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CAMPO DE CONCENTRAÇÃO

ADONIS OLIVEIRA - LÍNGUA FERINA

O INCÊNDIO DO REICHSTAG!

A história se repete, primeiro como tragédia, depois como farsa.

Democracia é a estrada para o socialismo.

Vejam que texto lindo, transbordante de amor, publicado na página dos comunistas por um tal de Gabriel Santos, de Maceió, AL, em 22 de outubro de 2018.

A internet é cruel.

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A “brincadeira” relatada no texto custou a morte de centenas de milhões de pessoas, da maneira mais atroz que se possa imaginar, além da destruição de toda a Europa e de grande parte da Ásia. Será esta a “farsa” que nos aguarda ao final da palhaçada vista no final de semana de 08/01 em Brasília, só que com os sinais trocados?

As maiores tiranias são sempre praticadas em nome das causas mais nobres.

O dever do verdadeiro patriota é proteger o seu país contra o seu governo.

Bom senso nos diz que, o poder que trabalhou para nos subjugar, é o mais impróprio para nos defender.

Pessoas não devem PEDIR por direitos, mas TOMÁ-LOS.

Governo, em sua melhor forma, é apenas um mal necessário; na sua pior condição, um mal intolerável.

O objetivo de toda associação política é a preservação de direitos naturais e imprescritíveis das pessoas; e estes direitos são: Liberdade, propriedade, segurança e resistência à opressão.

O PERÍODO DE DEBATES ACABOU! ARMAS, COMO ÚLTIMO RECURSO, DEVEM DECIDIR A DISPUTA!

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DESPREZO PELA VIDA NASCENTE

Editorial Gazeta do Povo

Em seu primeiro discurso, Nísia Trindade disse que atuará em defesa dos direitos sexuais e reprodutivos, isto é, a favor da legalização do aborto pelo SUS

O inegável compromisso de Lula e do PT com a legalização do aborto foi reafirmado em abril de 2022 com uma frase inequívoca do então pré-candidato à Presidência: “Aqui no Brasil não faz [aborto] porque é proibido, quando na verdade deveria ser transformado numa questão de saúde pública, e todo mundo ter direito e não ter vergonha”. Mas, quando a campanha começou, o império da mentira tratou de abafar a realidade, por meio de uma carta com o objetivo de ludibriar os evangélicos; e ainda contou com uma ajudinha do Tribunal Superior Eleitoral, quando a ministra Cármen Lúcia vetou uma peça de campanha de Jair Bolsonaro alegando não haver “comprovação de que o candidato [Lula] tenha declarado, prometido ou apresentado projeto de governo no sentido de promover a alteração da lei que cuida do tema do aborto”. O fingimento e a supressão do debate funcionaram, o petista foi eleito, e agora não é necessário esconder mais nada, como demonstram as falas de duas ministras da nova gestão.

Em seu discurso de posse no Ministério da Saúde, a socióloga Nísia Trindade já declarou guerra às normativas pró-vida emitidas pela pasta durante os últimos quatro anos. Ela prometeu revogar portarias que “ofendem a ciência, os direitos humanos, os direitos sexuais e reprodutivos” e que, segundo ela, refletiriam “uma agenda conservadora e negacionista”. Já há muitas décadas a expressão “direitos sexuais e reprodutivos” designa o acesso ao aborto; a essa altura, apenas os incautos ou os que jamais deram atenção a esse assunto podem ignorar o real sentido das palavras de Nísia Trindade. E podemos dar por certo que um dos primeiros alvos desta nova gestão será exatamente um dos principais avanços na defesa da vida promovidos durante os últimos quatro anos: uma corajosa nota técnica sobre a realização de aborto em casos de gravidez resultante de estupro que, em perfeita sintonia com a legislação sobre o assunto, fechava brechas para o aborto livre (bastando, para isso, uma alegação falsa da gestante) abertas por normas semelhantes emitidas sob os governos de Lula e Dilma Rousseff, que dispensavam a apresentação de um boletim de ocorrência.

