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PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

RECADO AOS AMIGOS DISTANTES – Cecília Meireles

Meus companheiros amados,
não vos espero nem chamo:
porque vou para outros lados.
Mas é certo que vos amo.

Nem sempre os que estão mais perto
fazem melhor companhia.
Mesmo com sol encoberto,
todos sabem quando é dia.

Pelo vosso campo imenso,
vou cortando meus atalhos.
Por vosso amor é que penso
e me dou tantos trabalhos.

Não condeneis, por enquanto,
minha rebelde maneira.
Para libertar-me tanto,
fico vossa prisioneira.

Por mais que longe pareça,
ides na minha lembrança,
ides na minha cabeça,
valeis a minha Esperança.

Cecília Benevides de Carvalho Meireles, Rio Comprido-RJ, (1901-1964)

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

LEVI ALBERNAZ – ANÁPOLIS-GO

Caro Editor:

Esta é a verdadeira pesquisa.

Foi feita ontem, dia 6, no interior do Paraná.

Pesquisa do Data Povo!!!

Não tem erro nem falsidade.

* * *

JOSÉ DOMINGOS BRITO - MEMORIAL

AS BRASILEIRAS: Rachel de Queiroz

Rachel de Queiroz nasceu em 17/11/1910, em Fortaleza, CE. Escritora, tradutora, jornalista, cronista, dramaturga e uma das mais destacadas romancistas da literatura brasileira. Foi a primeira mulher a ingressar na ABL-Academia Brasileira de Letras e primeira a receber o Prêmio Camões, a maior premiação literária da Língua Portuguesa, concedido numa parceria entre Portugal e Brasil.

Sua mãe -Clotilde Franklin de Queiroz- era professora (descendente de José de Alencar) e o pai -Daniel de Queiroz- era advogado. Aos 5 anos, a grande seca do Nordeste de 1915 expulsou a família para o Rio de Janeiro e pouco depois para Belém do Pará. Mas acabaram voltando para Fortaleza, onde ela concluiu o curso normal no Colégio Imaculada Conceição, em 1925. Após escrever uma carta para o jornal “O Ceará” ridicularizando o concurso “Rainha dos Estudantes”, recebeu convite de seu diretor para colaborar no jornal, e passou a escrever crônicas e poemas (com o pseudônimo Rita de Queluz) e publicou seu primeiro romance na forma de folhetim: História de um nome.

Passou a colaborar em outros jornais na década de 1920, quando Mario de Andrade alardeava sua campanha de “abrasileiramento do Brasil”. Influenciada pelo clamor do líder modernista, entrou no irreverente grupo do suplemento literário “Maracajá”, do jornal “O Povo”. Aos 19 anos publicou o romance O Quinze (1930), contando a tragédia da grande seca vivida na infância. O livro deu-lhe projeção nacional e tornou-se sua obra mais conhecida. No ano seguinte, o livro recebeu o prestigiado Prêmio Graça Aranha e tornou-se um clássico da literatura brasileira. Pouco antes passou a se interessar pela política social e ingressou no Bloco Operário Camponês, tornando-se um núcleo do PCB-Partido Comunista Brasileiro.

Em 1932 casou-se com o poeta José Auto da Cruz Oliveira e publicou o segundo romance: João Miguel. Uma dupla tragédia ocorreu em 1933 com a perda da única filha, vitimada por uma meningite com apenas 1 ano e 5 meses, seguida pela morte de seu irmão predileto 3 meses depois. Foi um golpe sobre o qual ela se referiu poucas vezes na vida: “Eu a amei apaixonadamente e nunca me recuperei do golpe que foi perdê-la, assim tão novinha”. Por essa época tem início suas divergências e rompimento com a direção do Partido e uma aproximação com Lívio Xavier e seu grupo em São Paulo, para onde mudou-se em 1933. Junto com Mário Pedrosa, Aristides Lobo e Plínio Mello passou a integrar um grupo de “trotskistas”, dissidentes do “Partidão”. Perseguida pela polícia de Getúlio Vargas, mudou-se para Maceió, em 1935, e viu seu livro na fogueira junto com os de Jorge Amado, Graciliano e José Lins do Rego queimados sob acusação de serem subversivos. Pouco depois foi presa em Fortaleza, cuja experiência resultou no romance Caminho das Pedras (1937).

