CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS

Maria Bago Mole – Imagem da Época da formação do cabaré, início do Século XX

Feliz com o resultado econômico do sucesso do último comes e bebes no cabaré onde dois idiotas se arvoraram a valentões em disputas por mulheres e morreram em duelo, a cafetina mais famosa da Zona da Mata Sul do Estado de Pernambuco, resolveu patrocinar uma nova festa visando alavancar recursos financeiros para ampliar o lupanar e passar uma bucha no passado, pois o progresso estava chegando em vento e popa por causa da inauguração da moderníssima estação da Gretueste, com a participação de grandes artistas da Nação Nordestina, escritores e jornalistas de jornais famosos de diversos Estados da Região, colunistas do Jornal da Besta Fubana, comentaristas, músicos, cantores e repentistas da redondeza que se tornaram lendas.

Para apimentar o furdunço, visando o retorno de um colunista que ausente por ter sofrido um coice de mula nos trololós, depois de ter tomado uma cachaça pesada e ter assediado a jumenta “Mimosa” e esta não ter gostado do assedio, Maria Bago Mole preparou uma festa de arromba visando sua chegada. Mas se recusou a dizer o nome do homenageado para não provocar ciúme no seu amado, o coronel Betônio Coelho.

– Essa curiosidade eu deixo para vocês apostarem na porrinha! – dizia ela aos freqüentadores do bordel quando a abordavam para segredar o colunista misterioso que estava por retornar.

A cafetina patrocinou uma grande festa, talvez a mais arrojada realizada no Cabaré, para ficar na história, com muita cachaça caseira fabricada na Região, uma farta mesa cheia de pratos regionais para serem degustados durante a festa com todos os personagens que se fizerem presentes. Das meninas da vida dura que receberam dignidade da cafetina nos tempos das vacas magras e ficaram independentes financeiramente, aos convidados surpresas, os representantes da ferrovia e os fazendeiros mais afamados da região.

Para homenagear o ilustre convidado, que ela fez questão de manter em segredo, Maria Bago Mole convida diversas personalidades influentes do estado, gente expressiva da cultura, colunista do Jornal da Besta Fubana, sobremaneira aqueles que estão sempre presentes nas crônicas e comentários semanais e que têm certa intimidade com a sua história e os usuais freqüentadores do famoso cabaré desde sua origem.

As personalidades são todas conhecidas do famoso convidado especial e dos colegas de profissão. Para abrilhantar a festa Maria Bago Mole convidou o famoso colunista Sancho Panza, muito conhecido e admirado na confraria por suas belas e longas crônicas semanais, onde despeja, sem economia, sabedoria, intelectualidade e muita simpatia; o biógrafo Brito, um grande intelectual que semanalmente enriquece as páginas democráticas do Jornal da Besta Fubana com seus ensaios bibliográficos sobre gente famosa, mas ignoradas da história oficial; o grande cronista de filmes de faroestes e crônicas diversas, Cícero Tavares, muito louvado pelos outros cronistas e comentaristas, e que dispensa adjetivos, o comentarista de filmes de faroeste, d.Matt., conhecido por seus longos e um tanto críticos comentários sobre todos os assuntos que aborda; Adônis Oliveira, o defensor intransigente da guilhotina contra políticos corruptos e ladrões; o famoso editor Luiz Berto, autor de inúmeros livros internacionalmente famosos, entre ele o consagrado e sempre aclamado pela crítica especializada, O Romance da Besta Fubana, que já lhe poderia ter rendido o prêmio máximo da Academia – o Nobel de Literatura – por ter universalizado sua aldeia; A Prisão de São Benedito e Outras Histórias, um punhado de crônicas antológicas narrando as peripécias de um pretim muito conhecido e que foi pego na Coreia da cidade de Palmares, contrariando às determinações eclesiásticas; e a dama das crônicas domingueiras, a talentosa cronista Violante Pimentel, tocando no seu piano mágico para proporcionar mais alegria aos convidados, dentre todos os que fazem parte da Gazeta Escrota.

