A PALAVRA DO EDITOR

VOLTOU ! ! !

Foi só eu botar no ar a postagem que está aí embaixo, e a internet voltou.

É de lascar!!!!

Parece que a Vivo fez de propósito só pra me sacanear.

Bom, vou tentar atualizar alguma coisa.

Torcendo pra que não nos derrubem novamente.

A PALAVRA DO EDITOR

SERVIÇOS INTERNÉTICOS EM BANÂNIA

Caros leitores:

Continuamos fora do ar.

Nem mesmo a nossa caixa de e-mails  está funcionando. E isso me impede de responder às inúmeras mensagens enviadas por nossos leitores.

Estou fazendo esta postagem daqui do meu celular.

A empresa Vivo, responsável pela nossa internet, desde ontem, terça-feira, já prometeu o restabelecimento da conexão por várias vezes.

No último contato que fizemos com a Vivo, agora há pouco, eles prometeram mandar um técnico amanhã aqui em casa pra verificar o problema.

Isto mesmo: só amanhã.

Resumindo: até lá continuaremos fora do ar.

Uma prestação de serviços caracteristicamente banânica.

Peço desculpas a todos os nossos leitores e lamento muito esta situação absurda.

Vamos torcer pra que amanhã tudo volte ao normal.

A PALAVRA DO EDITOR

CONTINUAMOS FORA DO AR

Caros leitores:

Hoje, quarta-feira, continuo sem sinal de internet.

Isso porque está tudo pago e em dia…

Vou ver o que diz o Procon.

Estou fazendo esta postagem daqui do meu celular.

Assim que a conexão for restabelecida, nossa gazeta escrota voltará a ser atualizada.

Conto com a compreensão de todos vocês.

Bom dia.

A PALAVRA DO EDITOR

A PALAVRA DO EDITOR

NUM OUTUBRO HÁ MUITOS ANOS

Em outubro de 1986 – já lá se vão 35 anos -, este pernambucano de Palmares foi honrado com um convite para para representar o Brasil no Festival Internacional de Autores de Toronto (International Festival of Authors), no Canadá, um dos maiores eventos do gênero no mundo.

Entre várias outras celebridades literárias, naquele ano também participaram a inglesa Angela Carter, o best-seller americano John Irving (Irving teve vários romances transformados em filmes), a canadense Alice Munro (Prêmio Nobel de Literatura de 2013) e o israelense Amos Oz, todos grandes nomes da literatura mundial. 

Amos Oz, o mais importante escritor israelense, indicado para o Prêmio Nobel de Literatura em 2002 e que encantou-se em 2018, era um dos meus dois colegas na mesa de refeições, no hotel onde ficamos todos hospedados, e se tornou um grande amigo. Além de talentoso ficcionista, era também um excelente contador de histórias.

Antes de mim, outros escritores brasileiros já haviam participado do evento: João Ubaldo Ribeiro, Lígia Fagundes Telles,  Moacir Sclicar e Gianfrancesco Guarnieri.

Pois naquele ano em que estive lá, uma produtora canadense realizou um documentário sobre o festival intitulado “Voices on the Water“.

Detalhe: a produtora me pediu permissão para filmar minha apresentação no evento. Lembro-me que assinei um documento autorizando e que me pagaram um excelente cachê. Coisa de país de primeiro mundo, que dá muito valor a esse importante detalhe chamado direito autoral.

Pra todo lugar que a gente ia, lá estava a equipe de filmagem nos seguindo. Nos filmaram até nas Cataratas de Niagara, durante um passeio providenciado pela direção do festival.

Este Editor inxirido passeando de barco nas Cataratas de Niagara, ao lado da colega Argentina

Isso sem falar na mordomia completa, que não deixava faltar nada. Como não tinha cachaça, aí eu enchia a cara de uísque!!! Tudo por conta da casa.

O evento, realizado no Teatro Harbourfront, às margens do Lago Ontario, durou uma semana, de segunda a sexta. Minha apresentação aconteceu logo no primeiro dia. Ingresso caro e casa lotada, público finíssimo.

O Festival consistia na apresentação de quatro autores a cada noite. Dois, um intervalo, e mais dois.