Já consagrada como escritora, mudou-se para o Rio de Janeiro, em 1939, e no mesmo ano recebeu o Prêmio Felipe d’Oliveira, com o livro As três marias, um romance intimista, quase autobiográfico. Na ocasião se separou do marido e no ano seguinte casou-se com o médico Oyama de Macedo. Iniciou na crônica jornalística no “Diário de Notícias,” passa pela “Última Hora” e “Jornal do Commércio” e chega a revista “O Cruzeiro”, onde publicou o folhetim O Galo de Ouro (1950). Escreveu mais de 2 mil crônicas semanais na revista O Cruzeiro durante 30 anos, até seu fim em 1975, quando passou a publicá-las no jornal O Estado de São Paulo. Incursionou no gênero dramático e publicou a peça Lampião (1953), garantindo-lhe o Prêmio Saci. Em 1957 recebeu outro prêmio com a peça Maria do Egito, consolidando a carreira de dramaturga.

Além do prestígio literário, tinha livre trânsito na política. Em 1961 foi convidada pelo presidente Jânio Quadros para ocupar o Ministério da Educação, mas declinou: “Sou apenas jornalista e gostaria de continuar sendo apenas jornalista”. No entanto não recusou o convite para integrar o Conselho Federal de Cultura, onde permaneceu de 1967 até 1989. Como ela mesmo disse, era mais jornalista do que escritora, com suas crônicas publicadas quase diariamente nos jornais e revistas e, depois, reunidas em livros: Cem crônicas escolhidas (1958), O brasileiro perplexo (1964), O caçador de tatu (1967) entre outras coletâneas. Retornou ao romance em 1975 com Dora Doralina e dois anos depois torna-se a 1ª mulher a ingressar na ABL. Anos depois voltou a ficar mais conhecida do grande público com a publicação do Memorial de Maria Moura (1993) romance que foi adaptado para a TV. No mesmo ano recebeu o Prêmio Camões, o mais cobiçado da língua portuguesa.

Aos 86 anos, uniu-se a irmã Maria Luiza de Queiroz Salek e, juntas, passaram a escrever textos memorialísticos e autobiográficos: Nosso Ceará (1996), Tantos anos (1998) e Não me deixes: suas histórias e sua cozinha (2000), seu último livro. “Não me deixes” é o nome da fazenda de sua família no Ceará, que ela transformou numa RPPN-Reserva Particular do Patrimônio Natural. Em 2000 foi eleita como uma dos “20 Brasileiros empreendedores do Século XX”, numa pesquisa realizada pela PPE-Personalidades Patrióticas Empreendedoras. As premiações, comendas e homenagens foram constantes em sua vida. Além dos prêmios citados, recebeu o Prêmio Machado de Assis, da ABL (1958), Prêmio Teatro, do INL – Instituto Nacional do Livro (1959), Prêmio Nacional de Literatura de Brasília (1980), Prêmio Moinho Santista (1996) entre outros, e títulos de ”Doutora Honoris Causa” de diversas universidades.

Em termos biográficos, temos um ensaio publicado poucos meses antes de sua morte: No alpendre com Rachel, de José Luís Lira, seguido de um perfil biográfico – Rachel de Queiroz -, publicado por Socorro Acioli no mês seguinte ao seu falecimento pelas Edições Demócrito Rocha, sem contar com autobiografia Tantos anos (1998). Rachel de Queiroz faleceu em 4/11/2003 e foi sepultada envolta numa rede, seu lugar preferido para descanso.

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JOSÉ RAMOS - ENXUGANDOGELO

A BIFURCAÇÃO NO AMOR

Os “Anos dourados” foram uma época do romantismo puro e exacerbado com fortes contornos de respeito mútuo, que existiu nos anos 50 e se prolongou até o final dos anos 70. Pois, foi nesse período que a literatura conseguiu exercer forte domínio numa geração que gostava de ler e abria todas as comportas para a saída das emoções e a recepção de outras tantas.

Poemas de J. G. de Araújo Jorge (“Sempre que te encontro, é pra sempre. Sempre que me afasto, é pra nunca, e já que nunca mais te encontro… é pra sempre.”) e de Florbela Espanca (“Eu quero amar, amar perdidamente. Amar só por amar.” Era os motes que a juventude apaixonada sabia de cor e vivia intensamente. Como se conselhos fossem.

