A PALAVRA DO EDITOR

UMA PROMESSA DE SOL

Essa madrugada foi chuva a noite inteira aqui no Recife.

Foi água pra torar!

Só parou quando o dia estava amanhecendo.

O domingo ainda não está ensolarado, mas o céu já está limpando neste começo de manhã.

Chupicleide está ansiosa pra que o sol apareça e ela possa dar sua caminhada no Parque da Jaqueira, tomando água de coco e se rindo-se para os machos que dão expediente por lá.

A inxirida tá aqui relinchando de alegria com as generosas doações feitas pelos leitores Esdras Serrano e Paulo Ferreira.

Gratíssimo a todos vocês que nos ajudam a manter esta gazeta escrota nos ares.

Receberão o troco em forma de paz, alegria, saúde e tranquilidade.

Um excelente domingo pra todo a comunidade fubânica.

“Um xêro para todos os meus queridinhos!!!”

A PALAVRA DO EDITOR

UMA GAZETA ESCROTA NA GRANDE MÍDIA

Nos tempos em que era uma publicação séria, a revista Veja tinha dois grandes nomes entre os seus colunistas: os jornalistas Ricardo Setti e Augusto Nunes.

Naqueles tempos, tempos da primeira fase do JBF, os dois descobriram a existência desta gazeta escrota e, de vez em quando, citavam e indicavam matérias nossas em suas colunas naquela revista.

Clique aqui e veja uma postagem de Augusto Nunes na Veja, feita em março de 2015.

Esta badalação midiática fez crescer enormemente a audiência deste jornaleco e aumentou muito a nossa quantidade de fiéis leitores.

Ontem, futucando em meus arquivos, encontrei esta nota que está a seguir.

Uma postagem de Ricardo Setti em sua coluna na revista Veja, feita há quase uma década, em dezembro de 2012.

Vejam:

Pois é isso mesmo que vocês leram.

Era desse jeito que o Ricardo Setti – atualmente afastado do jornalismo e residindo em Barcelona, na Espanha -, se referia a este Editor e à sua escrotice internética.

Eu ficava ancho que só a porra!

O vídeo citado por Ricardo Setti, que ele gostou e elogiou, é este que está a seguir:

A PALAVRA DO EDITOR

RÁPIDO RECESSO

Caros leitores:

Por motivo de viagem do Editor, para comemoração de um aniversário em família, esta gazeta escrota entra em recesso a partir de hoje.

Um breve e rápido recesso.

Oportunamente voltaremos a fazer as atualizações.

Tenham calma, não se desesperem…

Contamos com a compreensão de todos vocês!

A PALAVRA DO EDITOR

UM GOSTOSO CAFÉ DA MANHÃ

Avacalhando a onda de terrorismo covídico, criminosamente espalhada pela mídia funerária, saímos hoje cedo, eu e Aline, pra tomar o café da manhã na Padaria Massa Nobre, no bairro da Torre, aqui no Recife.

Um cardápio arretado onde havia o meu cuscuz, meu queijo de coalho, minha pamonha, minha canjica e minha carne de sol.

E era cada pão-doce bonito que só a peste!

No almoço a gente vai pro restaurante do centro comercial Ferreira Costa, aqui perto de casa, onde tem uma panelada de peixe com camarão de dar água na boca.

Um excelente Domingo de Páscoa pra todos!!!

E uma bem estralada banana pra essa canalha de jornalisteiros tabacudos, aquela cambada que, por motivos político-ideológicos, vive pregando que faz bem pra saúde ficar trancado em casa.

A PALAVRA DO EDITOR

SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO

Hoje, Sexta-Feira da Paixão, eu se alembrei-me de uma crônica do meu livro “A Prisão de São Benedito”, onde há uma referência a este dia.

Uma crônica intitulada “Outra Glosa”, e que está transcrita logo a seguir.

Aliás, vou aproveitar o pretexto pra fazer o reclame dos livros onde estão as besteiras que escrevo.

Para adquirir qualquer um dos meus cinco títulos, é só entrar na página das Edições Bagaço, clicando aqui.

