COLUNA DO BERNARDO

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

NOEL BRANDÃO – GOIÂNIA-GO

“Confiem em mim!”

“La garantía soy yo!”

Luís Roberto Barroso sobre o sistema de votação do Brasil:

“Na urna eletrônica e nas eleições brasileiras, você pode confiar”.

Luís Roberto Barroso sobre João de Deus:

“O que eu posso dizer é que há alguma coisa totalmente transcendente nesse poder que ele tem de exalar o bem, de curar pessoas e de extrair o que há de melhor nas pessoas.”

R. É isso mesmo: confiar nas urnas eletrônicas administradas por esse sujeito abaitolado  é o mesmo que confiar em João do Diabo!!!

Meu caro leitor Noel Brandão, permita-me complementar esta mensagem que você nos mandou com uma bela imagem.

Uma foto da Polícia Civil de Goiás levando preso o santinho que é ídolo do urubu Luiz Roberto Barroso, aquele que tem a bunda assentada no SPT, nomeado que foi por Dilma Rousseff.

João do Diabo foi condenado a 19 anos de cadeia por estupro e abuso sexual de suas “pacientes”.

Veja que linda cena:

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

RODRIGO DE LÉON – PELOTAS-RS

Estimado Don Berto de La Bestía,

Está pago o dízimo do mês.

Um chero na Chupicleide.

E um chute nos bagos do Bosticler.

Abraços

R. Meu caro colunista fubânico, a sua generosa doação já está na conta do Complexo Midiático Besta Fubana.

A inxirida da Chupicleide está aqui relinchando de felicidade com o chero que você mandou pra ela.

E também porque hoje fez um vale de adiantamento de salário por conta das doações feitas pelos nossos amigos.

Na certa, a safada vai encher o rabo de cachaça neste final de semana.

Quanto ao chute nos culhões do nosso faxineiro, o operoso Bosticler, eu acho que Chupicleide mostrou pra ele a tua mensagem e o danado não veio trabalhar hoje.

Precavidamente, deu no pé!

Aproveito a oportunidade para agradecer a doação de sua colega colunista Violante Pimentel.

E também a doação do leitor Aécio Costa.

Vai voltar tudo em dobro pra vocês em forma de alegria, paz, saúde e felicidade.

A patota fubânica é a força que mantém esta gazeta escrota avuando pelos ares deste imenso país, nos ajudando a cobrir as despesas com a hospedagem da página e a manutenção técnica.

Um excelente final de semana pra todos vocês!!!

J.R. GUZZO

DE RENAN A DORIA, OS HERÓIS DA NOVA ESQUERDA

Houve um tempo, neste país, em que para apresentar-se como alguém “de esquerda” o sujeito precisava estar disposto a fazer uma porção de coisas relativamente difíceis. Tinha, para começo de conversa, de correr algum tipo de risco – passar a vida sem dinheiro no bolso, por exemplo, arrumar problema com a família, perder o emprego ou até mesmo, em momentos mais complicados, ir para a cadeia. Era preciso ser contra a propriedade privada, os confortos burgueses e os produtos norte-americanos em geral; nem filme de cinema podia. Só um jornal, em todo o mundo, sabia realmente das coisas – o Pravda da Rússia, infelizmente inútil para quem não entendesse russo. Casos severos de complexo de inferioridade ou de dor de consciência perturbavam a paz mental de quem não fosse operário — ou pelo menos “proletário” de um modo geral.

Era complicado, também, ser uma pessoa compreensível para quem não fosse de esquerda – como explicar, por exemplo, que numa “democracia popular”, o único tipo de democracia que presta, não há eleições, só existe um partido e ninguém pode falar mal do governo? Enfim: o cidadão tinha de ser comunista, ou coisa muito parecida, para ser de esquerda. Em casos extremos, era pior ainda. Apareceram a “resistência ao golpe militar” e a “luta armada”, e aí só se podia definir como realmente progressista quem entrasse em alguma aglomeração terrorista, dessas que assaltavam banco, sequestravam embaixador e matavam sentinela de quartel. Hoje, por exemplo, ninguém sabe o que é “VPR”; vão achar, talvez, que é algum tipo de QR Code, ou aplicativo de celular. Mas naquele tempo havia gente que entrava num negócio desses e acabava com um tiro na cabeça, às vezes dado pelos próprios companheiros, ou num pau de arara do Dops.

Mais recentemente, ou de uns 40 anos para cá, tudo se tornou muito mais sossegado. Apareceram, num momento de tolerância do “regime militar”, o PT e o ex-presidente Lula, e aí tudo ficou lindamente resolvido. Para ser de esquerda não era preciso fazer mais nenhuma daquelas coisas que davam problema; era suficiente ser petista ou lulista. Não precisava nem entrar no partido, ou pedalar dez minutos na bicicleta ergométrica, nem muitíssimo menos abrir mão de algum conforto material – bastava dizer que Lula era um grande nome e votar nele na hora da eleição, ou pelo menos dizer que votava. Em suma: ser de esquerda ficou de graça no Brasil. Mais que isso. Não apenas não há mais o menor perigo para quem entra no “campo progressista” como, na maioria das vezes, foi se tornando muito mais proveitoso, e certamente mais seguro, dizer para o máximo possível de gente: “Eu sou uma pessoa de esquerda”.

