DEU NO X

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DEU NO JORNAL

ELA É A CARA DO NOVO GOVERNO

A ministra do Turismo do governo Lula, Daniela Carneiro, gastou mais de R$ 1 milhão em gráficas que não existem, durante a campanha eleitoral que a elegeu.

A denúncia foi feita pelo site Metrópoles, nesta segunda-feira, 16.

Daniela declarou os gastos em empresas “fantasmas”, que estão no nome de um assessor da prefeitura de Belford Roxo, no Rio de Janeiro, cidade em que o prefeito é o marido da ministra, conhecido como Waguinho.

Mais de R$ 500 mil foram pagos às empresas Rubra Editora Gráfica Ltda e Printing Mídia Ltda, ambas em nome de Filipe de Souza Pegado, que ocupou o cargo de assessor do setor de contratos e convênios da Secretaria Municipal de Educação de Belford Roxo, em 2021.

Em 2017, uma ação do Ministério Público do Rio de Janeiro já havia tentado barrar uma contratação da Rubra Editora e Gráfica Ltda, quando Daniela, que na época era secretária de Assistência Social e Cidadania de Belford Roxo, tentou contratar serviços da editora para a prefeitura.

A partir de então, o município, comandado pelo prefeito Waguinho, marido de Daniela, já pagou mais de R$ 6 milhões para a Rubra Editora, de acordo com dados do Portal de Transparência da cidade.

Daniela Carneiro, ministra do Turismo, ao lado do marido, Waguinho, e do presidente Lula 

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Que trio lindo!

Uma trinca de ratos se rindo-se de dentes arreganhados, gozando com a cara dos descerebrados que ainda acreditam neles.

E que votaram no chefe da quadrilha!!!

Putz!

O desmantelo deste nosso país é um caso único no Planeta terra.

DEU NO X

ALEXANDRE GARCIA

PALÁCIO DO PLANALTO SEM MILITARES POR ORDEM DE LULA

Ontem o presidente Lula anunciou que vai tirar da “guarnição”, digamos assim, o Palácio Alvorada, que é a residência oficial do presidente da República, e a residência do Torto, que é uma residência de fim de semana da Presidência da República. Saem 43 militares: Exército, Marinha, Aeronáutica e PMs, Lula diz que não confia mais. E ao mesmo tempo, a gente nota que não há ajudantes de ordens como existiu no mínimo desde 1964, oficiais do Exército, Marinha e Aeronáutica no gabinete do presidente da República como ajudantes de ordens, no posto de capitão em geral e major; agora fui até um tenente coronel, no último governo. Então não vai ter mais.

E nesse ambiente de desconfiança de Lula em relação aos militares, houve um almoço no Ministério da Defesa, o Anfitrião foi o ministro Zé Múcio, que convidou o ministro-chefe do Gabinete Civil, Rui Costa, e os quatro chefes militares: comandante do Exército, Marinha, Aeronáutica e o secretário-geral do Estado, todos oficiais generais de quatro estrelas, das três forças.

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Almoço para remover atritos

Foi uma preliminar para o que estão planejando, um almoço entre o presidente Lula e os comandantes militares e o ministro da Defesa, talvez alguns ministros civis. Uma tentativa de remover os atritos, aliás, boa parte deles criados pelo próprio presidente com declarações que fez segunda-feira, por exemplo, desnecessárias, a respeito dos militares, naquele café da manhã com 39 jornalistas.

Ele disse que os militares acham que são poder moderador e não são nada disso, dizendo que não confia nos militares e essas coisas assim. Disse que sabe que houve militares envolvidos nos acontecimentos do dia 8 de janeiro, então melhor para todos essa pacificação. Não conheço ainda a data marcada desse almoço, mas com certeza haverá.

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Indulto suspenso

Enquanto isso, a ministra Rosa Weber suspendeu o indulto dado pelo presidente da República no Natal, através de um decreto, que é privativo do presidente da República, diz a Constituição. Ele pode dar indulto pra quem ele quiser. Deu indulto para os policiais que estavam sendo acusados por 111 mortes na rebelião do Carandiru em 1992. Aliás, se passaram 30 anos, se fosse agora nem processo crime poderia haver. São 74 policiais, parece que cinco já morreram. Foi numa liminar, ela está de plantão, numa liminar pedida pela Procuradoria Geral da República. É um ato já desfazendo coisas do governo passado.

