
Arquivo diários:6 de maio de 2023
DEU NO TWITTER

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

AFONSO PINHATA LINO – NATAL-RN
Caro amigo Berto,
um maravilhoso final de semana para você e a toda redação!!!!
Já revirei a internet toda e não consegui achar a lista da comoitiva do Janjo que foi a Londres.
Alguém da redação sabe?
R. Meu caro, ainda estamos apurando quantas centenas de parasitas mamadores foram pra Londres.
Já fizemos contato com o FBI americano e a KGB russa.
Ainda não conseguimos fazer contato com o serviço secreto do governo venezuelano: não atendem de modo algum. Parece que tá tudo fechado por lá.
Assim que tivermos alguma resposta, informaremos pra você.
Apenas uma coisa já está confirmada: a turma do salão de beleza de alto luxo, que faz as unhas, corta o cabelo e elimina os piolhos do púbis de Esbanjanja faz parte da equipe.
Um time composto por 78 competentíssimos profissionais, entre machos mesmo e fêmeas de verdade.
DEU NO JORNAL

NO LUGAR CERTO
Fernando Haddad confessou não saber como isentar de imposto de renda quem ganha até R$5 mil.
Promessa de Lula.
Ele bem que avisou em vídeo viralizado na internet: “não entendo nada da economia”.
* * *
Num governo petralha, o Ministério da Fazenda está em mãos certas.
Certíssimas.
Haddad é o homem perfeito para essa função na atual administração federal.
Tanto quanto a Presidência da República está nas mãos certas de um Ladrão Descondenado.
CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