É tudo baratinho, baratinho.

A compra é feita via internet, com toda segurança, e a mercadoria será entregue pelos Correios.

E aqui vai a crônica sobre a qual falei:

* * *

OUTRA GLOSA

Elias gostava de caçadas e de raparigar. Dava-se muito bem com as duas atividades e a elas se dedicava com afinco.

Enrabichou-se com uma rameira conhecida pelo nome de Maria Cu-de-Apito. Tanto e tanto, que não respeitava nem feriado, nem dias santos, gastando o tempo que podia no leito da escolhida.

Assim, não foi difícil aos companheiros de caçada descobri-lo em plena noite de uma Sexta-Feira Santa para um Sábado de Aleluia: encontraram-no, já de madrugada, na Coréia, o bairro da zona, na casa da mulher.

E puseram-se a bater na porta, fazendo o maior barulho, chamando-o para uma caçada.

A rapariga sentiu-se duplamente lesada: tanto pela latomia no seu batente, quanto pela ousadia de quererem levar seu homem em pleno meio da noite. E pôs-se a dirigir impropérios a Elias, chamando-o pelos piores nomes que havia em seu repertório.

– Cabra safado, me largar aqui sozinha para ir caçar com os parceiros.

E, vendo a calma olímpica de Elias, que ia se vestindo como se não estivesse ouvindo a chuva de desaforos, resolveu chegar às últimas consequências, atirando-lhe na cara a pior ofensa que se podia dirigir a um homem naquele tempo:

– Chupão!

Elias permaneceu impassível, mas o desaforo foi escutado perfeitamente pelo grupo lá na calçada. Escandalizaram-se de imediato.

– Repara só: Maria Cu-de-Apito chamou Elias chupão!

Um deles, de ouvido mais apurado, percebeu logo o alcance da situação:

– Menino, isso dá um mote!

“Maria Cu-de-Apito
Chamou Elias chupão”

Fernando, glosador de respeito, pegou a coisa no ar e cometeu essa obra-prima:

Tinha fama de bonito
Mas teve um fim infeliz.
Repare quem ele quis:
Maria Cu-de-Apito.
E sendo um dia bendito,
Sexta-Feira da Paixão,
Não se sabe porque razão
Aquela puta escrachada,
Às duas da madrugada,
Chamou Elias Chupão.

A PALAVRA DO EDITOR

UM DIA ESPECIAL

Amanhã, quinta-feira, 1º de Abril, é celebrado o Dia da Mentira.

Alguém tem notícia se está marcada alguma entrevista de Lula em algum órgão da grande midia jornalisteira banânica?

Folha, Globo, Veja ou Estadão?

Tô curioso pra saber.

Seria uma celebração coerente pra um 1º de abril.

Quem souber de alguma coisa, por favor, me diga.

Agradeço antecipadamente.

A PALAVRA DO EDITOR

RELINCHO NA REDAÇÃO DO JBF

Chupicleide, nossa secretária de redação, está relinchando de felicidade ao lado do jumento Polodoro, mascote desta gazeta escrota.

Os dois estão agradecendo as generosas doações feitas pelos leitores Boaventura Bonfim, de Fortaleza, Heraldo Sampaio, de Feira de Santana, e Dulce M. Rocha.

Enquanto isto, a cachorra Xolinha está de tabaca arreganhada, latindo de ficar engasgada, com a felicidade brilhando no fucinho.

Este mês de março está se fechando com muito brilho e alegria.

Os generosos doadores irão receber tudo em dobro na contabilidade da vida.

Vocês leitores são a força que mantém este jornaleco avuando pelos ares.

Paz, harmonia, saúde e muita felicidade!!!

“Um relincho de agradecimento pra todos vocês, queridos e queridas”

A PALAVRA DO EDITOR

GOVERNADORES E PREFEITOS NUNCA TIVERAM TANTO PODER NAS MÃOS

De todas as calamidades trazidas pelo combate à Covid-19, e muito acima da incompetência maciça dos “gestores locais” – o que produziram até agora, com todos o seus “toques de recolher”, foi um total de vítimas que já passou dos 300 mil mortos –, uma é especialmente perversa. Trata-se da aberração legal e política que foi a transformação da maioria dos governadores e centenas de prefeitos em ditadores dos pedaços de Brasil em que mandam.

