Complexo petroquímico do Rio já consumiu R$ 40 bilhões.
E não produza nada até hoje.
Aquele evento malcheiroso envolvendo o presidente americano não poderia ser considerado um caso de “peidologia”?
Abração
R. Meu caro, este caso peidífero-presidencial, sucedido nos Zistados Zunidos, foi tema de postagem aqui no JBF.
Trata-se de um assunto de profundidade bundística que deve ser estudado com muita técnica e dedicação.
De modo que sua dúvida, sobre se o peido de Biden pode ser considerado um caso de Peidologia, uma ciência de alta relevância, será submetida ao velho bufão, um assessor de grande importância da redação desta gazeta escrota.
Aguarde o parecer dele.

Editorial da Gazeta do Povo

Quem, em sã consciência, elogiaria uma farsa eleitoral montada por um regime ditatorial, em que sete candidatos à presidência são presos e acusados de “traição à pátria”, observadores internacionais são vetados, partidos políticos são dissolvidos e a imprensa é ameaçada, saudando o ocorrido como uma “manifestação popular e democrática”? O Partido dos Trabalhadores, é claro. Em nota, a legenda exaltou a conquista do quinto mandato – o quarto consecutivo – do ditador Daniel Ortega e afirmou que conta com os sandinistas nicaraguenses para fazer da América Latina uma “região de paz e democracia social que possa servir de exemplo para todo o mundo”.
Com a nota, o PT se junta a uma série de outros regimes ditatoriais e autocráticos que considerou legítima a pantomima eleitoral deste domingo, a começar pela mais nefasta das ditaduras latino-americanas, a cubana, com o ditador Miguel Díaz-Canel exaltou a “demonstração de soberania e civismo” no país centro-americano. A Venezuela de Nicolás Maduro, a Bolívia de Luís Arce (o “poste” de Evo Morales) e a Rússia de Vladimir Putin já deram seu aval ao resultado. Também governados pela esquerda, México e Argentina escolheram a omissão, que neste caso conta como cumplicidade.
Por outro lado, a comunidade democrática internacional rechaçou veementemente a farsa. Antes mesmo do pleito, a União Europeia já havia considerado as eleições “completamente falsas” e afirmara que não se poderia esperar nenhum “resultado legítimo” delas. O secretário de Estado norte-americano, Anthony Blinken, afirmou que a votação era “antidemocrática”. O resultado também não foi reconhecido por várias nações da América Latina – inclusive o Peru, que tem como presidente o esquerdista Pedro Castillo; ex-presidentes de países da região, mesmo alguns mais alinhados à centro-esquerda, como o chileno Ricardo Lagos e o brasileiro Fernando Henrique Cardoso, pediram que a Nicarágua seja suspensa da Organização dos Estados Americanos (OEA).
Esta exaltação de ditaduras e processos eleitorais de fachada não é nova para o petismo, sempre pronto a emitir notas de apoio a seus camaradas ideológicos. Foi assim nas recentes eleições para o Executivo e o Legislativo venezuelanos, ambas marcadas por ampla fraude e rejeitadas também pelas nações democráticas de todo o mundo; em julho deste ano, quando tiveram lugar os maiores protestos de rua contra o governo desde a instauração do regime comunista, o partido manifestou seu apoio incondicional à ditadura enquanto ela prendia, agredia e censurava opositores em Havana e várias outras cidades cubanas.
Desde já, com apoio de boa parte da comunidade nacional de formadores de opinião, Lula e o petismo vêm se apresentando como os representantes da “democracia”, forçando uma contraposição com um suposto “autoritarismo” atribuído ao presidente Jair Bolsonaro. Se episódios como o apoio petista ao ditador Daniel Ortega – e a todos os outros ditadores de esquerda latino-americanos – são sumamente deploráveis, eles ao menos devem servir para abrir os olhos de muitos brasileiros, mostrando-lhes de uma vez por todas, caso alguém ainda tenha alguma dúvida a esse respeito, que o petismo pode ser tudo, menos um entusiasta da democracia. Olhar para os regimes que o PT admira, defende e exalta é entender para onde o partido deseja levar o Brasil.
Turistas brasileiros que alugam carros em Portugal se espantam com o valor o litro da gasolina:
2 euros, equivalentes a 13 reais.
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O senador petralha HumCerto Bosta já disse que a culpa da gasolina cara em Portugal é de Bolsonaro.
Este presidentezinho destrambelhado prejudica até mesmo o país que é a nossa pátria-mãe.
Vejam mais detalhes clicando aqui.
PS: HumCerto Bosta apagou a bosta que cagou no Twitter, eternizada graças ao recurso do print