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Brasil fora do Acordo de Genebra

Outra questão que foi desfeita pelo Ministério de Relações Exteriores, é um acordo assinado em Genebra entre Brasil, Estados Unidos Hungria, Indonésia, Egito, Uganda sobre aborto, para não popularizar o aborto como se fosse meio anticoncepcional, pensando na vida, no bebê, no feto.

E ao mesmo tempo, a ministra da Saúde já desfez uma portaria que obriga, no caso de aborto sob a alegação de estupro, que é legal, avisar a polícia. Porque se a pessoa simplesmente alega que foi estuprada e quer abortar, não é bem assim, tem que fazer o boletim de ocorrência, mostrar as evidências. Inclusive porque estupro é um crime e a polícia precisa investigar, mas foi cancelada essa portaria. Mais um ato que desfaz atos do governo anterior.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MAGNOVALDO SANTOS – PALM COAST – ESTADOS UNIDOS

Grande e Glorioso Berto:

Pois bem, um dia houve em que minha humilde pessoa se encontrou agraciada com a fala e um abraço de um inesquecível personagem de nossa história.

Refiro-me ao mais honesto e patriótico de todos os Presidentes que o Brasil já teve: Jair Bolsonaro.

A paciência desse homem, além de todo o seu carisma, ficou evidente em receber um bom número de pessoas que todos os dias o visitam em sua estadia em Orlando, cerca de 2 horas daqui de casa.

Conheci brasileiros patriotas que viajaram mais de 10 horas para chegar até Orlando somente para vê-lo. Pacientemente tira fotos com todos, autografa bonés e camisas, como os da minha esposa, troca uma palavra de agradecimento a todos que o procuram.

As fotos que lhe envio, tiradas com várias outras, foram feitas com meu aparelho celular, de boa qualidade, e a meu pedido, por um rapaz desconhecido que, com mais dois amigos, viajou de Boston somente para vê-lo.

Diferentemente de aglomerações com petistas, petistos e petistes, o aparelho me foi imediatamente devolvido.

Na segunda foto estava ouvindo a resposta à sua pergunta quanto à minha idade e de onde estava vindo.

Posso dizer aos meus colegas fubânicos que considero uma elevadíssima honra ter recebido um abraço desse homem.

Tenha um dia cheio de paz, saúde e prosperidade, cercado por todos os nossos amigos que professam o credo da honestidade e patriotismo.

Desejo o mesmo aos que preferem o outro lado, sem exceção.

Que Deus abençoe a todos.

Abraços,

R. Meu caro amigo e colunista fubânico, é uma alegria muito grande você compartilhar conosco esta momento feliz de sua vida.

Este encontro com o Presidente Bolsonaro, o homem que foi fraudulentamente tirado do cargo porque não roubava e nem deixava roubar.

Aquele que foi punido porque não é corrupto.

Saúde, paz, prosperidade e longa vida pra você e todos os seus!!!

DEU NO JORNAL

ATRAPALHANDO AS EXPECTATIVAS ECONÔMICAS

Editorial Gazeta do Povo

A condição natural inicial de todas as sociedades e nações é a pobreza. Até meados do século 17, a regra entre as sociedades organizadas em estados e nações era, em termos de renda média por habitante e padrão de vida, a pobreza para a grande maioria da população, ressalvados alguns grupos beneficiados com privilégios fora do alcance da imensa maioria. A criação das condições e dos bens e serviços capazes de construir as bases para elevar o padrão médio de bem-estar social é uma conquista dos últimos 300 anos, quando a humanidade conseguiu vencer o escasso desenvolvimento da ciência, da tecnologia e dos meios de produção, notadamente a infraestrutura física e empresarial.

