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COMENTÁRIOS SELECIONADOS

APELO DA LEITORA

Comentário sobre a postagem A AGONIA DOS PRESOS NA POLÍCIA FEDERAL EM BRASÍLIA

Sabrina Fernanda Almeida de Oliveira:

Estou com uma tia Presa no ginásio.

Ela não participou de atos de vandalismos e se encontra presa.

Estamos sem acesso e sem noticias de qual a situação dela e como devemos prosseguir.

Por gentileza se alguém conseguir alguma noticia, ou tiver algum advogado que esta lá para indicar, entre em contato:

(31) 9-9629.1543

Atencioamente,

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MARCELO JOSÉ DI DOMIZIO – CAMPINAS-SP

Estimado Editor ,

As suas rezas para maior macumbeira das redondezas de Palmares invocando para o todo complexo midiático JBF, comentaristas e seus leitores, um ano benzido e agraciado para enfrentar o capeta que literalmente tomou o poder, começa a frutificar.

Um abraço e um 2023 recheado de informações e muitas cacetadas nos noticiosos maliciosos, enganosos e mentirosos que afloram no restante da internet .

Salve o JBF !

Atenciosamente,

R. Meu caro, gratíssimo pela força e pela generosa apreciação que você fez sobre esta gazeta escrota.

Sua doação via pix já está devidamente pixada na conta do Complexo Midiático Besta Fubana.

Assim como as doações feitas esta semana pelos fubânicos José Claudino, Lucia Ávila e Antônio M. Leão.

Vocês leitores são os bons ventos que nos impulsionam e botam a Besta Fubana pra avuar pelos ares.

Chupicleide está se rindo-se e já fez um vale  de adiantamento de salário.

Ela e o faxineiro Bosticler vão encher o rabo de cana hoje, uma sexta-feira, 13, arretada!!!

AUGUSTO NUNES

LULA INOCENTOU UM ASSASSINO PATOLÓGICO

No meio da discurseira sobre a explosão de violência registrada em Brasília neste 8 de janeiro, um domingo, Lula precisou de um punhado de segundos para escancarar a cabeça baldia que preside o Brasil: “E essas pessoas, esses vândalos, que a gente poderia chamar de nazistas fanáticos, de stalinistas fanáticos… Ou melhor: stalinistas, não, esses fascistas fanáticos”, corrigiu-se o presidente da República. Para quem leu quatro ou cinco verbetes de almanaque sobre esses assassinos patológicos, não há diferenças essenciais entre Josef Stalin, Adolf Hitler e Benito Mussolini. Os três estão alojados na mesma ala do museu da infâmia.

Os três são igualmente desprezíveis. Por ter atravessado a vida sem sequer folhear um livro de história, Lula ignora profundamente o que foram ou fizeram. Alguém certamente lhe soprou o que segue estacionado na memória deserta de vogais e consoantes: o nazismo e o fascismo são de “direita” e, portanto, do mal; o stalinismo é de “esquerda” e, portanto, do bem. Como os similares da Alemanha e da Itália, o serial killer nascido na Geórgia que reinou sobre a União Soviética por quase 30 anos matava por atacado. Calcula-se em 20 milhões o total de vítimas de Stalin.

Fake news espalhada pelos imperialistas americanos”, Lula deve ter ouvido de José Dirceu, ou de Fidel Castro, ou de Hugo Chávez. Na revolução que pariu o leviatã comunista, Stalin brilhou como terrorista, assaltante de bancos e executor de atentados à bomba. Foi ele quem propôs a Hitler, em 1939, o obsceno Pacto Germano-Soviético, rompido dois anos mais tarde pelo parceiro alemão. Mas isso ninguém contou a Lula: não se deve manchar a imagem do Guia Genial dos Povos. Haja cretinice.

“Eu cheguei à Presidência mesmo sem ter um curso superior”, vivia recitando Lula, durante o primeiro mandato, a frase que nasceu como pedido de desculpas, foi promovida a motivo de orgulho e acabou transformada no desafiador refrão do hino à ignorância. “Talvez até quando eu deixar a Presidência possa até cursar uma universidade”, passou a emendar depois de reeleito o único presidente do Brasil que não aprendeu a escrever e nunca leu um livro. Esqueceu o assunto quando começou a colecionar títulos de doutor honoris causa. De volta ao Planalto aos 77 anos, capricha na pose de especialista em tudo.

