DEU NO JORNAL

INTIMIDADE DO CORRUPTO COM “JORNALISTAS” ZISQUERDISTAS

AUGUSTO NUNES

ESSA É BOA

A autocrítica de Lula consiste em criticar o governo de Jair Bolsonaro

“Vamos fazer uma autocrítica geral nesse país. O que não pode é esse país estar governado por esse bando de maluco que governa o país. O país não merece isso e sobretudo o povo não merece isso”.

Lula, na entrevista no interior de uma cadeia, revelando que a autocrítica do chefe do partido que protagonizou a maior roubalheira da história consiste em criticar o governo eleito por milhões de brasileiros decididos a expulsar do poder o partido que protagonizou a maior roubalheira da história.

 

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

TODOS OS JUÍZES DO PLANETA ESTÃO ERRADOS

Comentário sobre a postagem FIM DO DESERTO, INÍCIO DA PICADA

Xico Bizerra:

O sentimento criativo dos gazeteiros dessa escrota Besta é inalcançável a olhos comuns: acaba-se de inventar o meio ladrão, aquele que roubou mas não tanto como afirmam as duas instâncias anteriores que o condenaram.

A terceira a fazê-lo reduziu um pouco a pena do acusado, mas referendou o entendimento dos tribunais anteriores que o julgaram, no seu mérito.

Defender o quê?

Com todo o respeito que me merece o Goiano, o meio negro, o meio ladrão, o meio filho da puta, o meio corrupto, o meio gay não existem: o cara é ou não é.

E ele é.

Ou estarão errados todos os juízes deste planeta?

GOIANO BRAGA HORTA - ARCO, TARCO E VERVA

DE RACHID A TURISMO SOCIAL E BALA NA CABEÇA

Quem mergulha nas profundidades do direito compreende que as acusações contra Lula e a condenação judicial, e mesmo a opinião popular e o posicionamento da imprensa, caminharam pelos meandros não específicos da teoria do domínio do fato.

As pessoas se perguntam: – Como Lula não podia saber do que se passava no andar de baixo? É claro que sabia. Tinha de saber. E se sabia é o responsável.
Neste momento, oferece-se a oportunidade de aplicar a mesma teoria a diversas situações que vêm ocorrendo no governo.

A principal delas refere-se ao conhecido “Rachid”, usado largamente nos mais diversos setores legislativos, das câmaras municipais à federal.

Anuncia-se a entrega de um boi-de-piranha no caso do filho do presidente a cujo respeito investiga-se a prática de empregar auxiliares mediante a entrega, por eles, de parte do seu salário ao empregador.

Caminha-se para, caso confirmado o abuso, seja o assessor principal responsabilizado pela encrenca.

Mas… e a teoria do domínio do fato, que, embora mal compreendida, tanto se desfralda?

Por quê, agora, os defensores da sagrada família advogam inocências usando o raciocínio de que quem fez a lambança foi o assessor e que o chefão não tem nada com isso?

Não tem de saber o que andava no andar de baixo?

E os pais, não são obrigados a saber se os filhos andam fazendo besteira e responsabilizados, também, por suas ações deletérias?

É por aí, dentre outras circunstâncias, que transita mesmo o tal do “lawfare”.

Ah, a que pode servir o mal uso do Direito…

Felizmente, para alguns, a tal teoria certamente não será aplicada a essa situação, não só porque ela pode ser mesmo uma boa porcaria, como para não complicar um governo que vai indo tão bem que oferece nossas mulheres ao turismo internacional.

E que apóia a idéia de meter uma bala na cabeça dos membros do Partido Comunista Brasileiro e do Partido Comunista do Brasil.

Além de na cabeça dos membros do Partido dos Trabalhadores, que segundo Bolsonaro caminhava para tirar a liberdade dos brasileiros, o que não quer dizer outra coisa.

Foge gente, que a extrema direita está solta!

DEU NO JORNAL

CHARGE DO SPONHOLZ

ANDERSON BRAGA HORTA - SONETO ANTIGO

À MODA ANTIGA

Eu lhe daria, à moda antiga, um beijo,
e, à moda antiga, ela enrubesceria.
Depois, tão longo o dia duraria
quão breve a noite para o meu desejo.