Conforme o regulamento, os autores que não eram de língua nativa inglesa, como era o meu caso, liam um pequeno trecho de um livro seu em sua língua nativa. Segundo me informaram, para que o público sentisse o que eles chamavam de “musicalidade do idioma”. Mesmo sem entender nadinha!

Depois, um leitor, um “reader”, providenciado pela direção do festival, lia a tradução em inglês de um trecho da obra daquele escritor.

Eu tinha um capítulo d’O Romance da Besta Fubana traduzido pro inglês por uma professora da Universidade de Iowa, nos EUA. Uma americana, professora de português. E foi um trecho dessa tradução que foi lido naquela ocasião.

O documentário sobre o festival dura 58 minutos e está linkado no final desta postagem.

Na abertura, logo nos primeiros dois minutos, aparecem os nomes de todos os participantes.

Prestem atenção e vejam que o nome deste pernambucano inxerido está lá. No meio de um monte de gente importante.

Eu apareço em alguns trechos do documentário, falando meu inglês com sotaque palmarense, aprendido no Curso Ginasial com o saudoso professor Amaro Matias.

No vídeo abaixo, com duração de pouco mais de dois minutos, temos a abertura e algumas cenas que Aline selecionou onde eu apareço.

Para assistir ao vídeo completo, com 58 minutos de duração, clique aqui.

A PALAVRA DO EDITOR

TÁ SEXTADO!

A sexta-feira chegou.

Amanhã começa o final de semana.

O neologismo “sextar” é uma das mais criativas presepadas dos últimos tempos.

Pois hoje Sextou!!!

É dia de Chupicleide encher a cara, junto com o faxineiro Bosticler, assim que chegar o final da tarde.

Graças às doações feitas esta semana pelos leitores Esdras Serrano, Marta de Senna, R.S.P e José Medeiros Lins, a cachaça e o tira-gosto da dupla já estão garantidos.

Gratíssimo a todos vocês que nos ajudam a manter esta gazeta escrota nos ares com suas generosas doações.

Vai voltar tudo em dobro na forma de alegria, paz, saúde, vida longa e muita felicidade!!!

Vamos fechar a postagem ouvindo o genial Sivuca descrever a feira da cidade de Itabaiana, na Paraíba, lá onde mora o Poeta e colunista fubânico Jessier Quirino.

Clara Nunes interpreta a antológica composição “Feira de Mangaio”.

Abraços e um final de semana arretado pra toda a patota fubânica.

A PALAVRA DO EDITOR

AMORTECENDO

Ontem eu estava passando numa grande avenida aqui do Recife e um cartaz me chamou a atenção.

O tal cartaz estava na calçada de uma loja de pneus e anunciava a venda de amortecedores com desconto.

A maneira como grafaram a palavra, me chamou logo a atenção.

Aline estava dirigindo e eu peguei o celular e fiz uma foto.

Vejam só o desmantelo:

Vôte!!!

A-MORTE-CEDORES

Me benzi e saí rapidinho dali.

Boto nada um amortecedor desses no meu carro!!!

A PALAVRA DO EDITOR

MEIO DO MÊS, FINAL DA SEMANA

Sexta-feira, 15 de outubro.

Dia do Professor e Dia da Normalista (ainda existem?…)

Começa o final de semana. E estamos no meio do mês.

Hoje é dia de Chupicleide e Bosticler caírem na gandaia.

Escutei os dois acertando os ponteiros pra saírem hoje de tarde.

Eles vão encher o rabo num boteco do Buraco da Velha, um aprazível e movimentado bairro recifense, localizado na beira da praia, zona sul do Recife.

Os dois, Chupicleide e Bosticler, estão aqui com os dentes arreganhados, felizes com as doações feitas esta semana pelos leitores Maria M. Santos, Paulo Ferreira e Jonas Valverde.

Gratíssimo a todos vocês, queridos amigos fubânicos, que com suas contribuições nos ajudam a manter esta gazeta escrota nos ares e a cobrir as despesas com sua manutenção..

Uma sexta maravilhosa, um sábado cheio de alegrias e um domingo repleto de coisas boas!!!

Pra fechar a postagem e alegrar nosso dia, vou repetir uma gostosa roda de choro, atendendo pedido do leitor piracicabano Joel Santanna.

