Sr. Editor:
A Janja tem feito tudo para aparecer mais que o marido.
Ela está imitando a Michele Bolsonaro querendo falar em libras.
Olha só ela ensinando a falar “ladrão” em libras:


#OsPingosNosIs | Bancada relembra quem são os perseguidos por opinião no Brasil; jornalistas, influenciadores, políticos e artistas já sofreram restrições
📺 Confira na JP News pic.twitter.com/grYwHbINAs
— Jovem Pan News (@JovemPanNews) January 6, 2023
A grosseria da primeira-dama Janja contra o embaixador do Irã, Hossein Gharibi, ao driblar a delegação do país, é inédita em posse presidencial.
Janja quebrou o protocolo diplomático ao fugir dos convidados de Lula e se esconder ao lado da segunda-dama, Lu Alckmin.
Janja foi alertada pelo cerimonial quanto ao aperto de mão (que não aconteceu), sinal de grande respeito entre iranianos, mas a corrida foi iniciativa própria.

Janja corre da delegação iraniana na posse de Lula
A fuga de Janja também foi entendida como ‘protesto’ da primeira-dama contra violações dos direitos humanos no Irã.
Rege a tradição na diplomacia que ofender um embaixador, como Janja fez por julgamento pessoal, é como ofender a nação representada.
O Irã é um importante país para o empresariado brasileiro. O comércio bilateral entre as nações amigas movimenta mais de U$ 6 bilhões/ano.
A postura de Janja diverge da elogiadíssima visita da ex-ministra Tereza Cristina (Agricultura) ao Irã, em 2022, para ampliar relações comerciais.
* * *
Como eu já disse antes, essa Janjumenta dá várias cagadas por dia.
E isto é ótimo!
Seu protagonismo carnavalesco, ofuscando o estoque de mentiras do marido, o Ladrão Descondenado, vai enriquecer muito o noticiário de estupidez e de babaquices no jornalisteirismo do país.
A editoria desta gazeta escrota está muito satisfeita com o fato de termos essa parelha da porra, esse casal surreal e tétrico a um só tempo, na presidência da republiqueta banânico-petrálhica.
Só no Brasil mesmo!!!
Guilherme Macalossi

Daniela Carneiro foi empossada ministra do Turismo pelo presidente Lula no último domingo (1º)
Não completou uma semana e o governo Lula já contabiliza seu primeiro escândalo: as relações políticas da ministra do Turismo com o miliciano Juracy Alves Prudêncio, conhecido como Jura. Titular da pasta, Daniela Carneiro foi indicada pelo União Brasil, no esforço do novo presidente em compor com os partidos do centrão.
Tão logo tomou posse, passaram a circular imagens dela junto ao criminoso e também da esposa. Os dois participaram de atos de sua campanha nas eleições de 2018 e 2022. Segundo informações do UOL, a milícia chamada “Bonde do Jura” é responsável por cerca de cem assassinatos cometidos na Baixada Fluminense nos anos 2000. Certamente não é alguém com quem se deva posar alegremente para fotografias, muito menos ter como cabo eleitoral.
Por meio de sua assessoria a ministra afirmou que “o apoio político não significa que ela compactue com qualquer apoiador que porventura tenha cometido algum ato ilícito”. Por óbvio, fotos não comprovam associação criminosa. Fica evidente, entretanto, uma ligação perigosa que inviabiliza Daniela Carneiro como titular na pasta. Deveria ser sumariamente demitida. A política, afinal, é um campo em que sobrepesa o decoro. É inadmissível que se ache normal ou razoável que alguém que ocupa um cargo público de função tão elevada tenha esse tipo de companhia.
Questionado sobre a situação, o ministro da Justiça, Flavio Dino, tratou de minimizar o elo entre sua colega e o assassino. “A bem da verdade, políticas e políticos do Brasil, principalmente em momentos eleitorais, e, hoje, nesses dias de celular, têm fotos com todo mundo”, disse a jornalistas. Mas não é o caso de apenas uma foto aleatória tirada com um eleitor qualquer. Dado o tamanho da organização que Jura comandava é difícil imaginar que Daniela Carneiro não o conhecesse. Aliás, isso se torna ainda mais improvável na medida em que ela o elogiou. Em 2018, quando ele estava no regime semiaberto após uma condenação de 26 anos por associação criminosa e homicídio, a então candidata o chamou de “liderança” numa postagem em redes sociais.
Em 2008, a CPI das Milícias, presidida por Marcelo Freixo, indiciou Jura. No ano seguinte, ele foi preso. Freixo é outro que não demonstrou qualquer indignação com as fotos. Nomeado para presidir a Embratur, órgão subalterno ao Ministério do Turismo, ele disse que não se sente constrangido pelas relações passadas de sua atual chefe. “Eu acho que cabe a ela falar sobre isso”, disse ao jornal O Globo. É uma bela passada de pano para quem fez carreira a denunciar grupos de milicianos e investigar as conexões desses com políticos.
Cabe a pergunta óbvia: se fosse uma ministra do governo Bolsonaro, Flavio Dino, Marcelo Freixo e Lula (que ainda não disse nada sobre o assunto), teriam essas mesmas reações? O atual presidente passou a campanha a denunciar seu antecessor exatamente pelas ligações que sua família teria com integrantes de milícias no Rio de Janeiro. Agora observa em silêncio enquanto uma aliada tem revelada a proximidade com esses mesmos elementos. Ao invés de ser demitida, Daniela Carneiro participou normalmente da 1ª reunião ministerial do governo. Ao que parece, o lulopetismo tem seus milicianos de estimação.
O presidente Lula foi eleito em 30 de outubro de 2022 e tomou posse em 1° de janeiro deste ano.
Contudo, a chapa, composta do vice-presidente, Geraldo Alckmin, parece ter ganho mais uma integrante que não consta nos registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE): Rosângela da Silva, a Janja.
Desde a vitória do petista, a primeira-dama ganhou protagonismo nos noticiários da grande imprensa. Primeiro, dizendo que gostaria de “‘ressignificar’ o conceito de primeira-dama”; depois, tornando a posse de Lula uma micareta com diversos artistas de esquerda; e, agora, Janja participou de uma reunião com os novos ministros.
Nesta sexta-feira, 6, a “petista de carteirinha”, como a primeira-dama gosta de ser chamada, esteve no início do encontro com os líderes das 37 pastas.
Conforme noticiou a CNN, Janja foi ao local para um ato muito importante: entregar aos ministros fotos impressas deles próprios durante a cerimônia de posse de Lula.

