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UMA PERGUNTA PERTINENTE

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Muito pertinente e oportuna a pergunta da bela deputada comunista Jandira Feghali, ativa militante do PCdoB.

Aquela que os invejosos e difamadores costumam chamar de “Jandirão Grelo Duro”.

Povinho safado e sem compostura.

Apelo para os atentos e bem informados leitores desta gazeta escrota.

Quem souber quanto custou aos cofres públicos esta viagem absurda e desnecessária do presidente machista e anti-feminista para a Itália, nos informe aqui detalhadamente.

Bolsonaro é tão fora dos padrões que, ao invés de comitiva oficial,  viaja para o exterior com uma “trupe”, conforme escreveu a simpática deputada Jandira, uma comuna autêntica, disposta e que enfrenta os reacionários na porrada, com seus braços vigorosos.

Com toda certeza, os gastos do genocida Bolsonaro foram bem maiores, muito maiores mesmo, que os da ex-presid-Anta Dilma Roussef, conforme matéria publicada em março de 2013 pela Folha de S.Paulo.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

C EDUARDO – PATY DO ALFERES-RJ

Um país parado a espera de um governo

Essa é a situação do Brasil que tem no cargo de presidente da república um boçal comandado pelo Centrão. Esse é o melhor resumo da situação atual.

Um Governo que encaminhou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC 23/2021) para não cumprir decisões judiciais transitadas em julgado. Querem pagar apenas R$ 40 bi, dos R$ 89 determinados pela Justiça. É nesse país que Paulo Guedes diz que os estrangeiros estão cheios de apetite para todo tipo de investimento? A resposta é que em 2021 o Dólar valorizou 10%, o que contraria a afirmação do Ministro. Está saindo mais Dólares do que entrando. Desde a posse desse Desgoverno o Dólar já valorizou 47%. Esse movimento explica boa parte da inflação mais alta no Brasil do que na maioria dos países. Para alegria dos bolsonaristas a inflação na Argentina está em 50%. Consola?

Esse mesmo Ministro desse mesmo Governo quer convencer o cidadão que essa maldita PEC é a contrapartida do Auxílio Brasil, que não seria um programa compra-voto. Seria então um programa para compensar o baixo crescimento econômico e a falta de empregos, que são incapazes de produzir? Por falar em crescimento econômico a estimativa para o crescimento do PIB em 2021 no Relatório Focus de 01/11 já prevê 4,94%. Já rompeu, para baixo, os 5% esperados. A previsão para 2022 atualmente é 1,2%.

O dinheiro do calote não seria apenas para comprar voto. Leiam o que diz um dos economistas que mais entende de contas públicas atualmente, Felipe Salto: “Nós mostramos em um relatório de acompanhamento fiscal na semana passada (RAF57_OUT2021.pdf (senado.leg.br)) que seria possível dar um aumento ao Bolsa Família respeitando o teto de gastos e pagando o precatório. Agora, não teria um centavo para emenda de relator geral. Teria que fazer uma contenção no gasto ‘discricionário’, que é o gasto não obrigatório. Então, esse caminho difícil ninguém quis”.

Lógico que nenhum político do Centrão vai deixar passar a oportunidade de furar o teto e gastar mais um pouquinho ou poucão, com as Emendas do Relator, Fundo Partidário e Fundo Eleitoral. Afinal de contas quem dá as cartas são Arthur Lira e Ciro Nogueira. Sobre as Emendas do Relator, o ex-ministro Maílson da Nóbrega fala com propriedade: “Dificilmente as emendas do relator têm paralelo no planeta. Elas transformam um deputado ou um senador em executor do Orçamento, função exclusiva do Poder Executivo mundo afora há mais de três séculos. Pior, os recursos podem ser liberados para financiar programas que não seguem regras prudenciais sobre prioridade, justificativa e viabilidade da aplicação dos recursos. Surgiu assim um orçamento paralelo e sem transparência.” Isso é o preço que o Boçalnaro paga para ser tutelado pelo Centrão e continuar viajando como presidente e gastando o dinheiro dos nossos impostos. Está entre o Centrão e o impeachment.

Senhores Fubânicos, nascemos e vivemos num país que terá para sempre um enorme potencial de sucesso, condenado a nunca alcançar o que está escrito na Bandeira. Não temos poupança nem tecnologia para promover o desenvolvimento desse país, com essa mixórdia em que o Governo aprisionado por políticos inescrupulosos propõe alterar a Constituição de acordo com sua conveniência, será impossível atrair capital e parceiros com conhecimento para construir o Brasil prometido e esperado. Desde a Década de 70 do século passado a gente escuta “Esse é um País que vai pra frente”. Quem conhece o mundo desenvolvido sabe que desde aquele tempo a distância entre o Brasil e o “Primeiro Mundo” é ainda maior.