A PALAVRA DO EDITOR

E VAMOS FALAR DE FLAUTULÊNCIA

Existe um grupo no WhatsAap, montado por magote de cabras safados, ao qual batizaram de Cabaré do Berto.

Já entrei com um processo na justiça pedindo ressarcimento por danos morais.

Um cidadão honrado e sério feito eu não pode ter seu nome avacalhado desse modo.

Este tal cabaré tem o mesmo nome da reunião fubânica semanal, realizada nas noites de quarta-feira, comandada pelo colunista Maurício Assuero.

Pois quem quiser conhecer e entrar pro grupo lá no WhatsAap, pode fazer contato com Assuero e pedir pra ser admitido, através deste e-mail:

mauricioassuero18@gmail.com

Garanto a todos os leitores fubânicos que é um grupo pra lá de movimentado e divertido, com postagens o dia inteiro.

Vou encerrar contando uma história:

Essa semana, nesse grupo de gente escrota, o também colunista fubânico Jesus de Ritinha de Miúdo, talentoso poeta potiguar, publicou uns versos se referindo a este Editor.

Não elogiando minha beleza, meu talento ou à minha reputação ilibada e notável saber putárico.

Mas se referindo aos peidos que eu solto…

Pode um desmantelo desses???!!!

É muita falta do que fazer e muito desrespeito dessa mundiça.

Vejam só o que Jesus postou lá:

Berto peida acordado
Peida quando adormece
Peida calmo e com estresse
Peida em pé, peida sentado.
Peida falando e calado
Em lugar amplo ou estreito
Na cara de um sujeito
Peida longe, peida perto,
E eu ouvi falar que Berto
Peida, sim, de todo jeito.

Peida sorrindo ou chorando,
Até cantando também
Numa noite peida cem
Pra nos dedos ir contando.
Quando Berto vai andando
Quebra o peido na passada
Dividindo a bufarada
Em várias partes iguais
‘Tá escrito nos anais:
Berto é o Rei da Peidarada

É pra arrombar as tabaca de Xolinha!!!

Esse povo não tem o menor respeito por este Editor e vive a enxovalhar meu nome.

E já que o tema é peido, fecho  a postagem com um verso do grande gênio da poesia nordestina Otacílio Batista.

Vejam:

O peido é bom toda hora
Sem peido não há quem passe
A criança quando nasce
Tanto peida como chora
Um peido ao romper da aurora
Eu não troco por ninguém
Há noites que eu solto cem
Peidos grandes e pequenos
Já conheço mais ou menos
O valor que o peido tem

Quem quiser ler o poema completa, basta clicar aqui

A PALAVRA DO EDITOR

UM NORDESTINO NA ALEMANHA

O fubânico João Araújo é um cabra talentoso que frequentemente nos brinda com suas criações aqui no JBF.

Trata-se de um pernambucano que mora na Alemanha e é apaixonado pela poesia e por nossa arte popular.

É divulgador da nossa cultura lá na Europa.

Esta é uma nota que consta na capa de um dos seus CDs:

Semana passada troquei algumas mensagens com João e ele me mandou este recado:

Como você sabe, houve o “Dia do Nordestino” e eu desde sexta-feira estou fazendo shows e concertos pelas bandas de cá: tocando xote, declamando cordel e poesia popular. Então estive sobrecarregado aqui, mas foi por uma causa maior!

É isso aí, seu cabra!!!

Divulgue mesmo a cultura aqui da nossa terrinha amada com seu magnífico trabalho aí na Alemanha e arredores.

Desejo muito sucesso nesta sua nobre missão.

Os leitores do JBF que quiserem fazer contato com João Araújo e também conhecerem mais sobre a obra dele, podem clicar em qualquer um dos itens abaixo:

Site Oficial
Canal de Poesia João Araújo
Coletânea de Cordéis e Repentes
Instagram
Facebook

Esta semana tive o privilégio de receber pelos correios um magnífico presente que ele me mandou: dois discos e dois livros de sua autoria.

Um livro infantil e um livro de poesias.

E pra fechar a postagem e começarmos bem a semana, aqui vão duas composições do nosso talentoso amigo.

Sucesso, seu cabra!

Música Rival do Destino, no CD de mesmo nome:

Ratazana de Paletó: