A PALAVRA DO EDITOR

DEU NO X

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

WELINTON ALENCAR – IRECÊ-BA

Berto,

O Sertão de Irecê (BA), está ” muiado”.

Em outubro e novembro de 2021, choveu mais de 320 mm.

Foram plantados em torno de 120 mil hectares de milho e 20 mil hectares de mamona.

Se as chuvas continuarem em dezembro e janeiro, é grande a possibilidade de uma boa safra.

Feijão, só uns poucos saudosistas plantaram.

Plantio de mamona, Fazenda Garça Branca

Plantio de milho, safra 21/22

Plantio de milho, safra 21/22

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MAURÍCIO ASSUERO – RECIFE-PE

Prezado Editodos,

hoje a noite, das 19h30 às 20h30, teremos um replay da passagem do poeta Pica-Pau no Cabaré do Berto.

Na última sexta-feira, Pica-Pau picou o pau da torre de transmissão e a comunicação ficou afetada, mas ainda assim deu para gente ouvir algumas glosas dessa grande figura.

A ligação para o Corpo de Bombeiros foi hilária. O cabra, antes de entrar no Cabaré, já foi avisando aos bombeiros que ia tocar fogo…..

Vamos de novo!

Todo mundo com o extintor na mão porque pode perigar e carro dos bombeiros não chegar a tempo.

Aproveito para fazer uma correção: eu falei que Orlando Tejo dizia que poeta com nome de pássaro não prestava, na verdade, Tejo se referia a CANTADOR.

Então, estamos acertados: Pode olhar o relógio e quando for 19h25, hora de Brasília, pode fazer fila na porta, que eu vou escancarar a porta do Cabaré.

Para participar, basta clicar aqui.

Todo mundo convidado…. abraços

R. Meu querido e talentoso amigo Pica-Pau!

Um conterrâneo dos Palmares, aquele maravilhoso recanto de mundo que é conhecido como “A Terra dos Poetas”.

Pica-Pau é um grande poeta popular, um inspirado criador de versos e improvisos, um glosador de qualidade que trabalha os motes com maestria e que tem livros publicados.

Será um prazer rever meu amigo hoje à noite.

Este movimentado e buliçoso cabaré, competentemente comandado e gerenciado por Maurício Assuero, vai enriquecer a nossa noite de sexta-feira.

Estão convocados todos os leitores fubânicos.

A partir das sete e meia da noite a gente se encontra por lá!!!

Pica-Pau, grande poeta popular dos Palmares

A PALAVRA DO EDITOR

O ACADÊMICO DO JBF

A convite do colunista fubânico José Paulo Cavalcanti, fomos eu e Aline ontem, quinta-feira, participar de um encontro no salão de eventos do edifício onde ele mora, na Avenida Beira Mar, aqui no Recife.

Um local agradabilíssimo, com um espaço ao ar livre e magnífica vista para o Oceano Atlântico.

O evento foi realizado para celebrar a eleição de José Paulo para a Academia Brasileira de Letras, no último dia 25 de novembro.

Começou no final da tarde e se estendeu pela noite, com a participação de muitos amigos do anfitrião, intelectuais, escritores e jornalistas aqui do Recife.

Fui apresentado a um monte de gente boa.

Fartura de petiscos e de bebidas.

Durante o evento, o querido casal nos convidou para a posse de José Paulo, que acontecerá no mês de junho do próximo ano de 2022.

Confirmamos de imediato. Estaremos lá, na sede da ABL, no Rio de Janeiro, para participar deste ato de grande importância para a cultura pernambucana e brasileira.

Sucesso, querido amigo José Paulo, você é um intelectual da mais atual relevância deste nosso país.

Um orgulho para toda a comunidade fubânica, leitores e colunistas, e orgulho também para Pernambuco e para o Brasil.