A festa no cabaré foi até o sol iluminar o amanhã com uma curiosidade: não ter havido nenhum incidente desagradável e a cafetina prometer só revelar o nome do colunista misterioso na próxima festa quando estiverem presentes todos os colunistas, comentaristas e demais colaboradores avulsos que fazem do Jornal da Besta Fubana essa obra-prima cercada de gente talentosa por todos os lados que, quando da interrupção dos serviços por falha na internet alguns fanáticos já tentaram se suicidar cortando o pulso com cerol.

27 pensou em “A FESTA CONTINUA NO CABARÉ DE MARIA BAGO MOLE

  1. Minha discrição e o disfarce utilizado foram de grande valia para manutenção de meu anonimato na grandiosa festa. Passei despercebido, sendo apenas testemunha das estrepolias cometidas por alguns colunistas deste JBF. Por discreto que sou, guardarei apenas comigo cenas erótico-selvagens ocorridas no recinto.

    • Mestre Xico, Grande Bizerra,

      O grande Poeta sempre vai está presente com SE TU QUISER, esse genial hino à beleza do amor de qualquer mulher.

      Pois como diz Seu Luiz Berto: um homem sem mulher é um ser cotó, sem rumo, sem prumo, sem tino e sem catilogência.

      Brigadão, Grande Poeta por está comigo no Cabaré de Maria Bago Mole se divertindo vendo os outros se divertirem.

      Toda festa é boa. A de Maria Bago Mole é especial.

      • Complementando o comentário do meu amigo Ciço,
        sobre um homem sem mulher.
        Na minha opinião, um homen sem mulher é como, no carnaval , um saci pererê dançando um frevo frenético nas ruas de Ricifi .

  2. Quando cheguei o Cabaré de Maria Bago Mole, estava lotado. Goiano tava na porta exigindo a carteira de vacinação e Jesus de Ritinha de miúdo escrevendo uma poesia pra falar da sofrência de um cabra que é apaixonado por uma quenga que estava aos beijos e abraços com Neto Feitosa.

    Carlito Lima falava do monumento à Rapariga Desconhecida e José Paulo Cavalcanti organizava a Comissão da Verdade pra eleger a nova diretoria. Aristeu Bezerra, era o MC da noite anunciando que Jessier Quirino ia declamar Parafuso de Cabo de Serrote.

    Magnovaldo, só conseguiu um lugarzinho pra disseram que “gringo” paga em dólar e Roque Nunes, deitado numa rede amarrada entre dois coqueiros dizia “Aí que preguiça” falando por entre os dentes. Por “Acácio” ninguém viu Sabugueiro falando com Fernando Gonçalves sobre uma foto do pariceiro Severino Souto que decorava a parede lateral da escada que levava aos quartos onde o rala e rola era documentando pelo canal de 1A10 de George Mascena.

    Zé Ramos servia às mesas botando gelo na bebida enquanto Marcos André, dado demais e traçado bem pouco, parecia estar na suruba dos Mamonas Assassinas e vez por outra pedia Um Espetinho de Frango servido por Marcos Mairton.

    Enquanto isso, Hélio Crisanto titubeava sem saber se olhava a lua, tomava o café ou subia o batente, achando esquisito Marcelo Bertoluci ficar dando pitacos nas crônicas cheias de graça de Carlos Eduardo. Dalinha Catunda e Pedro Malta conversam com Peninha que queria cantar Pistom de Gafieira, de Billy Blanco,e tudo ia bem quando a orquestra tomou providências e tocou alto pra polícia não manjar…..No alto da escada, Bernardo botava os pingos nos i’s.

    A noite rolando, quem está fora não entra e quem está dentro na saí, e a turma esperando que Chupicleide ajude Luiz Berto tirar a Besta do Curral.

    • Rapaz, nunca vi uma descrição tão bem descritiva dessa fuleiragem toda. É um resumo das personalidades dos nossos fantásticos amigos, tão diferentes e ao mesmo tempo tão iguais no divertimento e sublimação da alma.
      Gente sacudida, esta do Jornal da Besta Fubana, retratada com sublime maestria pelo Assuero.
      Vocês não existem, devem ser todos umas assombrações de Dia de Finados.

      • Magnovaldo Santos,

        Tudo é festa no Cabaré de Maria Bago Mole.

        Até que apareça um desafeto querendo desmoralizar o recinto, não haverá duelo. E se houver, só os metidos a valentões é que viajam para a Cidade de Pés Juntos.

