A PALAVRA DO EDITOR

A MESA DE DEUS, UMA OBRA NOTÁVEL

Esta semana recebi do meu estimado amigo José Paulo Cavalcanti, colunista desta gazeta, grande jurista e Imortal da ABL, um vídeo contendo entrevista de sua esposa, Maria Lectícia Monteiro Cavalcanti, grande intelectual pernambucana, pela qual tenho muita admiração e estima.

Um detalhe curioso: os dois são membros da Academia Pernambucana de Letras.

Na entrevista ao jornalista João Alberto, da TV Tribuna aqui do Recife, Maria Lectícia fala sobre sua última obra, lançada no final do ano passado.

Fruto de ampla pesquisa, o livro A mesa de Deus, que já foi tema de postagem no JBF, analisa os principais alimentos citados na Bíblia e a sua importância para o povo de Deus.

Cuida-se aqui de uma obra-prima que se destaca pelo ineditismo do assunto que trata.

A entrevista está muito interessante mesmo.

Confiram no vídeo abaixo:

A PALAVRA DO EDITOR

É SEXTA-FEIRA, DIA 20!

Sexta-feira ensolarada aqui no Recife.

E num dia de número par, o 20, que é o dobro de 10.

Tudo certo e encaixado!

Sinal de bons presságios.

Chupicleide já avisou que vai encher a cara hoje.

A safada fez um vale de adiantamento de salário e chega arreganhou os  dentes de tanta satisfação.

Ela tomou a iniciativa por conta das generosas doações feitas esta semana pelos leitores Luis Gonzaga, Urbano José, Expedito Mateus, Helena Maria e  Manuel M. Sabino.

Brigadíssimo a todos que nos ajudam a manter esta gazeta escrota avuando pelos ares!!!

Vai voltar tudo em dobro pra vocês.

E pra fechar a postagem, vamos alegrar e embelezar a nossa sexta-feira com uma animada roda de choro, atendendo pedido do leitor Sérgio Isidoro, de Guaratinguetá, São Paulo.

Abraços e um excelente final de semana pra toda a comunidade fubânica!!!

A PALAVRA DO EDITOR

SEXTA-FEIRA, 13 – É HOJE ! ! !

Sexta-feira, 13 de janeiro de 2023.

Hoje é o dia em que a Mãe de Calor-de-Figo limpa os dentes com uma escova fabricada com os pentelhos da sogra de Belzebu, a madrasta de Caralho-de-Asas come bimba de gato frita em sebo de bode, a nêga Espanta-Cacete amarra o pixaim com biliros feitos de ossos de cachorro doido, a madrasta de Cavalo-do-Cão come barro e caga tijolo pra levantar a caverna do Tinhoso, a cabôca Traça-Pica faz careta pra Tranca-Rua em cima de um pinico de loiça, a enfezada Catraia Sibita lava a priquita com o mijo da Besta Fera pra se enxugar com um pedaço da estopa de Maria Mulambo e a irmã de Pancanha cata chatos na barba do cabôco Papa-Cu.

É dia de ter muito cuidado, assim feito quem procura pinico com os pés no escuro.

Quem lê, gosta, aprecia e divulga o Jornal da Besta Fubana está a salvo, será feliz e terá um dia excelente e um futuro brilhante.

Assim como excelente terá este final de semana e todo o resto do ano de 2023.

Já os farrapos humanos que falam mal mim, preparem os furicos: o moleque Bimba-de-Alavanca tá pronto pra fazer sua parte.

Vejam ele aí embaixo, de cacete armado e pronto pra enrabar tudo quanto é idiota e tabacudo deste mundo cheio de gente ruim.

E fiquem de pregas preparadas os componentes de uma lista que está aqui comigo. Uma lista formada um monte de gente que dá expediente lá em Brasília, na Praça dos Três Poderes.

Além de vários cabras safados nas governanças estaduais e nas prefeituras de inúmeras cidades deste país.

Serão devidamente enrabados pelo moleque Bimba-de-Alavanca e ficarão todos de furicos afolosados.

O último da fila de enrabamento será o presidente eleito pelas urnas dos amigos, o bandidão conhecido por Lapa de Ladrão.

