DEU NO JORNAL

CADÊ AS IMAGENS???

Imagem

Engraçado…

A pessoa que supostamente foi a agressora é que está pedindo as imagens, enquanto a suposta vítima não está muito interessada em mostrar essas imagens.

COMENTÁRIO DO LEITOR

AOS IRMÃOS SULISTAS

Comentário sobre a postagem UMA ZONA CHAMADA BRASIL LULO-ESBANJANJEIRO

Roque Nunes:

Essa seria uma boa hora de nossos irmãos sulistas escorraçarem esses desocupados de lá.

Não deixar nem descer do avião.

Lama para jogar neles não falta.

É o máximo do escárnio e do deboche ir, mais de um mês depois da tragédia, fingindo importar-se com quem morreu, ou perdeu seus bens.

À luta sulistas.

Vocês já deram provas que são um povo aguerrido e destemido.

Ajam mais uma vez e escrevam seus nomes na história desta nação.

Botem esse bando de desocupados para correr daí.

Não deixem que seus pés imundos maculem o sagrado solo de seus antepassados.

DEU NO X

DEU NO JORNAL

SE RECLAMAR DA MINISTRE, SÓ PODE SER RACISTE

Deltan Dallagnol

Se reclamar da Ministre, só pode ser raciste

“Domingooo, eu vou pro Maracanã… ops, ato falho! Domingo a gente tá indo pro Morumbi…” Foi com essas palavras, entoadas em um leve tom de deboche, que a ministra da Igualdade Racial de Lula, Anielle Franco, começou uma história que revelou de uma só vez três grandes problemas: o autoritarismo que já virou a marca registrada do governo Lula, o racismo explícito dentro da equipe ministerial que deveria combatê-lo e o desrespeito recorrente dos políticos com o dinheiro dos pagadores de impostos.

A crise, no começo, era por um só motivo: a ministra Anielle Franco usou um jatinho da FAB para, em pleno domingo de final da Copa do Brasil, viajar de Brasília a São Paulo para assistir ao esperado jogo entre o São Paulo e o Flamengo. O pretexto utilizado pela ministra era o de assinar, com o Ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, o ministro dos Esportes, André Fufuca, e o presidente da CBF, um protocolo de intenções contra o racismo no esporte. Não colou: durante toda a semana, a ministra foi criticada e questionada pelo mau uso do dinheiro público e por sua resposta que só piorou a crise que ela mesma criou.

A crítica à Anielle é extremamente pertinente. Trata-se de uma ministra declaradamente flamenguista, que estava indo assistir à final de um campeonato do seu time de coração. A própria ministra, aliás, confessou isso no vídeo que publicou sobre a viagem. Contudo, em vez de viajar num voo comercial, como qualquer brasileiro comum, resolveu usar um jatinho da FAB, em um voo que pode ter custado até R$ 130 mil aos cofres públicos, se utilizarmos como parâmetro o valor gasto por outro ministro de Lula que já pegou jatinho da FAB para ir a um leilão de cavalos: o ministro das Comunicações que balança mas não cai, Juscelino Filho.

Todos os críticos apontaram o óbvio: o protocolo de intenções para “combater o racismo” no esporte pareceu apenas um pretexto para que a ministra flamenguista esbanjasse dinheiro público, em uma atitude típica de influencer, e não de ministra de Estado. Por uma ótica de economicidade, o protocolo de intenções poderia muito bem ter sido assinado em Brasília, em evento com os demais ministros da Esplanada, ou no Rio de Janeiro, sede da CBF. Sua assinatura no espetáculo não foi feita à vista de todos nem trouxe uma especial visibilidade para o ato. A imagem que ficou para a sociedade foi de que a ministra queria mesmo era assistir ao jogo do Mengão.

O que mais chamou a atenção foi a reação marcadamente autoritária de Anielle. “É inacreditável que uma ministra seja questionada por fazer seu trabalho de combate ao racismo e cumprir o seu dever”, reclamou a ministra. Ela ainda pretendeu cancelar os críticos, acusando-os de “desinformação, manipulação da verdade e notícias falsas”, o que classificou como “violência política de Gênero e Raça”. Ainda sinalizou virtude ao dizer que abriu mão de estar com sua família para trabalhar em um domingo, e que deixou suas duas filhas em casa, como se fosse uma grande tortura andar de jatinho para assistir a uma final da Copa do Brasil.

A emenda ficou pior que o soneto, como diz o ditado, e isso ficou demonstrado com a resposta desastrosa de Anielle às críticas, o que só aumentou a revolta social e agravou a situação política da ministra. Ficou claro que Anielle não aceita ser questionada e que se vê como alguém que está acima de qualquer fiscalização no exercício de sua função e em seus atos públicos, simplesmente porque ela representa a nobre causa do fim do racismo. A ministra esquece que está em uma posição de poder e de privilégio e que é uma autoridade pública sujeita ao escrutínio da imprensa e da sociedade, que deve prestar contas de seu trabalho para a população.

