ROQUE NUNES – AI, QUE PREGUIÇA!

DE AIATOLÁS A AIATOLINHOS

Este fim de semana me peguei matutando sobre os acontecimentos deste início de ano, principalmente na confusão entre os Estados Unidos e o Irã envolvendo a morte do terrorista Qassen Suleimani – digo terrorista e não general, porque o sujeito poderia ser tudo, menos um general, afinal dedicou sua vida a encontrar formas de matar o maior número possível de inocentes usando o terror e o culto à morte como arma de combate – e as manifestações que ocorreram no ocidente, principalmente no Brasil a respeito desse episódio.

Uma análise superficial já demonstra que os aiatolás que usam o medo, a morte e a execração pública como forma de governo podem ser truculentos, bárbaros, carniceiros mesmo, mas burros eles não são. Os métodos pensados pelo aiatolá Ruhollah Khomeini e refinado ao “estado de arte” pelo aiatolá Ali Khamenei aprisionaram uma nação ao terror da morte e da humilhação pública. Para isso foram atacar mulheres, minorias e cidadãos “indesejáveis” como forma de exemplo para que a população se mantivesse quieta.

Enforcar gay? Sem problemas, segundo Mahmoud Ahmadinejad não são gente mesmo! Apedrejar mulheres até à morte? Facinho, afinal, qual a diferença entre uma mulher e uma camela? Há sim, a camela pelo menos fornece leite, lã e transporte. Matar centenas de pessoas por uma causa? Qual o problema? É a nossa causa! Se for possível matar bilhões por ela, assim faremos, afinal os demais são infiéis e não merecem viver e respirar o mesmo ar que nós respiramos.

Essa ideologia de culto à morte implantada no Irã e exportada para o Líbano (Hezbollhah), Iraque (Estado Islâmico), Afeganistão (Talibã), e muito em breve na Europa é difícil de ser compreendido pela mente ocidental, mas tem o seu sentido e gênese na história da própria humanidade. E falar sobre isso requer mais reflexão e aprofundamento.

O que me deixa “basbaque” é ver nossos canhotinhas, aqui no Brasil defender justamente facínoras do calibre de Suleimani, e Khamenei. Que nossos esquerdinhas são intelectualmente desonestos, disso eu não tenho dúvida nenhuma, agora que eles fossem moralmente assassinos, aí é dose que nem um rinoceronte aguenta. Vi gente vestida com a camiseta do Che Guevara que aqui, na terra brasilis se diz feminista, apoiando os sádicos que governam o Irã. Vi partidários do movimento baitolístico nacional gritando palavras de ordem contra os Estados Unidos e apoiando o carniceiro de Teerã que em boa hora a América mandou para o colo de satanás.

Fico imaginando esse aiatolinhos daqui indo lã em Teerã. As bruacas – aqui no glorioso Mato Grosso do Sul esse termo faz referência à mulher baranga, do tipo que o PT adora – de peito de fora, suvaco cabeludo gritando apoio ao Khamenei. Com certeza iriam ser apedrejadas com tijolo oito furos. E os frutinhas esquerdistas então? Lá em Teerã seriam enforcados com fio de nylon para que o suplício durasse mais tempo. Mas como estamos em uma terra de liberdade eles fazem o que bem entendem. Suas aiatolices, desde que haja alguma coisa contra a América encontra ressonância na nossa imprensa militante.

Fico até imaginando que, se Adolf Hitler, aquele tarado do bigodinho escroto, estivesse hoje no poder e fizesse uma campanha contra os Estados Unidos, todos os aiatolinhos do Brasil iriam apoiá-lo com graça e alegria, mesmo que depois fossem tangidos como gado para os campos de extermínio, como assim fizeram os aiatolás do Irã, o bigodudo assassino da Geórgia (Josef Stalin), o tarado fedorendo da Argentina (Che Guevara) e o gigolô da fome alheia (Nicolás Maduro) está fazendo com o seu povo.

