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SÓ ESTARÁ COMPLETO QUANDO CHEGAR A 13

O número de presos ou réus por envolvimento com milícias relacionados à ministra do Turismo, Daniela Carneiro (União Brasil), chegou a pelo menos cinco, ao final desta sexta-feira (6).

O último nome, noticiado pelo JN, é o de Cristiano de Oliveira Gouveia, o Babu.

Ele participou de eventos da campanha de reeleição de Daniela à Câmara dos Deputados nas últimas eleições, incluindo um comício.

Segundo o MP do Rio, Babu promovia aliança entre milícia e traficantes em Queimados, na Baixada Fluminense, e recebia dinheiro de serviço de televisão por assinatura clandestina.

GUILHERME FIUZA

QUEM OPERA A MORDAÇA?

Uma ordem judicial levou ao bloqueio de minhas redes sociais. Como saber que a ordem é judicial? Não há como saber. Só dá para supor – a partir de um e-mail enviado por uma das plataformas, informando que o trancamento do perfil se dava em cumprimento a uma decisão da Justiça, e que ela, a plataforma, não tinha nada a ver com isso.

Mas existe decisão judicial sem processo, sem nem mesmo uma alegação, ou pedido de liminar conhecido pelo atingido? No Brasil, sim. É exatamente isso: uma ordem “judicial” que resulta na supressão do direito à livre expressão de um jornalista em canais que alcançam milhões de usuários se consuma como mágica de origem desconhecida. Mas há quem conheça a origem – e não é o atingido pela medida, nem seu advogado.

Quem conhece a origem da medida é a TV Globo.

Pelo menos é o que está publicado no site G1, do grupo Globo. Textualmente: “Segundo apuração da TV Globo, o bloqueio das contas foi determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes”.

Parênteses: a vírgula depois de “STF” indica que, para o G1, Alexandre de Moraes é o único ministro da Corte. A única outra hipótese é o analfabetismo dos responsáveis pelo veículo noticioso. Não se pode descartá-la. Fecha parênteses.

Dito isso, fazemos aqui da planície a modesta pergunta: como é que a TV Globo sabe de onde veio a ordem e quem é o seu autor, se o atingido não foi notificado e não conseguiu obter nem número de processo através de advogado?

A informação sobre a “apuração” da TV Globo foi publicada no site G1 algumas horas após a execução do bloqueio das redes. A matéria veio com o seguinte título: “Guilherme Fiuza tem perfis retidos no Twitter, Instagram, YouTube, Facebook e Telegram”. Ou seja: é uma matéria só sobre o meu caso, um privilégio significativo considerando-se que outros alvos de medidas similares não mereceram esse destaque exclusivo.

Mas a exclusividade começou antes da ordem de bloqueio. Em matéria publicada pelo jornal O Globo, onde o assunto era outro (uma tese sobre financiamento de manifestações contra a eleição de Lula através de rifas), o veículo encaixou na parte final do texto uma referência a mim – exclusivamente a mim – fora do assunto tratado até ali (os supostos financiamentos de atos “antidemocráticos”). Segue a transcrição do trecho:

“O chamado ao tumulto é endossado por figuras públicas com grande repercussão. O bolsonarista Guilherme Fiuza, seguido por 1,9 milhão de pessoas no Twitter, tem incentivado o golpismo.”

Segue-se então uma citação a um post meu onde afirmo que os que suspeitam da eleição de Lula e se manifestam nas ruas por isso são democratas e estão no seu direito.

Tratar como “bolsonarista” um escritor com mais de dez livros publicados (quase 300 mil vendidos), com obras adaptadas para o cinema e críticas sobre todos os governos nas últimas três décadas e meia é tão criterioso quanto chamá-lo de “golpista”. Essa matéria precedeu a decisão “judicial” de bloqueio das redes sociais do “bolsonarista golpista”, que algumas horas depois a TV Globo disse saber de onde veio.

São as coincidências da vida.