Lula sempre fugiu de livros, lápis e cadernos com mais agilidade do que a demonstrada pelo Super-Homem ao topar com a kriptonita verde. Longe do trabalho duro desde 1976, quando o torneiro mecânico descobriu a vida mansa de dirigente sindical, tempo para estudar teve de sobra. Mas prevaleceu a preguiça congênita, estimulada pelos áulicos que sabem juntar sujeito e predicado. A lastimável formação escolar foi tratada como pecado venial até que o professor e crítico literário Antonio Candido surpreendeu o mundo com a tese audaciosa: dependendo do indivíduo, ignorância é virtude.

Os gulags eram campos de trabalho forçado que existiram entre os anos 1930 e 1960. Foram reavivados por Josef Stalin para “abrigar” quem se opunham ao Estado

“Essa história de despreparo é bobagem”, decretou em 2007, entre um ensaio erudito e a releitura de um clássico, o professor que, na lida com alunos comuns, castigava com um zero desmoralizante qualquer reincidente em cacófato. “Lula tem uma poderosa inteligência e uma capacidade extraordinária de absorver qualquer fonte de ensinamento que existe em volta dele ─ viajando pelo país, conversando com o povo, convivendo com os intelectuais”, ensinou Antonio Candido. E imediatamente se contradisse: “Nunca vi Lula ser um papagaio de ninguém. Nunca vi Lula repetir o que ouviu. Ele tem uma grande capacidade de reelaborar o que aprende. E isso é muito importante num líder”.

O líder passou a reelaborar o que aprende com tal desembaraço que deu de repreender gente conhecida pelo apego ao conhecimento. Em junho de 2009, explicou que a jurista Ellen Gracie, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, não conseguira o cargo que almejava num tribunal internacional “porque não estudou como deveria”. Feito o diagnóstico, consolou a paciente: “Mas ela é moça, ainda tem tempo”. Um mês depois, o doutor em qualquer coisa resolveu enquadrar os críticos do que o ex-senador pernambucano Jarbas Vasconcelos qualificara de maior programa oficial de compra de votos do mundo.

“Alguns dizem assim: o Bolsa Família é uma esmola, é assistencialismo, é demagogia e vai por aí afora”, decolou o exterminador de plurais. “Tem gente tão imbecil, tão ignorante, que ainda fala ‘o Bolsa Família é pra deixá as pessoas preguiçosa porque quem recebe não quer mais trabalhá.” Só podia pensar assim, acelerou, “uma pessoa ignorante ou uma pessoa de má-fé ou uma pessoa que não conhece o povo brasileiro”. Povo é com ele, gabou-se outra vez em dezembro de 2009, ao recomendar aos meninos do Brasil que estudassem português com mais afinco. “É muito importante para as crianças não falarem menas laranjas, como eu”, exemplificou. Mas não tão importante assim: “Às vezes, o português correto as pessoas nem entendem. Entendem o menas que eu falo”.

lula

Mesmo os que não se expressam corretamente também entendem quem fala menos. Não falta inteligência ao povo. Falta escola. Falta educação. Falta gente letrada com disposição e coragem para corrigir erros cometidos por adultos que nasceram pobres. Lula deixou de dizer menas quando alguém lhe ensinou que a palavra não existe. O exemplo que invocou foi apenas outra esperteza. Poucas manifestações de elitismo são tão perversas quanto conceder a quem nasce pobre o direito de nada aprender até a morte. Milhões de filhos de famílias muito mais pobres do que Lula enfrentam carências desoladoras na busca do conhecimento. A celebração da ignorância é sobretudo um insulto aos pobres que estudam.

É também uma agressão aos homens que sabem. Num Brasil pelo avesso, os que dominam a língua portuguesa ainda terão de pedir licença aos analfabetos para expressar-se corretamente. A boa formação intelectual não transforma um governante em bom presidente. Mas quem se orgulha da formação indigente e despreza o conhecimento jamais será um estadista. Ao absolver um psicopata sanguinário, Lula informou que vai morrer sem saber quem foi Stalin. Como o ditador do império comunista, seu devoto sul-americano logo será reduzido a mais uma lembrança sombria de tempos muito estranhos.

PEDRO MALTA - REPENTES, MOTES E GLOSAS

DOIS MOTES BEM GLOSADOS E UMA CANTORIA

João Pereira da Luz, o grande Poeta João Paraibano, Princesa Isabel-PB (1952-2014)

* * *

Severino Feitosa e João Paraibano glosando o mote:

Escutar cantoria sem beber
é dormir uma noite e não sonhar.