Serás a lira, amada (eu lhe diria,
todo imerso num sonho benfazejo);
serei o vento a desferir o arpejo.
Serei o sol… serás a cotovia.

Tu sorrindo em meus olhos, eu sorrindo
nos teus, e ambos ansiando, ambos fremindo
ao luar, sobre a relva, à moda antiga…

E a vida passaria tão de leve
que a continuaria a morte, em breve,
como uma doce e acolhedora amiga.

CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS

OBRA-PRIMA DA NATUREZA

Essa jovem com esse capô de “wolkswagen” foi flagrada saindo do mictório do sítio “São Francisco”, que fica ao lado do galinheiro de galinha caipira, após uma festa regada à buchada de porco, mão de vaca, feijoada, sarapatel e cinqüenta e um, a cachaça do presidiário.

É uma verdadeira obra-prima da Natureza, de dar inveja a qualquer quadro saído da imaginação do quase maior pintor do mundo: Pablo Picasso. Abelardo da Hora iria suspirar emocionado, vivo fosse com tamanha ousadia in natura.

A dona dessa obra-prima preferiu esconder o rosto para o ambiente ficar mais psicodélico e os mais afoitos não cometerem crime de importunação libidinosa previsto no Código Penal Brasileiro caso a encontrassem na estrada do sítio.

Não é o capô da Mona Lisa de Da Vinci, tão pouco o da Morena da Montanha Russa de pelos pubianos, do pintor desconhecido carpinense que flagrou Maria Bago Mole obrando de cócoras por trás da touceira de capim santo, perto do cabaré de mesmo nome no século XIX, mas desperta o sentimento machista: ambição e desejos capazes de destruírem qualquer cabaré, aos que gostam da fruta, é claro.

Na hora da foto, o frege quase que ia à loucura com todo mundo bêbado forrozando ao som da música “Se Tu Quiser”, composição de Xico Bizerra interpretada magistralmente por Elba Ramalho e Almir Rouche, do DVD “Evoé Nabuco”, gravado no Pátio de São Pedro, Centro do Recife, em 2011.

Se gostar, deixe seu like.

Almir Rouche & Elba Ramalho cantando Se Tu Quiser, composição de Xico Bizerra, colunista do JBF, na gravação do DVD “Evoé, Nabuco”

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ROBERTO MALTA – NITERÓI-RJ

Berto,

Neste vídeo o cachaceiro petista fala num cara sendo “acusado de suicídio”.

É o tipo de acusação cuja defesa tem que ser feita pelo nobre causídico Goiano.

Pergunta se ele topa!

Abraços

R. “Acusado de suicídio que não tenha sido ele o assassino

Caro leitor, chamar este crápula de “cachaceiro” é uma ofensa aos tomadores de cana de todo o Brasil.

Mesmo em abstinência compulsória, repilo com veemência esta sua qualificação.

O fato é este:

Quando eu penso que este porra já foi presidente do nosso país, e que teve gente que votou e revotou nele, chega me dá vontade de vomitar.

Putz!

Chupicleide, traz logo meu pinico!!!

MARCELO BERTOLUCI - DANDO PITACOS

DIREITOS

Um sujeito desembarcou do avião e tomou um táxi. O motorista saiu feito um louco, ultrapassando os outros em zigue-zagues e fechadas. O passageiro, apavorado, não sabia o que fazer. Até que em uma grande avenida o motorista, que vinha em velocidade digna de um Fórmula 1, ao aproximar-se de um cruzamento, meteu o pé no freio. O passageiro, ainda mais assustado, perguntou: “Por que você parou aqui, se neste cruzamento nós temos a preferência?”. O motorista olhou para o passageiro e respondeu, sério: “A preferência não é algo que se tem, é algo que te dão. Se não te dão, você não tem.”

A história acima, que escutei na minha infância, pode ser considerada uma piada. Mas também pode ser uma metáfora para uma verdade extremamente importante, e que é ignorada por quase todos: Direitos também são uma coisa que nos dão, não uma coisa que se tem.

