

O Palmeira Futebol Clube foi fundado no início dos anos 1950 por jovens moradores do bairro nobre do Farol, deram-lhe esse nome devido a maioria Da meninada morar na Rua Comendador Palmeira. Esse Clube tem história no futebol alagoano, chegou a ser campeão alagoano juvenil em 1958.
Naquela época havia entrosamento, facilidade em enturmar os jovens. Frequentávamos as mesmas escolas, os mesmos clubes, as mesmas praias, as torcidas no campo de CRB ou CSA, os mesmos cabarés. Ocupávamos a cidade de Maceió com nossas bicicletas em buscas de namoradas e aventuras. Em cada bairro havia um time de futebol, que jogava contra os outros dos bairros vizinhos e em torneios organizados por nós mesmo. Éramos amigos, uma briga aqui outra acolá, nada desse sentimento de gang dos filmes americanos que assistíamos em cinco cinemas de bairros da cidade.
Esse ambiente amistoso e fraterno nos deu um sentimento de amizade duradouro pelo resto da vida. Cinquenta anos depois de nossa adolescência lá pelo ano 2005 a turma do Palmeira liderada pelo Cláudio Oiticica (Cáu) resolveu realizar uma confraternização de Natal, convidou os amigos da época. Escolheu um amplo restaurante à beira da Lagoa Mundaú. Foi um sucesso. A alegria daqueles sessentões encontrando-se numa salutar reunião de amigos dispersados na vida. Com muitas lembranças, muitas histórias divertidas, gargalhadas soltas no ar passamos uma tarde inesquecível. A partir do ano seguinte a Confraternização do Palmeira consolidou-se. Todos os anos o Cáu organizava a festa com carinho para os amigos. Aparecia gente de todo o Brasil, Ministros de Brasília, ex governadores, ex prefeitos, ex jogadores de futebol, empresários, comerciantes, pecuarista do Rio de Janeiro, Brasília, do Recife. Virou tradição. Quando chegava o mês de dezembro os acertos da confraternização já eram divulgados.
O tempo é inexorável, morreram alguns amigos, mas a vida continuou. Como também a confraternização. Até que chegou a Pandemia, não dava para organizar festa alguma. Nós tentando sobreviver na clausura, sem sair de casa, como ainda estamos. Perdemos parentes e amigos para o vírus. Até que com certos receios, tomando os cuidados necessários, Murilo Marinho liderou um encontro ontem numa Barraca de Praia. Cerca de vinte velhinhos resolvemos nos encontrar. Uma tarde agradável cheia de alegria e lembranças. Depois de dois anos aconteceu a tradicional confraternização de fim de ano do Palmeira Futebol Clube. Iniciou às 11:00 horas da manhã terminou ao entardecer, Foram tantas histórias contadas, tantas gargalhadas que chamou a atenção às mesas vizinhas, que deveriam perguntar: De que sorriem esses senhores com tanta alegria?
Em cada um daqueles jovens octogenários existe uma parte da cidade de Maceió. Uma cidade não é formada apenas pelos prédios, praças, praias e ruas. Uma cidade é feita principalmente pelos seus moradores. E ali naquela reunião onde o uísque rolou estavam alguns construtores dessa bela cidade de Maceió. Pessoas alegres porque tiveram uma juventude livre, leve e solta pelas ruas da cidade. Onde durante o carnaval nos divertíamos na Rua do Comércio Nos blocos de rua. Não fomos santinhos, fizemos presepadas e eram delas que passamos a tarde às gargalhadas.
Foram esses velhinhos que criaram uma associação atípica no mundo a UCPM (União dos Conquistadores de Peniqueiras de Maceió). Éramos terrivelmente incorretos. Graças a Deus. Chamar as jovens empregadas domésticas de peniqueiras, hoje dá cadeia. Havia uma hierarquia entre os membros da UCPM. Entrava como soldado, à medida que o associado contava suas aventuras de conquistas das cheirosas empregadas domésticas, subia de posto. Um amigo chegou a Marechal. Esse orgulho da UCPM muitos anos depois tornou-se Ministro do Tribunal em Brasília. Essas e outras histórias foram recordadas com muita alegria na confraternização de ontem. Ao terminar, retornamos ao lar e nos trancamos novamente, o bicho ainda está solto.