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PERCIVAL PUGGINA

O PEDIDO DE PERDÃO DO CACIQUE

Li aos saltos, sustando a leitura e meditando cada parágrafo, a nota oficial em que o Cacique Serere Xavante pede perdão ao “irmão Alexandre”, ao “irmão Lula”, ao TSE e ao STF. Foi preciso estacionar a mente, trecho por trecho, para tentar enquadrar aquilo que lia na moldura de um chefe tribal orgulhoso de sua função e de sua estirpe. Não deu, não coube. Preferi crer que não fosse dele a redação, mas de seus advogados, porque isso seria mais conforme à minha memória dos versos de Gonçalves Dias:

Meu canto de morte,
Guerreiros, ouvi:
Sou filho das selvas,
Nas selvas cresci;
Guerreiros, descendo
Da tribo Tupi.
Da tribo pujante,
Que agora anda errante
Por fado inconstante,
Guerreiros, nasci:
Sou bravo, sou forte,
Sou filho do Norte;
Meu canto de morte,
Guerreiros, ouvi.

Eu sei. Eu assisti pela TV a longa fala do cacique à beira do fosso que limita, os fundos do Palácio da Alvorada e sei que sua prisão foi pedida pela Procuradoria Geral da República. Vi que o índio, em sua longa fala, pisoteou várias bolas, avançou diversos sinais, falou coisas indizíveis, mas – que diabos! – será tão difícil entender o que lhe ia na mente naqueles dias e naqueles atos e a perspectiva dele mesmo sobre suas atribuições na cultura da tribo? Não estava li um chefe tribal exibindo vigor enquanto falava ao chefe branco? Eu o ouvi assim, reprovando o que dizia, mas entendendo a situação cultural ali manifesta.

Milhões de brasileiros, aliás, estavam e estão sendo servidos da mesma indignação que o animava naqueles dias de Brasília. Obrigados, todos, a cantar seu canto de morte, cerceadas as vozes e subtraídas as letras.

Não desconheço nem desconsidero sua condenação por tráfico de drogas em 2007. Fato grave em seu passado! Contudo, passado. Quanto aos atos criminosos de vandalismo desencadeados quando ele já estava preso, não vejo como possa o cacique ser responsabilizado, exceto se comprovada a prévia organização do ato. Leio que algumas dezenas de malfeitores já foram identificados, mas o processo – no ritmo da velha toada desses inquéritos – corre em sigilo. Seria tão importante saber se houve concurso aos atos efetivos de vandalismo e terrorismo por parte de pessoas conhecidas dos manifestantes diante do Quartel General do Exército! Isso tudo me parece tão improvável…

Não sei se o cacique assinou aquela nota oficial sob constrangimento, embora algo, dentro de mim, o considere mais compatível com quanto já revelou sobre si mesmo. Tampouco conheço o efeito dessa nota sobre aqueles perante os quais, agora, ele buscou ser perdoado. Será possível que alguém se sinta confortável, satisfeito, perante tal pedido? Parece-me que o senso de medida, também sumido na redação da “nota oficial” do cacique vem sendo, em toda parte, proporcionado pelas narrativas e se faz tão interesseiro quanto elas.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MARIA ELISA CORDEIRO – VITÓRIA-ES

Sr. Editor:

A Janja tem feito tudo para aparecer mais que o marido.

Ela está imitando a Michele Bolsonaro querendo falar em libras.