        Quem os matam são os próprios frequentadores.

        Brigadão, amigo, pelo saracoteio da festa.

        Tornou-a mais cabarelística.

    • Caríssimo Assuero,

      A sacada da crônica narrando a festa de arromba no recinto do Cabaré de Maria Bago Mole, foi justamente isso aí: dar margem para que cada um colunista, cronista, comentarista, poeta, poetisa, repentista se ouricem e se manifestem sobre esse espaço mais democrático da imprensa do Brasil: O Jornal da Besta Fubana, que um fanático já se pronunciou com as seguintes palavras, e com ele eu concordo, com a Gazeta Escrota fora do ar minha abstinência vira caso se polícia.

      Também não abro mão nem por um punhado de dólares!

    • E perto dali, observando com um misto de ódio e inveja, amargura e saudades, mas sobretudo com um sentimento profundo de arrependimento, uma figura melancólica, que daria seu dedinho da mão esquerda para ser convidado para essa festança.
      Lá estava o ex-cronista Altamir, balbuciando frases desconexas e lembrando de passagens de filmes que nunca viu. Triste.

      • Caríssimo Sérgio Melo,

        A festa de Maria Bago Mole está aberta para todos que gostam do “berequecher” (bêbados dançando maracatu e sambando em terreiro de umbanda), segundo Dona Dinda, minha encantadora avó que, se viva estivesse, tava ajudando no Cabaré como copeira.

        Ela adorava cheiro de homem!

        Veinha assanhada.

        Matou três maridos, sem contar os amancebados!

    • Mestre Adônis Oliveira,

      A Guilhotina já está instalada na arena do Cabaré para varrer de morte os esquerdopragas, inimigos da Democracia e da Iniciativa Privada.

  3. Mestre “Ciço”, o Mestre Assuero é um “entregador” de meia tigela. Mesmo na sombra da luz o sacana me viu no meio de uma suruba à lá “mamonas assassinas”… Aí é foda!
    É o que dá o cabra não parar, olhar e escutar.
    As agências checadoras de boatos vão espinagrar essa parte obscura do furdunço

    Parabéns, pela grande festa de arromba!

    • Marcos André,

      Eu tive o cuidado de te esconder numa mesa por detrás dos aposentos de Maria Bago Mole, mas como existem alguns tarados querendo comê-la pensaram que tu estavas ali com esse propósito e resolveram te denunciar ao coronel Bitônio Coelho.

      Uma dica do salafrário que tentou te jogar na jaula dos leopardos: ele não escreve para o JBF, mas tem muita influência com capataz.

      Te cuida, Macho!

      Maria Bago Mole é boa mas não protege ninguém quando está jundo do seu amado.

  4. Vou ter que copiar meu amigo Ciço para falar do desmantelo cabarelístico ocorrido sob a regência da rainha Maria Bago Mole: O Jornal da Besta Fubana, que um fanático já se pronunciou com as seguintes palavras, e com ele eu concordo: “com a Gazeta Escrota fora do ar minha abstinência vira caso se polícia”.

    Sim, o MAIOR jornal interplanetário fora do AR nos priva da convivência com “geniais gênios geniosos” de diversas artes, que BATEM PONTO no JBF e estão em grande parte citados no texto e nos comentários.

    Até Altamir e Goiano foram lembrados e se tivessem entrado no “saloon” certamente rolaria briga da boa com algum dos “convivas” e muita confraternização com os demais.

    Um brinde à alegria!!!!!! Um abraço sanchiano a TODOS os gigantes que fazem parte do UNIVERSO JBF.

    • As palavras FESTA, ALEGRIA, HUMOR, PRAZER E GOZAR, foram criadas como sinônimo de Sancho Panza.

      Teu bom humor inteligente faz a alegria da festa e deixa Maria Bago Mole mais confiante na missão de agradar aos homens.

      O Cabaré de Maria Bago Mole é imortal. E Sancho Panza é eterno!