* * *
O protagonismo carnavalesco de Janjeca, inclusive participando de reunião ministerial, está ótimo.
Ela até já convocou a Globo pra fazer matéria mostrando os cagadores dos banheiros do Alvorada, dizendo que Bolsonaro tinha deixando tudo sujo e entupido.
E essa de querer “ressignificar” o conceito de primeira-dama é uma verdadeira obra-prima!
Mais um tolôte acrescentado ao rol do cagatório diário.
O fato é que não vai faltar bosta no noticiário durante o reinado do Ladrão Descondenado.
Ele vai acabar criando mais um ministério pra cuidar só de esgoto e saneamento.

Este colunista, aos 10 anos, fantasiado de índio
Os momentos inspiram os cronistas. Nestes dias em que os índios brasileiros saíram de suas malocas para se integrarem aos problemas políticos dos brancos, vieram-me à mente cenas de longínquo passado, vivido há mais de 70 anos. Há meus tempos de infância!
Eu brincava inspirado nos filmes de “Tarzan, o homem-macaco” – protagonizado pelo inesquecível Johnny Weissmuller – personagem que vivia nas selvas africanas e realizava proezas incríveis, sobretudo utilizando os cipós das árvores como veículos para seus deslocamentos aéreos.
Quando menino eu desejava ser um índio tipo Tarzan.
Num dos carnavais daqueles anos, minha mãe imaginou uma fantasia para mim, onde só havia – de índio mesmo – um cocar. Tornei-me um indiozinho de estilo mal engembrado, pois me apresentei de alpercatas sertanejas, meia camisa com bordados por ela mesma criados e uma calça comprida.
Ainda mais: no dia da foto colocaram em minha mão, para identificar que era carnaval, um lança-perfume “Rodouro”. Fui durante três dias um índio estilizado.
Muitos anos depois, durante uma reportagem em Pernambuco, fui conhecer uma aldeia. Queria completar meu desejo de ver um índio de perto, seus modos de vida, sua gente. Mas a decepção foi incrível. Um dos índios era o vereador Aniceto. E para ser fotografado teve que mandar buscar o cocar na casa de um amigo. Além do mais, se submeteu à câmera de paletó e gravata. Foi nos acompanhar à aldeia.
Não havia malocas, mas casas simples iguais às dos “caras-pálidas”. A cacica, D. Hilda, mulher de uns 60 anos, em trajes de u’a pessoa comum, nos recebeu sentada num batente da porta e pés no chão. Nada de índia!
A entrevista foi decepcionante. De suas origens pouco sabia. Não me senti num aldeamento Pankararu. Para completar improvisaram uma dança de roda, formada por crianças fantasiadas. Aquela coisa sem graça. Depois nos mostraram uma bandeja com artesanato para comercializar.
Aquelas cenas me levaram ao completo engano. O desejo de estar numa maloca de fato, com índios guerreiros, vivendo longe da civilização, caçando com arcos e flechas, nem imaginar.
Esperei muitos anos para ver um grupo indígena e me decepcionei com os índios de minha terra.
Porém, que vi há poucos dias em Brasília, com grande tristeza, foi nossos xavantes se arvorando ao direito de serem “homens-brancos”, participarem da política, invadirem propriedades públicas, não respeitarem nossas regras e xingarem autoridades. E como castigo, a gaiola dos “brancos”.
No tempo de criança, em tempos de plena inocência, senti-me um indiozinho ao me vestirem para ser indígena durante três dias de carnaval. E todo pronto para um baile infantil fui a meu pai me apresentar. Muito gaiato ele indicou-me a tribo que eu pertenceria:
– Você vai ser um cacique da tribo Papa-capim!…