JOSÉ DOMINGOS BRITO - MEMORIAL

OS BRASILEIROS: Alberto Luiz Coimbra

Alberto Luiz Galvão Coimbra nasceu em 30/8/1923, no Rio de Janeiro, RJ. Engenheiro, pesquisador, professor e pioneiro ao revolucionar o estudo da engenharia com um método de ensino integral voltado à pesquisa no Brasil. Foi o criador da COPPE/UFRJ–Coordenadoria dos Programas de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 1963, atualmente denominado Instituto Alberto Luiz Coimbra.

Filho de Zahra Braga e Deodato Galvão Coimbra, que motivaram os filhos a falar inglês em casa. Aos 17 anos, a família morou por um ano em Nova Iorque e na volta ingressou na Escola Nacional de Química da Universidade do Brasil, atual UFRJ. Tomou gosto pela matemática e concluiu o curso de engenharia química. Através de seu professor Athos da Silveira Ramos, conseguiu uma bolsa, em 1947, para fazer o mestrado na Universidade Vanderbilt, nos EUA. Lá encontrou uma estrutura de ensino e pesquisa bem diferenciada do que havia no Brasil. Antes de concluir o curso, recebeu a visita do padre Roberto Saboia de Medeiros, que o convidou para lecionar na Faculdade de Engenharia Industrial, em São Paulo. Retornou ao Brasil em 1949; se casou com a estilista Betty Quadros e viveu uns 4 anos em São Paulo.

Em 1953 retornou ao Rio de Janeiro, na condição de professor do Instituto de Química da Universidade do Brasil. Para manter a família com 2 filhos, teve vários empregos e alguns simultâneos. Foi professor na PUC/RJ; no curso de refinação de petróleo da Petrobrás; consultor das empresas Castrol e Carborundum, além de sua firma própria, elaborando projetos industriais. Por essa época obteve o doutorado pela Universidade do Brasil e viu que o ensino brasileiro de engenharia não formava cientistas. Daí nasceu a ideia de implantar um curso de mestrado de Engenharia Química. Em contatos com seu orientador na Universidade Vanderbilt, Frank Tiller, foi-lhe recomendado a visita a diversas universidades norte-americanas. O prof. Tiller tinha ideia de modificar a estrutura da universidade brasileira para algo mais parecido com o modelo norte-americano e considerou que ele poderia assumir esta tarefa.

Nesta época, a Guerra Fria entre EUA e URSS provocou uma mudança nos cursos de engenharia, com ênfase na pesquisa científica, algo que faltava no Brasil. Assim, começa a se formar o embrião que viria a se constituir na COPPE. Para isso era preciso aliar os princípios da matemática, da física e da química ao espírito prático dos engenheiros. Do contrário, os brasileiros estariam para sempre condenados a importar tecnologia. Com professores bem renumerados em período integral com tempo dedicado à pesquisa, o curso iniciou em 1/3/1963 com apenas 8 alunos. Para recrutar mais alunos, mandou duplas de professores às cidades onde havia cursos de Engenharia. Punham anúncio no jornal local, convidando estudantes em fim de curso para entrevista num hotel. Explicavam o que era mestrado e analisavam os interessados. Se o jovem parecesse promissor, era informado que havia uma bolsa de estudos esperando por ele no Rio de Janeiro.

O curso foi progredindo e com recursos do FUNTEC-Fundo de Desenvolvimento Técnico-Científico, o prof. Coimbra animou-se a criar, em 1965, o 2º curso de mestrado: Engenharia Mecânica. Ocupando 2 salas do prédio da Praia Vermelha, ele largou os empregos paralelos e passou dedicar-se ao curso de pós-graduação. Exigia pontualidade dos professores e uso de gravata. Mesmo divergindo da direção da Universidade, conseguiu trazer professores estrangeiros, inclusive da URSS, em pleno regime de ditadura militar. Os resultados obtidos apontavam à necessidade de um nome que englobasse os 2 cursos e os próximos que seriam criados. Assim surgiu o nome COPPE-Coordenação dos Programas de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia.

A partir daí, a COPPE foi alavancada e quando se mudou para instalações mais amplas na Cidade Universitária, em 1967, já contava com 7 programas. Em 1968, com a reforma do sistema universitário, a pós-graduação foi oficializada no Brasil nos moldes praticados pela COPPE. Seu progresso continua com novos professores estrangeiros e a contratação de alguns brasileiros perseguidos pela ditadura militar. Para o prof. Coimbra a Engenharia era desprovida de ideologia política. Mas, isto lhe trouxe problemas com o governo militar. Em 1973, através de uma delação, sofreu um processo administrativo, que resultou no seu afastamento e a um demorado processo que o inocentou. Nesse período foi depor várias vezes, foi fichado e humilhado pelos militares e foi obrigado a depor num inquérito na sede do MEC. Queriam saber por que ele contratava tantos professores russos.

