
26 de setembro de 1948 – 8 de agosto de 2022 (73 anos)
NOSSA HOMENAGEM
Comentário sobre a postagem EM TUDO QUE É LUGAR
Ademir Cazarin:
Parabéns Luiz Berto, pela sua genial gazeta escrota!
Sou leitor assíduo!
É informação sempre de primeira qualidade.
A qual tenho compartilhado com amigos.
* * *

Gustavo Segré
Sou argentino morando no Brasil há 38 anos e vi o país afundar nas políticas de congelamento de preços e os “fiscais de Sarney”, até chegar ao desastre econômico gerado pela ex-presidente Dilma Rousseff. No meio desses desastres localizados nas duas pontas da história econômica contemporânea brasileira, observei o acerto proposto pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, apoiando a economia em três pilares:
1. Superávit fiscal
2. Liberdade de câmbio
3. Metas de inflação
A proposta era tão consistente que mesmo o ex-presidente Lula se preocupou em mantê-la em seus dois governos (mesmo com um Banco Central apenas parcialmente independente).
Curiosamente, essas ideias eram também defendidas por Paulo Guedes, que tinha se baseado no exemplo do Chile, enfatizando a necessidade de uma reforma previdenciária. Na época em que foi professor da Universidade de Chile, Guedes defendia, inclusive, a forma de previdência pelo regime de capitalização.
O segundo governo de Dilma Rousseff, mesmo interrompido pelo impeachment, conseguiu destruir o superávit fiscal e furar a meta da inflação, apoiando-se apenas na liberdade cambial. Aqui, deve ser reconhecido o mérito do ex-presidente Michel Temer e do então ministro da Economia, Henrique Meirelles, que conseguiu apoiar a economia brasileira, novamente, numa meta de inflação determinada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
…e chegou Paulo Guedes…
Quando Bolsonaro convidou o economista Paulo Guedes para integrar o ministério, tenho convicção de que jamais imaginou que essa decisão seria o maior acerto da sua proposta de governo. Guedes foi – e segue sendo – o avalista para o mercado financeiro, comercial, industrial, empresarial, local e exterior. A certeza de que os três pilares impulsados formalmente por FHC seriam retomados.
Mesmo com as complicações geradas pela pandemia em 2020 e 2021, e recentemente pela invasão da Ucrânia pela Rússia, Guedes teve uma visão sistêmica do que acontecia e de como o Brasil poderia se diferenciar de um mundo com inflação em alta, atividade produtiva em baixa e absoluta incerteza no destino de investimentos e na provisão de insumos fundamentais.
Foi memorável a sua apresentação no 5° Fórum de Investimentos de 2022, quando explicou como os preços relativos dos bens e as remunerações dos fatores (salários reais e rentabilidade do capital) tinham alterado os custos de mão da obra industrial do sudeste asiático. Ou quando expôs como a pandemia tinha gerado uma quebra na oferta (insumos e produtos) e um aumento nos custos logistícos nunca visto antes. Por último, ao detalhar como a invasão da Ucrânia pela Rússia tinha puxado os preços da energia e dos grãos para cima.
Guedes propôs que a melhor forma de garantir um futuro econômico estável e crescente para qualquer país teria necessariamente de considerar a proximidade com o mercado consumidor e a amizade dos fornecedores mundiais (ficando de fora das questões bélicas).
O governo de Jair Bolsonaro, por meio da política econômica proposta por Guedes, atende a essas questões: está perto do mercado consumidor e, além da escala do mercado interno, opera no restante da América Latina, o que reduz os custos logísticos provenientes do sudeste asiático.
A entrevista do presidente Jair Bolsonaro ao Flow Podcast atraiu ontem (8), só no Youtube, mais de 620 mil espectadores simultâneos ao vivo.
Isso não conta as visualizações que o vídeo recebe após a estreia.
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Hoje cedo o JBF já contou as visualizações.
Uma a uma, na ponta do dedo.
E informou aos seus leitores.
Vamos repetir:

Comentários sobre a postagem TEM MUITO BESTANTE NO MUNDO
Nino Yoshida:
Parabéns.
Venho aqui, quase todos os dias, para manter-me informado e não esquecer da escrita no idioma português.
Também, aqui é lugar de dar boas gargalhadas.
Obrigado pelo trabalho.
( お疲れ様 でした。宜しくね!)
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Marcos Mairton:
A gente encontra leitor da Besta em tudo que é lugar que a gente anda!
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Carlos Alberto:
Berto,
você não tem noção da importância desse “jornaleco” para o cotidiano de milhões de pessoas.
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