João Paraibano

O poeta nasceu com tanto brilho,
que um verso que faz, de nada ensaia,
no momento que está levando vaia,
pensa ser nenhum tipo de elogio,
eu na noite que estou cantando frio,
quando um copo tiver para esquentar,
que é mais fácil o poeta se inspirar
no momento do álcool lhe aquecer.
Escutar cantoria sem beber
é dormir uma noite e não sonhar.

Severino Feitosa

Sem tomar uma dose de cinzano,
licor, dreher, whisky, rum, cachaça,
é ser músico, cantar em qualquer praça
e não ter um teclado e nem piano,
é fazer uma troca com cigano,
e um canudo do curso não levar,
dar um voto a um parlamentar
que não tem liderança no poder.
Escutar cantoria sem beber
é dormir uma noite e não sonhar.

João Paraibano

Eu não bebo só água de cabaça,
que do álcool também sou dependente,
se faltar uma dose de aguardente,
eu começo a tremer no meio da praça
se faltar uma dose de cachaça,
peço duas de whisky lá no bar,
quem está frio, só pensa em se esquentar
e a borracha não vai se encolher
Escutar cantoria sem beber
é dormir uma noite e não sonhar.

Severino Feitosa

O repente na noite divertida,
pra o poeta que pega no instrumento
para mim só terá contentamento,
com direito a um copo de bebida,
mas não tendo eu comparo a sua vida
com um minuto tristonho de azar,
a mulher toda noite se zangar
não querer no seu corpo se aquecer.
Escutar cantoria sem beber
é dormir uma noite e não sonhar.

João Paraibano

Para um repentista de talento,
fazer verso sem ter uma bicada
é partir pra voltar no meio da estrada
é ver cobra esquecendo de São Bento
ou sair pra fazer o casamento,
levar chifre na porta do altar,
pegar sua semente pra plantar
ver o mesma no chão apodrecer.
Escutar cantoria sem beber
é dormir uma noite e não sonhar.

* * *

João Paraibano e Severino Feitosa glosando o mote:

O poeta é um ser iluminado
que faz verso com arte e sentimento.

João Paraibano

Cada verso que o repentista faz,
para mim tá presente em toda hora,
no tinido do ferro da espora,
na passada que vem dos animais,
na cor verde que tem nos vegetais
nas estrelas que têm no firmamento,
tá na cruz do espinhaço do jumento,
e no vaqueiro correndo atrás do gado.
O poeta é um ser iluminado
que faz verso com arte e sentimento.

Severino Feitosa

O poeta é um gênio que crepita
no espaço azul esmeraldino,
percorrendo as estradas do destino,
sem saber o planeta aonde habita,
sua mente pra o canto é infinita,
cada verso que faz é seu sustento,
é quem sabe cantar o parlamento,
sem ter voto pra ser um deputado.
O poeta é um ser iluminado
que faz verso com arte e sentimento.

João Paraibano

Uma vida vivida no sertão,
uma fruta madura já caindo,
um relâmpago na nuvem se abrindo,
um gemido do tiro do trovão,
meia dúzia de amigos no salão,
nem precisa de um piso de cimento,
minha voz, as três cordas do instrumento,
o meu quadro de louco está pintado.
O poeta é um ser iluminado
que faz verso com arte e sentimento.

Severino Feitosa

O poeta é um simples mensageiro,
que acaba uma guerra e um conflito,
ele sabe cantar o infinito,
todas pedras que têm no tabuleiro,
a passagem do fim do nevoeiro,
que ultrapassa o azul do firmamento,
que conhece o impulso desse vento,
todas as rosas que enfeitam o nosso prado.
O poeta é um ser iluminado
que faz verso com arte e sentimento.

João Paraibano

Foi mamãe que me deu a luz da vida
e me ensinou a viver da humildade,
eu nasci para ter felicidade,
porque toco na lira adquirida,
poesia me serve de bebida,
um concerto me serve de alimento,
uma pedra me serve de assento
e todo rancho de palha é meu reinado.
O poeta é um ser iluminado
que faz verso com arte e sentimento.

Severino Feitosa

O poeta é uma criatura
que procura mostrar, no seu caminho,
toda uva do fabrico de vinho,
e toda planta que faz nossa fartura,
é quem sabe cantar a amargura
da pessoa, que está num sofrimento,
é quem sabe cantar o regimento
do quartel, que Jesus é delegado.
O poeta é um ser iluminado
que faz verso com arte e sentimento.

* * *

UMA CANTORIA

Moacir Laurentino cantando O VELHINHO DO ROÇADO, de autoria do poeta Expedito Sobrinho

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SCHIRLEY – CURITIBA-PR

Caríssimos,

Já vimos que nossas “gloriosas” FA deixaram os patriotas a ver navios.