Entre tantos e apaixonados jovens, Gessé e Alcina não poderiam ser diferentes. Amavam. Amavam tanto que a auréola do respeito trabalhava também como se uma forte redoma fosse. Um amor puro, dentro de uma redoma de vidro blindado.

Mas nem tudo começou tão facilmente. Gessé trabalhava numa empresa multinacional do ramo das comunicações e ali conheceu Kátima, também funcionária da empresa. Os dois passaram a conversar mais assiduamente, dando a entender para alguns que um namoro estava nascendo. Nada além de amizade.

Os assuntos das muitas conversas eram quase sempre sobre livros, literatura e preferências pessoais de um e de outro. A amizade fortaleceu-se e até espraiou-se por outros lugares, como bares e lanchonetes.

Num desses encontros furtivos, aparentemente sem qualquer segunda intenção, Kátima citou o nome de uma irmã: Alcina, alguns poucos anos mais idosa que ela. O nome passou despercebido por Gessé que, naquele momento, com namoro fixo com outra jovem distante dali, não estava interessado em trocar fulana por beltrana. Era apenas um encontro e mais uma conversa entre amigos de trabalho numa das muitas horas vagas.

A literatura sempre tinha ponto importante nas conversas entre os dois amigos. Machado de Assis, Lima Barreto, Agripa Vasconcelos e os que dominavam as mesas literárias naqueles tempos, J. G. de Araújo Jorge e o escritor francês Antoine du Saint-Exupèry, cuja obra viraria obrigatória e alguns livros se tornaram “livros de cabeceira” de muitos.

Eis que, como se pretendesse insistir, Kátima voltou a citar Alcina, assegurando que a irmã era fervorosa apreciadora dos títulos “Terra dos homens” e d´o “Pequeno príncipe”, além de “Vôo noturno”, todos escritos pelo escritor-aviador.

Aquela insistente dica, pode-se dizer, aproximou Gessé de Alcina e os dois finalmente foram apresentados formalmente. Nascia ali algo diferente, parecendo que ambos já se conheciam há séculos. Empatia pura.

Encontros, encontros e mais encontros. Nascia um namoro, respeitoso como todos daquela época. Namoro em casa, com hora para chegar e para sair. Passeios, quase nenhum. Era assim que os dois se satisfaziam.

Por motivo alheio à vontade dos dois, Gessé precisou se ausentar da cidade onde morava. Um rompimento brusco mudaria quase tudo. Algo que tomava ares de um belo quadro não pôde continuar sendo pintado. Foi morar no sudeste, de forma definitiva. Fincou raízes.

O tempo, dizem, muda tudo. Ou não. Em alguns casos pode até enfatizar mais ainda. E isso realmente viria acontecer naquele relacionamento que tinha tudo para dar certo. Algo poético, bonito, puro – tudo levava para a formação de uma bela família.

Quando tudo parecia consumado, uma surpresa. O telefone toca à procura de Gessé. A suavidade e a beleza da voz feminina ajudaram a identificação, apesar do distanciamento de alguns meses. Era Alcina do outro lado da linha. Telefonema vindo da cidade onde os dois iniciaram um poético envolvimento.

– Bom dia!

Surpreendido por receber tão poucos telefonemas, Gessé atendeu:

– O quêêê?! É vocêêêê mesma?!

Demonstrando alegria incontida por ter alcançado seu objetivo, Alcina apenas confirmou:

– Sim! Sou eu mesma. Estou aqui e quero me encontrar contigo, de preferência hoje.

Lamentando ter que adiar um encontro que com certeza seria bom, Gessé respondeu:

– Hoje, infelizmente, não será possível, pois tenho uma prova na faculdade. Pode ser amanhã?

Com tudo planejado conforme imaginara, Alcina diz radiante:

– Pode, claro. Só vou embora após esse nosso encontro.

Pegando algo para anotar, Gessé responde:

– Me passe o endereço de onde você está. Pode ser à noite?

Alcina, mais feliz ainda, responde:

– Melhor que seja a noite, sim.

A distância para o deslocamento não era tão grande, e a noite era apenas uma criança. Sem pressa, Gessé se dirigiu ao encontro. Chegou no endereço anotado. Tocou a campainha da portaria, no que foi prontamente atendido.

– Vim falar com uma senhora que está me esperando no apartamento tal, disse Gessé ao porteiro.

– Um minuto só. Preciso confirmar.

