DEU NO X

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

SONETO DO PRAZER MAIOR – Bocage

Amar dentro do peito uma donzella;
Jurar-lhe pelos céus a fé mais pura;
Fallar-lhe, conseguindo alta ventura,
Depois da meia-noite na janella:

Fazel-a vir abaixo, e com cautela
Sentir abrir a porta, que murmura;
Entrar pé ante pé, e com ternura
Apertal-a nos braços casta e bella:

Beijar-lhe os vergonhosos, lindos olhos,
E a bocca, com prazer o mais jucundo,
Apalpar-lhe de leve os dois pimpolhos:

Vel-a rendida enfim a Amor fecundo;
Dictoso levantar-lhe os brancos folhos;
É este o maior gosto que ha no mundo.

Manuel Maria Barbosa du Bocage, Setúbal, Portugal (1765-1805)

DEU NO JORNAL

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DEU NO JORNAL

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

JANJO PELO MUNDO

A dívida antiga de Cuba? Esquece !

Bora emprestar mais e como das outras vezes, para que nos paguem em CHARUTOS.

Aí teria que ser um navio por dia durante 400 anos.

Poderiam também dar Havana como garantia.

Enfim. Vamos levar mais fumo.

Bem que podia ser no furico só de quem fez o L.

DEU NO JORNAL

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AVUANDO NAS ASAS DO NOSSO DINHEIRINHO

A “Cúpula do Grupo dos 77+ China”, da qual o presidente Lula participa em Havana, tem relevância próxima de zero e se trata de uma fraude:

Os “77” são 134 países, quase todos governados por ditadores rastaqueras, como Cuba, que sedia o encontro e dirige o mecanismo.

Criado em 1964, o grupo perdeu importância ao longo dos anos e acabou virando um convescote de chefes de Estado e de Governo atrasados, muitos deles corruptos, que adoram dólares, mas odeiam os Estados Unidos.

A aversão dos atrasados do “G77” aos EUA explica a presença da China, potência na qual apostam para a fantasia de “desbancar” o Tio Sam.

O “G77” se prestará apenas a lacrações e ao oportunismo político, ignorando-se o tema “o papel da ciência, da tecnologia e da inovação”.

A montanha de dinheiro gasto por esses dirigentes para chegar a Cuba ajudaria a reduzir a fome e a miséria, que usam para se manter no poder.

* * *

O presidente descondenado desta nossa republiqueta bananeira participando de um evento numa das mais cruéis ditaduras do mundo, que mantém a pobre ilha num atraso e numa miséria vergonhosa.

É asqueroso, é um nojo!!!!

A expressão “relevância próxima de zero”, que está nesta nota aí de cima, se referindo ao evento, resume tudo de forma perfeita.

É isso mesmo: essa tal Cu-Pula está abaixo de bosta muitos e muitos graus.

Não tem qualquer importância ou relevância.

E, logicamente, por conta disto, é óbvio que Lulalau e Esbanjanja não poderiam deixar de participar da reunião desta gang asquerosa.

Gastando os tubos do nosso suado dinheirinho.

É phoda!

Lula completará quase 2 meses fora do Brasil em 2023

Xuxu se despedindo da parelha  da gastança, todo feliz porque vai botar a bunda na cadeira presidencialeira

* * *

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CARLOS EDUARDO SANTOS - CRÔNICAS CHEIAS DE GRAÇA

AUTÓGRAFOS E DEDICATÓRIAS

Livro lançado grátis para convidados

Para comparecer ao lançamento festivo do livro “Poesia é amor, crônica é vida”, de autoria do cirurgião-geral e perito da Unimed, Garibaldi Bastos Quirino, recebi em minha residência, o convite com um exemplar, de presente, com atenciosa dedicatória. Fino ato de amizade educação!

Imaginei então, certa discrepância nos autógrafos “agarranchados” que geralmente são escritos durante os lançamentos de livros, quando uma fila de compradores se forma diante da “vítima”, que ao invés de aproveitar a festa para confraternizar com os amigos, se submete à tortura de escrever uma dedicatória longa e cheia de rebuscados.