A ministra ainda se apropriou de uma pauta importantíssima, que é o antirracismo, para se blindar de quem corretamente aponta erros em sua gestão. Ninguém questionou a ministra por ela combater o racismo, mas sim pelo meio equivocado usado por ela para cumprir esse objetivo. A reação de Anielle não raro aflora nessa elite progressista que invoca virtudes e valores que, no fundo, não possui. Gostam de apontar dedos e cancelar os outros, ao mesmo tempo em que se valem das pautas das minorias e da justiça social apenas para avançar suas próprias carreiras e objetivos pessoais de dinheiro e poder. É a expressão perfeita do identitarismo “woke” importado dos Estados Unidos.

O segundo problema que a trapalhada de Anielle Franco revelou é o racismo que existia na equipe de confiança da própria ministra antirracismo. Em pouco tempo, descobriu-se que uma de suas principais auxiliares, Marcelle Decothé, Chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos do Ministério da Igualdade Racial, publicou em suas redes sociais ataques abertamente racistas e xenofóbicas à torcida do São Paulo e aos paulistas: “Torcida branca, que não canta, descendente de europeu safade. Pior, tudo de pauliste”. Marcelle, que viajou de jatinho com Anielle para a final da Copa do Brasil, recebia um salário de R$ 17,1 mil do governo.

O ataque da assessora de Anielle é absurdo em vários níveis. O que ela quis dizer com “torcida branca”? Por acaso toda a torcida do São Paulo é branca? Tenho certeza de que não. E se fosse, teria algum problema? Ser branco é algo pejorativo, ofensivo, ruim? E ser descendente de europeu “safade”, também é algo ruim? Ser “pauliste” é realmente a pior coisa que existe, como deixou a entender a assessora de Anielle? A ministra Anielle Franco deveria, no mínimo, manifestar repúdio a essas declarações, se realmente conflitam com a posição oficial de seu Ministério. 

Afinal, a manifestação caracteriza, em tese, crime de racismo praticado por meio de redes sociais, do art. 20 da Lei 7.716/89, cuja pena de dois a cinco anos é agravada em um terço quando praticado no contexto ou com intuito de descontração, diversão ou recreação. O crime pode ter a pena aumentada mais ainda, de um terço até a metade, se praticado por funcionário público no exercício da função. A pena máxima pode chegar, nesse quadro, a dez anos de prisão. 

É assustador imaginar que esta pessoa, que coloca todas as pessoas brancas em uma caixinha só, pejorativa, era uma das principais responsáveis pela elaboração de políticas públicas de igualdade e pacificação racial em nosso país. Já tivemos experiências suficientes na história do que acontece quando alguém com poder trata um grupo de pessoas da mesma raça de maneira pejorativa e as condena coletivamente – a mais trágica e traumática, é claro, foi o nazismo de Adolf Hitler. De que maneira a fala e o pensamento racista e xenófobo da assessora de Anielle contribui para o fim do racismo no Brasil? O Ministério de Anielle é realmente da Igualdade Racial ou é do Preconceito Racial?

Ao atacar a “torcida branca” do São Paulo e os “pauliste”, a assessore de Anielle acabou praticando justamente o problema que a viagem de jatinho da FAB supostamente devia combater: o racismo no esporte. Ironicamente, Marcelle Decothé integra o grupo de combate ao racismo da CBF, criado no ano passado. Depois da justa revolta com as atitudes da assessore, Anielle exonerou Marcelle e o Ministério anunciou que abriu investigação contra outras servidoras do órgão que acompanharam a viagem e provocaram a torcida paulista nas redes sociais, não sem antes dizer que as postagens foram feitas “em momento de descontração, fora dos ritos institucionais e de tom informal”.

A afirmação contradiz frontalmente a fala da própria Anielle, afinal, ela usou jatinho oficial. Não aceitou ser criticada por “fazer seu trabalho de combate ao racismo e cumprir o seu dever”. Ou as servidoras que acompanhavam a ministra estavam trabalhando, em missão oficial do governo e não poderiam jamais se portar da forma como se portaram, ou não estavam trabalhando em viagem oficial, apenas curtindo o jogo como torcedoras comuns, e portanto jamais poderiam ter acompanhado a ministra no jatinho do FAB. De qualquer forma, o comportamento racista em público das funcionárias, estivessem a serviço ou não, é inaceitável. As justificativas esdrúxulas do Ministério da Igualdade Racial apenas pioraram o problema e expuseram a hipocrisia esquerdista, as contradições dos esbanjadores de dinheiro público e o despreparo técnico e político da ministre Anielle Franco.