Após falar pelo interfone, o porteiro veio e abriu a porta, autorizando o acesso.

Gessé entra no elevador e sai no andar previsto. Toca a campainha da porta e essa é aberta por uma verdadeira deusa. Linda, sorridente, com cabelos compridos compondo a moldura de um corpo pequeno e atraente. Um longo abraço e um beijo demorado selavam e reiniciava um namoro que o tempo interrompera.

Uma bebida foi servida. A porta de um quarto se abriu e dele saiu Germana, uma amiga. Aproveita para um rápido cumprimento e sai para se divertir, sabendo que havia algo programado para acontecer.

– Gente, boa noite, e fiquem à vontade!

Sós, Gessé e Alcina conversaram minutos e horas. Alcina pediu licença e foi ao banho. Ao sair do banho voltou ao quarto e pôs roupa de dormir – ou, de deitar! – e voltou para continuar a conversa.

Gessé era a visita. Sugeriu banhar também, mas não tinha roupa limpa para trocar. Alcina ofereceu-lhe uma toalha e o roupão que provavelmente seria de Germana. Nada de constrangimento. Afinal, os dois estavam a sós no apartamento.

Na volta do banho, Gessé percebeu que Alcina usava uma roupa de dormir muito fina, quase totalmente transparente. Observou, também, que a namorada usava por baixo dessa roupa, apenas uma calcinha preta, e sem o sutiã.

Conversas. Troca de carinhos. Beijos prolongados, enquanto o tempo passava rápido, caminhando para o dia seguinte.

Em vez de pegar Gessé pela mão e conduzi-lo para o quarto e para a cama, Alcina voltou ao banheiro, escovou os dentes e foi deitar. Tudo que poderia ter acontecido naquela noite acabou ali. Não aconteceu a noite de amor e sexo, que talvez os dois quisessem. As gerações daqueles anos não tinham pressa nem maldades.

Gessé imaginava casar com Alcina. Casamento cheio de pompa, católico e civil, com familiares e padrinhos e, só então, a realização da lua de mel paradisíaca.

As coisas acontecem quando estão destinadas a acontecer. Tudo tem seu dia e hora. Se os dois estiverem unidos pelo destino, ainda que noutro plano o encontro acontecerá e a felicidade será completa.

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

EMPRESAS LACRADORAS

Héteros de todo o mundo, uni-vos! Nada tendes a perder além das pregas anais! – O Manifesto Hétero – Adônis Oliveira

Se vocês, assim como eu, e mais uma multidão imensa de pessoas de bem, têm ânsias de vômito ao ouvirem a defesa raivosa das teses da famigerada “Ideologia de Gênero”, e abominam visceralmente:

• Ver seus filhos e netos submetidos à doutrinação que afirma que homens e mulheres são tudo uma mesma coisa – que é questão de “escolha” pessoal – e criando uma geração de desajustados, perdidos e angustiados;

• Ver todos os tipos de comportamentos sexuais, por mais aberrantes e grotescos que sejam, serem elevados à condição da mais absoluta normalidade, inclusive com um bombardeamento maciço de publicidades patrocinadas por empresas supostamente sérias, e dos mais diversos tipos, neste sentido;

• Ver as pessoas serem violentamente impedidas de expressarem abertamente suas opiniões e crenças em defesa e a respeito de princípios éticos e comportamentais milenares, sendo inclusive demitidas, perseguidas, presas e impedidas de conseguirem o seu sustento e de suas famílias simplesmente por discordarem;

• Ver filhos e netos submetidos a situações altamente constrangedoras, em todos os ambientes que frequentam, devido a uma minoria ditatorial que impõe à força a seus comportamentos aberrantes, bizarros e grotescos;

• Sermos todos impedidos até de manifestar nosso descontentamento com as atitudes grotescas, blásfemas, escatológicas e abomináveis de uma minoria altamente degenerada, por um judiciário corrompido e cúmplice de toda a maré de canalhices, e desse projeto nojento de um mundo sem limites morais ou éticos;

E não sabe mais o que fazer para se antepor a este estupro moral que estamos sofrendo? Eis a solução:

NÃO COMPRE MAIS NADA DESSAS EMPRESAS LACRADORAS!