E, pra fechar a postagem com chave de ouro, peço ajuda ao meu querido amigo e conterrâneo de Palmares, o catimbozeiro Sikêra Júnior, uma das maiores audiências do Brasil, pra dar um descarrego da pesada nesta sexta-feira da gôta serena, da bobônica preta, do caralho-a-quatro, do priquito apimentado, do estopor calango, da bixiga lixa e da febre do rato.

Fala, Sikêra!!!

A PALAVRA DO EDITOR

UM TALENTO NORDESTINO

Imagine você sendo um gaúcho e querendo se definir como algo bem típico de sua terra:

– Eu sou a bomba da cuia do meu chimarrão!

Ou, em sendo um carioca, você assim se definisse:

– Eu sou o encanto da Vila de Noel!

Pois o nosso talentoso poeta Xico Bizerra, colunista desta gazeta escrota, compôs uma música intitulada “Romeiros do Destino”, em homenagem aqui à Nação Nordestina, na qual ele utiliza várias frases fantásticas, criativas, para se definir como natural aqui da terrinha.

Escolhi algumas delas:

“Eu sou a casca da bala do fuzil de Lampião”

“Eu sou uma conta do rosário em que rezou Frei Damião”

“Eu sou o barro que corria pelas mãos de Vitalino”

“Eu sou o fiapo da batina do Padre Ciço Romão”

Comparações poéticas geniais, marcantes e de grande significado.

Cuida-se aqui de um dos maiores nome da música nordestina da atualidade, e é um privilégio contarmos com uma figura deste porte como colaborador desta gazeta escrota, que toda segunda-feira publica seus magníficos textos.

Xico é autor de uma obra marcante, um ícone da música brasileira contemporânea, gravado por dezenas de grandes nomes da MPB.

Quem quiser conhecer mais sobre o trabalho deste talentoso cearense do Crato, que já foi agraciado com os títulos de Cidadão Pernambucano e Cidadão Recifense, entre em sua página clicando aqui.

Ou em sua página no Wikipédia.

Como nordestino, tenho um orgulho enorme de ser conterrâneo de um cabra talentoso desse tanto. Mais que isso, de ser seu amigo.

“Romeiros do Destino”, uma das músicas do seu repertório que muito me encantam, está no vídeo que fecha esta postagem.

A interpretação de Israel Filho, com marcante sotaque regional, sobretudo em palavras como Virgulino, Vitalino, Marcolino, nordestino, dá um especial realce a esta composição de Xico Bizerra.

O vídeo termina com uma declamação do próprio Xico.

Escutem com a atenção e me digam se tenho ou não razão.

Um presente deste Editor para todos os nossos estimados leitores, neste final de tarde do dia 30 de dezembro de 2022!!!

Sou a casca da bala do fuzil de Lampião
Uma conta do rosário em que rezou Frei Damião
Sou o barro que escorria pelas mãos de Vitalino
Eu sou nordestino, sou dessa nação

Sou o pé de pau que deu o cajado a Conselheiro
Palavra que Patativa transformava em verso inteiro
Sou o eco do aboio no cantar de Marcolino
Eu sou nordestino, sou dessa nação

Sou da terra do vaqueiro, cantador
Violeiro, embolador, beatas e rezadeiras
Do arraial dos poetas sonhadores
Que enxergam os seus amores pra cantar uma canção
Do sertão em que a lua é mais bonita
Porque a gente acredita na grandeza do perdão
Onde todos são romeiros do destino
Têm coração de menino, nordestino, eu sou nação

Sou o fiapo da batina do Padim Ciço Romão
Poeira do pé-de-serra que pariu o Gonzagão
Na poesia de Aderaldo sou um verso clandestino
Eu sou nordestino, sou dessa nação

Sou a linha das rendeiras, sou a corda da viola
Sou águas do Pajeú, sou fogueira, bandeirola,
Sou o som de u’a sanfona, sou um terreiro junino
Eu sou nordestino, sou dessa nação

A PALAVRA DO EDITOR

NA PRAIA

Recebi ontem telefonema do colunista fubânico José Paulo Cavalcanti, informando que vai tirar um recesso e se abrigar no seu paraíso à beira mar, no litoral sul aqui de Pernambuco.