Olha só ela ensinando a falar “ladrão” em libras:

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ISSO NÃO EXISTE EM DEMOCRACIAS

J.R. GUZZO

A ERA DA GRANDE MENTIRA

O Brasil tem desde o dia 1º de janeiro de 2023 uma religião oficial do Estado: a mentira, o tempo todo e em todas as questões, com método, cálculo e um sistema de operação. Não é nenhuma novidade. Mentir como política pública é um dos fundamentos básicos de regimes de esquerda que querem mandar no governo para sempre. Foi assim na Rússia comunista de Stalin, onde a verdade era unicamente aquilo que o governo certificava como sendo verdade; é assim em Cuba, de 1959 até hoje. Se um jornalista, ou quem quer que fosse, perguntava sobre os presos políticos que lotavam os campos de concentração da ditadura estalinista, a resposta era: “Não há presos políticos na Rússia. Não há campos de concentração na Rússia”. É a mesma coisa em Cuba, quando se pergunta sobre a ditadura de Fidel Castro: “Há eleições livres em Cuba. Há liberdade de opinião em Cuba”. É negacionismo no último grau. O regime elimina a realidade dos fatos, dos números e das evidências visíveis, em todos os discursos, documentos e atos oficiais. Em seu lugar entra uma nova realidade, fabricada pelo governo e repetida pelos políticos de partido único e pela imprensa de um jornal só. A principal característica dessa nova realidade é não existir.

A posse de Lula na presidência da República é provavelmente a tentativa mais flagrante de uso da mentira como política de Estado que o Brasil já viu em sua história. Nada do que foi dito ou apresentado ao público no dia 1º de janeiro em Brasília tem algum contato com qualquer coisa que se possa chamar de verdade – e talvez nenhum fato comprove isso com tanta clareza quanto a frase mais indignada do primeiro discurso de Lula como presidente. “Desorganizaram a governança da economia”, disse ele, referindo-se ao governo de seu antecessor. “Dilapidaram as estatais e os bancos públicos. Entregaram o patrimônio nacional. Os recursos do país foram rapinados para saciar a cupidez de rentistas e acionistas privados das empresas públicas.” O Brasil que ele recebe, segundo o discurso, é um amontoado de “ruínas terríveis”. É uma das declarações mais alucinadas jamais feitas por qualquer presidente deste país, em qualquer época. Lula não citou um único fato, um único número, absolutamente nada, para sustentar qualquer das palavras que disse. É pura Rússia, ou Cuba, com as lendas oficiais que os seus governos impõem à população. Como acontece lá, a realidade objetiva é exatamente o contrário do que afirmou – o quadro que Lula atribuiu a Jair Bolsonaro, na verdade, é uma fotografia perfeita do que ele próprio e a sucessora que inventou, Dilma Rousseff, fizeram com o Brasil entre 2003 e 2006.

Discurso posse Lula Bolsonaro

Durante o discurso de posse, Lula faz ameaça velada a Jair Bolsonaro e promete regulamentação da mídia

Lula recebe a economia com inflação inferior a 6% ao ano, menos que a dos Estados Unidos, a menor taxa de desemprego desde a recessão de Dilma, e as estatais com um lucro de 250 bilhões em 2022. O Banco do Brasil, especificamente, lucrou 30 bilhões no ano passado – o melhor resultado da sua história. Como o presidente da República pode dizer, em discurso oficial, que o banco foi “dilapidado”? O saldo na balança comercial em 2022 foi recorde, com mais de US$ 60 bilhões. As reservas internacionais estão acima de 320 bilhões, também em dólares – e por aí se vai, um fato em cima do outro, tudo flagrantemente oposto ao que Lula afirmou. Nem uma das figuras principais da coreografia da posse, a catadora de lixo que lhe passou a faixa presidencial, é de verdade. A figura foi inventada para simbolizar os “33 milhões” que “passam fome” – por sinal, um número simplesmente absurdo, fruto direto de propaganda lulista explícita, e que já foi comprovado como falso. Mas a “catadora de lixo” é estudante de Direito, presidente de uma “Central de Materiais de Recicláveis do Distrito Federal e Entorno” e “secretária nacional” da “Mulher e Juventude” da Unicatadores; circulam na internet imagens de uma viagem que fez a Roma. É tão catadora de lixo como Lula é “operário”. A imagem que tentaram vender, de qualquer forma, é puro fake. Se ela é mesmo quem o roteiro da posse quis mostrar que é, fica sem resposta a seguinte questão: como continua catando lixo se começou a fazer isso, pelo que diz a propaganda da posse, 20 anos atrás? Quer dizer, então, que o símbolo da luta “contra a pobreza” exibido ao público atravessou os dois governos de Lula, mais os dois de Dilma, e até hoje não conseguiu sair da miséria? É essa a lógica da realidade oficial do regime que começa; é o mundo falso de Lula, do PT e do Jornal Nacional, como na Rússia comunista era o mundo do Pravda.