Antes desse novo tempo, a humanidade enfrentava regularmente escassez de alimentos, mortes por doenças que hoje são facilmente tratáveis, elevada mortalidade infantil, baixa expectativa média de vida, jornadas de trabalho extenuantes e ausência de conforto material. Faz menos de 200 anos que as cidades começaram a deixar de ser imundas, fétidas, insalubres, pestilentas e focos de várias doenças, situação que perdurou até a substituição da carroça puxada por cavalos pelos veículos automotores e pelo trem de ferro. As lindas capitais europeias de hoje tinham suas avenidas e ruas tomadas por dejetos animais, insetos, lixo e sujeira de todo tipo, cuja consequência eram pestes e doenças públicas várias.

A Revolução Industrial, o progresso do conhecimento científico, as invenções e as tecnologias dos últimos três séculos propiciaram a possibilidade real de revolucionar os processos produtivos, aumentar a produtividade do trabalho e o Produto Interno Bruto (PIB) a níveis capazes de elevar o padrão médio de consumo e a melhoria das condições de bem-estar social. O conceito de subdesenvolvimento é produto da Revolução Industrial; é subdesenvolvido o país não conseguiu atingir o padrão de consumo e bem-estar social já alcançado por outras nações, estas consideradas desenvolvidas. A Organização das Nações Unidas (ONU) tem 193 Estados-membros, dos quais entre 35 e 40 são classificados como desenvolvidos e usados como referência para as nações que perseguem o progresso capaz de lhes dar indicadores compatíveis com a superação do subdesenvolvimento.

Isso posto, uma questão que intriga economistas e estudiosos sociais é a busca de explicação pela qual há nações ricas de recursos naturais que, apesar disso, não conseguem eliminar a miséria, reduzir o elevado número de pobres e resolver mazelas sociais como fome, falta de moradia, falta de água tratada e rede de esgoto, e baixo nível educacional. Brasil e Argentina são sempre citados como exemplos de nações com amplos territórios, terras férteis, clima favorável e abundante riqueza natural que, apesar de todas as condições favoráveis, seguem no atraso e na pobreza, sendo que a Argentina já esteve entre as nações mais ricas do mundo em renda por habitante e padrão médio de vida, e hoje caminha celeremente para elevado grau de pobreza.

Embora haja diagnósticos diferentes para a compreensão desse problema, cinco causas aparecem com frequência nos estudos e análises: 1. longo histórico de maus governos, com castas de políticos e burocratas incompetentes e corruptos; 2. alta deficiência qualitativa da educação; 3. precária infraestrutura física (energia, transportes, telecomunicações, portos, aeroportos, sistema urbano de circulação); 4. ambiente institucional e jurídico inibidor do investimento e do espírito de iniciativa; 5. setor estatal inchado, caro e ineficiente, configurando pesado ônus sobre os ombros das pessoas, empresas e processos produtivos privados.

Infelizmente, o Brasil já abusou demais do desperdício de tempo e, considerando o envelhecimento da população e a perda do bônus demográfico, não há mais muito tempo que possa ser perdido, sob pena de jamais tornar-se um país desenvolvido. Apesar disso, a última eleição talvez tenha sido o pleito eleitoral mais precário dos últimos tempos quanto à clareza, por parte dos candidatos, de quais eram suas ideias para a sociedade. A chapa vencedora do pleito presidencial nem mesmo chegou a protocolar plano de governo detalhado. A formação de expectativa econômica no plano nacional tornou-se exercício ao acaso, pois não há elementos de certeza razoável necessários para profecias minimamente críveis. Os primeiros dias do novo governo já demonstraram para onde Lula e o PT querem levar o país, dando marcha a ré em avanços importantes como marcos regulatórios, reforma da Previdência e reforma trabalhista, e apresentando um pacote de contenção do déficit que aposta fortemente no aumento da arrecadação, com minúsculos cortes de gastos. No entanto, ainda é preciso saber que tamanho terá a base aliada no Congresso e se ela será capaz de concretizar ou de barrar os planos petistas. Enquanto isso, expectativas econômicas sérias e bem embasadas estão na coluna de “suspenso”.

PENINHA - DICA MUSICAL