Arquivo diários:20 de setembro de 2023
DEU NO X
CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA
HÉBER – JABOATÃO DOS GUARARAPES-PE
DEU NO JORNAL
ADIVINHA QUAL É O PARTIDO DELE
Nesta segunda-feira (18), o deputado estadual do Paraná, Renato Freitas (PT) protocolou um projeto de lei que visa garantir a gratuidade no transporte coletivo rodoviário intermunicipal para presos. O texto fala em garantir que o preso, ao ganhar liberdade, seja beneficiado com o passe livre para poder voltar para sua casa.
Se aprovado, a pessoa egressa do sistema prisional terá uma passagem de ida garantida em qualquer rodoviária intermunicipal daquele estado. Para garantir o direito, basta apresentar o alvará de soltura expedido pela Justiça.
Freitas pede ainda que a gratuidade seja garantida também para os presos do semiaberto que ganharem o direito de saída temporária. Para estes, será garantido o direito de ida e volta entre o município onde reside e a cidade onde cumpre pena.
Além disso, o petista quer que os parentes dos detentos também tenham gratuidade. O direito seria concedido para filhos, cônjuges, pais e avós. O projeto quer que, mensalmente, cada pessoa tenha direito a uma passagem de ida e outra de volta.
– Em diversos casos, o preso cumpre pena em cidade diferente da qual mantém seus vínculos, sejam familiares, de trabalho ou de estudo. E, devido à vulnerabilidade da sua condição, não possui recursos para retornar a essa cidade – justifica o deputado.
O estado do Paraná tem uma população carcerária de 35.540 presos que cumprem pena em nove regionais. Os dados são do Mapa Transparência na Gestão Carcerária.
ROQUE NUNES – AI, QUE PREGUIÇA!
CAETICES II
Ziad
Ziad Daud Ibrahim era comerciante de papelaria em Corumbá/MS e sua loja era bem movimentada porque fazia as vendas a crédito a todas as escolas públicas do município, na base do: quando entrar o dinheiro a gente corre aqui e paga. Naquela época eu adjuntava com a diretora da escola onde trabalhava e era o preferido para negociar com ele. Na sua língua arrevesada sempre dizia “brofessora Neuza non boa negociante, Ziad brefeve brofessor Roque”. Isso porque o velho gostava era de negociar, e não vender. E a negociação demorava horas, misturada com chá e pechincha. Seu filho, Sami era um amor de pessoa. Educado, fino, delicado. Alguns, na atualidade iriam dizer que era fresco, mas não. O rapaz era trabalhador e sabia conquistar fregueses. Casado, com um moleque de 4 anos que tinha o satanás no couro. Certa vez em uma negociação vespertina, vi o garoto ir para a rua. Seu Ziad, com um corpanzil de entulhar qualquer recinto, de dentro da loja grita: vilhinha, entra loja, entra senão babai dá a bunda! Olhei para o lado, disfarcei o sorriso e continuamos a negociar.
Eulâmpio
Eulâmpio foi meu aluno na sexta e sétima série do antigo primeiro grau – daí vocês já percebem que este caeté que vos fala já tá queimando óleo 45 e prafrentemente disso – Menino fora de tempo, atrasado em todas as situações, até para falar. Certa vez cobrei dele uma atividade de Língua Portuguesa que passara uma semana antes. Deu aquele sorriso idiotizado, escandindo cada ritmo do riso. Professor – numa voz que misturava batata assada e mingua na boca -, eu não fiz. Sai com minha mãe e esqueci. Isso porque eu pedira a atividade na quinta, e já estávamos na segunda-feira da semana seguinte. Coçou a cabeça, enfiou o dedo no nariz e foi sentar. Na última vez que o vi era assessor parlamentar de um vereador da Cidade Branca. Nesse momento me deu vontade de também sorrir com aquele olhar abobalhado que era a marca registrada de Eulâmpio com todos os seus professores.
