A PALAVRA DO EDITOR

DIA DO PROFESSOR

15 de outubro, Dia do Professor.

Tá escrito aqui na folhinha que me serve de agenda.

Quando comecei a fazer minhas anotações para o dia de hoje, me veio à lembrança a composição “Professora”, da autoria de Benedito Lacerda e Jorge Fáraj.

Uma música na qual o apaixonado declara seu amor por uma professora primária.

Uma letra tocante, comovente, que eu curto desde os meus tempos de adolescente.

É esta aqui:

A PALAVRA DO EDITOR

O INSTITUTO DATA BESTA QUER SABER

Tem nova enquete fubânica nos ares.

Vá aí do lado direito desta gazeta escrota e exerça seu nobre direito de peruador.

A Editoria do JBF agradece antecipadamente a participação de todos vocês.

Uma excelente quarta-feira pros nossos estimados leitores!!!

A PALAVRA DO EDITOR

A PALAVRA DO EDITOR

PARA COMEÇAR O EXPEDIENTE

Para alegrar a nossa sexta-feira, véspera de um glorioso final de semana, a Editoria desta gazeta escrota começa o expediente com uma terna e tocante composição.

A magnífica cantora Sara Sonaya, com sua inigualável voz de veludo, interpretando a música Vamos Desquitar.

Dedico esta postagem às combativas militantes do movimento feminista.

Um excelente dia para toda a comunidade fubânica!!!

A PALAVRA DO EDITOR

UM FUBÂNICO DOS PAMPAS

O nosso estimado colunista Rodrigo de Léon, gaúcho residente em Pelotas e presença ativa nas reuniões das quintas-feiras, enviou-me ontem uma mensagem dizendo que não poderia participar da nossa assembleia fuxicatória semanal.

Na mensagem que me mandou, Rodrigo de Léon informava que não iria participar porque estaria muito ocupado “falando mal do Paulo Freire”.

Fiquei curioso pra saber que danado de ocupação era esta que envolvia falar mal do esquerdóide que criou um repulsivo sistema de analfabetização de pessoas inocentes.

Perguntei pra ele o que seria isso.

Como sou fuxiqueiro e gosto de me ocupar da vida alheia, vou transcrever na íntegra a respostas que Rodrigo me deu.

Uma mensagem que nos permite conhecer um pouco da história e da vida do nosso estimado confrade fubânico.

Vejam:

Berto,

Minha formação é ampla: sou químico, agrônomo, engenheiro agrícola e agora bacharel em Direito.

Meu mestrado e doutorado são em engenharia de alimentos e dou aulas há 26 anos.

Tenho duas linhas diferentes de pesquisa e trabalho, uma em tecnologia de alimentos que foi fechando para processamento de frutas e ficou em bebidas fermentadas (cerveja, vinho e sidra).

E a outra, onde sou bastante ativo é em educação a distância, fazem mais de 20 anos que atuo nesta área, já fiz parte de Comissões Nacionais e publico bastante sobre a área de EAD.

Com a pandemia houve a necessidade de ensino remoto e eu e minha esposa (que também é doutora em educação e tem como foco de seu trabalho a Educação a distância – EAD) somos requisitados para dar treinamentos e palestras.

Os professores de escolas públicas precisam muito destas capacitações, para conseguir dar conta dos alunos hoje em dia. E em geral estes treinamentos são caros, municípios e estado não tem dinheiro para custear.

Eu e minha esposa palestramos e damos treinamentos de graça, é nossa obrigação enquanto servidores públicos e professores, então mesmo que não sejamos os melhores, somos bastante requisitados.

Hoje vamos palestrar para os professores estaduais da terra de minha mulher. Eu sempre aproveito estas falas e palestras para “esclarecer algumas coisas” e, às vezes baixar a ripa no Paulo Freire (com o devido respeito). Há muita politização e politicagem no meio docente, especialmente na área pública e, sempre alguns fãs de carteirinha de pessoas e partidos que só trouxeram atraso ao Brasil.

Aproveito estes momentos para, além das questões técnicas, marcar algumas posições, ou melhor, para propor algumas reflexões, a estes colegas, com o intuito de mudar o nosso Brasil. Vão ouvir umas verdades, com muito respeito, mas vão ouvir.

Este é um trabalho gratificante e que dá resultado direto pois vai no cerne da questão, o professor que está em sala de aula nos rincões do Brasil.

Fazemos isto com muito gosto.