E que só voltará a enviar novos textos pra sua coluna após o Carnaval.

Aproveite e curta muito, meu Imortal amigo, junto com a sua amada Maria Lectícia, essa grande intelectual pernambucana que nos brindou há poucos dias com uma obra-prima intitulada A Mesa de Deus.

Fruto de ampla pesquisa, o livro A Mesa de Deus, publicado pela Record, analisa os principais alimentos citados na Bíblia e a sua importância para o povo de Deus.

Pois durante a nossa conversa, José Paulo me contou um fato curioso:

Nos últimos tempos, depois que assumiu uma cadeira na Academia Brasileira de Letras, ele tem recebido uma quantidade enorme de livros, remetidos por autores de todo o Brasil, sobre os mais variados temas, sejam de ficção, poesia ou ensaio.

E disse que, mesmo sendo especialista em leitura dinâmica, está tendo um trabalho danado para ler a impressionante quantidade de volumes que são enviados em seu nome para a sede da Academia.

É um tarefa gigantesca, mas que ele desempenha com muito gosto.

Bom descanso junto com filhos e netos e um ano novo arretado pro querido casal!!!

A PALAVRA DO EDITOR

NATAL NOS ANOS 50

 Bom dia para todos os estimados leitores desta gazeta escrota.

Uma ceia de Natal bem gorda pra todos vocês!

Desejo não apenas um feliz dia de Natal, mas que sejam felizes todos os dias do ano!!!!

E para encantar o nosso sábado, dois comerciais da Coca-Cola dos anos 50.

Se a Coca-Cola quiser recompensar a publicidade, estamos às ordens.

O número da conta está aí do lado.

Um dia arretado pra todos vocês, estimados leitores!!!

A PALAVRA DO EDITOR

SEXTA-FEIRA, SEGUNDA QUINZENA

Neste sexta-feira iniciamos a segunda quinzena de dezembro.

Mais uns dias e estaremos em janeiro.

O tempo passa ligeirinho!!!!

Chupicleide está relinchando de alegria porque já acertou com seu macho que hoje vai tomar aguardente e cerveja no bar Rabo da Gata, lá em Olinda.

Com tira-gosto de piaba frita.

Ela já pediu um adiantamento, por conta das doações que fizeram esta semana os fubânicos José Claudino, Esdras Serrano,  Expedito Mateus e  Manuel M. Sabino.

Brigadíssimo a todos que nos ajudam a manter esta gazeta escrota avuando pelos ares!!!

Vai voltar tudo em dobro pra vocês.

E pra fechar a postagem, vamos alegrar e embelezar a nossa sexta-feira com um animado chorinho.

Abraços e um excelente final de semana pra toda a comunidade fubânica!!!

A PALAVRA DO EDITOR

DITADURA

Ontem, segunda-feira, fiz uma postagem no zap e repassei pros meus amigos.

Vou repetir aqui.

É esta que está a seguir:

Estamos atônitos aqui em casa. O Brasil vive um momento absurdo, sob o jugo de uma ditadura, comandada por um psicopata tirânico e descontrolado.

A PALAVRA DO EDITOR

NUMA CASA MODESTA

A Estrada do Arraial é uma via tradicional da zona norte aqui do Recife.

Uma rua  extensa, de mão única, que faz parte do meu itinerário quando estou voltando pra casa, depois de rodar pela cidade.

Semana passada, num determinado trecho, o sinal fechou e nosso carro ficou parado bem em frente a uma modesta residência, uma casa estreita com um rústico portão.

Pois neste portão estava escrita uma declaração do morador, que eu pedi pra Aline tirar uma foto.

É esta que está a seguir.

Um desabafo de uma pessoa comum, uma pessoa do povão.

Leiam e tirem suas conclusões.

“Lula é a segunda maior vergonha desse país. A primeira é você que defende ele. Dizem que a candidatura do Lula é na verdade uma pesquisa para saber quantos burros existem no Brasil”

A PALAVRA DO EDITOR