Falando em tecnologia, não esqueçam que cortaram a maior parte do orçamento do Astronauta. Tecnologia não é prioridade. Foca na reeleição tecnologia a gente vê depois. Volto a perguntar: qual é o nome do Ministro da Educação? Não vale ir no Google consultar.

Boçalnaro foi na reunião do G 20, voltou com as mãos abanando e a barriga cheia de pizza. Falou que a Petrobras é um problema e pisou no pé da Angela Merkel. Bolsonaro é pó. Do pó veio e ao pó retornou.

Precisamos de um novo governo, esse acabou um ano antes do fim.

A esperança é: em 22 nenhum dos 2.

R. Quando eu digo que nesta gazeta escrota existe de tudo e mais alguma coisa, tem neguinho que não acredita.

Taí a prova!!!

Este nosso ambiente, aberto e democrático, é feito despensa: de tudo que se procurar, se acha.

Me faz um bem enorme editar esse jornal. Meu astral vai lá pras alturas.

Com peruadores do nível desse do nosso estimado fubânico, o C Eduardo, um leitor diário, participante e sempre atento, eu chega se mijo-me todinho de tanta alegria e satisfação.

(Ele sempre mantém o mistério do “C”… com certeza não é “C” de “Ceguinho”…) 

Empolgado, entusiasmado e cheio de alegria, peço pra C Eduardo uma calorosa salva de palmas!!!

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GUSTAVO GAYER

DEU NO JORNAL

JECA TATU E “A DEMOCRACIA”

Fernão Lara Mesquita

É de morrer de pena assistir ao debate sobre “democracia” e “estado de direito” no Brasil.

Na quinta-feira passada, 28, o Tribunal Superior Eleitoral cassou os votos de 427.749 eleitores brasileiros no deputado estadual mais votado da história do Paraná, Fernando Franceschini (PSL), por “propagação de informações falsas sobre a urna eletrônica”. É mais um violento passo na escalada da “ditadura preventiva” que o STF, com aval de todos os analfabetos em democracia do Brasil, pôs em prática a pretexto de fazer frente à suposta ameaça verbal de “dar um golpe” de Jair Bolsonaro, o presidente que foi militar mais de 30 anos atrás.

Antes deste, os 11 monocratas já tinham mandado para a cadeia, onde continuam presos há meses sem julgamento ou acusação formal, um deputado federal em pleno exercício do mandato e o ex-presidente de um partido político, dois ou três jornalistas, um dos quais pediu asilo político nos Estados Unidos de quem exigem sua extradição, além de um bêbado que ousou “falar mal” de sua excelsa excelência Alexandre de Moraes numa mesa de bar.

Examinam agora, depois de ter solto o ex-presidente condenado à prisão por corrupção por 9 juízes diferentes, pedido de cassação e/ou prisão de 6 outros deputados eleitos em pleno mandato assim como a expulsão de todas as redes sociais do presidente em exercício da republica, na esteira de sabe-se lá quantos outros cidadãos arbitrariamente já censurados também por crimes de opinião agora rebatizados de “propagação de fake news”, figura que não consta de nenhum código brasileiro.

Não descarto a indignação que tudo isso me causa porque há evidente dolo nessas ações ilegais e, portanto, elas sim antidemocráticas. Os agentes executores dessa conspiração a céu aberto indubitavelmente sabem o que estão fazendo e no interesse de quem. Mesmo assim o sentimento de pena cada vez mais se sobrepõe a essa indignação quando examino a algazarra dos analfabetos em democracia de variados níveis de escolaridade em torno desses acontecimentos porque, na maioria das vezes, as suas razões são sinceras pois o seu analfabetismo político não traduz falta de cultura, ao contrário, foi cuidadosamente cultivado e instilado em suas cabeças mais ou menos à revelia deles.

Ontem, 2 de novembro, houve a primeira das eleições de midterm (a meio do mandato presidencial) da temporada na democracia americana. Foram eleitos dois governadores, os prefeitos de 27 das 50 capitais estaduais (cada estado e cidade decide a data das suas eleições) além de centenas de outros país afora e até alguns deputados federais de distritos vagos por morte ou renuncia de seus titulares que podem virar, caso da Virgínia, o controle do Congresso que os democratas mantêm por margem estreita.

24 alterações de constituições estaduais de 6 estados, junto com outras 156 ballot mesures (questões a serem decididas no voto) municipais (contadas apenas as 100 maiores cidades do país), tomaram carona nas cédulas da eleição de ontem. Quatro eram de iniciativa popular, três eram advisory questions sobre impostos (votações que definem orientações dos eleitores para os legisladores), uma era um bond issue (aprovação ou não de constituição de dívida publica para uma obra ou compra de bem público fora do orçamento beneficiando um grupo determinado de eleitores) e as outras 16 eram legislative referred constitucional amendments, ou seja, sugestões de leis feitas pelos legislativos estaduais para aprovação ou não dos eleitores afetados.

