contrapartida, autorizar um empréstimo de US$ 1 bilhão do governo americano à Ucrânia. Joe Biden sempre negou as acusações e disse que nunca soube dos negócios do filho.

É aí que entra o artigo que gerou a postagem censurada pelo Twitter nesta semana. Segundo o New York Post, jornal fundado em 1801 por Alexander Hamilton (1755-1804), o consultor ucraniano Vadym Pozharskiy, da Burisma Holdings, teria agradecido a Hunter Biden em um e-mail a “oportunidade” de se encontrar com o então vice-presidente Joe Biden. Pozharskiy é conselheiro da empresa e já se encontrou com vários legisladores dos Estados Unidos no passado. Se a reunião de fato ocorreu, isso contradiria as afirmações de Joe Biden de que ele nunca falou com o filho sobre seus negócios no exterior. “Caro Hunter, obrigado por me convidar para DC (Washington) e me dar a oportunidade de conhecer seu pai e passar algum tempo juntos. É realmente uma honra e um prazer”, teria escrito Pozharskiy a Hunter Biden em 17 de abril de 2015. Um e-mail anterior, de maio de 2014, também mostra Pozharskyi pedindo a Hunter “conselhos sobre como você pode usar sua influência” em favor da empresa.

De acordo com um relatório do Comitê de Inteligência do Senado, divulgado em setembro, isso confirmaria a preocupação de alguns funcionários do governo Obama de que Hunter pudesse criar uma situação de conflito de interesses. O relatório dá conta de que o filho do então vice-presidente estava envolvido em “atividades criminosas em potencial” relacionadas a transações financeiras entre “cidadãos ucranianos, russos e chineses”.

O relatório provisório, de 87 páginas, é produto de uma investigação de meses, durante a qual membros dos comitês de Finanças e Segurança Interna do Senado revisaram mais de 45 mil páginas de registros da administração Obama, detalhando as extensas negociações comerciais em que Hunter Biden esteve metido.

Essa é a enxaqueca com que a família Biden terá de lidar a três semanas das eleições presidenciais. Já a dor de cabeça do Twitter está na Communications Decency Act. A CDA é uma lei federal de 1996 que em grande parte isenta as plataformas online de responsabilidade legal pelo material postado por seus usuários, entendendo que são apenas “distribuidores”. Ou seja, se não são responsáveis pela natureza das publicações – como são, por exemplo, os editores de jornais -, as plataformas ficam isentas de processos em relação ao conteúdo. Mas, a partir do momento em que começam a editar, proibir, censurar ou esconder posts, as plataformas de redes sociais perdem a proteção da lei e passam a responder como “editores”, responsabilizando-se por todo e qualquer conteúdo.

Depois que o Twitter colocou selos de checagem de fatos em dois de seus tuítes, Trump intensificou sua guerra contra as Big Tech ao assinar uma ordem executiva que visa à redução de proteções legais: “Estamos aqui para defender a liberdade de expressão de um dos maiores perigos que ela enfrenta na História americana”, disse Trump. “Esta censura e o preconceito são uma ameaça à liberdade. Imagine se sua companhia telefônica silenciasse ou editasse sua conversa. As empresas de mídias sociais têm muito mais poder nos Estados Unidos do que os jornais, elas são muito mais ricas do que qualquer outra forma tradicional de comunicação.”

A ordem de Trump instrui as agências federais a verificar se podem impor novos regulamentos aos gigantes da tecnologia. “Não há precedente na História americana para um número tão pequeno de corporações controlar uma esfera tão grande de interação humana”, disse o presidente, ao assinalar que o Twitter está tomando “decisões editoriais”.

Dificilmente você verá essa notícia na imprensa no Brasil. A “censura do bem” não é uma “virtude” contemporânea exclusiva dos norte-americanos. Estamos lutando com a mesma intensidade contra os mesmos mecanismos e tentativas de silenciar conservadores e liberais no Brasil. Mas aqui no JBF você pode ter certeza de que a liberdade – de imprensa, econômica, religiosa e de expressão – será sempre protegida, enaltecida e reafirmada em nossas linhas.

Margaret Thatcher (1925-2013), aniversariante da semana, disse certa vez que os Estados Unidos conseguiram construir um aparato institucional forte o suficiente que protegeria a nação de radicalismos e ideias socialistas, inspirando o mundo a sempre lutar contra regimes totalitários. Ronald Reagan (1911-2004), amigo pessoal da eterna Dama de Ferro, antes de seu histórico discurso no Portão de Brandemburgo em 1987, em Berlim, foi aconselhado por assessores a remover do texto a frase “Mr. Gorbachev, tear down this wall!” (“Sr. Gorbachev, derrube esse muro!”). A turma do “deixa disso” já atuava nos anos 1980. Reagan respondeu que era preciso coragem para dizer o que precisava ser dito, especialmente quando a liberdade está contra a parede. A frase, como se sabe, entrou para a História.

Não devemos nos esquecer jamais da mensagem deixada pelo colapso de um muro, frio e diabólico, e de seu significado. É importante sempre repetirmos, para que jamais entremos na espiral do silêncio: o Muro de Berlim não caiu como uma casa velha, desgastada com o tempo. Ele foi derrubado. Seus ideais macabros foram derrubados. Suas ideias perversas foram derrubadas, tudo porque elas não dão certo em parte alguma do mundo e porque – antes de qualquer coisa e lugar – amordaçam o indivíduo. Que lutemos para que esse muro, mesmo que virtual, jamais seja erguido novamente.

DEU NO JORNAL

ACHARAM UM NO CANADÁ

Menino de 12 anos descobre esqueleto raro de dinossauro no Canadá

Com apenas 12 anos de idade, Nathan Hrushkin passou por uma experiência que muitos não terão na vida: encontrou um fóssil de dinossauro de 69 milhões anos.

Ele estava passeando com o pai em um parque na província de Alberta, no Canadá, quando viu ossos próximos a uma pedra.

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Putz!

É de lascar.

Tem esquerdista em tudo quanto é canto deste mundo.

Até no subsolo do Canadá!!!

DEU NO JORNAL

QUE COISA CURIOSA…

O ministro Luís Roberto Barroso afastou o senador Chico Rodrigues por 90 dias.

Mas a decisão só vale se o Senado confirmar.

Já interferências do STF no Poder Executivo, no entanto, têm eficácia imediata.

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Pois né mesmo, rapaz!

Quando é pros lados do Executivo, as canetadas do STF são peibufo.

Valem na hora.

Por que será?

Espero contar com a ajuda dos juristas fubânicos pra me tirar esta dúvida.