  5. Amigo Ciço.

    Vou falar como comentarista e não como personagem do seu fundunço.
    Pelo número de colegas comentaristas presentes e que estão festejando
    a sua bela crônica, dá para entender o quanto todos estão felizes ,por
    terem aceito o convite para participar da sua festança, promovida pela cafetina
    numero um do nordeste e amada pela turma de cabeça desparafusada deste louco e nada sóbrio Jornal da Besta Fubana., dirigido por um intelectual de grande
    gabarito que depois de escrever uma série de livros fabulosos, teve um troço
    violento e num espasmos de loucura criativa, fundou esse Jornal sem igual
    na internete, Sem igual, claro, qual o louco teria a coragem de criar na
    internete um jornal de ponta a cabeça e convidar redatores geniais, pois todos os
    loucos assim o são, por excesso de genialidade.
    Infelismente, alguns outros , se escondem debaixo da sua famosa capacidade
    de cronistas e não deram às caras, não só para a sua festança, mas também
    se abstêm de colocar a cara a tapa e fazer um comentário dizendo:
    Você também é bom, não tanto como eu, mas vou te dar uma colher de chá.
    Mas não ousem repetir a dose, ok ?

    O grande Assuero deu uma força extraordinário em todos os sentidos, não só
    pelo seu valioso suporte, coimo também pelo extraordinário trabalho de
    convencer os cronistas do JBF de que a sua participação seria muito
    importante, mas alguns deram chabú e ficaram vendo estrelas em dias nublados.
    O cavaleiro Sancho Pansa, com grande fidalguia mostrou que quem é bom
    já nasce feito e com a sua ilustre presença valorizou a festa e deu grande
    estatus qualitativo a todos os presentes, pois participando , ele deu grande
    importância e premiou todos os presentes, pois diz o velho deitado que,
    Diga-me com andas e direi quem és.
    Para alguns que não deram as caras e ficaram ciscando no terreiro
    espalhando terra e comendo pedras descaradamente, eu cito um ditado
    mencionado pelo cronista Sergio Porto:
    ” Passarinho que come pedras, sabe o cu que tem ”

    E estamos dito.

  6. Já vi que meu disfarce e discrição foram de boa valia, pois nem o atento Assuero percebeu minha presença no cabaré. Mas atesto e assino embaixo todo o seu relato, testemunha que fui das peripécias fubânicas ali concretizadas. Mas vou logo avisando: no próximo festim vou revelar tudo que acontecer no puteiro da Bago Mole. Recomendo, inclusive, que todos rezem pela cartilha do Ssnto Papa Berto I ao invés de frequentarem ambiente tão contaminado. Eu vou, mas só pra olhar.

  7. Em tempo: quando a CPI da Bago-Mole me convidar para depor, nao usarei recurso junto ao STF pata ficar em silêncio é vou entregar todos …

  8. Berto meu amigo, cheguei a conclusão de que voce ganhou o premio Nobel
    da comunicação.
    Com essas colunas estupefacientes , cheias de assombrosos pensamentos,
    grávidos de ironias e insensatez , o Jornal da Besta Fubana, além de ser um grande sucesso é também, por ironia, uma demonstração da loucura de um bando de
    leitores, redatores, comentaristas, que despejam diáriamente, suas idéias
    no seu pinico (*) oficial e transbordante.

    (*) Pinico: Vasos para mulheres distintas verterem água.

    E haja pinico suficiente, pois nosotros como leitores e comentaristas, somos
    os principais motivadores de tanta exuberância cultural, poética, descritiva e tem até pornografia politica, pois melhor qualificação eu não poderia encontrar.

    Peço licença de alguns dias, pois pretendo ir à Palmares, visitar o pretim Benedicto
    na prisão e descobrir in loco, onde se originou tanta loucura.Depois eu conto o que descobri.
    Saudações fubânicas. (No bom sentido )

  9. A Instituição mais séria que existe no mundo. Menos o stf, claro. Mas o cabaré foi, é e será sempre a instituição a favor da alegria e da putanhagem!!! Desafio qualquer cabra sunvergonha aqui que nunca desabafou suas mágoas de amor, com uma menina desinibida!!
    Eu sempre achei o cabaré um lugar extremamente salutar e necessário!!! E, se eu pudesse, ainda frequentaria. Mas aí são outros quinhentos.