Já a nova ministra das Mulheres, Aparecida Gonçalves, deu entrevista ao jornal Folha de S.Paulo repetindo todos os clichês abortistas, atacando o Estatuto do Nascituro e prometendo que o governo irá “avançar” (como se se tratasse realmente de um avanço) com a legislação abortista no Congresso Nacional. “Para nós a questão do aborto é uma questão de saúde pública. É importante pensar que nós estamos terminando um ano em que o Estatuto do Nascituro estava aí no Congresso e nós quase perdemos. Se nós tivéssemos perdido ali naquele debate, o aborto teria sido encerrado de todas as formas. O que for possível avançar, nós vamos avançar”, afirmou.

Na sua carta mentirosa aos evangélicos, Lula dissera que o aborto “não é um tema a ser decidido pelo presidente da República e sim pelo Congresso Nacional”, tentando tirar a responsabilidade de suas costas. Na verdade, o Executivo pode causar muito estrago na defesa da vida nascente, se assim o desejar, pois, de imediato, tem à disposição um arsenal de portarias e notas técnicas que pode usar para ampliar o acesso ao aborto erroneamente dito “legal” – exatamente o que foi feito em 2004 e 2011 – sem precisar que o Congresso aprove absolutamente nada. Além disso, só em 2023 Lula terá direito a duas indicações ao STF, onde há ações pretendendo que o Judiciário substitua o Legislativo e legalize o que os congressistas sempre rechaçaram. Se indicar dois abortistas – seja aguerridos como Luís Roberto Barroso, seja discretos como Rosa Weber e Cármen Lúcia –, e se eles forem referendados pelo Senado, qualquer resistência ao aborto no Congresso tem tudo para se tornar completamente irrelevante.

Em seu discurso, a nova ministra da Saúde usou o termo “negacionista”, a nova palavra da moda para se desqualificar alguém sem ter de enfrentar seus argumentos. Mas quem será o verdadeiro negacionista, o que reconhece a presença de uma vida humana, uma pessoa, no nascituro; ou quem ignora essa realidade, atestada de forma irrefutável pela ciência moderna? Quem sabe que a pessoa humana no ventre da mãe é o mais indefeso e inocente dos seres humanos e deve ser protegido; ou quem recusa essa proteção e defende um cruel “direito de matar”? E podemos, ainda, acrescentar: quem é negacionista, quem passou todo o ano de 2022 alertando que um eventual governo petista faria tudo o que promete fazer agora para promover o aborto; ou quem acreditou e passou adiante a farsa de um “Lula pró-vida”? Não, o negacionismo não está em quem defende a vida desde a conceção; ele é a marca dos que, para desprezá-la, precisam dizer “não” à ciência e à ética.

RODRIGO CONSTANTINO

CONVULSÃO SOCIAL

Cenas lamentáveis. Vandalismo, destruição, caos social. O clima no Brasil está tenso. Detesto dizer isso, mas eu previ o que está acontecendo. Basta ver meus vários textos e comentários. Disse repetidas vezes que a corda estava sendo esticada demais, que o sistema estava dobrando a aposta a cada semana, e que isso acabaria levando a uma convulsão social, quiçá uma guerra civil.

Nunca foi desejo, mas sim análise. Não há pacificação possível com um ambiente persecutório e cada vez mais autoritário, que enfia goela abaixo do povo um corrupto e depois trata como terrorista qualquer um que ouse questionar. O sistema podre não compreendeu o fenômeno ainda, e basta ver como responsabilizam Bolsonaro pelos atos – ele que está perto do Pateta na Disney, calado.

É o mecanismo de incentivos! O sistema, na figura de Alexandre de Moraes e em conchavo com a velha imprensa, resolveu tratar até gente como eu como “terrorista perigoso”. Tive contas bancárias congeladas, passaporte cancelado, contas censuradas nas redes sociais e fui intimado pela Polícia Federal.

Pergunta honesta: se tratam assim alguém que sempre foi crítico da violência, qual a mensagem que mandam para o povo em geral? Se eu, que clamo pelo respeito à Constituição, sou tratado como bandido, então por que o povo permaneceria confiante em nossas instituições, nas tais quatro linhas?

Tudo é muito triste e preocupante. O caldo entornou, e os vândalos deram munição para os tiranos, que vão intensificar a perseguição e o autoritarismo. Alexandre de Moraes já se sente confortável no papel até de afastar governador eleito. O que sobrou de nossa democracia? Dá para se sentir seguro com esse STF que trata como marginais jornalistas que emitem opiniões?