Certa vez, enquanto flanava no calçadão de Ipanema, foi abordado por agentes à paisana e foi levado ao DOI-Codi, no 1º Batalhão da Polícia do Exército, para dar mais explicações sobre os professores russos. Em fins de 1973, o Conselho Universitário proibiu-o de ocupar postos de chefia. Teve que deixar a COPPE e foi trabalhar na FINEP-Financiadora de Estudos e Projetos, a convite do amigo José Pelúcio Ferreira. Contam os amigos que, longe da universidade, este foi o pior momento de sua vida. Foi reabilitado apenas em 1981, com o Prêmio Anísio Teixeira, do MEC. Para recebê-lo, tiveram que revogar a proibição que lhe foi imposta. Pouco depois, retornou à COPPE para assumir a coordenação do Programa de Engenharia Química, onde permaneceu até se aposentar, em 1993, com o título de professor emérito da UFRJ.

Em 1995, a COPPE passou a se chamar Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia. Mas, manteve a sigla COPPE, o maior centro de ensino e pesquisa de Engenharia na América Latina. Em 1973 um grupo do programa de engenharia de produção decidiu criar uma escola de pós-graduação em negócios e fundaram a COPPEAD-Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração da UFRJ. Trata-se de uma das melhores escolas de negócios e seu curso MBA já esteve 11 vezes no Top 100 do Global Ranking do jornal Financial Times.

Em 2015, no cinquentenário da COPPE, seu diretor, o cientista Luiz Pinguelli Rosa, realizou o evento/exposição “Coppe em cinco décadas: a arte de antecipar o futuro”, lançando a revista Engenharia e Inovação e o relançamento do livro Mecânica dos fluídos, de Alberto Luiz Coimbra, presente na ocasião em que foi homenageado pela criação da COPPE e os serviços prestados à Engenharia no Brasil. Na ocasião recebeu o título de Pesquisador Emérito do CPNq. Foi a última homenagem que lhe foi prestada, vindo a falecer em 16/5/2018. Segundo Roberto Leher, ex-reitor da UFRJ, “Em quase seis décadas atuando de forma dedicada na COPPE e na UFRJ, Coimbra contribuiu para o desenvolvimento econômico e social do país e iluminou o caminho não apenas de engenheiros, mas também da instituição universitária brasileira”.

DEU NO X

FERNANDO ANTÔNIO GONÇALVES - SEM OXENTES NEM MAIS OU MENOS

COMPROMISSOS DOMINGUEIROS

Depois de um nutritivo café matinal, tomado após um banho de muita ensaboadura, todos os domingos efetivo alguns vícios. O primeiro é o de ler o Jornal da Besta Fubana, ver se meu texto está nos conformes, responder aos comentários emitidos e ler as demais escriturações escrotas fubânicas, para ficar atualizado sobre os elogios e dedadas CUlturais dos colaboradores diante dos cenários técnicos, políticos, econômicos e sociais do país. Um JBF sempre nota 10 diária, onde explicito umas boas gargalhadas com as charges que muito refletem as esculhambações cometidas nos quatro cantos do mundo.

O segundo momento dominical é mais introspectivo. Por uma boa hora, leio e medito sobre temas espiritualistas e espiritistas, sempre buscando ser uma metamorfose ambulante a La Raul Seixas, aquele menestrel que continua fazendo uma falta arretada. Lanço sempre mão, em primeiro lugar, de um devocional elaborado pelo notável teólogo John Stott (1921-2011), eleito pela revista Time como uma das personalidades mais influentes do mundo. O devocional tem um título: A BÍBLIA TODA, O ANO TODO: MEDITAÇÕES DIÁRIAS DE GÊNESIS A APOCALIPSE, John Stott, 2ª. edição, Viçosa MG, Ultimato,2007, 432 p. Um devocional dividido em três partes: a. Da Criação do Cristo: um panorama do Antigo Testamento (setembro a dezembro); b. Do Natal a Pentecostes: um panorama dos Evangelhos de Cristo (de janeiro a abril); c. Do Pentecostes à Parusia: um panorama do Livro de Atos, das Cartas e do Apocalipse, a vida no Espírito (de maio a agosto).

O resto da manhã é destinado às escriturações semanais: o texto semanal do nosso site www.fernandogoncalves.pro.br, download gratuito, respostas às consultas rápidas feitas por amigos e companheiros de jornadas empreendedoras, na construção das FagNotas, sempre de segunda a sexta, também colocadas no Facebook e ainda enviadas para um bocado de gente via e-mail e zapzap. A manhã é terminada por leituras feitas nos apps do Jornal do Commercio, da Folha de São Paulo e do G1, onde capturo notícias e ideias para os Cadernos do João Silvino da Conceição, meu companheiro desde o primeiro dia de nascido, natalense que nem eu, repleto de uma nordestinidade arretada, sempre muito encharcada de Brasil.