Centenas de outras ballot measures em cidades menores estavam nessas mesmas cédulas, dirigidas apenas a parcelas específicas do eleitorado identificáveis pelo endereço que amarra claramente cada eleitor a um único distrito eleitoral municipal, estadual ou nacional. Cada candidato a cada cargo – e lá inúmeros funcionários aqui nomeados são diretamente eleitos – só pode se oferecer a um único distrito e, conforme a eleição, tem de ser obrigatoriamente um morador desse mesmo distrito. Assim todo mundo sabe exatamente quem elegeu quem.

A menor unidade desse sistema de eleição distrital pura é o bairro. Ele se manifesta na eleição para o school board, o conselho de 7 pais de alunos eleitos a cada quatro anos – 4 num quatriênio, 3 dois anos depois para que os quatriênios não coincidam – para cuidar da escola pública do seu bairro. São eles que contratam e aprovam ou não os orçamentos e os atos dos diretores dessas escolas, e podem sofrer recall a qualquer momento.

64 special elections já foram marcadas em 21 estados neste ano, e 44 delas já transcorreram. Essas votações elegem ou deselegem servidores públicos diversos, prefeitos, promotores públicos, juízes comuns e juízes das supremas cortes estaduais, alteram impostos e criam ou anulam leis sobre eleições municipais, compras de bens públicos, despesas fora do orçamento, reorganização de forças policiais, impostos, salário mínimo local, uso de maconha, casamento gay, medidas de combate a pandemias, questões urbanísticas, política penal, etc.

Tudo, na democracia, é decidido, ou por ballot measures inseridas nas cédulas de eleições recorrentes do calendário, ou por essas special elections que podem ser convocadas a qualquer momento por qualquer cidadão em qualquer distrito eleitoral mediante a coleta de assinaturas, razão pela qual o voto lá SEMPRE envolve uma cédula que é ASSINADA DE PRÓPRIO PUNHO por cada eleitor, tornando-se, essa assinatura, a sua chave pessoal e intransferível para o exercício da sua cidadania. Não tem tapeação nem “intérpretes da vontade popular”. Dos municípios em diante, todos os governos contam com um Secretário de Estado, funcionário encarregado exclusivamente de organizar essas votações e validar as petições dos cidadãos para convocá-las mediante a conferência de assinaturas dos eleitores que querem ou não aderir a cada uma, e decidir as coisas.

Por isso me dá pena do Brasil ver jornalistas jecas, “especialistas” jecas, acadêmicos jecas, juristas jecas, empresários, trabalhadores e lideranças civis jecas entrando na conversa mole desses políticos, juízes e ministros do Supremo que “legislam” sem ter mandato popular para isso e enchem a boca de “ciência”, nem sempre sem dolo, para arrotar absurdos de matar de vergonha a respeito da “modernidade” da nossa patética máquina de votar não nas nossas, mas nas escolhas de quem nos come os lombos e nos caga regras sem nos consultar, e as falcatruas todas que ela supostamente “legitima” em nome da “democracia” e do “estado democrático de direito”.

Nenhum deles tem a mais vaga ideia do que seja isso. E os que têm são muito piores que os que não têm.

Com o perdão dos “caipiras” modernos que conheço e põem todos esses urbanóides no bolso, o Jeca de que falo é o personagem de Lobato deliberadamente mantido na ignorância e, no final das contas, voluntariamente casado com ela.

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COMENTÁRIOS SELECIONADOS

GANHAMOS O NOBEL

Comentário sobre a postagem A FESTA CONTINUA NO CABARÉ DE MARIA BAGO MOLE

d.Matt:

Berto meu amigo, cheguei a conclusão de que você ganhou o premio Nobel da Comunicação.

Com essas colunas estupefacientes, cheias de assombrosos pensamentos, grávidos de ironias e insensatez, o Jornal da Besta Fubana, além de ser um grande sucesso, é também, por ironia, uma demonstração da loucura de um bando de leitores, redatores, comentaristas, que despejam diariamente, suas ideias no seu pinico (*) oficial e transbordante.

(*) Pinico: Vasos para mulheres distintas verterem água.

E haja pinico suficiente, pois nosotros como leitores e comentaristas, somos os principais motivadores de tanta exuberância cultural, poética, descritiva e tem até pornografia politica, pois melhor qualificação eu não poderia encontrar.

Peço licença de alguns dias, pois pretendo ir à Palmares, visitar o pretim Benedito na prisão e descobrir in loco, onde se originou tanta loucura.

Depois eu conto o que descobri.

