DEU NO JORNAL

FOI O TRIBUNAL DOS CUMPANHEROS

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou, em meio o segundo turno da campanha de 2022 para a Presidência da República, que o Partido Liberal (PL) tirasse do ar a propaganda que relacionava o então candidato petista Luiz Inácio Lula da Silva ao ditador Nicolás Maduro, da Venezuela. Segundo entendimento da Justiça Eleitoral, houve abuso da liberdade de expressão.

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

SONETO AO ARCADE FRANÇA – Bocage

No cantho de um venal salão de dança,
Ao som de uma rebeca desgrudada,
Olhos em alvo, a porra arrebitada,
Bocage, o folgazão, rostia o França.

Este, com mogigangas de creança,
Com a mão pelos ovos encrespada,
Brandia sobre a roxa fronte alçada
Do assanhado porraz, que quer lambança.

Veterana se faz a mão bisonha;
Tanto a tempo meneia, e sua o bicho,
Que em Bocage o tesão vence a vergonha:

Quiz vir-me por luxuria, ou por capricho;
Mas em vez de acudir-lhe alva langonha
Rebenta-lhe do cu merdoso esguicho.

Manuel Maria de Barbosa l’Hedois du Bocage,Setúbal, Portugal (1765-1805)

DEU NO JORNAL

DEU NO X

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DEU NO X

AGUARDANDO RESPOSTA DA EMBAIXADA SOBRE A VISITA DO TRAFICANTE

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DEU NO JORNAL

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JOSÉ ALVES FERREIRA – SÃO PAULO-SP

Caro Luiz Berto,

A ser completado o mandato atual de Lula, o PT terá administrado o país por 18 anos, inclusos os anos de Dilma.

E querem mais, já preparando 2026 e eleições seguintes.

A ideia é se perpetuar no poder, tal qual nos países onde buscam inspirações.

No período petista tivemos três escândalos de grande porte – já que falar da tapioca paga com cartão corporativo do Orlando Silva é como bater em cachorro morto – e um impeachment.

A saber: “mensalão” e “petrolão” do Lula e as pedaladas de Dilma, que levaram ao seu impeachment.

O atual mandato não sabemos o que virá, mas pelo andar da carruagem, esperar o que?

Dois anos de Temer foram corroídos pelo assunto da JBS (o famoso diálogo “”tem que manter mesmo, viu?”); convenhamos também que foi pouco tempo para fazer alguma coisa, mas mesmo assim foi diferente, tivemos alguém fora do tal confronto quem é pior.

Desenterramos até a mesóclise.

Chegado ao poder, Bolsonaro parecia ser a mudança tão esperada, aquele que faria a diferença, acabaria com o governo sindical do PT e, finalmente teríamos o governo para todos os brasileiros e, não para um grupo seleto de apaniguados.

Infelizmente, não foi dessa vez.

Veio a tal pandemia, o total desconhecimento do capitão com o cargo que representava, as escaramuças inúteis com vários setores importantes, desembocando no retorno do indesejado: “nós e eles”.

Bolsonaro em certos instantes me fazia lembrar aquele funcionário que consultava a folhinha para ver os feriados e as “pontes”, para sair do corpo de presidente e curtir a vida.

Não se governa como se dirige um sindicato – como o PT – nem tampouco com tão pouco apego ou no grito, como Bolsonaro.

Perdeu-se a grande oportunidade de levar adiante no Congresso a lei que permitia a prisão de condenado em segunda instância, o que abriu a porta da cadeia para o atual governo e, estamos nós com a abertura das catacumbas por ver o retorno de personagens que acreditávamos estar definitivamente banidos da vida pública.

Hoje, o poder está esparramado para várias vertentes e, dele se apropria grupos ou pessoas para seu próprio interesse.

O Congresso faz o que sempre fez: dificultar para obter vantagem, seja em cargos ou dinheiro público, cujo destino nunca fica muito claro.

Tudo acaba no mesmo saco: os de sempre ganham e nós aqui de baixo pagamos a conta.

Nem mesmo temos esperança no judiciário, que deixou de ser seguidor e aplicador da lei, para criar e entender os preceitos legais ao sabor de quem e o que é julgado.

E, segue o baile…

Abraço

Inté

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