    • Mestre MaurinoJunior,

      Maria Bago Mole, por meio de uma mensagem do além, onde se encontra administrando uma franquia do Cabaré para os Anjos, ordena que um mensageiro de Chico Xavier agradeça o comentário, sobretudo na parte que lhe orgulha: “A Instituição mais séria que existe no mundo.”

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  11. Parabéns pelo sensacional texto, “A FESTA CONTINUA NO CABARÉ DE MARIA BAGO MOLE”,
    querido cronista Cícero Tavares!

    Já li e reli, e me senti em 1965, em plena explosão da Jovem Guarda, quando Erasmo Carlos gravou “Festa de Arromba”, da sua autoria e de Roberto Carlos.

    Você reuniu, para uma bela homenagem, os componentes do JBF, essa irmandade que tem como timoneiro o grande e insubstituível escritor Luiz Berto.

    “Vejam só que festa de arromba
    Noutro dia eu fui parar
    Presentes no local o rádio e a televisão
    Cinema, mil jornais, muita gente e confusão
    Quase não consigo na entrada chegar
    Pois a multidão estava de amargar
    Hey-hey (Hey-hey), que onda
    Que festa de arromba……………..”

    “Para abrilhantar a festa Maria Bago Mole convidou o famoso colunista Sancho Panza, muito conhecido e admirado na confraria por suas belas e longas crônicas semanais, onde despeja, sem economia, sabedoria, intelectualidade e muita simpatia; o biógrafo Brito, um grande intelectual que semanalmente enriquece as páginas democráticas do Jornal da Besta Fubana com seus ensaios bibliográficos sobre gente famosa, mas ignoradas da história oficial; o grande cronista de filmes de faroestes e crônicas diversas, Cícero Tavares, muito louvado pelos outros cronistas e comentaristas, e que dispensa adjetivos, o comentarista de filmes de faroeste, d.Matt., conhecido por seus longos e um tanto críticos comentários sobre todos os assuntos que aborda; Adônis Oliveira, o defensor intransigente da guilhotina contra políticos corruptos e ladrões; o famoso editor Luiz Berto, autor de inúmeros livros internacionalmente famosos, entre ele o consagrado e sempre aclamado pela crítica especializada, O Romance da Besta Fubana, que já lhe poderia ter rendido o prêmio máximo da Academia – o Nobel de Literatura – por ter universalizado sua aldeia; A Prisão de São Benedito e Outras Histórias, um punhado de crônicas antológicas narrando as peripécias de um pretim muito conhecido e que foi pego na Coreia da cidade de Palmares, contrariando às determinações eclesiásticas; e a dama das crônicas domingueiras, a talentosa cronista Violante Pimentel, tocando no seu piano mágico para proporcionar mais alegria aos convidados, dentre todos os que fazem parte da Gazeta Escrota.”

    Um misto de ficção e realidade, o texto está envolto num profundo lirismo, que prende a atenção do leitor do começo ao fim.

    Obrigada pela inclusão do meu nome, entre os convidados da famosa “Festa de Arromba”, ou melhor, da grande festa que rolou no CABARÉ DE MARIA BAGO MOLE. Show!!!

    Grande abraço!

    • Queridíssima Violante Pimentel, a Dama das Crônicas do JBF.

      Estou super feliz por você se sentir feliz pela inclusão do seu nome na festa de abertura do segundo baile no Cabaré de Maria Bago Mole, sem briga, sem querela, sem disputa por mulher, com cada homem se comportando como um cavalheiro sóbrio, apesar da época.

      Só há uma explicação para esse comportamento sereno dos homens: a presença de uma Deusa tocando piano e acordeão na festa. Seu ar de beleza e serenidade causaram impressão civilizada nos homens, frequentadores do cabaré, além de trazer moral ao ambiente.

      A PRÓXIMA CRÔNICA, UMA ÓPERA MUSICAL, QUE ESTÁ UM ARRASO, ESCRITA POR MIM E D.MATT., ESTÁ DEDICADA TAMBÉM A NOBRE COLUNISTA.

      VAI SER A CRÔNICA DO ANO PARA OS AMANTES OPERÍSTICOS.

      AGUARDEM!

  12. Que beleza, querido colunista Cícero Tavares!

    Parabéns pela inteligência privilegiada que Deu lhe deu, pela sua fidalguia e requintada educação!

    Grande abraço.

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