Saudações fubânicas. (No bom sentido )

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Nota do Editor:

Agradeço ao estimado leitor d.Matt a referência que fez a São Benedito, o santo que dá nome ao meu livro de crônicas “A Prisão de São Benedito“, publicado pela Editora Bagaço.

Prisão efetuada em Palmares, aquele recanto de mundo adonde acontece de tudo e mais alguma coisa.

E, já que o meu caro amigo pretende ir à minha terra de nascença, recomendo que procure Dona Gina, a maior catimbozeira de toda aquela região de Mata Sul de Pernambuco.

Acerte com ela pra fazer umas rezas pra um time de onze urubus que dão expediente lá em Brasília.

Veja no vídeo abaixo como Dona Gina é competente no seu serviço de benzedeira:

BERNARDO - DIRETO DO PINGO NOS Is

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JOSÉ CRENTE – SÃO PAULO-SP

Caro Berto,

recebi este ótimo vídeo de minha querida irmã.

E tinha que divulgá-lo, pois sou um grande admirador do jogo de xadrez, e a narrativa no vídeo é muito boa, para descrever a enorme estupidez, que temos que conviver, nos tempos atuais.

Um grande abraço de São Paulo, com a garoa de sempre!

ALEXANDRE GARCIA

HOMENAGEM AOS PRACINHAS

Bolsonaro pracinhas Itália

O ex-primeiro-ministro e atual senador Matteo Salvini pediu desculpas ao Brasil pelo grupo de italianos que organizou uma manifestação contra o presidente Bolsonaro, na Itália, movidos por partidos de extrema-esquerda, que têm raiva de Bolsonaro porque ele extraditou o terrorista Cesare Battisti quando assumiu o governo. Battisti matou quatro pessoas na Itália e foi condenado à prisão, mas estava no Brasil protegido pelos governos do PT.

Bolsonaro viveu grandes emoções na Itália. A última nesta terça-feira (2), na cidade de Pistoia, onde estavam enterrados os 467 brasileiros mortos na Segunda Guerra Mundial, e cujos corpos foram transferidos mais tarde para o monumento ao pracinha no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro.

Apenas o corpo de um brasileiro, que foi achado depois e nunca foi identificado, continua lá. Há três ou quatro anos, eu estive pessoalmente em Montese e conversei com o homem que achou os restos mortais do nosso pracinha. Ele disse que estava cavando para fazer a fundação de uma casa quando encontrou o corpo, reconhecendo-o como brasileiro pela farda e pelos botões que vestia.

Esse soldado desconhecido ficou lá, santificando o cemitério de Pistoia, onde estão os nomes de todos os que lá haviam sido sepultados, além de uma chama perene sob o mastro da bandeira do Brasil. O presidente Bolsonaro aproveitou para inaugurar uma placa honrando os nossos pracinhas.

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Vacinação indígena

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, teve um encontro com o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, na sede da entidade, em Genebra. Ela relatou o êxito da vacinação contra a Covid em indígenas brasileiros e foi elogiada por Adhanom.

Isso derruba de vez aquele movimento da CPI da Covid, que estava querendo acusar o presidente Jair Bolsonaro de “genocídio indígena”. Depois, eles até desistiram de fazer isso.

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Portaria do trabalho

O Ministério do Trabalho pôs em vigor uma portaria que impede que empresas demitam quem não quis tomar a vacina contra a Covid e também proíbe que empresas deixam de exigir a vacinação para admitir alguém. O ministro Onyx Lorenzoni disse que se baseou na Constituição e na CLT para emitir a portaria, mas ele poderia também ter dito que se baseou na Organização Internacional do Trabalho, a OIT.

Ex-representante do Brasil na OIT, Dagoberto Godoy, afirmou que na Conferência Internacional do Trabalho, realizado em junho último, os delegados de governo, empregadores e trabalhadores de 181 países, incluindo o Brasil, adotaram, por unanimidade, um chamamento mundial à ação por uma recuperação econômica e social centrada nas pessoas. E que ela seja plenamente inclusiva, sustentável e resiliente, e que dê prioridade à criação de trabalho decente para todos e corrija as desigualdades.

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Leilão do 5G e de terminais portuários

A quinta-feira (4) é o grande dia do leilão do 5G, que abrirá caminho para a revolução chamada “internet das coisas”. Isso vai fazer bem para o agronegócio, a educação, a saúde e as empresas, enfim, fará bem para o país. São R$ 40 bilhões em jogo. Estou muito curioso para saber o resultado disso.

No dia seguinte serão leiloados 19 terminais portuários no Brasil, dando continuidade às concessões que estão em marcha. Como diz o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, “os investidores não estão ouvindo o barulho”, ou seja, as fake news que são lançadas pelos “desesperados” que não conseguiram usar o coronavírus para esmagar os brasileiros e agora inventam um pessimismo incrível a respeito da economia brasileira, que está indo muito melhor que as economias americana e europeia.