Um abraço.

A PALAVRA DO EDITOR

TEM DIA PRA TUDO

Tenho aqui ao lado do computador uma folhinha que me serve de agenda.

É nela que anoto tudo.

Tanto as colunas e o material a ser publicado no JBF, quanto os meus compromissos pessoais.

Esta folhinha é o calendário anual da Editora Vozes, uma entidade católica, em cuja livraria eu vou todo final de ano pra adquirir o calendário do ano seguinte.

Aqui no Recife, a livraria da Vozes fica na Rua do Príncipe, no centro da cidade.

A cada dia, quando arranco mais uma página, aparecem várias informações, como as cores e os santos do dia.

Os santos de hoje são Focas, Santino e Emerano.

Além de sugestões de leituras bíblicas para aquele dia, um pensamento religioso e a citação de um versículo da Bíblia.

Também é dada a informação de quantos dias do ano já se passaram e quantos ainda faltam pro ano acabar.

No dia de hoje, 22 de setembro, está lá o registro:

– 266 / + 100

Ou seja: já se passaram 266 dias e faltam exatamente 100 dias pra terminar 2020.

Além disso, a folhinha também informa a quem o dia é dedicado.

Tem dia pra tudo e pra todos.

No dia de hoje,  por exemplo, entre vários outros itens, está registrado que deve ser celebrado o Dia da Banana!!!

Pois eu vou celebrar condignamente este dia.

O Dia da Banana!!!

Vou celebrar dando uma banana bem vigorosa e sonora pra um tolôte fedorento que está instalado na Praça dos 3 Poderes, em Brasília.

A sede da suprema indecência federal.

E tome banana!!!

A PALAVRA DO EDITOR

CRESCE A PANDEMIA FUBÂNICA

Ontem, começo de semana, tivemos um pico no número de acessos a este jornaleco desqualificado.

Foram 5.881 acessos, conforme registrado no nosso Departamento de Estatísticas e Fuxicagens Fubânicas.

Um departamento que é devidamente fiscalizado e atestado pelo IBGE, o órgão oficial de estatísticas do governo federal.

Podes crer!

Tiramos um fino e quase chegamos aos 6.000 !!!

Num é nada, num é nada, e, no fim das contas, num é porra nenhuma mesmo.

Mas, pra um jornaleco artesanal, caseiro e safado, sem dispor de qualquer patrocínio público ou privado, é coisa que só a porra.

Esta gazeta escrota é mantida nos ares graças à presença e à força dos seus leitores e colunistas que, com suas generosas doações, cobrem a despesa mensal de hospedagem.

Despesa de hospedagem e de apoio técnico dado pela empresa do Bartolomeu, nosso competente assessor internético, de plantão durante as 24 horas do dia para nos atender.

Agradeço demais a todos vocês, meus caros amigos.

Vocês são a razão de ser deste jornaleco imundo.

E aproveito pra pedir que divulguem o nosso endereço para todos os seus amigos.

E também pros inimigos, pra fazer raiva pra eles.

luizberto.com

Utilizem Instagram, Facebook, WhattSapp, e-mail, enfim, espelhem pelo mundo todo e ajudem a aumentar ainda mais a nossa audiência.

A PALAVRA DO EDITOR

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OS NÚMEROS DA ÚLTIMA PESQUISA DATA BESTA

  

O renomado e respeitado Instituto Data Besta, a instituição mais séria e confiável do ramo nesta país, informa o resultado de sua última pesquisa, fechada ontem.

É importante ressaltar que o item vencedor, o primeiro colocado na preferência dos votantes, foi sugestão acrescentada por um leitor.

As pesquisas do Data Besta permitem este democrático recurso.

Estes são os números:

A CLASSIFICAÇÃO “JUIZ DE MERDA”, DADA POR SAULO RAMOS A CELSO DE MELLO:

– É INJUSTA COM A MERDA – 51%

– É BRANDA – 26%

– É NA MEDIDA – 22%

– É INJUSTA – 1%

A PALAVRA DO EDITOR

O DATA BESTA QUER SABER SUA OPINIÃO

 

Será fechada hoje a pesquisa promovida pelo Instituto Data Besta que está no ar.

Cumpra o seu dever cívico-fubânico e vote.

Vá aí do lado direito desta gazeta escrota e dê o seu pitaco.

A Editoria do JBF agradece aos que participarem.

Uma excelente terça-feira para todos os nossos estimados leitores!!!