Sempre que se fala no assunto, o “Movimento Nacional Pró-Pânico” diz que isso é um exagero; eles estão “salvando vidas”, e por conta desta incumbência causam alguns “transtornos” aqui e ali, mas nada que não seja compreensível diante da imensa importância da tarefa que têm diante deles.

Os fatos mostram que não é assim. Dá para ficar falando no assunto pelas próximas 100 colunas no Jornal da Besta Fubana, mas uma realidade da nova ordem, apenas uma, é mais do que suficiente para entender a natureza realmente maligna do que está acontecendo: ao se tornarem tiranos de ocasião, por conta dos poderes que receberam para lidar com a covid, governadores e prefeitos passaram a ser os grandes beneficiários pessoais das regras criadas com o objetivo de combater a epidemia. A questão aqui é dinheiro.

Disso todo mundo entende, não é? A grande calamidade real do combate à covid é, justamente, o “estado de calamidade” – essa trapaça monumental da vida pública do Brasil, praticada ao longo de toda a nossa história. Como se sabe, ela consiste em liberar para as “autoridades locais”, sob a desculpa que está acontecendo um desastre, verbas em dinheiro que elas podem gastar basicamente como lhe dá na telha.

Se com todos os controles e riscos que existem hoje nas finanças públicas do país já se rouba uma enormidade, imagine-se então quando a honestidade na aplicação dos recursos se torna uma coisa voluntária. Quem acredita que as verbas extraordinárias, e imensas, que governadores e prefeitos recebem para instalar leitos de UTI e equipar os hospitais públicos estão realmente sendo gastas com escrúpulos, integridade e eficiência?

O governador do Rio Grande do Sul, por exemplo, usou verbas federais destinadas a tratar da covid, na mesma hora em que recebeu, para pagar salários atrasados do funcionalismo estadual. O dinheiro para os leitos de UTI passou antes pelo alcance dos credores que estão dentro de casa – e por ali ficou.

O governador do Sergipe, que falou em “requisição administrativa” de propriedade privada para combater a epidemia – uma frente de oportunidades na qual nenhum colega parece ter pensado até agora -, estava sem dinheiro para fechar as contas do Estado. Resolveu a sua vida com o estado de calamidade. Os governadores do Nordeste, de um modo geral, jamais tiveram tanto dinheiro como hoje – e não precisam prestar contas sobre nada, bastando dizer que foi gasto “em pandemia”.

Fica cada vez mais fácil de entender, na verdade, a agressividade cada vez maior das autoridades locais na repressão às liberdades públicas, aos direitos individuais, ao trabalho, à produção e à vida social. Enquanto a coisa está assim, está bom para elas e para sua clientela – a começar pelos funcionários públicos. Elas têm, custe o que custar, de manter vivo o “distanciamento social” e o atual ambiente de desordem para manter os poderes que lhes foram conferidos pelo STF e, desde então, aumentados por conta de cada um. Estão defendendo o seu – e esse “seu” é muita coisa. Inclui poder de ditador, de um lado, e dinheiro grátis, de outro. Quem resiste?

O fato é que governadores e prefeitos nunca tiveram na vida isso tudo que têm hoje. Não vão ter outra vez. É natural que queiram que o “lockdown” dure para sempre, ou pelo máximo de tempo que conseguirem.

A PALAVRA DO EDITOR

NÃO SE APLICA

Está escrito na lei brasileira o seguinte:

“São crimes de responsabilidade dos ministros do Supremo Tribunal Federal: 1. Alterar por qualquer forma, exceto por recurso, decisão ou voto já proferido em sessão do tribunal”.