Publiquei, há pouco tempo, certo livro onde o biografado, por sua idade avançada, tinha a letra tremida. E me pediu para imprimir, na Folha de Guarda uma “dedicatória-padrão”, deixando uma linha para “riscar” aquilo que entender-se-ia ser sua “assinatura”.

Já que se fala em autógrafos será bom lembrar que em anos que já se vão longe, as editoras promoviam um Pré-lançamento em livrarias, oferecendo, a título promocional, os primeiros 1.000 exemplares numerados e assinados pelo autor. Tenho um desses!

Nos atuais lançamentos é diferente. Faz-se uma festa, anuncia-se na Imprensa, é oferecido um coquetel e tudo o mais, semelhante a um baile; inclusive com pessoas de fino trato e em trajes sociais.

Alguns até realizam o evento nos Salões Nobres de Clubes ou “Casas de Festa”, e até com a apresentação de cantores, bailarinos e música-ambiente.

O infeliz convidado, coitado, para não ser descortês, comparece sorridente. Logo na Recepção, se depara com belas moças. Uma vende os livros, a outra anota num papelito, o nome do adquirente, evitando que “a vítima” se esqueça do nome do “convidado-comprador”, e uma terceira, apresenta um Livro de Presenças, a fim de ser conferidos os convidados que comparecerem.

No primeiro ato já se nota alguns convidados, de “exemplares-comprovantes” em punho, que enfrentando a fila indiana se dirigem à mesa onde está “a vítima” trabalhando arduamente; ou seja, exigindo seu autógrafo, o que o leva a ter que escrever uma dedicatória, não simplesmente o autógrafo.

Seria uma festa de confraternização se o autor apenas autografasse o livro em pré-lançamento, e não se cumprisse uma das regras da modernidade: escrever uma dedicatória.

Colaborei durante vários anos com meu amigo – o colunista social João Alberto – desde quando produzimos, com Augusto Costa Boudoux, a edição inaugural, em 1982, do seu anuário: “Sociedade Pernambucana”.

Livro de João Alberto: custo alto e dedicatória garantida

Talvez a primeira festa de pré-lançamento de livro, no Recife, haja sido no Country Club de Pernambuco. Já naquele ano, o autor, no caso a “vítima”, ficava horas escrevendo dedicatórias e assinando.

Ou seja, aquele trabalhão; perdendo o melhor da festa, que ´é a confraternização durante naqueles momentos de glória, dos sorrisos e dos abraços.

Em tempos presentes em que as modernidades predominam. Tornou-se usual, além da assinatura do autor, uma dedicatória.

Nos idos de 1940 era bem diferente. Aparecia nos livros à venda – alguns, fora das vitrinas – um detalhe indicativo de preço mais elevado. Eram as edições especiais, porque estavam numerados e com o autógrafo do autor.

Meu pai, bom colecionador de livros raros e de autores seus conhecidos, costumava adquirir, pelo Correio, da antiga Editora Globo, de Porto Alegre, exemplares desse tipo.

Não havia ainda a “festa de lançamento” como atualmente acontece. Só que nos dias atuais, tem havido uma diferença que me encabula.

O cidadão compra o livro, entra numa fila enorme e ao chegar ao autor e entregar seu exemplar, recebe uma dedicatória personalizada, como se ele estivesse doando o livro.

Uma coisa meio sem jeito! Mas, brasileiros, costumam criar modelos em tudo. Todavia, não tem sentido o interessado comprar e receber dedicatória como se tivesse sido presenteado. Tem lógica?

Mas, presenciei uma notável exceção. Quando lançamos o livro biográfico: “Otacílio Venâncio – Cidadão do Recife”, em 2008, a festa aconteceu no Salão Nobre do Clube Internacional do Recife e as pessoas que apresentaram os convites receberam um livro gratuitamente.

Magnífico exemplo!