NACINHA – CUIABÁ-MT
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

A UCRÂNIA TEM JEITO
AUGUSTO NUNES

O COLOSSO MARANHENSE
Em 1968, em companhia de outros quatro calouros da Faculdade Nacional de Direito, fiz no Rio de Janeiro um curso intensivo de comunismo. Durante seis meses, na tarde de domingo, os alunos trocaram cortejos de biquínis no Leblon ou algum jogaço no Maracanã por quatro horas numa saleta com pouca luz. A monitora sobriamente trajada descobria logo no começo da aula que, de novo, nenhum de nós passara da página 30 do livro receitado uma semana antes. E o que deveria ser uma troca de ideias sobre os ensinamentos de Marx, Engels e Lenin virava um desfile de insultos à burguesia exploradora, ao capitalismo selvagem e ao imperialismo ianque. Um companheiro abandonou o curso – “Ele optou por prazeres pequeno-burgueses”, diagnosticou a professora. Eu e mais três conseguimos o diploma simbólico sem que tivéssemos lido sequer a orelha de O Capital.
Mas nenhum de nós foi liberado para gabar-se da façanha ou partir sem demora para a conversão dos inocentes úteis. “Não contem pra ninguém que vocês são comunistas”, ordenou a monitora no mesmo dia da formatura. Como assim?, estranhei. Se havíamos acabado de descobrir o paraíso aqui na Terra, por que sonegar aos demais viventes, até mesmo a pais e irmãos, o caminho que leva à Verdade e à Luz? “É cedo”, encerrou o assunto a professora. “A imensa maioria dos brasileiros não está preparada para entender o comunismo.” E ainda não ficou pronta, informa a leitura do programa do Partido Comunista do Brasil. É um buquê de vigarices, sofismas e tapeações.
Fantasia? Flávio Dino, escolhido para o Ministério da Justiça
Na cachoeira de palavras despejadas pelos chefões do PCdoB, “comunismo” não dá as caras uma única vez. O que aparece é “comunista” – mas só no nome do partido. Não há lugar para “liberdade”, e “democracia” só é vista escoltada por “socialista”. (Democracia socialista – eis aí uma dupla perigosa. A China e a Coreia do Norte, por exemplo, têm cara de ditadura, jeito de ditadura, modos de ditadura e são ditaduras. Mas exigem o tratamento de “democracia socialista”. Democracia adulta dispensa acompanhantes.) Para um genuíno comunista, paraíso é o regime de partido único, sem imprensa livre e com descontentes na cadeia. Até que o povo saiba disso, a sensatez recomenda a fantasia de socialista. Foi por isso que Flávio Dino de Castro e Costa se transferiu, em 2021, do PCdoB para o PSB.
Nascido em abril de 1968, o atual ministro da Justiça e da Segurança Pública decerto foi nos anos 80 o melhor aluno de um curso semelhante ao que descrevi parágrafos acima. Meu noivado com a extrema esquerda durou pouco também por ter constatado que comunista mente demais. Flávio Dino casou-se com o PCdoB porque mente mais que respira. Transformado em devoto irrevogável da seita, serviu-a como juiz federal e deputado. Em 2014, sem esconder o caso de amor com o PCdoB, venceu Roseana Sarney na disputa pelo governo do Maranhão. Reeleito, provou ao longo de oito anos que o maranhense é antes e depois de tudo um forte: suporta com o mesmo entusiasmo conformado o reinado da família de um coronel de jaquetão quanto o peso do mais avantajado comunista do Brasil.
Em 2021, enfim desconfiou que o Brasil não é um Maranhão tamanho família. Caiu fora da canoa do PCdoB, embarcou na caravela do Partido Socialista do Brasil, aportou em Brasília na nau dos senadores e, como um bom comunista jura saber até a segunda parte do Credo e do Salve-Rainha, tratou de rezar para que a Divina Providência o infiltrasse no primeiro escalão do governo Lula. Deus é bom, tem o dever de recitar o agora ministro da Justiça e da Segurança Pública. Instalado na Esplanada dos Ministérios, resolveu substituir o senador Randolfe Rodrigues no posto de Primeiro Capinha de Alexandre de Moraes, o Supremo. Com o acúmulo de atribuições, passou a contabilizar mentiras por minuto.
Em São Luiz, o governador candidato à reeleição jurava não ter feito promessas que, como atestara o vídeo exibido segundos antes, berrara no primeiro discurso de posse. Nesta semana, em Brasília, garantiu que só o Telegram não respondera a perguntas que misturavam redes sociais e ataques a escolas. A seu lado, o secretário de Defesa do Consumidor, Wadih Damous, concordava balançando o queixo. A dupla foi surpreendida pelo esclarecimento do Telegram: as respostas haviam sido encaminhadas ao ministério um dia útil depois de recebido o questionário. Quem deve esclarecimentos ao país é Flávio Dino. Ele vem gingando o corpanzil para driblar a verdade em depoimentos em comissões do Congresso. Tem tudo para pisar na bola confrontado com a marcação homem a homem prometida por integrantes da comissão de inquérito instaurada para apurar o que efetivamente aconteceu no Oito de Janeiro.
Pela jurisprudência e pelas decisões do ministro Alexandre de Moraes, as mentiras de Flávio Dino podem ser enquadradas em “flagrante perpétuo”.
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— Revista Oeste (@revistaoeste) May 4, 2023
Por exemplo: se foi advertido por órgãos de informação para o risco de distúrbios em Brasília, por que manteve as dez arrobas em descanso na sede do Ministério da Justiça? O que fora fazer no local do emprego num domingo? O que ficou fazendo depois de desencadeada a onda de violências? Como pode um ex-juiz apoiar com tamanha animação o projeto de lei que, a pretexto de regulamentar a internet, introduz a censura no mundo das redes sociais? Em que critério se baseou para aplicar ao Google a astronômica multa de R$ 1 milhão por hora? Frustrado com a derrota na Câmara, que barrou a ofensiva liberticida, Dino excitou-se com as truculências produzidas por Alexandre de Moraes para castigar as big techs. O ministro do STF fizera o que os defensores do projeto rejeitado pretendiam fazer, alegou. Com isso, admitiu que Moraes protagonizara mais uma invasão do território do Legislativo pelo Judiciário. E confirmou que o ataque togado não se amparava em lei alguma.
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Nesta sexta-feira, aparentemente esquecido de que é um senador licenciado, Flávio Dino comunicou à nação que, embora a Constituição estabeleça a igualdade dos Três Poderes, o Legislativo é menos igual que os outros. Confira trechos do palavrório:
“Temos três caminhos possíveis para esta regulação. Uma é a regulação pela lei, ou seja, por deliberação do Congresso Nacional. Se estes adeptos do faroeste digital conseguissem impor a sua vontade, lembro que temos a regulação derivada de decisões administrativas, inclusive do Ministério da Justiça. E há a regulação feita pelo Poder Judiciário no julgamento de ações que lá tramitam. Então, que fique a mensagem consignada enfaticamente. Os adeptos destas práticas deletérias, nocivas, agressivas, imorais, perderão. Não sei se hoje, se amanhã ou semana que vem, mas perderão.”
Passados menos de cinco meses, Dino fez o suficiente para forçar a atualização da frase famosa de Tom Jobim. O país que nunca foi para principiantes agora anda assombrando os mais tarimbados profissionais. Só no País do Carnaval alguém pode ser ao mesmo tempo comunista, ministro da Justiça, gerente-geral da Segurança Pública e Rei Momo.
RLIPPI CARTOONS

PICANJA MÓVEL
A PALAVRA DO EDITOR

UM SABADÃO BONITO!
Amanheceu um dia bonito aqui nesta beirada do Atlântico.
Um sol bonito ilumina esta amada cidade do Recife.
Chupicleide hoje está muito feliz.
A secretária de redação do JBF já avisou que vai cair na gandaia e tomar umas e outras no final da tarde, lá no Bar dos Cornos, no Mercado da Madalena.
Ela manda um xêro e um agradecimento especial para os fubânicos Benigno Aleixo, Violante Pimentel, Eraldo Moura e Benedito José da Silva
Pra fechar a postagem, minha querida amiga Irah Caldeira interpretando a comovente e tocante música “Oração do Sanfoneiro”, de autoria do também querido amigo Xico Bizerra, um compositor de grande talento, um poeta arretado, um cronista excepcional e, pra nossa grande alegria, colunista dessa gazeta escrota.
Um grande abraço pra vocês dois, minhas queridas figuras Irah e Xico!
E um excelente final de semana para toda a comunidade fubânica.
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

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