No arco civilizatório a que o planeta chegou, os aiatolás sádicos que governam o Irã matam o ser humano dentro da civilização. No espectro político e social brasileiro, os aiatolinhos de esquerda matam a civilização dentro do ser humano.

ROQUE NUNES – AI, QUE PREGUIÇA!

PÉROLAS INFERNÉTICAS

O Brasil é uma terra meio besta. Ou melhor, o planeta está ficando bestificado com a evolução da tecnologia e da comunicação via rede computadores. E, isso tem gerado efeitos positivos e negativos relacionado à informação e a busca de informações sobre o que acontece “urbis et orbis”, como dizem os papas: “na cidade e no mundo”. “Aliás, há muito tempo, quando busco informações venho no JBF, pois todas as opiniões, informações, ‘causos” e depoimentos são publicados sem filtro, sem viés ideológico, sem censura. E para aproveitar o clima de esculhambação nacional que o Congresso e o STF estão fazendo com a “terra brasilis” resolvi também enfiar a colher de pau dos “Nunes da Cunha” nesses tempos abestalhados e dar minha opinião.

Falo de um fenômeno que está se tornando tão comum quanto pereba em moleque: a síndrome do corno internético. Nos tempos de antanho, daquele tempo em que, quando a mãe ia buscar o relho para uma boa sova e mandava a gente ficar parado em um lugar, a gente ficava parado. E recebia duas lições: a primeira, a sova pela peraltice praticada. A segunda uma aula de soletração da Inculta e Bela. Pois bem, nesse tempo, quando alguém era enfeitado com uma galhada cervídea, bubalina, ou bovina, o assunto era tratado a boca pequena, na moita, escamoteado mesmo.

Todo mundo falava baixo, ria pelas costas do enfeitado. E, quando este descobria, abafava-se o escândalo com uma “separação de corpos” como se dizia, isto é, quando o casal, para não desonrar o resto da família, decidia manter as aparências morando na mesma casa, mas em quartos e horários separados. Só apareciam juntos em situações “sociais”. Ou, um dos cônjuges, preferencialmente o galhudo, inventava um serviço em outro local, outra cidade, e se “azulava”, deixando o boato que ia a serviço, mas mantinha mulher e casa e retornaria em breve.

Hoje, coisa estranha, tudo mudou. Quando um dos cônjuges é corneado, a primeira coisa que o outro faz é gravar a traição e postar no “feicebugre”, no “intubiu” e no “instagrande”. E, não somente publicam, como ainda dão o nome completo dos adúlteros, o endereço onde foram se divertir e se filma, para deixar bem claro que lugar de chifre é na testa. De preferência, em cadeia mundial.

Esses assuntos cornelificantes, diga-se de passagem, esta ficando até chato. Justamente porque tira, de maneira mesquinha, daqueles cidadãos que se dedicam à gozação, matéria prima para o riso e para o deboche. Na atualidade, ser corno tornou-se quase que uma obrigação. Não importa a vergonha que se passa, ou se impõe a alguém. O Importante nesse assunto é ver a quantidade de “likes” que o corno ganha após publicar em rede mundial o ato.

Assuntos chifrísticos à parte, penso que estamos vivendo um tempo em que o “simancol”, o “desconfiômetro” e o senso de ridículo foram deixados de lado. O importante agora é ter seguidores on line e “likes” que passam dos cem mil em função de algo que, a meu ver, deveria permanecer no recesso do lar. Mas, quem sou eu nessa história toda? Nada… apenas um curiboca curioso que vive escarafunchando a “infernet” para ver as pessoas serem humilhadas gratuitamente.

E assim, escrevinho este texto, saudosista, antigão, tacanho mesmo. Espero que possamos continuar assim por um longo tempo. Enquanto isso, vou continuar aqui deitado e “catamilhografando” este e outros textos, afinal….. Ai, que preguiça…. ninguém é de ferro!