DEU NO JORNAL

ANIVERSÁRIO

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, liberou só 10 convidados para a festa de Laurinha Bolsonaro, neste domingo (18).

A adolescente completa 17 anos hoje.

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É isto mesmo.

Do jeito que vocês leram.

A notícia tá na imprensa.

DEU NO JORNAL

AMEAÇA

Lula (PT) aposta no medo em Minas Gerias e vinculou a continuidade das obras federais no estado à própria reeleição.

Afirmou que, se perder, o estado se tornará um “cemitério de obras paralisadas”.

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Tudo nos conformes luleiros.

Uma afirmação que está dentro das regras do jogo petralha.

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DEU NO JORNAL

NA UCRÂNIA

A expectativa é que Flávio Bolsonaro já tenha ao menos garantida a vitória em uma única nação europeia; a Ucrânia.

No primeiro turno o candidato do PL obteve 82,6% dos votos de brasileiros no país.

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Este percentual bem que poderia ser por aqui…

É difícil, mas não custa nada sonhar.

DEU NO JORNAL

TODAS AS VERSÕES DE LULA NÃO PRESTAM

Luís Ernesto Lacombe

lula entrevista jornal nacional mentiras

Lula em entrevista ao Jornal Nacional, em 15 de outubro

Lula não mudou e não mudará. Não adianta. Ele continua sendo alguém condenado em todas as instâncias por corrupção e lavagem de dinheiro. É impossível aceitar a anulação das suas sentenças. O petista não tem nada de inocente… E o que promoveu neste terceiro mandato é simplesmente aquilo que seu partido sempre se empenha em entregar: a destruição de tudo e a promessa absolutamente fajuta de um Estado salvador e protetor. O PT não quer saber de verdade do Brasil e dos brasileiros. O PT quer poder, quer permanecer a todo custo no poder. E é decepcionante que, diante de tantas mentiras e tanto abuso de poder econômico e político na campanha eleitoral, a chapa Lula-Alckmin ainda esteja por aí.

As respostas a toda a trapaça lançada contra Flávio Bolsonaro foi dada quase sempre em tom de humor. Era tanta lorota: Nossa Senhora Aparecida, fim de benefícios sociais, do Pix, perseguição a mulheres e homossexuais, escala de trabalho sem folga… As piadas e gargalhadas foram a solução mais indicada. O problema é que não dá para rir do que Lula está gerando de problemas para um país já afundado neles. Se tudo o que ele fez ou aventou até agora fosse obra de Jair Bolsonaro na campanha de 2022, que medida podemos imaginar que o TSE adotaria? Muito provavelmente, a cassação da chapa dele, que tinha o general Braga Netto como vice.

Lula tem a cara de pau de dizer que realmente só descobriu que o Bolsa Família não tinha tido reajuste no seu terceiro mandato a 17 dias do primeiro turno das eleições. Duas semanas antes, o governo tinha mandado o orçamento anual para o Congresso sem qualquer previsão de aumento. Lula regulamentou as bets e agora as proibiu, tentando dar uma de bonzinho e se livrar da sua inevitável culpa pelo endividamento de mais de 80% dos brasileiros. Pelo jeito, ele também não sabe as consequências dramáticas que o fim da escala 6×1 pode provocar. Ou as dificuldades orçamentárias que virão do perdão das dívidas dos MEIs, da louca promessa de transporte “gratuito” nos fins de semana e feriados.

Lula não sabia do mensalão, do petrolão; Lula não sabe mais quem ele é… Na primeira sabatina do Jornal Nacional, não estava nem aí para o déficit fiscal, para a dívida pública. Na de ontem, fingiu preocupação, mas passou longe da solução… Os bandidos que ele sempre protegeu agora quer colocar na cadeia… A redução da maioridade penal, que ele nunca aceitou, agora virou bandeira de campanha. Ainda que um ato-falho o tenha tragado… Lula disse no JN: “Todo e qualquer crime hediondo, eu sou favorável a reduzir a penalidade”. E defendeu PCC, Comando Vermelho, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o ministro Alexandre de Moraes. Em suma, Lula é sempre uma desgraça, quando é ele mesmo e quando finge ser o que não é.

DEU NO JORNAL

PROMESSA

O PT prometeu atendimento diário e organizado à imprensa, mas na sexta (16) mudou três vezes a programação:

Edinho às 16h, Sidônio às 16h30, cancelamento e, por fim, Camilo e Sidônio às 17h.

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Normal, normal.

Prometer e não cumpir faz parte da rotina do bando.

E neste segundo turno, estão se obrando de medo.

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ABSTENÇÃO

A estratégia de Lula, PT e cia. de tentar diminuir a abstenção no segundo turno tem tudo para sair pela culatra.

O motivo é a abstenção no primeiro turno ter sido mais alta nos estados do Sudeste (22,7%) e Centro-Oeste (21,7%), regiões onde o candidato do PL teve vantagem maior sobre o petista.

Murilo Hidalgo, presidente do instituto Paraná Pesquisas, avalia que “se diminuir a abstenção, pela realidade da eleição de primeiro turno, o grande beneficiário seria Flávio Bolsonaro”.