Na nova religião oficial do Brasil Lula não é um político que foi condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em três instâncias e por nove juízes diferentes; também não passou 20 meses trancado numa cela de cadeia. É como se tudo o que aconteceu não tivesse acontecido. Não houve as confissões de corrupção por parte de diretores da Petrobras durante o seu governo. Não houve devolução voluntária de dinheiro roubado. Não houve empreiteiros de obras públicas que confessaram ter comprado os favores de Lula, foram para cadeia e se delataram uns aos outros. O presidente diz, como se estivesse fazendo um imenso favor ao povo brasileiro, que vai “salvar” a Petrobras e fazer dela de novo o que era. Mas a realidade fabricada por Lula e o seu sistema, para substituir a realidade comprovada, não diz que a Petrobras do seu tempo era a Petrobras que comprou a montanha de ferro-velho da refinaria americana de Pasadena, uma das negociatas mais grosseiras jamais cometidas contra o Estado brasileiro – ou que foi roubada durante anos pela construção da Refinaria Abreu e Lima, que deveria custar US$ 2 bilhões, já custou mais de 20 bi e ainda não está pronta, por falhas primitivas no projeto. É essa a Petrobras, que quase foi à falência nos governos do PT, e se viu condenada por tribunais internacionais a pagar bilhões de dólares por roubar os acionistas, que ele quer de novo.

Na verdade, no mundo de ficção que está criado no Brasil desde o dia 1º de janeiro, não existe a palavra “corrupção”. Não se falou uma sílaba sobre o tema, nem no discurso de posse e nem em qualquer manifestação oficial; a era Lula-Dilma foi a mais corrupta da história brasileira, ou mundial, mas nada disso aconteceu. Não há o reconhecimento de nenhum erro, mesmo involuntário. Não se lamenta nada, nem se pede desculpas por nada. A mentira como política de Estado sustenta que o Brasil viveu entre 2003 e 2016, sob Lula e a sua sucessora, uma época de ouro, para a qual a população estava morrendo de vontade de voltar. Não existiram a recessão econômica deixada por Dilma, a maior da história nacional, nem as centenas de processos penais contra ladrões do erário (quase todos eles já de volta ao novo governo), nem o fato objetivo de que em 13 anos e meio no poder o Sistema Lula não resolveu um único problema real do Brasil, um só que fosse – da pobreza ao crime, da calamidade da educação à calamidade da saúde pública, da falta de estradas à falta de esgotos. Olhe-se em volta, à procura de alguma coisa boa do governo Lula, ou melhor do que exista hoje; não se encontra nada. Mas a farsa imposta ao país diz que nunca houve um Brasil tão justo, feliz e bem-resolvido quanto o Brasil da confederação Lula-PT-empreiteiros corruptos-ladroagem etc. etc. etc.