O terceiro e último problema de todo o imbróglio foi a ostentação deslumbrada com o dinheiro dos pagadores de impostos, o que infelizmente já é a regra entre os políticos brasileiros. Um levantamento apontou que o ministério de Anielle Franco gastou metade – METADE – das verbas de seu orçamento com diárias e passagens: cerca de R$ 6,1 milhões, dos quais R$ 130,5 mil foram gastos com a ex-assessore Marcelle Decothé. Após a crise deflagrada e alimentada pela ministre, é no mínimo natural questionar se todas essas viagens foram necessárias para atender o interesse público, já que a impressão que ficou desse lamentável episódio é que a ministre e seu time de assessores só queriam, mesmo, assistir ao jogo do Mengão em alto estilo.

Mas cuidado, leitor: se você criticar, a depender da cor da sua pele, podem te acusar de ser um branco raciste, descendente de europeu safade… um verdadeire criminose por violência política de gênero e raça. E, do modo como o governo Lula aparelha os órgãos, quem pode acabar na cadeia é você. Afinal, ultimamente, ninguém liga muito para os fatos, nem para a lei ou a Constituição.

RLIPPI CARTOONS

ROQUE NUNES – AI, QUE PREGUIÇA!

LINGUAGEM NEUTRA

Esta semana quente, aqui na Botocúndia, o que mais ferveu foi o deboche da “ministre” da tal igualdade racial e sua aspone, indo assistir jogo de futebol torrando nossa grana, e depois essa mesma aspone demonstrando qual a verdadeira função desse dito ministério, usando para isso uma forma macaqueada da “Inculta e Bela”, derramando ódio racial, xenofobia e arremedo de guerra entre diferenças etnias, como se o estudo do DNA não tivesse provado que o ser humano, independente de cor da pele, dos olhos, do tamanho dos beiços e coisa que o valha, só se diferencia de uma espiga de milho, por cerca de 1,8% do seu total de genes.

Mas o assunto é outro, e me desculpem se for um texto mais longo do que a paciência de vocês, mas considero necessário trazer esta discussão, até mesmo para alertar aos aiatolinhos que gostam de usar a linguagem neutra, como se ela não tivesse uma função histórica e que nada tem a ver com o discurso de inclusão daqueles que não se colocam nem como homem, ou como mulher, ou árvore, ou espiga de milho. Na fluidez de nossa sociedade, cada um seja o que bem entender, mas uma coisa é certa: é necessário conhecer o que está sendo dito, afinal, palavras possuem significados e sentidos que se emaranham com a história e o comportamento humano.

Para que se possa entender o que é linguagem neutra, necessário que se conheça, primeiramente, o significado da palavra “pessoa”. Esse termo surge, na escrita, pela primeira vez, nos versos do Baghavat Gita, e no poema sagrado Mahabarata, em “sânscrito”, língua falada na Índia, antes da invasão dos povos indo-europeu e ariano, há mais de três mil anos. O vocábulo utilizado para “pessoa” era parisu – vou deixar os termos em outras línguas em itálico para melhor diferenciar -. Parisu significava, literalmente, naquela língua, “Imagem da Divindade”, ou semelhança com Deus. Não é à toa que o Livro das Gênesis, da Bíblia judaico-cristã usa um vocábulo que é quase um espelho do vocábulo parisu para se referir à criação do homem, quando Deus diz “façamos o homem à nossa imagem, segundo nossa semelhança”. Isto é, o vocábulo “pessoa”, na forma original significa, literalmente possuir a imagem de Deus.

Na evolução da palavra parisu, pela troca e contato cultural, os gregos construíram o termo prósopos, denominando as máscaras utilizadas no teatro, pois criam que a arte era a encarnação da divindade, então, quando os artistas colocavam aquelas máscaras, na verdade grega, eram os deuses que se encarnavam nas personagens e agiam por elas, mantendo a mesma raiz de semelhante à divindade. Da palavra grega prósopos surge a figura de linguagem prosopopeia, ou seja, a personificação de algo, ou alguma coisa, nas línguas neolatinas.

Na Roma antiga, a palavra prósopos foi transliterada para a palavra latina persu, que deu origem, nas línguas neolatinas as palavras pessoa (Português), persona (Espanhol e Italiano), person (Francês), e por aí vai, porém, todas elas mantendo esse vínculo com a ideia original de que a “pessoa” é um espelho, ou um reflexo do divino. Dito isto, se faz necessário saber onde a linguagem neutra se encaixa nessa história toda.