O sujeito que defecou na mesa do ministro precisa ser punido, claro. Mas há consenso aqui. O que preocupa é o silêncio diante do ministro que faz o que faz na Constituição faz tempo, impunemente. Rodrigo Pacheco é responsável por esse caos, ao sentar em cima de vários pedidos embasados de impeachment.

Monark comentou: “A culpa disso que está acontecendo é do STF. Lembra do ‘perdeu mane’ os caras esfregaram na cara de milhões de brasileiros que eles tão cagando pro povo. O resultado está aí, caos social”. Concordo com isso e venho alertando há meses para o perigo.

Dito isso, a direita jamais pode compactuar com os métodos esquerdistas. Se os nobres fins justificam quaisquer meios, então já perdemos e nos tornamos parecidos com eles. Nunca apoiei vandalismo e não pretendo mudar agora. A hipocrisia da esquerda radical, aliás, salta aos olhos. Ver alguém como Boulos bancando o pacifista é de lascar! O mitomaníaco Lula afirmar que nunca aconteceu nada parecido no país é um escárnio, quando lembramos do que os black blocs esquerdistas fizeram há alguns anos, ou a turma do próprio Boulos lançando coquetéis Molotov na Fiesp.

Renata Barreto apontou para a farsa: “E ainda somos obrigados a ouvir de gente que tem Marighella como herói e/ou participou de assaltos a banco e luta armada nos anos 1960, que quem depreda patrimônio público e age de forma violenta é terrorista. Mas ué?”

Não é porque a esquerda é cínica, porém, que a direita pode seguir na mesma linha. Renata lamenta a falta de estratégia: “Já temos o nosso Capitólio e a repressão em resposta aos atos de hoje será grande. Servirá como o pretexto perfeito para perseguir, silenciar e bloquear o máximo possível da direita. Acabou”.

Quem alega que a esquerda também tem seus black blocs, militantes do MTST, vândalos em geral, ignora que a esquerda tem um salvo-conduto para tudo isso, enquanto a direita será implacavelmente perseguida, calada e destruída. O mundo não é justo. E é preciso ter estratégia! O que essa gente queria alcançar com tais atos? Sei que muitos falam de infiltrados, e há vídeos que compravam sua presença. Mas uma turba ensandecida vai descambar para a violência inevitavelmente. É a psicologia das massas, é da natureza humana.

Por ser residente americano há anos, vi de perto o 6 de janeiro e suas consequências. Por isso mesmo condenei desde sempre a repetição dos atos de uma invasão como aquela ao Capitólio. Agora os brasileiros vão entender os motivos. Era tudo que a esquerda autoritária queria. E as instituições no Brasil são bem mais frágeis. Deram ao sistema munição para que a ditadura acelere seu ritmo. Salve-se quem puder!

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PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

NORDESTE – Luciano Dídimo

O sol com sua força incomplacente
Abraça o chão sedento do sertão,
Clamores se derramam na oração
Do povo tão sofrido e renitente.

O sol com sua luz incandescente
Abraça as belas praias com paixão,
Gigante litoral em extensão
Com mares de água morna transparente.

A lua embala o frevo e a capoeira,
As dunas e falésias, cor dourada,
Cordel, literatura verdadeira.

Estrela que reluz na Pátria Amada,
Cultura que enriquece a terra inteira,
Nordeste, a minha terra abençoada!

LUCIANO DÍDIMO – “A COLHEITA” – UM SONETO | LITERATURA COM TÚLIO MONTEIRO

Luciano Dídimo Camurça Vieira, Fortaleza-CE

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GUILHERME FIUZA

COVARDES

Semana passada aqui neste espaço foi publicada uma única frase: o Brasil chegou onde não poderia ter se permitido chegar.

Todos entenderam o significado. A escalada na quebra das regras e os sinais emitidos por autoridades constituídas de que a lei passou a ser um detalhe das suas vontades tinha chegado ao ponto da ruptura. Para alguns sempre pode parecer que a ruptura está mais adiante. As aparências enganam mesmo. Olhe para o domingo em Brasília e diga se as referências civilizatórias estão intactas.