Este Editor e Aline, com o casal José Paulo e Maria Lectícia

JOSÉ PAULO CAVALCANTI - PENSO, LOGO INSISTO

OBRIGADO

a cada um dos amigos. Pelos gestos. Pela torcida, no coração. Pelas rezas, tantas. Pelas promessas, a começar pelas de dona Lectícia. Para mim foram todos eleitos, imagino sintam isso por dentro. E devo mais diretamente aos agora confrades, Marcos Vilaça à frente, a honra enorme de pertencer à Academia Brasileira de Letras. Único pernambucano eleito na história da Academia, que morava no Recife, foi Mauro Mota. Só que, desde 22/11/1984, já não havia mais ninguém por lá. Uma escolha que é, também, homenagem a Pernambuco. Numa cadeira que tem nossa cara. Desde seu fundador, o pernambucano Oliveira Lima, para Gilberto Freyre o Quixote Gordo. Até o último ocupante, o também pernambucano Marco Maciel, para Gustavo Krause o menos imperfeito ser humano que conheci. Primeira pessoa com quem conversei, depois da eleição, foi Ana Maria. E fiquei tocado pela alegria (muita) que percebi, nas suas palavras generosas, ao me ver ocupando o lugar que um dia foi do marido.

Mas o que seria, exatamente, pertencer à Academia Brasileira de Letras?, eis a questão. A resposta vem dos seus próprios estatutos (art. 1º), redigidos por Machado de Assis, “Defesa da língua portuguesa e da cultura”. Um belo compromisso. Mas é preciso retraduzir essas palavras, para dar-lhes maior atualidade. Nessa nova ótica, defender a “língua” não é se limitar a seu caráter de realidade virtual, conjunto de símbolos articulados para produzir uma ideia. Mas ir além. É compreender as diferenças entre o vocabulário mais amplo de uma como que língua oficial, com as limitações impostas pela circunstância aos indeterminados cidadãos comuns; e não se conformar com esse destino. É compreender que expressa uma visão específica da realidade, quem somos, talvez até sem dar conta disso; e preservar a memória dos importantes legados da civilização. É compreender novas formas de expressão em permanente processo de mudança, como as de toda uma geração que vai se internetizando em um netspeach, subvertendo as regras tradicionais de ortografia; e aceitá-las, sem maiores questionamentos, como decorrência natural da evolução dos tempos. É compreender a própria linguagem como fator de unidade nacional e assumir o dever ético de integração permanente entre os tantos brasis. É compreender, para além dos seus papéis de instrumentos de comunicação, que nada pode ser mais urgente, revolucionário, transformador e democrático, no Brasil de hoje, que educação popular. Tudo sugerindo o enorme dever da Academia em perseverar no esforço coletivo e contínuo de produzir cidadãos.

Já “cultura” exige visão mais ampla. Como um objeto em si, transformando aquilo que o homem faz dentro de uma continuidade histórica; mas, para além, tudo o que faz agregando valor. Aceitar o passado, como sentimento de uma época; mas, também, reafirmar a crença de que somos capazes de construir um futuro melhor, como ato de inconformismo. Questionar os verdadeiros limites da globalização, como fundamento de nosso modelo de organização social; mas, também, integrar visões – o abstrato e o concreto, o pessoal e universal, o barro trágico das circunstâncias e o brilho mágico das estrelas. Respeitando a diversidade que conforma nossa existência; mas sentindo que podemos nos enriquecer com ela. Somos melhores porque somos diferentes. Seremos ainda melhores, se formos capazes de prestigiar essas diferenças. É sobretudo, por fim, dar sentido a nossa identidade como povo – conceitos, preceitos, preconceitos, práticas morais, danças, cantos, sabores, o grito de gol, o espanto, rezas, mitos, saudades, esperanças.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

PIXOTE – LIMEIRA-SP

Grande editor de todos nós:

Segue em anexo o comprovante de depósito do meu dízimo.

Cumpri minha obrigação e informo que mês que vem tem mais.

Sucesso para o nosso jornal, o melhor das redondezas.

Um grande abraço.

R. Meu caro leitor, sua generosa doação já está na conta desta gazeta escrota.

A secretária Chupicleide está aqui se rindo-se de dentes arreganhados, pois sabe que o décimo terceiro está garantido.

E a safada já me avisou que vai encher a cara neste final de semana.

Brigadão mesmo!

Aproveito a oportunidade para também agradecer as doações do colunista Magnovaldo Santos e dos leitores Samuel Levi, R.B.S e Áurea Regina.

Vocês são a força que mantém esta gazeta escrota nos ares e que cobrem as despesas com hospedagem e manutenção técnica feita pela empresa Bartolomeu Silva.

Vai voltar tudo em dobro na forma de paz, saúde, tranquilidade, harmonia e longa vida!!!

“Obrigada, meus amores. Beijos, beijos e beijos!!!”

DEU NO X

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DEU NO JORNAL