DEU NO X

DEU NO JORNAL

PROPAGANDA ELEITORAL

A partir da próxima sexta (26) e até 29 de setembro serão veiculadas as propagandas eleitorais gratuitas no rádio e na televisão, do primeiro turno.

Depois voltam a partir do dia 7 de outubro para o 2º turno.

* * *

Vou começar a minha propaganda do primeiro turno bem cedinho, logo no primeiro dia.

Que não vai ser chata ou enfadonha: vou falar muita putaria e muita safadeza, para grande deleite dos estimados ouvintes.

Quem quiser votar em mim, é só apertar 46 na urna eletrônica.

Que é o meu número de sorte, ano do meu nascimento.

E corresponde ao elefante no jogo do bicho: ou seja, sou um candidato da pesada!

Se o TSE não fizer mutreta, terei grandes chances de ser eleito logo no primeiro turno, só com os votos dos leitores do JBF.

Depois que eu botar a faixa presidencial, a mulherzada vai dar em cima de mim bem mais do que dá em cima de Bolsonaro. 

A PALAVRA DO EDITOR

CONTINUA O DESMANTELO

Já são cinco da tarde.

Continua sem energia elétrica aqui no meu edifício.

E eu sem computador. Estou fazendo esta postagem daqui do celular.

Tenham paciência. Nada de choro ou desespero.

Antes da meia-noite tudo voltará ao normal (espero…) e esta gazeta escrota voltará a ser atualizada.

A PALAVRA DO EDITOR

SEM ENERGIA

Um caminhão bateu num poste aqui do outro lado da rua.

Estou sem energia elétrica e sem computador. Faço essa postagem pelo celular.

Quando o desmantelo estiver resolvido, esta gazeta escrota voltará a ser atualizado.

Controlem a crise de abstinência. Tenham paciência.

DEU NO X

XICO COM X, BIZERRA COM I

UM DIA QUASE BRANCO

Que me desculpe Geraldinho Azevedo, mas nem todos os dias são brancos, na melhor acepção da palavra e sem qualquer resquício de preconceito. Branco no sentido de claridade. O dia assim não estava. Ao contrário, nuvens cinzentas pintavam o céu de escuro. De repente, vindo nem sei de onde, uma onda sonora invadiu o meu ser e foi-se firmando ao mesmo tempo em que o dia começou a clarear. E vinha chegando, para o que desse e viesse. Com o claro, veio o sol, assim como viria a chuva, se por acaso cismasse em cair para abrandar mais ainda minha alma, já quase calma com aquele som. Não importava mais em que lugar estava: se na praça, se perto do mar, ou à beira da lua: qualquer lugar era o lugar adequado para abraçar aquela melodia e sonhar esse canto de amor nesse dia já quase branco.

DEU NO X

DEU NO X

PENINHA - DICA MUSICAL