Depois do almoço sem lero-leros, sempre acompanhado de uma geladíssima cerveja sem álcool, um cochilo restaurador de meia hora, em preparação para as assistências televisivas de eventos esportivos, de preferência futebol (masculino ou feminino), volibol (campo ou praia), tênis de quadra, futebol de salão e outros eventos olímpicos, excluindo box, lutas marciais e outras agressões físicas.

A noite é reservada para uma janta ligeira, sopa de feijão com macarrão ou sopa de aspargos, rearrumação do cantinho de estudos, atualizações converseiras com a Sissa, para coletas de inspirações novas para a semana entrante, leitura de um jornal paulista, assistir o programa Perrengue na Band, tomar um banho muito ensaboado, vestir um pijama e ouvir notícias sobre os últimos acontecimentos planetários, inclusive esportivos, também sobre o andamento da guerra Rússia x Ucrânia, liderada por dois líderes peçonhentos que rejeitam a paz concreta em troca de uma obsessão dominadora ou de auxílios financeiros de países poderosos, fabricantes de armas e munições. A guerra teria um rápido final se os dois líderes agressores ficassem diante dos seus exércitos, na frente das metralhadoras e canhões inimigos, também recebendo as bombas vindas do alto.

Recolho-me sempre com a Sissa, após assistir pela TV as últimas esportivas, clamando ao Pai de todos nós, que ajude cada um a seguir bons caminhos, em todos os quadrantes do mundo, assimilando a lição deixada por André Weil, aos setenta e quatro anos:

“Um homem de primeira categoria cerca-se de pessoas tão boas ou melhores do que ele. Um homem de segunda categoria cerca-se de pessoas de segunda categoria. Um homem de terceira categoria cerca-se de pessoas de quinta categoria.”

Adormeço sempre elegendo no íntimo algumas boas personalidades políticas, empresariais, religiosas, civis e militares do Brasil, um país que está a necessitar de uma muito ampla desmediocratização cívica. Bem como uma inadiável desbostalização televisiva.

PENINHA - DICA MUSICAL

DEU NO JORNAL

DUAS DÉCADAS DE PT NO PODER

Roberto Motta

Luiz Inácio Lula da Silva comemora os 42 anos de fundação do Partido dos Trabalhadores, com Fernando Haddad, Janja e Gleisi Hoffmann

“Desde os tempos da Revolução Francesa a esquerda sempre cria a sua própria direita, para não deixar espaço para nenhuma outra.” Olavo de Carvalho

Já se passaram 22 anos desde que entramos no século 21. Durante 16 desses anos o controle do governo brasileiro esteve nas mãos do PT. Para entender o que isso significa, vamos fazer um exercício de imaginação que me foi sugerido pelo economista Marcos Troyjo, ex-presidente do Banco dos Brics.

Imagine que esses 22 anos são como uma semana. Quando ela começa, à meia-noite de domingo, o PSDB já está no poder com Fernando Henrique Cardoso.

Às 3 horas da tarde de segunda-feira, o PT chega ao poder no seu primeiro mandato, ao qual se sucederiam outros três. Isso significa que, na nossa semana imaginária, o PT governou das 3 horas da tarde de segunda-feira até as 3 horas da tarde do sábado. Só nesse momento Jair Bolsonaro, o candidato da direita, assume o poder, e governa até a meia-noite de domingo.

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva ao receber a faixa de Fernando Henrique Cardoso no Parlatório do Palácio do Planalto, em 2003

Repetindo em nome da clareza: se o século 21 até agora fosse o equivalente a uma semana, a direita brasileira teria ficado no poder apenas um dia e meio. Em todos os outros cinco dias e meio a esquerda governou o Brasil.

Outras comparações também podem ser úteis para entender o tamanho da era petista. Ao final do seu atual mandato, em 2026, o PT terá completado 20 anos no comando do país. Esse período é maior do que o tempo total que Getúlio Vargas esteve no poder (15 anos, de 1930 a 1945, somados a mais quatro anos, de 1951 a 1954, um total de 19 anos) e só um ano mais curto do que o período do Regime Militar de 1964 (que durou 21 anos, até 1985).

Getúlio Vargas

O tempo de poder do PT supera o do fundador da União Soviética, o assassino totalitário Lênin, que só ficou no poder sete anos (de 1917 a 1924). O PT supera também o tempo de poder do assassino totalitário – cujo nome me recuso a escrever – que liderou o socialismo nacional alemão e que dominou seu país por apenas 12 anos (de 1933 a 1945). O período do PT no poder ultrapassa de longe a Revolução Francesa, que durou aproximadamente dez anos (de 1789 a 1799), e Napoleão Bonaparte, que esteve no poder durante 15 anos (de 1799 a 1814).