É sabido pelos linguistas e pelos especialistas em Gramática Histórica que o latim – tanto o vulgar, quanto o literário – possuíam três gêneros: o masculino, o feminino e o neutro -. O termo neutro era, originalmente, utilizado para se referir a objetos, animais, quinquilharia de qualquer natureza. Entre os governos de Otávio, já entronizado como Augusto, Tiberius Cesar, Calígula, Claudio Cesar e Nero, Roma como capital de um vasto império também possuía seus cidadãos invisíveis e indesejados. Esses cidadãos eram excluídos do ambiente urbano e confinado no que se chamava de “salária”, bairro imundo de Roma, próximo à cloaca máxima, que era onde a cidade de Roma despejava todo o seu esgoto no rio Tibre. Essas pessoas necessitavam ser apagadas do convívio social, como algo não existente, aproximado de um objeto, animal, ou coisa. Desse período passou-se a aplicar a essas pessoas o pronome neutro, a linguagem neutra, como meio de cauterizar a consciência do cidadão de que aqueles seres também eram “pessoas”. A linguagem neutra foi usada para subtrair essa condição de personalidade daqueles cidadãos romanos e outros indesejáveis. Se morressem, não foi um ser humano, foi algo semelhante a se quebrar um vaso, morrer um cachorro. E assim a consciência do cidadão romano ficava tranquila consigo mesma, afinal aqueles ali não eram persu, não possuíam a imagem do divino. Eram coisas.

Com a incorporação do gênero neutro na evolução do latim para as línguas modernas neolatinas, essa característica foi se perdendo, porém, voltou com toda a força durante a Segunda Guerra Mundial nos campos de concentração de Awuchsvitz, Dachau, Sobibor, Treblinka e outros. Os nazistas, além de tatuarem os prisioneiros – judeus, ciganos, homossexuais, entre outros, com um número -, passaram a utilizar uma linguagem neutra para se referir a essas pessoas, com o mesmo objetivo, desumanizar aqueles prisioneiros, nivelando-os a objetos, coisas, cujas mortes não causasse impacto psicológicos neles.

Quando os nazistas se referiam a esses prisioneiros, era usando, exatamente o pronome neutro, a linguagem neutra na tentativa de “despersonalizar”, ou retirar a imagem do divino existentes nessas pessoas, para melhor matá-las. Afinal, alguém que não possui essa característica não é melhor, ou mais importante que um sofá velho todo rasgado, ou uma panela furada, ou uma caneca quebrada. Joga-se fora e não se pensa mais nisso. Não há identidade comigo, não há semelhança que nos une e que nos liga a uma ideia de divino. Descarta-se e pode dormir com o tribunal da consciência em recesso permanente.

Alexander Solejnitz, no livro Arquipélago Gulag descreve a mesma situação vivida nos campos de concentração nazista, só que descrevendo os campos de concentração do regime comunista da União Soviética à epoca de Stalin e depois de Kruschev e Brejnev. Os prisioneiros e indesejáveis daquele paraíso socialista, quando chegavam a cidades prisões como Gorky, Yakutsky, Oymiakhon, recebiam um número como identificação, e não eram chamadas pelo nome, mas sim pelo número. Outra forma de anulação da condição de “pessoa”. Um número é fácil de ser apagado dos registros, é apenas uma sequência de algarismos que não reflete uma personalidade ligada à semelhança do divino. Com isso, o regime comunista, tal qual o nazista conseguiu matar milhões, sem sensibilizar as demais pessoas, afinal, ali, aquele número, aquele pronome neutro não ligava, ou assemelhava, ou melhor, dessemelhava um do outro. Não havia uma identidade, de que o outro é igual a mim, que temos uma semelhança com algo maior, com o divino. Era só um número, era só um “elu”, “Ilu”, “pauliste”, “safade”, ou algo desse tipo. Por quê o “EU” deveria me importar com algo que não se identifica comigo?

Esta digressão longa, na verdade, não saiu de minha cabeça, o Doutor Thiago Pavinatto, apresentador do canal “os tremas nos us”, do Youtube tem um excelente livro que trata desse tema com mais profundidade e fontes bibliográficas bem mais consistente, apesar de eu dominar essas informações há algum tempo, mas entre o calibre intelectual do doutor Pavinatto e minhas caetices bem miolo de pote, sugiro a fonte desse autor.

No entanto, creio que pude, pelo menos, abrir uma discussão, principalmente entre aqueles que defendem essa estropiação da Língua Portuguesa, que denominam de “linguagem neutra”. As pessoas que esposam essa ideologia estão embarcando em uma canoa radical que, à semelhança da Roma antiga e da Alemanha do período nazista e dos países comunistas, vai causar uma tragédia humanitária gigantesca, afinal, que importância tem “elu”, ou “ilu” morrer? Não são humanos, não possuem essa “imagem e semelhança” do divino que o “eu” possui. Vejam, então, o perigo que nossa sociedade está a repetir, por desconhecer a sua própria história.

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

DEU NO X

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

A CIRURGIA DO DILMO

Apesar da brincadeira, esperamos que o Janjo se recupere logo porque ele tem muita conta a acertar com o Brasil.

BERNARDO - AS ÚLTIMAS NOTÍCIAS