Tio Vicente
Tio Vicente – saudoso e alegre tio – era loroteiro até não poder mais. Não pescava nem gripe, mas todo fim de semana era convidado pelos amigos para ir para a pescaria, só para ouvirem as lorotas dele, e meu irmão Heraldo atiçava ainda mais esse lado dele. Certa vez, na fazenda contamos que vimos um ninho de arichiguana – é um tipo de abelha preta que dá muito aqui no Centro Oeste. Produz um delicado mel claro, mas ferra doído -. Tio Vicente, de imediato disse que iria pegar essa colmeia. E planejou: iria montar em um cavalo, galopar, passar pela colmeia, laçar o tronco onde ela estava. Com a corrida, o tronco batendo no chão, espantaria as abelhas e ficaria só os favos de mel. Melhor dito, foi executado. Nós observando as peripécias dele. De fato, galopou, laçou o ninha e saiu correndo. Quando o laço deu o estirão, a cilha do cavalo arrebentou e o laço fez o efeito elástico. Titio voltou com a cela e tudo e bateu de costas no tronco onde estavam as abelhas, perdendo o ar. Voltou quinze minutos depois, todo ferrado e ameaçando surrar o primeiro moleque que risse dele.
Tio Coró
Tio Coró, também conhecido como Sebastião Siqueira da Cunha, tio por ter casado com minha tia era funcionário do Banco do Brasil, mas o que mais gostava era de caça, na época em que as pessoas se preocupavam mais com a manutenção da família do que em queimar mato enrolado em seda. Naquela sexta à noite, saiu ele e dois cupinchas que não se desgarravam e foram caçar cateto nas matas de São Vicente, a uns 80 Km de Cuiabá. Tio Coró tinha uma carabina 12 cano serrado. Dedé, amigo, compadre e cúmplice dele só relatou o seguinte: estavam no carro quando tio Coró viu um vulto correndo ao lado da pista. Sacou a sua carabina e lascou o tiro. O gatilho até pulou na alegria da pólvora. Mas, tio Coró esqueceu que a carabina tinha cano serrado e colocou a mão de apoio bem na boca do pau de fogo. O resultado foi dois dedos da mão esquerda a menos, uma corrida no pronto socorro e uma semana meu tio enchendo a paciência de minha tia, em casa, por causa do incidente.
Alvino
Outro que gostava de caça era o cunhado de meu irmão o Alvino. Meu saudoso irmão, Ronaldo contava que certa vez foram levar uma carga da cidade para o sítio de um senhor em que ele trabalhava de motorista, naqueles caminhões Mercedes, que o povo de má língua chama de muriçoca. Alvino levava a espingarda – e naquela época era muito comum, não tinha essa baboseira de porte e posse de arma – ao lado de seu banco. Meu irmão contava que Alvino viu um vulto correndo ao lado do caminhão, pediu para meu irmão segurar a direção, sacou a carabina e deu dois tiros no vulto que entrou no mato. Parou, desceu e foi ver o que havia abatido. Encontrou o estepe do caminhão que se soltara, com dois tiros na banda de rolagem, morto, mortinho da silva, em uma vala ao lado da rodovia.
DEU NO X
A FALÊNCIA MORAL DO BRASIL
A falência moral do Brasil fica em evidência na ONU pic.twitter.com/pnfp6r0MuK
— Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪 (@leandroruschel) September 20, 2023
DEU NO JORNAL
LOBO MAU VESTIDO DE VOVOZINHA NÃO ENGANA NINGUÉM
Marcel van Hattem

Fufuca (Progressistas), Lula (PT), Costa Filho (Republicanos) e França (PSB) em foto após a cerimônia de posse dos novos ministros
A notícia de que Progressistas e Republicanos passaram a integrar oficialmente o ministério do governo Lula é um dos mais graves sintomas de que o sistema partidário brasileiro está completamente podre. Sem fazer juízo de valor sobre os motivos que levaram os caciques partidários dessas legendas a integrar o governo, é nítido para quem quiser ver que a vontade do eleitor em 2022 foi solenemente ignorada.
Partidos que antes eram da base de Bolsonaro, na campanha com candidaturas ao Legislativo que juravam lealdade ao conservadorismo, precisaram de apenas nove meses para que as convicções fossem mudadas da água para o vinho.