A mentira oficial não reconhece que 58 milhões de brasileiros adultos – ou praticamente 50% dos que votaram nas últimas eleições, segundo os números do próprio TSE – são contra Lula. Diz que a democracia no Brasil estava sendo destruída no governo anterior, que não mandou prender ninguém, nem desobedeceu a qualquer lei, nem censurou uma única palavra dita contra ele na imprensa ou nas redes sociais. O Brasil da coligação Lula-STF já tem pelo menos sete presos políticos. Tem pencas de mandados de prisão a cumprir. Tem repressão redobrada nas redes. Tem quebras em massa de sigilos. Tem uma nova “Procuradoria Nacional de Defesa da Democracia”, para combater “atentados” contra as “políticas públicas”. Tem o terrorismo sistemático do Ministério da Justiça contra quem é acusado de “atos antidemocráticos”. Tem até um índio preso nos cárceres do ministro Alexandre de Moraes – isso num país que desde 1º de janeiro tem um “Ministério dos Povos Indígenas”, ou coisa parecida, sustentado com o dinheiro do pagador de impostos. O Brasil imaculado de Lula e da impostura implantada com o início do seu governo tem dezenas, ou mais, de autoridades públicas com passado ou presente penal nas costas; quando se vai para o segundo escalão, a coisa fica pior. Só nas penitenciárias, que o ministro da Justiça quer esvaziar, se pode achar uma concentração tão grande de gente envolvida com o Código Penal como no ministério e na equipe principal de Lula. Em menos de uma semana de governo, as ações cotadas na Bolsa perderam R$ 500 bilhões em seu valor – mas no teatro montado em Brasília as perdas não existem, a Bolsa não existe, como não existe nada além de um raio de 3 quilômetros do Palácio do Planalto.

Em cima de tudo isso, para completar, Lula dá sinais de estar vivendo um processo mental de ilusões maciças. Acha que ganhou a eleição por seus próprios méritos; esquece que está lá pelas decisões encadeadas de Alexandre de Moraes, do resto do STF e do TSE. (Até agradeceu ao TSE no seu discurso de posse, passando um notável ”recibo” público por serviços prestados, mas tem certeza que o seu herói é ele mesmo.) Acha que os brasileiros vão obedecer a ele como os cubanos obedeciam a Fidel Castro, ou aos ditadores que estão lá hoje, com a sua polícia e o seu aparelho todo de repressão. Acha que pode anular o Congresso com uns trocados como Ministério da Pesca, ou cofres-fortes como o novo Ministério dos Portos – um dos sinais mais óbvios a respeito de como seu governo vai proceder, realmente, no mundo das coisas materiais. Acha que a realidade do Brasil é o que aparece nos blogs “progressistas”, no noticiário da mídia militante e na programação da Rede Globo. Acha, acima de tudo, que o Brasil começa e acaba nele e no PT – e sobretudo nele. É o enquadramento perfeito para a Era da Grande Mentira.

DEU NO JORNAL

SÓ AQUI MESMO

A grosseria da primeira-dama Janja contra o embaixador do Irã, Hossein Gharibi, ao driblar a delegação do país, é inédita em posse presidencial.

Janja quebrou o protocolo diplomático ao fugir dos convidados de Lula e se esconder ao lado da segunda-dama, Lu Alckmin.

Janja foi alertada pelo cerimonial quanto ao aperto de mão (que não aconteceu), sinal de grande respeito entre iranianos, mas a corrida foi iniciativa própria.

Janja corre da delegação iraniana na posse de Lula

A fuga de Janja também foi entendida como ‘protesto’ da primeira-dama contra violações dos direitos humanos no Irã.

Rege a tradição na diplomacia que ofender um embaixador, como Janja fez por julgamento pessoal, é como ofender a nação representada.

O Irã é um importante país para o empresariado brasileiro. O comércio bilateral entre as nações amigas movimenta mais de U$ 6 bilhões/ano.

A postura de Janja diverge da elogiadíssima visita da ex-ministra Tereza Cristina (Agricultura) ao Irã, em 2022, para ampliar relações comerciais.

* * *

Como eu já disse antes, essa Janjumenta dá várias cagadas por dia.

E isto é ótimo!

Seu protagonismo carnavalesco, ofuscando o estoque de mentiras do marido, o Ladrão Descondenado, vai enriquecer muito o noticiário de estupidez e de babaquices no jornalisteirismo do país.

A editoria desta gazeta escrota está muito satisfeita com o fato de termos essa parelha da porra, esse casal surreal e tétrico a um só tempo, na presidência da republiqueta banânico-petrálhica.

Só no Brasil mesmo!!!