O que poderia haver de mais claro que isso? A lei, por sinal, foi aprovada em 1950, quando os deputados e seus redatores ainda sabiam escrever em português. Se vale o que está escrito, então, e segundo requer a lógica mais comum, a ministra Cármen Lúcia, que acaba de fazer exatamente o que a lei diz que é crime, deveria estar dando alguma satisfação sobre o que fez; pelo menos isso.

Mas aí é que está: ela não precisa fazer absolutamente nada. No Brasil de hoje, que é o Brasil como o STF quer que ele seja, é mais fácil o simpático camelo da Bíblia passar pelo buraco de uma agulha do que a lei valer alguma coisa quando os ministros supremos não querem que valha. A solução universal, então, é dizer: “Nesse caso a lei não se aplica”. Pronto: tudo resolvido e vida que segue, até a próxima.

A lei obviamente não se aplica à ministra, nem a qualquer dos seus dez colegas, nem sobre qualquer decisão que o STF possa tomar – afinal, entre outros portentos, os ministros tocam há mais de um ano um inquérito policial que não têm nenhum direito de tocar, prendem deputados federais, anulam leis aprovadas legitimamente no Congresso Nacional, decretam o que é proibido fazer, decretam o que é obrigatório que se faça. Se fazem tudo isso, por que iriam implicar com Cármen, ainda mais quando ela está fazendo exatamente o que eles querem que seja feito?

Não existe rigorosamente nada de certo na decisão que a ministra tomou para considerar o juiz Sérgio Moro “suspeito” de agir de maneira parcial na condenação do ex-presidente Lula por corrupção e lavagem de dinheiro – sentença que foi confirmada por outros oito magistrados superiores a ele.

Quando julgou a história da suspeição, na abertura do caso em 2018, Cármen disse em seu voto que Moro não era suspeito de nada. Agora, três anos depois e com a condenação de Lula já passada em terceira e última instância, ela dá um voto exatamente ao contrário do primeiro. Não aconteceu nada de novo entre um momento e o outro, a não ser a apresentação de “provas” obtidas através de gravações ilegais – um crime. Tudo o que houve nesse período, segundo diz Cármen, foram “conversas” com o “ministro Gilmar Mendes”.

Cármen não fez apenas um reparo ou ajuste técnico em seu primeiro voto; fez um voto novinho em folha, decidindo simplesmente o oposto do que já tinha decidido. A mudança também não foi feita “por recurso”, como pede a lei; Cármen começou, dias atrás, a espalhar na imprensa que poderia dar um “voto novo”, e assim que o caso foi reaberto para o julgamento final, com um placar de 2 x 2, ela anulou sua própria decisão e deu a vitória a Lula. É verdade que os votos, tanto o que era à brinca como o que foi à vera, não foram dados em sessão plenária do STF, e sim na “Segunda Turma” d qual ela faz parte; mas foi decisão oficial.

Mas e daí, não é mesmo? Nada disso tem a mais vaga importância para o STF. O tribunal vive no seu próprio Brasil, um universo no qual é proibida a entrada de fatos ou pontos de vista diferentes, e onde só vale a vontade pessoal dos ministros. Eles têm a sua própria realidade. O ministro Gilmar, por exemplo, diz que o que desmoraliza a Justiça brasileira não é o Supremo, mas sim a Operação Lava Jato – uma “vergonha mundial”, nas suas palavras.

O STF é isso: a mais bem-sucedida ação da Justiça contra a corrupção, em toda a história, é um erro, o culpado é o juiz e o condenado é um mártir.

A PALAVRA DO EDITOR

PRESIDENTE DO CFM CONDENA POLITIZAÇÃO DA PANDEMIA

Talvez a coisa mais bizarra de explicar nessa pandemia seja a demonização do dito “tratamento precoce”. O que faz com que pessoas que nunca se importaram de cobrar teste de ouro duplo cego randomizado para inúmeros remédios de repente exijam as provas mais robustas para medicamentos conhecidos há décadas e de baixo risco, em meio a uma crise pandêmica?