Sei que esta afirmação parece maluca nesta era em que todos parecem passar o tempo todo proclamando e exigindo os direitos que tem ou que imaginam ter. Mas a triste verdade é que uma pessoa pode gritar até perder a voz exigindo um direito sem que isso signifique absolutamente nada, a não ser que alguém lhe dê o que ela pede.

Nos tempos modernos, obrigar outras pessoas a satisfazer nossos desejos não é considerado correto. A forma considerada correta é que outras pessoas fiquem encarregadas da tarefa; essas pessoas, em conjunto, formam o que é chamado “estado” ou “governo”. Estas pessoas decidem o quanto cada um deve contribuir, querendo ou não, para realizar o que o governo achar melhor. Caso alguém discorde, ao governo é permitido usar até mesmo de violência física para conseguir o que quer. E se isso, que parece tão absurdo quando escrito desta forma, é considerado normal no dia-a-dia, é porque o governo também adquiriu, ao longo do tempo, o poder de afirmar, repetidamente, e desde que nascemos, que isso é o correto.

Então ocorre que todos, sem pensar, concordam que “saúde é um direito”. Talvez até concordem com demagogias como da nossa ex-presidente do STF, Carmem Lúcia, que discursou afirmando que “saúde não é mercadoria”. Ora, é claro que é. Médicos não trabalham de graça, remédios não caem do céu, hospitais não brotam do chão, aparelhos de tomografia não se constroem sozinhos. Tudo isto tem um custo, e este custo será pago por alguém, SEMPRE.

Mais ainda, médicos, remédios e hospitais são o que em economês chamamos “recursos escassos”, e portanto sujeitos à famosa lei da oferta e procura. Vamos pensar um pouco: Se saúde é um direito, não faria sentido este direito ser parcial, ou variar de pessoa para pessoa, não é mesmo? Ora, então o direito à saúde implica no direito a consultar-se com o melhor médico, ser examinado pelos melhores equipamentos e tratar-se com os melhores remédios, certo? Só que isso é impossível. O “melhor médico”, seja ele quem for, só pode atender uma pequena parte dos doentes. Os demais tem que se contentar com os “outros” médicos, que por definição não são tão bons como o “melhor”. Os remédios mais modernos e avançados geralmente custam caro e sequer são fabricados em quantidade suficiente para atender a todo mundo; resta tratar-se com outros remédios, menos perfeitos.

Mas então, na prática, o que significa o tal “direito à saúde”? No Brasil, significa que do enorme volume de impostos cobrados pelo estado, uma parcela irá para bancar um sistema ineficiente e desconjuntado, que desperdiça a maior parte do que recebe em corrupção, incompetência e descaso, e usa o restante para fornecer à população um serviço péssimo, que deve ser aceito sem reclamar. Não há escolha. Quer um médico? Passe a noite na fila, torcendo para as senhas não se esgotarem, dê um jeito de comparecer no horário que for determinado, agora torcendo para que o “doutor” compareça no dia marcado. O doutor pedirá exames, que serão marcados para algumas semanas ou meses depois. Conseguindo fazer os exames, madrugue novamente na fila para conseguir outra consulta. E assim por diante.

Durante todo o tempo, o maltratado paciente deve se sentir grato, porque está recebendo “gratuitamente” o seu “direito”. Naturalmente, não se admite que alguém reclame de algo que está recebendo gratuitamente. Seria muita ingratidão com a imensa generosidade do governo.

Não vou me alongar explicando o “direito à educação”. É a mesma coisa: o governo usará o dinheiro que tomou de todos para obrigar cada família a entregar seu filho à escola que o governo determinar, onde este aprenderá o que o governo achar conveniente.

Há alternativa? Os denominados “liberais” e “libertários” crêem que sim: em uma sociedade onde coisas como saúde e educação sejam tratadas como mercadorias e não como direitos, haverá direito de escolha e possibilidade de exigir um atendimento de qualidade. Mas isso já é tema para outro texto.

Por enquanto, fica a mensagem: Não há almoço grátis. Tudo que alguém “ganha” deve ser dado – ou tomado à força – por outro alguém. Se você acredita que o governo “dá” coisas porque isso é um “direito” que as pessoas têm, pense melhor, e reflita sobre a imagem abaixo.