Para piorar, rumores dão conta de que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, além de emplacar seu representante no Ministério dos Esportes e reservar para seu partido, o Progressistas, também a vaga do substituto da atual ministra da Saúde, teria negociado com Lula um ministério para si após sua despedida da cadeira de presidente da Câmara dos Deputados. Na ordem de prioridades vêm antes as pessoais, depois a do grupo político e, por fim, quem sabe, as do país. E assim observamos novamente em 2023 a ruína do nosso sistema partidário.
É importante repetir que houve, nas eleições passadas, um movimento popular extremamente robusto para que as bancadas eleitas para a Câmara e para o Senado fossem perfiladas à direita. O movimento deu resultado e o Congresso eleito foi considerado o mais conservador em décadas no país.
As lideranças dos partidos que agora passaram a integrar a base de Lula obviamente têm essa noção e, para tentar disfarçar, dizem-se “independentes” mesmo com cargos no primeiro escalão. Faz lembrar o Lobo Mau vestido de vovozinha: quem assiste ao desenho animado fica pasmo com a ingenuidade de Chapeuzinho Vermelho, pois não tem dúvidas das reais intenções do canídeo malvado.
Com os membros do Supremo e as cúpulas das Casas do Congresso comprometidas com o projeto de poder do PT, trabalhar pela recuperação do Brasil ficará mais desafiador. A participação popular será ainda mais relevante nesse processo. As eleições municipais do ano que vem terão papel fundamental nesse processo – não por acaso o governo já propõe praticamente dobrar as próprias verbas de publicidade para 2024. Por meio do voto e da mobilização popular, a cidadania brasileira precisa dar um basta a essa infidelidade eleitoral de quem abusa de sua confiança.
DEU NO X
NEM A GLOBOSTA CONSEGUE DEFENDER
Quando nem a Globo consegue defender, é porque o negócio está feio! pic.twitter.com/dAMdTCU98q
— MarioFrias (@mfriasoficial) September 19, 2023
DEU NO X
SÓ FEZ PIORAR
Marco Angeli
Em meados de 1985, num certo domingo, fui, como muitos, ao Estádio do Pacaembu ver o comício de um sindicalista que surgia no cenário político.
A curiosidade dos brasileiros – e a expectativa – em torno desse homem, que se auto proclamava a ‘esperança dos humildes’ era grande, uma incógnita.
Surgia lula, o luiz inácio.
Ex militante ativo da esquerda, eu estava, naturalmente, acostumado a discursos radicais e agressivos.
Mas o que ouvi naquele domingo foi algo espantoso, ódio puro destilado aos berros para a multidão que o ouvia naquela tarde de sol.
A raiva e a inveja dos que trabalhavam e obtinham sucesso através de sua luta era clara, cristalina.
Empreendedores, patrões, classe média, todos vítimas da fúria verbal e insana do sindicalista.
Nessa época, lula jogava o tudo ou nada, e não era ainda o mestre da mentira em que se transformaria com os anos.
Jogava duro.
Quem o ovacionava e aplaudia, alí, era um grupo de radicais violentos e agressivos, e só.
Nunca ouvi tanta merda na vida.
Hoje, observando lula em Cuba, com os amici, percebo que o poder obtido na maracutaia não o melhorou.
Pelo contrário, esse oportunista só piorou, carregando em seus bolsos o atraso, a ignorância, o ódio, a vingança.
Como um organismo nocivo, se mesclou ao ambiente onde cresceria e obteria poder: o comunismo.
Copiou a postura de trejeitos de líderes insanos como fidel ou stalin.
Hoje, marionete de um consórcio que não larga de forma alguma o poder, é o instrumento perfeito da velha e odiosa política que assola este país há décadas.
Pobre Brasil, condenado a conviver com pragas como essa no poder.
Pobre Brasil, um grande país desperdiçado, infestado por parasitas.
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A DESLUMBRADA: DO PRESÍDIO PARA O MUNDO
Seus R$7,3 Milhões olhando os prédio de Nova Iorque! pic.twitter.com/67UQ3alPDV
— Pavão Misterious 𝕏 🇧🇷 (@misteriouspavao) September 20, 2023
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