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Quando li esse tolôte cagado pela Vaca Peidona, dei umas boas risadas.
E, logo em seguida, me veio uma vontade enorme de tomar uns goles de cerveja.
É pena que eu esteja em abstinência compulsória.
Senão eu ia beber uma garrafa dessa Weiss:

Comentário sobre a postagem UM CABRA BOM E UM CABRA SAFADO
João Francisco:
Já disse aqui e repito:
Se Pernambuco já gerou um Lulla, um Noblat e UmCerto Bosta, também tem Gilson Machado, SiKêra Jr. e Berto.
Tá equilibrada a balança.
Salve Pernambuco.
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Três pernambucanos: ministro Gilson Machado, do Recife, Sikera Jr. e este Editor, ambos de Palmares
Saudações, meu nobre Amigo Berto,
Aqui, neste vídeo, eu envio uma Cantoria arretada entre Geraldo Amâncio e Sebastião Silva.
E para os leitores que quiserem acessar o link de inscrição no meu canal é só clicar aqui.
Obrigado, muita saúde, um forte abraço a todos e até a próxima.

Nada como um elogio, uma crítica favorável, tanto no campo literário como no musical, para alimentar o amor próprio, massagear nosso ego e contribuir, como combustível generoso, para o prosseguimento da lida. Mas há também o outro lado. Um Poeta (nem sei se posso defini-lo como tal) no dia do lançamento do meu livro de crônicas BREVIÁRIO LÍRICO DE UM AMOR MAIOR QUE IMENSO questionou-me sobre o título, argumentando que IMENSO é um superlativo que não admite a existência de algo maior. Como poderia o meu amor ser maior que imenso? No entender desse ‘crítico literário’ o título do meu livrinho está errado. Isso, a meu ver, apenas o descredencia como Poeta. Como amigo, não. Continuo a considerá-lo, tanto que não revelo o seu nome, apenas ressalto ser ele bastante conhecido nas hostes musicais, principalmente. De outra feita, um outro ‘Poeta’ amigo (este, sequer lembro o nome) apontou erro grosseiro em minha música MIL COLIBRIS, quando, a certa altura, falo no coro de mil colibris saudando a mulher amada. Indaguei-lhe se o erro era de concordância ou decorrente de algum outro deslize gramatical e ele respondeu-me que o equívoco decorria de uma inadequação lógica tendo em vista que colibris não cantam e, assim sendo, seria impossível um coro deles. Respondi-lhe (e depois arrependi-me da grosseria) que os colibris dele podem não cantar mas os meus, ah, estes cantam mais que qualquer sabiá ou curió. Não compreendem estes pretensos bardos que a infinitude e a riqueza da poesia se inserem no permitido licenciamento concedido aos Poetas e está fora das paredes engessadas das lógicas óbvias e delimitações de regras, quaisquer que sejam, inclusive as gramaticais. O caminhante dos mesmos e velhos caminhos, não entendendo ou não admitindo metáforas, desconhecem o novo e terá como destino um pobre lugar-comum. Enquanto isso, seguimos absorvendo os dissabores a que estão sujeitos aqueles que escrevem ou compõem. Me abstendo de perder tempo com quem não merece um segundo: continuo caminhando e cantando e escrevendo, recebendo as críticas e delas até me alimentando para escrever minhas historinhas. Como esta. E compondo músicas, como COPO DE NADA que, pelo título, certamente estimulará a sanha crítica dos juízes severos da obra alheia. Pobres críticos: pensam que são Poetas.
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Um idiota e um traíra , Bela chapa. pic.twitter.com/eiNffsoUs8
— Brasinha News 🚀🥊 (@Brasinha1) November 21, 2021