O texto de uma frase só foi publicado neste espaço na véspera do bloqueio de todas as minhas redes sociais. Quem acompanha o meu trabalho sabe que evito escrever em primeira pessoa. Nunca fui a primeira pessoa no meu trabalho, nem um especialista onisciente, nem protagonista de nada: sempre atuei como um observador da realidade, disposto a pensar sobre ela, sem o monopólio da verdade. Portanto é lamentável ter que falar das “minhas redes sociais”. De qualquer forma, não estou reivindicando nada.

O tempo de reivindicação, para mim, já passou. Foi o que tentei expressar ao dizer que o país não poderia ter se permitido chegar ao ponto em que chegou. Num estado de coisas onde o direito passa a estar sob uma neblina consentida, o valor da palavra desaba. Tudo pode significar o seu contrário no império da má fé. Por isso não tenho nenhum brado retumbante a dar sobre a censura imposta a mim. Fiz todos os alertas possíveis no tempo em que acreditava neles. Agora acho que tenho o direito de não querer pregar no deserto.

E estou falando em primeira pessoa porque os meus censores me colocaram nesse papel. A tática deles, como sempre, é tentar criar um estigma pessoal, projetar um personagem mau em quem está falando o que eles não querem que seja falado. É mais fácil do que apenas distorcer o que foi dito. E o kit estigmatização todos sabem qual é: golpista, propagador de ódio, bolsonarista, etc. Até aqui não sei exatamente quem são meus censores. Mas os colaboradores deles já se revelaram.

O bloqueio das minhas redes aparentemente seguiu uma ordem judicial. Digo aparentemente porque não fui informado e o advogado que consultei também não conseguiu ainda essa informação. O que chegou a mim foi um email de uma das plataformas avisando que a retenção do meu perfil seguiu uma determinação “legal”. Legal entre aspas porque naturalmente estamos diante de uma legalidade que passarinho não bebe.

Mas aí os cupinchas da censura se revelam. O jornal “O Globo” fez um papel vergonhoso me enfiando no pé de uma matéria sobre rifas e financiamentos de manifestações. Como eu não tenho nada a ver com isso, eles inventaram uma forma de me relacionar ao assunto me promovendo a “golpista” e afirmando que faço um “chamado ao tumulto”. Alguns dias depois, a mágica: minhas redes são bloqueadas.

Será que foi um daqueles expedientes imundos de catar um panfletinho de jornal decadente e usar como base de medida “judicial”? Do tipo: estamos calando o golpista que o jornaleco disse que é golpista?

Talvez. Porque poucas horas após o bloqueio (executado na noite de 3 de janeiro) surgiu uma matéria no site G1, também do grupo Globo, com meu nome na manchete – de novo uma atenção exclusiva à minha pessoa, dessa vez com o adjetivo “bolsonarista” na chamada de capa do Globo.com. E o mais interessante: a “matéria” afirmava que “Segundo apuração da TV Globo, o bloqueio das contas foi determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.”

(A vírgula depois de “STF” é obra dos analfabetos do G1, que assim promoveram Alexandre de Moraes a único ministro da corte suprema. Ou talvez eles achem que é o único mesmo).

Como a TV Globo “apurou” a origem de uma ordem judicial que nem o atingido, nem seu advogado conseguem “apurar”? Você já entendeu a coreografia do bailado.

Já fui funcionário das Organizações Globo e considero uma instituição importante para o país. Infelizmente está entregue a esse papelão, metida nesses Fora Bolsonaro, Fora Temer, etc – e o golpista sou eu. Quem tem relevância dentro das Organizações Globo sabe muito bem quem sou eu, sabe que sou autor de mais de uma dezena de livros bem sucedidos, com adaptações premiadas para o cinema, tratando dos mais diversos temas da vida e da arte. “Bolsonarista” deve ser quem não aderiu ao Fora Bolsonaro, quem reconheceu a boa gestão de Paulo Guedes, quem não vive de conspiração em conspiração. E quem não tenta transformar Lula em santo. Aliás, eu sei muito bem o que todos vocês acham do Lula.

Estou respeitando o bloqueio, não estou buscando atalhos para aparições nas redes sociais. Vamos ver se a Justiça se digna a informar o que se passa ou se ela vai preferir ficar nas sombras, falando por meio de porta-vozes informais, como se vê nos filmes de máfia. Lamento tudo isso, mas tenho a profunda felicidade de não ser um de vocês, e de não ter que encontrar toda hora um covarde no espelho.

BERNARDO - AS ÚLTIMAS NOTÍCIAS