O presidente americano que governou por mais tempo foi Franklin Roosevelt, o único eleito para a presidência por quatro mandatos consecutivos (o que jamais voltará a acontecer, devido à proibição imposta pela 22ª Emenda Constitucional, aprovada em 1951). Roosevelt liderou o país durante a Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial, assumindo o cargo pela primeira vez em 1933. Sua carreira presidencial terminou com sua morte, em abril de 1945, ainda no cargo. No total, Franklin Roosevelt esteve no poder por pouco mais de 12 anos.

Josef Stalin, Franklin D. Roosevelt e Winston Churchill, na varanda da Legação Soviética em Teerã, durante a primeira Conferência dos “Três Grandes”, em novembro de 1943

Mais uma vez o PT ganha fácil.

A permanência do mesmo grupo político no poder durante tanto tempo deveria ser motivo de preocupação para qualquer um que defenda democracia e república. Essa preocupação aumenta com a constatação de que o grupo tem uma visão de mundo incompatível com a realidade moderna.

Com raríssimas exceções que confirmam a regra, as ideias da esquerda brasileira representam um modelo de Estado inchado, aparelhado e obsoleto, submetido a um mecanismo de aquisição e manutenção de poder populista e ideologicamente radical. A gestão pública – ou a falta dela – é caracterizada pela confusão entre partido político, governo e Estado. Essa confusão contamina as instituições com objetivos políticos e ideológicos desconectados da realidade e transforma órgãos e agências estatais – incluindo aqueles encarregados de policiamento, fiscalização e controle – em imensos cabides de emprego para amigos dos poderosos ou em armas de destruição em massa de adversários.

Entre as pequenas e grandes tragédias resultantes dessas ideias estão a intrusão cada vez maior do Estado na atividade econômica e a reversão, através da ditadura do politicamente correto, de uma das grandes conquistas da humanidade: o conceito de direitos fundamentais.

Em vez de serem considerados direitos naturais que nos pertencem desde o nascimento, a liberdade de expressão, o direito de ir e vir, o direito à propriedade e até o direito à autodefesa armada passam a ser concessões graciosas do Estado, que podem ser revogadas – e frequentemente o são – a qualquer momento.

Os líderes iluminados encarregados de escrever leis e regulamentações desconhecem, na maioria dos casos, os fundamentos da administração, da economia e da tecnologia. Os políticos que querem criar um imposto digital reclamam do “bitcoio” e confundem “link” com “print”.

janja corinthians

A história mostra que longos períodos no poder dão a pessoas e grupos uma confirmação de superioridade

O resultado é trágico e cômico, embora a frequência da tragédia seja maior que a da comédia.

Em um país como o Brasil, os poderosos podem muito; podem até afrontar a realidade, desprezar o bom senso fiscal e ignorar as leis ou subvertê-las, prendendo inocentes e soltando culpados. Ainda que essa estratégia não seja sustentável, ela pode durar tempo suficiente para causar estragos irrecuperáveis na vida de milhões de pessoas. Dizendo de outra forma: em algum momento a tempestade vai passar, mas não há garantia de que nosso barco sobreviverá a ela.

O uso do cachimbo entorta a boca. A história mostra que longos períodos no poder dão a pessoas e grupos uma confirmação de superioridade, de pertencimento a uma casta superior para a qual as regras básicas do Estado de Direito – como a igualdade perante a lei – não têm nenhum significado.

Muitas pessoas me param na rua, pedindo respostas que eu não tenho ou compartilhando um desalento que beira o desespero. Eu sempre respondo com fatos: apesar de tudo o que acabei de relatar, apesar da hegemonia petista no poder, apesar do aparelhamento sem limites do Estado e da inversão da lógica da justiça – apesar de tudo isso -, desde 2014 as ruas brasileiras são verde-amarelas, o cidadão comum nunca entendeu tanto de política, e promotores e juízes corajosos ousaram mostrar, com a operação Lava Jato, que ninguém está acima da lei.

As sementes de intolerância, atraso e radicalismo que o PT plantou nas instituições continuam germinando.

Mas uma semeadura melhor já começou.

DEU NO X

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

DEU NO JORNAL

COMENTÁRIO DO LEITOR

DEU NO X

AVACALHARAM A CANÇÃO DA INFANTARIA DO EXÉRCITO. PUTZ…

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A seguir, a versão da mesma Canção da Infantaria, denominada de Rainha das Armas, no tempo em que o meu glorioso Exército Brasileiro não era comandando pelos generalecos esquerdóides de hoje em dia, que batem continência para um ex-presidiário.