Um bom ano novo a todos.
QUOUSQUE TANDEM
Acabo de sofrer um choque emocional de intensidade quase que imensurável, com a inesperada coragem da Fo(a)lha de São Paulo publicando em sua edição de 28 deste mês, artigo com o título de “Congresso e STF esvaziaram a Lava-Jato”, de autoria de Felipe Bächtold, onde o autor, “sem papas na língua”, mostra à Nação brasileira aquilo que há muito ela presume e agora vê em letras de forma, sem contestação manifestada, pelo menos até ao presente.
Com disposição para “mamar em onça” ou de abanar o dedo na venta de qualquer dos mais ilustres ministrecos integrantes dessa suprema bandalhice, o autor começa por mostrar que Legislativo e Judiciário se mancomunaram para tolher as atividades investigativas e jurisdicionais em curso, levando a operação Lava-Jato e outras assemelhadas a um esvaziamento que caminha para varrer bem para baixo do tapete, o mais grosso disponível, como muitos previram, espelhados, talvez, do que aconteceu na Itália, com a operação Mãos Limpas (Mani Pulite).
Com a palavra, o autor lista e explica, com extrema clareza, os muitos procedimentos que se concretizaram nos nossos meios políticos, visando esvaziar toda a investigação que se desenvolvia, para tornar inócuas as mazelas encontradas, procedimentos que terminaram por parir a chamada “Lei de Abuso de Autoridade”, eivada de excrescências tais que levaram, inclusive, um órgão internacional da maior credibilidade, como a OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), “a advertir o Brasil em relação a ‘ameaças à independência e à capacidade das autoridades públicas para combater a corrupção”.
Segue-se na sequência dessa crítica, as incongruências da chamada “Lei de Improbidade Administrativa”, que joga no caminho dos órgãos investigativos todos os impedimentos que os insignes legisladores conseguiram lembrar como úteis para barrar ou dificultar as investigações ou procedimentos processuais em curso ou por se realizarem, notadamente se concretizada a proposta de alteração do Conselho Nacional do Ministério Público, ampliando substancialmente a possibilidade de influência política nesse órgão, que é a principal instância de fiscalização do trabalho desenvolvido por procuradores e promotores.
E muitas outras propostas em gestação, cada uma das quais das mais estapafúrdias, que, segundo adverte o autor, desembocarão na alteração do Código de Processo Penal, atingindo, dessa forma, quase que mortalmente, o poder investigativo do Ministério Público.
E, somando-se a tudo isto, as muitas diatribes que os ilustres juristas integrantes da Suprema Corte praticam, com inaudita desenvoltura.
Tudo isto e mais algumas outras coisas que decerto virão, somente nos restará posição semelhante à de ‘Pedro Pedreiro’.
Esperando!..
Esperando sempre!..
No encerramento de mais um ano, transmito meu abraço fraterno ao nosso editor Luiz Berto e a todos que compõem a comunidade fubânica.
Que venha 2022, com muita saúde, paz e esperança!
A seguir, o vídeo de fim de ano do nosso canal no Youtube.
Todos estão convidados a assistir e se inscrever no canal.
Além de sexta-feira, hoje é também o último dia do ano.
Chupicleide já aproveitou pra fazer um vale e informar que vai romper o ânus e as tripas comendo e tomando cachaça a partir das 7 da noite.
A safada deitou e rolou de alegria com as doações feitas por nossos leitores nesta semana que hoje finda junto com o ano.
E fez um vale extra logo pela manhã.
Vai celebrar a chegada de 2022 enchendo o rabo.
Aproveito para agradecer as doações feitas pelos leitores Vanderlei Zanetti, Rubens Soares, M.R.B, Patrícia Mello, Alexandre José e Marcio M.S.
Doações que ajudam imensamente a manter esta gazeta escrota nos ares e, também, a saciar a fome e a sede de Chupicleide.
Tenham certeza que ano que vem vem vocês vão receber os valores das doações multiplicados por mil.