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Aguardemos.

O dia da votação está chegando.

Estaremos todos lá.

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NO TRAMPOLIM DA MENTIRA

Francisco Escorsim

Há uma modalidade esportiva que o PT domina com excelência: o salto ornamental da mentira. E não estou falando de fake news, categoria em que o partido já compete hors concours.

Em 2018, o partido se apresentava como quem ia refundar a democracia brasileira. O plano de governo daquele ano eleitoral falava em deflagrar um processo constituinte, revogar o teto de gastos e a reforma trabalhista, e vinha…

Pera! Calma! Torcedores, calma! Propunha… um processo constituinte? E ninguém acusou de ser golpista, antidemocrático e bibibi e bobobó? Que curioso…

Mas retomemos. Falava em nova constituinte, revogar o teto de gastos e a reforma trabalhista, e vinha dividido em cinco eixos. Eram promessas grandiosas, mesmo com Lula preso e Haddad aparentando a vitalidade anímica de uma granola.

Oito anos depois, o programa de 2026 aumentou, tem 13 capítulos. Comparados aos anteriores, parece um cardápio que ganhou fotos novas, mas as porções encolheram no prato servido.

A reforma trabalhista, por exemplo, virou um paciente em tratamento prolongado que foi sendo paulatinamente esquecido. Em 2018, o partido queria revogá-la. Em 2022, o programa ainda previa essa revogação, mas o candidato acenava com “uma nova legislação”. A faca continuava no peito do seu eleitor, mas prometendo que doeria menos.

Mas no programa de 2026, sumiram as referências à revogação da reforma trabalhista. Restaram propostas de mudanças pontuais, como a da jornada de trabalho já aprovada nesta semana pelo Congresso. É claro que, na propaganda, o PT faz parecer que trocar a fechadura equivale a reformar a casa inteira.

O teto de gastos é o que recebeu o maior dos saltos ornamentais. Em 2018, era “neoliberal”, “restritivo”, precisava acabar. Em 2026, apesar da retórica, o arcabouço fiscal está mantido no programa. O PT tomou juízo? Não, apenas encontrou maneiras de contornar as restrições fiscais de forma “criativa”. Quem aí se lembra das pedaladas fiscais da Dilma? Pois é… É como aqueles ricaços falidos que vendem os quadros da casa, somem com os pregos e pintam a parede para parecer que nada havia ali, mantendo a pose de prosperidade.

No campo, a pirueta é parecida. O plano de 2018 trazia a reforma agrária em letras garrafais, como se Alexandre de Moraes o tivesse digitado. Em 2026, ela desapareceu como compromisso destacado, substituída por platitudes sobre agricultura familiar. O partido que se criou insistindo em reforma agrária agora a trata como se ela nunca estivesse na lista de convidados da sua festa da democracia.

A soberania é outro caso curioso. Em 2018, ela abria o programa como primeiro eixo, sob o nome de “soberania nacional e popular”. Era a soberania que se veste de vermelho e parecia ter alergia aos símbolos nacionais. Em 2026, o tema ganhou outra função: virou instrumento de mobilização antiamericana, sobretudo contra adversários que buscaram nos Estados Unidos um respaldo político.

O petismo tentou vestir a camisa amarela da seleção para encenar patriotismo, mas a camisa não lhe caiu bem. Na campanha, não rendeu o esperado e o assunto sumiu da propaganda.

Sei que nada disso é novidade para quem acompanha a política de perto. Para esses, tampouco será surpreendente se Lula for reeleito graças a oportunismos como o da PEC da jornada de trabalho e às promessas ilusórias de sempre. Mas há algo mais incômodo aí se Lula vencer de novo: significa que o eleitor também se acostumou a dar seus saltos ornamentais.

Quem aí não fez – e continua fazendo – o cálculo eleitoral do menor dos males? Quem nunca desviou o olhar para não encarar que os demais candidatos também podem colocar a eleição acima de tudo e a conquista ou manutenção do poder acima de todos? A oposição, que tantas vezes se declarou contrária à escala 6×1, não aderiu à proposta porque estamos em período eleitoral?

O salto ornamental da mentira só existe porque a plateia aplaude antes de conferir a queda. E, de quatro em quatro anos, cabe a nós sermos os jurados. Nenhum merece nota máxima, mas alguns são piores do que os outros, sim. Que, nesta eleição, a memória das quedas pese mais do que as piruetas do presente.

DEU NO JORNAL

BRAVATEIRO

É mesmo promessa de político, com toda fama que tem, a promessa de Lula sobre transporte público de graça.

A bravata seria bancada por emendas parlamentares.

Mas Lula não combinou com o Congresso.

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Bravatear é uma atividade que faz parte da rotina do descondenado.

Essa de prometer transporte público grátis é apenas mais um item no longo rol de coisas irrealizáveis.

E ainda tem gente que acredita…

Como dizia seu Luiz, meu saudoso pai, “gente besta e mato é o que mais tem no mundo”.