CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SONIA REGINA – SANTOS-SP

Prezado Editor,

gostaria de saber se o JBF vai enviar um representante para participar da coletiva do presidiário.

Caso tenha essa intenção, peço por favor fazer a seguinte pergunta:

– O senhor poderia explicar melhor qual o real motivo de Rose Noronha participar de várias viagens no Aerolula?

R. Minha cara colunista fubânica, esta gazeta é escrota e de baixo nível, como todo mundo sabe.

Mas participar de entrevista com Lula é levar o JBF ao fundo do poço.

É sujar o nosso jornal com o esgoto fedorento que o proprietário do PT exala quando abre a boca e se põe a cagar tolôtes orais.

É preferível entrevistar Marcola e Fernandinho Beira-Mar, que são bandidos comuns bem mais ético que o bandido político que está enjaulado em Curitiba.

Quanto à pergunta que você sugeriu ser feita, sobre as viagens de Rose Noronha no Aerolula, eu desconfio que isto se deve a um fenômeno que os estudiosos chamam de Premonição.

Esta parelha de amantes, Lula e Rose, já estava adivinhando que um dia ele seria enjaulado por conta da roubalheira que era praticada no governo de Lapa de Corrupto.

E os dois resolveram resolveram antecipar as visitas íntimas.

De modo que Rose Noronha botava chifres no marido, e Lula em Dona Marisa, furunfando com seu macho no avião da Presidência da República.

Às custas do dinheiro público.

Isto é o que se pode chamar de fudelança orçamentária federal.

A PALAVRA DO EDITOR

NO OLHO DO FURICO DA GRANDE MÍDIA OPOSICIONISTA

Domingo passado, 21, esta gazeta escrota fez postagem sobre uma incrível história inventada pelo Estadão, um dos expoentes da extrema mídia oposicionista brasileira.

O jornaleco publicou a mentirosa notícia de uma criança que havia se recusado a cumprimentar o presidente da república numa cerimônia realizada na última quarta-feira no Palácio do Planalto.

Publicou e, em seguida, foi obrigado a se desmentir.

Na verdade, Bolsonaro perguntou se a criança era do Palmares e ela, que é flamenguista, respondeu que não, balançando a cabeça.

Quem quiser rever a postagem, é só clicar aqui .

Um descaramento da porra, uma estupidez sem limites desse tal de Estadão.

Tá conseguindo mentir mais do que o Jornal da Besta!!!

Desde que o PT foi extinto e sepultado nas últimas eleições, a grande imprensa deste país simplesmente deixou a isenção de lado e passou, descaradamente, a fazer oposição ao novo governo.

Veja,  Estadão, Globo e Folha lideram o time dos furiosos.

E aí, quando foi ontem, eu vi no Twitter do homi esta postagem que está abaixo reproduzida:

Pois é: a menina Yasmim e seus pais foram recebidos em palácio ontem, quinta-feira, pra compensar o aperreio que tiveram depois que a mentira foi publicada.

Mereceram a mordomia!

Mais uma pajaraca de grosso calibre foi devidamente enfiada bem no meio do olho do furico da grande mídia oposicionista petralha.

Sem pena, sem cuspe e sem vaselina.

A PALAVRA DO EDITOR

GRANDE MÍDIA, GRANDE MERDA

A revista Veja, porta-voz oficial do extinto PT e baluarte da grande merda oposicionista brasileira, publicou esta importante, inédita e bombástica notícia na seção Radar On Line:

Fiquei encucado e procurei me informar sobre o assunto.

E a melhor análise que encontrei sobre este relevante fato foi feita por Danilo Gentili:

Vejam

É isto mesmo: a notícia da revistona não significa merda nenhuma.

Mas a Veja, que é assessora de imprensa do derrotado poste petista Haddad, consegue sempre se superar.

Melhor do que esta notícia aí de cima, só mesmo este furo espetacular publicado ontem:

A patota vermêio-istrelada que compõe a redação da Veja vai muito além das raias do ridículo.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

VIOLANTE PIMENTEL - CENAS DO CAMINHO

A UNIÃO

Antonina, viúva, 38 anos, tinha duas filhas e era costureira. Apaixonou-se por Zé Bento, um fazendeiro de 60 anos, também viúvo e com um filho rapaz. O romance dos dois resultou num “casamento” pelo regime do livre arbítrio, onde não foi preciso padre nem juiz. Como toda vassoura nova varre bem, o “casamento” começou muito feliz. Antonina teve quatro filhos, um atrás do outro.

Decorridos 15 anos dessa união, Zé Bento começou a mudar. A paixão que uniu o casal se diluiu no tempo e no espaço.

Do dia pra noite, o homem virou a cabeça e abandonou a família, sem dar qualquer satisfação a ninguém. Foi dominado por outra paixão violenta, que fez ruir por terra sua união com Antonina, aparentemente estável e definitiva.

A mulher adoeceu de tristeza e de revolta, com a falsidade de Zé Bento. Jamais imaginou que, sendo bem mais nova do que ele, fosse passar por essa humilhação de ser abandonada, juntamente com todos os filhos, inclusive o enteado.

Revoltado com a atitude do pai, por haver abandonado a mulher e os filhos, Júnior, filho do 1º casamento de Zé Bento, já com 30 anos, assumiu a família, e meses depois pediu Antonina em casamento. Sentia-se o pai dos seus próprios irmãos e o peso da responsabilidade pesava sobre os seu ombros. Literalmente, ocupou o lugar do pai, dentro de casa.

Zé Bento, quando soube do resultado do embrolho que havia provocado, e do casamento do filho Júnior com Antonina, entrou em parafuso e, envergonhado, meteu a cara na cachaça. Indignado, sentia-se traído pelo filho e desrespeitado pela ex-companheira. Como “macaco não olha pro rabo”, Zé Bento não reconhecia seus erros.

A situação de Antonina mudou. De madrasta, quase mãe, passou a ser mulher do enteado, irmão dos seus quatro filhos, por parte de pai. Júnior passou a ser padrasto dos irmãos e ao mesmo tempo marido de Antonina, que antes era sua madrasta e mãe dos seus irmãos. Antonina agora era a mulher do enteado, quase filho. Os quatro filhos que teve com Zé Bento eram irmãos por parte de pai de Júnior, que, por conseguinte, passou a ser o pai deles. Júnior passou a ser padrasto dos seus irmãos e marido da “madrasta”.

Zé Bento não se conformava de ser sogro de Antonina, sua ex- mulher. Nem com o fato dela ser mulher do seu próprio enteado, quase filho.

Passou a viver embriagado, e a toda hora comentava com os companheiros de copo que essa história era de arrombar…

Já não sabia quem era ele…

Para aumentar a confusão, Antonina e Júnior tiveram um filho homem, neto dela e de Zé Bento. Com essa, o homem esclerosou de vez.

O caso foi igual ao drama vivido por um homem, que passou por situação semelhante e resolveu morrer, por não saber mais quem era.

Quando a cabeça não pensa, o corpo padece.

PENINHA - DICA MUSICAL