Me cobrem!

Um beijão pra todos vocês, generosos amigos fubânicos!!!
O ano de 2021 está findando. E com ele, as frustradas ilusões, alimentadas durante os 365 dias, em que esperamos a solução dos problemas que nos afligem desde o início de 2020.
Torço para que surjam mais fortes, a Fé e a Esperança em que nos seguramos, pois somente Deus fará atingível o nosso ideal inatingível: a cura definitiva da COVID-19.
Muito tem feito a Ciência, no intuito de erradicar esse vírus. E o que vemos são pessoas vacinadas com as duas doses, e também com o reforço da vacina, gripando constantemente, com quadros sérios de infecção pulmonar.
Ano Novo, vida nova! Que o Pai Celestial, o único Poderoso e Supremo, afaste da humanidade o terrível vírus, que tem dizimado vidas e causado sofrimento em milhares de famílias, que viram seus entes queridos e amigos partirem, vítimas também das brigas de laboratórios e desvio de verbas públicas. Tudo comprovado pela CPI da COVID, mas, até agora, os verdadeiros vilões continuam impunes.
Adeus, Ano Velho ! Vá com Deus! Que neste Novo Ano, as almas sofridas se refaçam e renasçam das cinzas! Que um novo horizonte volte a brilhar. Que a Estrela do Natal ilumine os homens da Ciência, para que acertem na vacina certa, e acabe logo o jogo de adivinhação.
Para mudar o rumo desta prosa, e falando de Adeus, lembrei-me do antigo filme “Adeus, Mr. Chips” (Good Bye, Mr. Chips – 1ª versão em 1939 e a 2ª versão em 1969), baseado no romance do americano James Hilton.

Na primeira versão, o gênero do filme era drama-romance. O elenco era composto por Robert Donat (Arthur Chipping), John Mills, Greer Garson e Terry Kilbum.
Data de lançamento: 15 de maio de 1939 (EUA)
Na segunda versão de Adeus Mr. Chips (estreia no Brasil em 1969), Peter O’Toole é o abnegado e austero professor de latim, de uma tradicional escola inglesa. Seu sonho é ser Diretor dessa escola, mas não goza da simpatia dos alunos, em virtude do seu jeito arcaico de ser e da sua austeridade.
Apesar de aspirar ao cargo de Diretor, Mr. Chips, era muito sisudo e caladão, sendo antipatizado pelos alunos.
Algum tempo depois, ele se casa com uma jovem atriz de musicais, Katherine Bridges (Petula Clark), que deixa o palco para ser apenas sua esposa, e acaba conquistando os alunos do marido, com sua beleza e espontaneidade. Aos poucos, ela também consegue transformar o marido, que, gradativamente, deixa a austeridade de lado, passando a ser amável com os alunos, a ponto de ser considerado o professor mais simpático e mais querido da escola.
Adeus, Mr. Chips é a refilmagem, em forma de musical, da produção homônima de 1939, que reuniu Robert Donat e Greer Garson. As canções foram compostas por Leslie Bricusse e interpretadas, na maioria, por Petula Clark. Apesar da transposição de gêneros ter sido bem feita, o filme não conseguiu fazer com que as velhas gerações esquecessem o original, nem conseguiu atrair os mais jovens. Com isso, o musical não fez sucesso nas bilheterias.
Ao contrário da maioria dos musicais, não há um final feliz para Adeus, Mr. Chips.
O filme marca a estreia no cinema do diretor Herbert Ross e, entre várias premiações, recebeu duas indicações ao Oscar, uma para a atuação de Peter O’Toole e outra para a trilha sonora de Bricusse e John Williams.
Segundo Ken Wlaschin, este é um dos dez melhores trabalhos da carreira de Peter O’Toole.
Peter O’Toole é o ator principal do filmaço “A Noite dos Generais”, um dos melhores filmes que já assisti.

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As zisquerdas deste nosso país estão se expandindo pelo mundo todo.
A fumaça da maconha banânica já cobre vários continentes.
A propósito, clique aqui e veja o vídeo de um candidato a vereador pelo PSol no Rio de Janeiro, na eleição de 2020.