Como não reconheço o governo presente resolvi procurar brinquedos nacionais para me antecipar ao dia das crianças!!!

Encontrei o IDEAL e já deixo a dica para os papais, avós, titios patriotas (me incluo nesta lista) que ficaram dias a fio quase que “implorando” o SOS Forças Armadas !

Que as FA continuem fazendo apenas o que sabem fazer:

Trair a pátria
Pintar faixas
Pintar meio fio
Consertar trilhos
Etc, etc, etc

Espero que gostem da sugestão de um brinquedo genuinamente nacional!!!

A PALAVRA DO EDITOR

SEXTA-FEIRA, 13 – É HOJE ! ! !

Sexta-feira, 13 de janeiro de 2023.

Hoje é o dia em que a Mãe de Calor-de-Figo limpa os dentes com uma escova fabricada com os pentelhos da sogra de Belzebu, a madrasta de Caralho-de-Asas come bimba de gato frita em sebo de bode, a nêga Espanta-Cacete amarra o pixaim com biliros feitos de ossos de cachorro doido, a madrasta de Cavalo-do-Cão come barro e caga tijolo pra levantar a caverna do Tinhoso, a cabôca Traça-Pica faz careta pra Tranca-Rua em cima de um pinico de loiça, a enfezada Catraia Sibita lava a priquita com o mijo da Besta Fera pra se enxugar com um pedaço da estopa de Maria Mulambo e a irmã de Pancanha cata chatos na barba do cabôco Papa-Cu.

É dia de ter muito cuidado, assim feito quem procura pinico com os pés no escuro.

Quem lê, gosta, aprecia e divulga o Jornal da Besta Fubana está a salvo, será feliz e terá um dia excelente e um futuro brilhante.

Assim como excelente terá este final de semana e todo o resto do ano de 2023.

Já os farrapos humanos que falam mal mim, preparem os furicos: o moleque Bimba-de-Alavanca tá pronto pra fazer sua parte.

Vejam ele aí embaixo, de cacete armado e pronto pra enrabar tudo quanto é idiota e tabacudo deste mundo cheio de gente ruim.

E fiquem de pregas preparadas os componentes de uma lista que está aqui comigo. Uma lista formada um monte de gente que dá expediente lá em Brasília, na Praça dos Três Poderes.

Além de vários cabras safados nas governanças estaduais e nas prefeituras de inúmeras cidades deste país.

Serão devidamente enrabados pelo moleque Bimba-de-Alavanca e ficarão todos de furicos afolosados.

O último da fila de enrabamento será o presidente eleito pelas urnas dos amigos, o bandidão conhecido por Lapa de Ladrão.

E, pra fechar a postagem com chave de ouro, peço ajuda ao meu querido amigo e conterrâneo de Palmares, o catimbozeiro Sikêra Júnior, uma das maiores audiências do Brasil, pra dar um descarrego da pesada nesta sexta-feira da gôta serena, da bobônica preta, do caralho-a-quatro, do priquito apimentado, do estopor calango, da bixiga lixa e da febre do rato.

Fala, Sikêra!!!

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

HÉLIO CRISANTO – SANTA CRUZ-RN

TÁ FALTANDO RATOEIRA

Inácio por ter roubado
Foi preso na lava jato
Falta queijo e sobra rato
Nas estantes do mercado.
Zé Dirceu foi liberado
Pra roubar a mãe gentil
Cabral já escapuliu
Sem usar tornozeleira
Ta faltando ratoeira
No comercio do Brasil.

Raimundo Goró

Das urnas dum Tribunal
Abandonadas no mato
Deu uma praga de rato
No Distrito Federal.
Como no tempo feudal
A peste se expandiu
Em quatro anos, já viu,
Vai ser grande a desgraceira
Tá faltando ratoeira
No comércio do Brasil .

Ferreirinha

O supremo todo o dia
Bota um bandido na rua
O crime se perpetua
Ladrão recebe alforria.
Só se vê a rataria
Roubando o povo civil
Sem ninguém ver um fuzil
Combatendo a roubalheira
Tá faltando ratoeira
No comercio do Brasil

Raimundo Goró

Da Silva, Geraldo e Costa
Fernando, Dino e Padilha:
Vem aí uma quadrilha
Daquelas que o Diabo gosta.
Depois da malta composta
É roubo com mais de mil
Tudo de forma sutil
Por isso não dê bobeira
Tá faltando ratoeira
No comércio do Brasil

Ferreirinha

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