A PALAVRA DO EDITOR

UM BOSTA CAGANDO BOSTAS PELAS BOCA

Vejam estes dois vídeos, na sequência que está a seguir.

No primeiro aparece o descerebrado zisquerdóide Gregório Duduvier, ator e humorista bostoso banânico.

Foi num ato público, no meio da rua, durante ajuntamento de um bando de vagabundos mortadeleiros em Curitiba.

Em sendo um tabacudo zisquerdóide, Gregório concedeu um atestado de honradez e probidade ao Dr. Sérgio Moro, ao se referir ao ministro da maneira como se referiu. 

Atentem para o nível do discurso que Gregório Canalha Duduvier faz e para a reação do curral de antas que escutam o que ele caga pela boca.

Viram???

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!

Não existe qualificação para o nível moral, político e ideológico dessa cambada de canalhas safados.

No segundo vídeo aparece o músico, compositor e Youtuber Nando Moura, mostrando quem é este idiota mentiroso do Gregório Duduvier, a propósito de outros assuntos.

No vídeo, Nando o chama de “Boquita”.

Eu acho que o apelido melhor seria “Cara de Bucetita” (sem qualquer ofensa às bucetas, claro).

DALINHA CATUNDA - EU ACHO É POUCO!

AS FACES DA CHUVA

Quando a chuva esperada
Chega molhando o nordeste
Uma alegria inconteste
Não demora é espalhada
O povo cai na risada
Vendo a água em profusão
Aflora na multidão
Clima de felicidade
Chuva na grande cidade
Não é igual ao sertão.

Quando a chuva chega forte
Inunda a cidade grande
O aguaceiro se expande
Causa dano, causa morte,
O povo fica sem norte
Com tanta destruição
A chuva sem compaixão
Exibe sua crueldade
Chuva na grande cidade
Não é igual ao sertão.

A PALAVRA DO EDITOR

UMA PESQUISA VERMÊIA-ISTRELADA

A diputada Benedita da Silva, aquela petista idiota (desculpem a redundância), montou ontem uma pesquisa no seu Twitter.

Hoje, às 8:10 da manhã, os números eram estes:

Os petistas, os cumunistas, os zisquerdistas e os oposicionistas de um modo geral, precisam reagir.

Vá lá e dê o seu voto.

É só clicar aqui

“Tamos perdendo de novo…. Xiuf, xiuf, snif, snif…”

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ATUALIZAÇÕES

8:30 HS

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9:00 HS

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10:00 HS

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10:45 HS

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12:20 HS

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14:46 HS

 

CARLOS IVAN - ENQUANTO ISSO

NOTAS

Uma das manias do brasileiro é parcelar dívidas. Comprar a prestação. Neste vício, o brasileiro é doutor. Não quer nem saber se compromete a situação financeira, muitas vezes já embaraçada. A prática faz a festa de muitas empresas. Lojas, bancos e operadoras de cartão de crédito lavam a burra. Lucram em demasia com o parcelamento. Muitos usuários entram em fria, sem perceber que comprando à vista, obtém descontos, sem descontrolar o orçamento pessoal. Endividar-se absurdamente. Ocultando o planejamento de gastos, item essencial para evitar dores de cabeça e insônias, posteriormente, o ciadão menospreza a ideia de que poupando para comprar à vista, a ação é vantajosa, salutar. Salva o bolso do consumidor de problemas financeiros. Evita sujar sujar o nome na praça. Até 1980, a renda média do brasileiro superava a dos países em desenvolvimento e emergentes. Mas, depois da recessão de 2014, a situação dolorosamente. Como o país se preocupou apenas em gozar das vantagens do ciclo de commodities, esqueceu de fzer as reformas estruturais e institucionais. Por causa de desgovernos, a renda da população caiu drasticamente. Forçou as compras parceladas e o brutal endividamento.

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Tristeza, a cada década, a população de boto vermelho diminui. Os dados constam de estudos, polêmicos, realizados pelo Projeto Boto do Inpa-Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia. A pesquisa revela que a espécie entrou na lista de alto risco de extinção em seu próprio habitat. O Parque Nacional de Anavilhanas, em Manaus, onde, entre ilhas, lagos, igarapés, plantas e animais silvestres, o mamífero aquático é rei. Diversos problemas contribuem para o desaparecimento do boto vermelho, um dos maiores símbolos do turismo amazônico. A poluição de rios por mercúrio que contaminam águas e peixes, a pesca predatória, a captura em redes de pesca, as represas que impedem a reprodução do golfinho, principalmente, depois que o cetáceo passou a servir de isca para a pesca da piracatinga, peixe necrófago que se alimente de carne de animais mortos e bem exportado para a Colômbia. O boto vermelho ou boto cor de rosa é o maior golfinho de água doce. No Brasil, a espécie é exclusiva da Amazônia. Entroncado, flexível e doce com as pessoas, o boto vermelho é o símbolo da região.

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O Brasil está abarrotado de erros e de injustiças. Enquanto a massa vive no lodo, passando necessidades, elementos que ocupam ou exerceram cargos públicos e ex-políticos de meia tigela gozam de benesses. Cinco ex-presidentes contam diuturnamente com 40 funcionários e 10 carros à disposição, até a morte. Até quem foi cassado ou está preso, dispõe de privilégios. Recentemente, diversos parlamentares curtiram a Europa em viagens pagas pelo povo. No entanto, quem carece de saúde, escola, transporte e segurança vive na rua da amargura. Sem amparo. Não tem vez em canto nenhum. O político, uma vez eleito, adeus preocupações. As portas se abrem eternamente em todos os setores. Tome gratuidade. Caso alguém de coragem pergunte as vantagens de ser governante, político ou ex, eles desviam a atenção. Se fazem de bobo. Cortam o assunto. A coisa anda tão descarada que cinco deputados do Rio de Janeiro, presos no Complexo de Bangu, chegaram a assinar o livro de posse da Alerj, dia desses, obedecendo decisão unânime da Mesa Diretora da Casa. Despacho que imediatamente foi cancelado pelo TRF-2. Acobertado de razão e de meios legais.

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Os venezuelanos mais velhos sentem saudades dos tempos de outrora, quando desfrutavam do privilégio de viver na riqueza e no conforto. Durante três décadas, de 1950 a 1980, a Venezuela bombava. A felicidade reinava. Forte produtora de petróleo mundial, a economia era pujante e poderosa. O país era o mais rico da América Latina. A população, de bolso cheio, gozava de excelente poder de compra, bem-estar social e luxo. A sociedade venezuelana detinha a fama de ser a maior consumidora de uisque do mundo. Todavia, com as mudanças ideológicas, a Venezuela sucumbiu. Vitimada por crises, braba corrupção, caos econômico que desmoronou o PIB, elevou a Inflação ao índice de milhões por cento, pobreza acentuada, escassez de comida, a Venezuela, vitimada pela queda do preço do barril de petróleo no mercado internacional, desgarrou-se dos prazeres da vida. Sucumbiu. Infelizmente, hoje, a população venezuelana assiste vergonhosamente pessoas comer do lixo e sofrer violência nas ruas. Sofrer constantes blackouts. A situação anda tão braba que até remédios faltam nas farmácias e nos hospitais. Pulverizado pela indefinição política, o país tem dois presidentes. Guaidó, apoiado pela oposição, tenta derrubar Maduro, do Poder Executivo, acusado de irregularidades na última eleição. Ter contribuído para aumentar a pobreza e a fome, esvaziar os supermercados de itens básicos, favorecer a mortalidade infantil. Pregar a tirania. Eliminar a paz.

PENINHA - DICA MUSICAL