Quando lembramos que muitos à esquerda, defensores da legalização das drogas, passaram a condenar com veemência a cloroquina, a coisa fica ainda mais estranha. Chamadas de jornais já mostraram “estudos” que apontam para vantagens de maconha, LSD e até cocaína nessa pandemia, mas a ivermectina, remédio usado há anos para tratar piolhos, passa a ser responsável até por mortes!

Se lermos a bula de cada remédio que tomamos, não tomaremos mais nada. Se buscarmos alguém que errou na dose ou teve um raro efeito colateral com algum medicamento, encontraremos pontos negativos até na aspirina ou no paracetamol. O que está acontecendo aqui, então?

Sabemos a resposta, e infelizmente ela expõe uma faceta nefasta dos “humanitários” nessa crise: eles colocam seus interesses políticos e ideológicos acima das vidas! Como Trump e Bolsonaro apostaram nesse caminho do tratamento preventivo, seus detratores passaram a atacar esses remédios como se fossem veneno, e criaram uma falsa dicotomia entre vacinas e tratamento, o que demonstra enorme ignorância sobre a ciência.

Entrevistei hoje cedo no Jornal da Manhã o presidente do Conselho Federal de Medicina, Mauro Ribeiro, e ele falou justamente sobre essa politização absurda que vem prejudicando o debate no país. Só por não demonizar a cloroquina, por exemplo, ele passou a ser rotulado de “bolsonarista”. É simplesmente abjeto. Vejam a entrevista na íntegra, imperdível pela coerência e os esclarecimentos acerca desses ataques infundados:

Recebi de um médico que trata pacientes com covid a seguinte mensagem: não existe “kit covid”; existem médicos livres que, em acordo com seu paciente, acolhem, acompanham e tratam com remédios existentes; a dicotomia assassina de hoje é: tratamento com acolhimento competente e humanizado ou NADA, o abandono total e “procure o tubo quando sentir falta de ar”; pena que não há vagas; os medicamentos vão muito além das “pílulas do Bolsonaro”; não se obriga seu uso, mas é imperativo que o médico esteja alerta para sinais clínicos e laboratoriais de piora, pois isso pode afastar pacientes da UTI.

Qualquer pessoa sensata pode compreender isso, não? Então por que diabos uma turma de oposição ao governo Bolsonaro insiste nessa narrativa cruel, anticientífica e absurda que demoniza esses remédios?! O movimento fascistóide Sleeping Giants chegou a lançar uma campanha para que as pessoas denunciem quem paga ou utiliza o tratamento precoce:

O quão desumano é isso?! A hashtag #sleepinggiantsGENOCIDA atingiu o topo de tendências no Twitter como resposta. Mas não são apenas movimentos de extrema esquerda que fazem isso. A mídia em geral também, fazendo terrorismo com qualquer caso isolado, sem comprovação de elo direto, em que o uso do medicamento não resolveu o problema e o paciente foi a óbito. Os políticos ligados ao MBL, que se diz liberal, também apelam para o mesmo discurso agora:

Será que o deputado vai fazer coro com a jornalista que acusou Helio Beltrão de “traficante de cloroquina” só por defender seu uso? Beltrão foi escolhido por Arthur do Val como seu “posto Ipiranga” na campanha para prefeito, não custa lembrar. A que ponto chega a ambição pelo poder dessa gente?

Uma emissora que faz campanha diária contra Bolsonaro recomendava o uso da cloroquina durante o surto de Zika até para mulheres grávidas, por ter baixíssimo risco de efeito colateral. Pessoas tomam o remédio de forma profilática quando vão para região com malária. E agora ele é perigoso?

Sobre o “remédio de piolho”, eis o que diz a Wikipedia: A ivermectina foi descoberta em 1975 e introduzida no mercado em 1981. Faz parte da lista de medicamentos essenciais da Organização Mundial de Saúde, uma lista com os medicamentos mais seguros e eficazes fundamentais num sistema de saúde, se administrado de acordo com as doses autorizadas. E agora é extremamente nocivo e arriscado, do nada?

A situação anda tão maluca que não seria espanto se Lula, o cachaceiro, tentasse tirar uma casquinha dela condenando a ivermectina por riscos ao fígado!