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UM TRATOR DA PORRA !!!

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Um trator da marca Pazuello, mais potente e mais arrasador que o maior modelo da marca Caterpillar, arrasou com um entulho chamado CPI da Covid e botou no chão um monte de parlamentares babacas.

Aqueles que foram classificados de “senadores lulistas” por Rodrigo Constantino nesta postagem aí de cima.

O trator Pazuello é produto de uma fábrica bélica chamada Academia Militar das Agulhas Negras. Que, além das agulhas, tem também peças de grosso calibre e de grande extensão.

Não satisfeito, o trator Pazuello enfiou a sua peça de maior tamanho e de maior diâmetro no furico de um canalha que atende pelo nome de Vagabundo.

Vagabundo ficou com o rabo mais arrombado do que a tabaca de Xolinha.

Um espetáculo magnífico, patriótico, verde-amarelado, pleno de brasilidade e de cidadania, que deixou com o peito lavado a banda decente deste recanto de mundo chamado Brasil.

Uma quarta-feira arretada!!!

O trator Caterpillar perdeu feio pro trator de marca Pazuello

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GROSSO E MAL EDUCADO. QUE HORROR!

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O nobre cidadão brasileiro que atende pelo nome de Daniel Linhares, o que fez esta acertada consideração aí em cima, dizendo que Bozo só fala bosta, apagou a postagem do Twitter.

Mas o presidente genocida, aquele sujeito mal educado, grosso e sem modos, tornou a falar sobre o assunto.

Vejam só o que ele publicou:

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

CANÇÃO – Cecília Meireles

Pus o meu sonho num navio
e o navio em cima do mar;
– depois, abri o mar com as mãos,
para o meu sonho naufragar

Minhas mãos ainda estão molhadas
do azul das ondas entreabertas,
e a cor que escorre de meus dedos
colore as areias desertas.

O vento vem vindo de longe,
a noite se curva de frio;
debaixo da água vai morrendo
meu sonho, dentro de um navio…

Chorarei quanto for preciso,
para fazer com que o mar cresça,
e o meu navio chegue ao fundo
e o meu sonho desapareça.

Depois, tudo estará perfeito;
praia lisa, águas ordenadas,
meus olhos secos como pedras
e as minhas duas mãos quebradas.

Cecília Benevides de Carvalho Meireles (1901-1964)

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MAURÍCIO ASSUERO – RECIFE-PE

Meu caro Editodos,

há algum tempo plantaram um pé de Arruda em Mossoró e o danado floresceu magistralmente até que se personificou numa beleza brejeira batizada com o nome de Flávia Arruda.

Bela, culta, sem ser do lar, pedagoga, especialista, etc. (o currículo da jovem é tão extenso que eu estou com vergonha do Lattes).

Flávia, esbanja sensualidade quando fala, quando ri, quando declama e resolveu nos brindar com sua presença no Cabaré do Berto hoje, quarta-feira, dia 19 de maio.

O cabaré abre as portas às 19h30, sete e meia da noite, e vai até às 20h30.

Para participar basta clicar aqui.

Vai ter um strip tease cultural e Maurino disse que vai dançar na boquinha da garrafa.

Neto Feitosa prometeu gravar e agravar a cena com o irmão de Maurinha do Beco do Cuscuz.

Segue uma pequena amostra do talento de Flávia Arruda…

Abraços

R. Êita peste!!! Danô-se tudo!!!

Hoje eu vou ser o primeiro a chegar no Cabaré Mauriciano.

Num perco de modo algum.

Vai ser pra arrombar a tabaca de Xolinha!

Besta é que não aparecer por lá.

Até mais tarde, meu competente diretor putanístico fubânico!!!

DEU NO JORNAL

BRAÇO FORTE, MÃO AMIGA

Ranking do Global Firepower, portal analítico das forças militares de 139 países, aponta o Exército brasileiro como o 9º mais poderoso do mundo.

Os três primeiros são os exércitos de Estados Unidos, Rússia e China.

* * *

Meu querido e glorioso Exército Brasileiro.

O nono mais poderoso do mundo!

Uma saudosa continência do 3º Sargento Berto!

COLUNA DO BERNARDO

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JESUS DE RITINHA DE MIÚDO

CHORO E POEIRA

Foto do Instagram

Ontem eu vi pelas redes sociais a queda de um casarão em Caicó. E lamentei. Eu lamentei.

E não compreendi como um ato igual aquele pode ser feito numa cidade pulsando cultura, cujo campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte oferece há várias décadas um curso de História. De História! E fico imaginando nas barbas de quantos Bacharéis em História aquele ato foi praticado.

Não questiono e nem argumento sobre a geração de empregos (eu serei sempre a favor da geração de postos de trabalho, e da criação de riquezas). Certamente será ali um ponto comercial.

Mas, há meios de se alcançar os objetivos de lucro preservando o patrimônio de uma cidade.

Em Assu, por exemplo, o grupo de Supermercado Queiroz, com sede em Mossoró, comprou de uma lapada só algumas casinhas e um velho teatro intencionando pôr tudo no chão.

Uma lei municipal impediu essa aberração. O resultado foi a fachada do teatro preservada e uma das frentes de supermercados mais bonitas do Brasil.

Então, por aquilo que assisti ontem nas redes sociais, nasceu a poesia abaixo:

CHORO E POEIRA

Seu doutor, não foi querela
Eu chorei foi por desgosto
Quando vi na mídia exposto
O caso da casa bela.
Uma máquina amarela
Um trator sem compaixão,
Tão frio, sem coração,
Sem passado, sem história,
Desprovido de memória
Botou a casa no chão.

Não sobrou sequer um vão
Um só, seu doutor, um só!
Menos lindo o Caicó
Ficou com a demolição.
Não quero argumentação
Com quem apaga o passado
Pois, um passado apagado
Faz se perder a riqueza
Da cultura, da beleza,
Da história e do legado.

Eu vi aquele sobrado
Sob a pá da escavadeira
Chorando um choro poeira
Por cada vão derrubado.
Era um choro abafado
Pela queda de um paço
Por cada baque do traço
Perdido da arquitetura
Poeira ganhando altura
E se perdendo no espaço.