Supermercados: As lojas das Gazelas Saltitantes

Automóveis: São essas algumas das empresas que patrocinam a bandalheira

Telefonia

Alimentos

Lojas

O interessante é que todas essas lojas foram vítimas de intensas campanhas negativas, por parte da assim chamada “Comunidade Gay”. (Gay Nazis, na realidade!) Algumas chegaram a ser pesadamente multadas por alguma suposta atitude “homofóbica” por parte de algum funcionário. Depois disso, todas elas, mesmo que hipocritamente, se reinventaram, mudando toda a identidade visual e se dizendo “Gay Friendly”. Tudo pelo lucro! Princípios que se danem! Vão ficar vendendo roupa e móveis para baitôla e sapatão. Não piso mais lá. Não é lugar para mim.

Materiais de Construção

Bancos:

Outro grupo que, ao enfrentar a fúria da GESTAPO GAY, metamorfoseou suas identidades para borboletas na primavera. O ITAÚ, por exemplo, foi exemplarmente punido e execrado só porque OUSOU demitir um gerente que se dizia gay. Pode isso? O LOBBY GAY hoje é poderosíssimo! Vamos retaliar?

Comecemos por programar mundialmente o dia do orgulho hétero! Em favor da decência e da vergonha na cara. O tema musical será EU GOSTO É DE MULHER! A maioria silenciosa precisa acordar!

DEU NO JORNAL

ACONTECEU NUMA REPUBLIQUETA BANÂNICA

Político brasileiro que apregoa a “defesa dos valores democráticos” são os primeiros a demonstrar que democracia só vale quando eles levam a melhor.

Esse tipo de gente também reclama das interferências do Supremo Tribunal Federal em assuntos da competência exclusiva dos demais poderes.

Mas quando perdem uma votação democrática de projeto ou de uma proposta de emenda, como a dos Precatórios, apelam ao STF para se intrometer e tutelar o Legislativo.

A ação movida pelos derrotados na votação da PEC pedem ao STF outra vez para jogar no lixo a lorota de “poderes harmônicos e independentes”.

Caberá ao STF decidir novamente se irá ou não tutelar o Legislativo, como tentou se impor várias vezes ao Executivo. A tentação é grande.

Nos Estados Unidos, onde a democracia é levada a sério, a Suprema Corte jamais ousaria “julgar” decisões corriqueiras do Poder Legislativo.

No Brasil, o STF se sente à vontade para anular decisões dos outros poderes e até dá ordens para instalação de CPIs, como a da Pandemia.

Ministro do STF, Alexandre de Moraes, recebeu senadores da CPI da Pandemia

* * *

No lado direito da foto que ilustra esta notícia aí de cima, tem um sujeito latindo de máscara no fucinho.

Aparece só uma banda da cara dele.

E todo mundo na sala está prestando atenção no que ele diz.

Me parece ser o Gazela Saltitante, aquele baitola de fala afrescalhada que é um dos retratos do atual legislativo brasileiro. Cagado e cuspido.

Apelo pros leitores: seria mesmo o Gazela?

Do lado esquerdo eu identifiquei Humcerto Bosta, o petralha que é cognominado de “Drácula” na lista de propinas da Odebrechet.

Também identifiquei o Supremo Ditador, o Xandão Cabeça-de-Ovo, um dos tiranetes da corte dos urubus, comandando a reunião do bando.

Suas Insolências escolheram a pessoa certa pra cagar suas reivindicações surreais.

Uma reunião que seria inimaginável nos Estados Unidos, como bem ressalta a notícia aí de cima.

Os outros que aparecem na foto, eu não faço a menor ideia de quem sejam.

Quer dizer, não sei os nomes.

Sei apenas que são todos canalhas repulsivos e que envergonham a nação brasileira.

O jumento Polodoro está de prontidão, aguardando cruzar com cada um deles.

Polodoro, de pajaraca devidamente vaselinada, aguardando o momento de cumprir sua missão

GUSTAVO GAYER

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ARTHUR TAVARES – SÃO PAULO-SP

Grande Guru….

Envio em anexo o link de uma crônica de Alex Fiuza que traduz meus sentimentos com relação a carta de JMB, pós 7 de setembro …..

Acho que Fiuza traduz o sentimento da maioria dos brasileiros que foram as ruas em 7 de setembro para o “… eu autorizo..”

Se você achar que é possível, este texto parece que merece estar nas páginas de nossa gazeta fantástica.

Para ler o texto na íntegra, basta clicar aqui.

Um grande abraço