No corrente momento, porém, ficou tão fácil ser de esquerda, mas tão fácil, que rigorosamente qualquer um pode proclamar no meio do Viaduto do Chá ou no horário nobre da televisão que está plenamente integrado nas lutas populares etc. etc. Não importa o que o indivíduo faça, ou tenha feito, na realidade da sua vida política, social ou profissional. A única exigência para receber a certidão de “pessoa de esquerda” é autodeclarar-se como tal, ou nem isso; para simplificar as coisas, basta dizer que você é contra “o Bolsonaro”, ou escolher uma opção qualquer do menu apresentado abaixo. Pronto – fica tudo resolvido. Passou a haver tanta gente na esquerda, na verdade, que o próprio Lula começou a ficar incomodado; ultimamente, aliás, deu para dizer que é “de centro”.

Tanto faz. O fato é que existe uma multidão de lulistas, petistas, socialistas, psolistas, boulistas etc. etc. etc. prontos para sacar do bolso a carteirinha de esquerdista. O senador Renan Calheiros, por exemplo: acredite se quiser, mas ele é tratado pela imprensa, pelo mundo político e pelas classes intelectuais como um dos mais notáveis gigantes da atual “resistência” ao fascismo e, por via de consequência, como um homem de esquerda em estado puro. O governador João Doria ou o apresentador de televisão Luciano Huck também são de esquerda, neste Brasil de hoje. Nunca planejaram nada parecido, mas ficaram do “lado certo da contradição” – ou seja, ficaram contra Bolsonaro -, e isso é mais do que suficiente, nas presentes condições de temperatura e pressão, para transformar até Donald Trump num campeão das lutas democráticas e populares. A coisa ficou de um jeito que tem até banqueiro de investimento dizendo que é “de esquerda”. (No Rio de Janeiro há pelo menos um; pode haver outros, escondidos.)

Tudo isso é uma piada gigante, mas há nesse angu gente que se leva terrivelmente a sério – ou pelo menos é levada a sério pela mídia e pelo resto da elite nacional. Quantos? Não se sabe; a maioria, provavelmente, é formada pelos vigaristas de sempre, prontos para se aproveitar daquilo que lhes parece uma oportunidade de proveito pessoal. Em todo caso, sejam batedores de carteira ou inocentes bem-intencionados, o fato é que reagem exatamente da mesma maneira, de forma automática, quando colocados diante dos mesmos estímulos. Todos os novos esquerdistas, em primeiríssimo lugar, são contra o presidente da República, é claro – e os velhos também. Ser de esquerda no Brasil dos nossos dias, igualmente, é ser defensor da quarentena geral e cada vez mais repressiva, por tempo indeterminado, e de preferência para sempre. (É necessário, nessa mesma linha, ser contra a cloroquina.) O esquerdista moderno também é a favor da corrupção, sobretudo a praticada pelas “autoridades locais”. Nem precisa, na verdade, fazer o esforço de dizer que é a favor da corrupção; basta dizer que é contra os “excessos” no combate à ladroagem. Um esquerdista contemporâneo admira as empreiteiras de obras públicas, os procuradores da Justiça do Trabalho e os cultivadores de produtos orgânicos. Assina embaixo, sem mudar nada, qualquer manifesto de artista de novela da Globo, ou dos movimentos das “comunidades” do Rio de Janeiro contra “a violência policial”. É um admirador da OAB.

Lembrar que Lula é um réu condenado em terceira e última instância pelos crimes de corrupção e de lavagem de dinheiro, e isso por nove magistrados diferentes, é positivamente proibido para qualquer pessoa de esquerda no Brasil de 2021; na verdade, aí já é suspeita de fascismo, com viés para genocídio. É óbvio, até para crianças com 10 anos de idade, que um esquerdista de hoje é a favor do Supremo e dos seus onze ministros; mesmo que decidam que o movimento de rotação da Terra é inconstitucional, ou que o ângulo reto ferve a 90 graus, todos eles são heróis da guerra em defesa das instituições democráticas e do Estado de direito no Brasil. Entre eles todos, o colosso preferido pela esquerda é o ministro Gilmar Mendes, que não deixa nenhum acusado na cadeia, salvo se ele foi preso pelo colega Alexandre de Moraes por ser de direita e pela prática de “atos antidemocráticos”. O segundo, entre os mais admirados, é o ministro Edson Fachin, que anulou de uma vez só as quatro ações penais contra Lula.

Ser de esquerda, em suma, é isso tudo e mais do mesmo; é só ciscar nesse terreiro para os novos apóstolos da classe trabalhadora irem aparecendo. De Renan a Boulos, de Doria a Lula, da Febraban ao MST, há para todos os gostos e para todas as preferências.

PEDRO MALTA - REPENTES, MOTES E GLOSAS

GRANDES MOTES, GRANDES GLOSAS E UM FOLHETO DE PELEJA

A genial poeta cearense Dalinha Catunda, colunista do Jornal da Besta Fubana

* * *

Dalinha Catunda glosando o mote

Paixão cega e tosse braba
Só vêm pra lascar o peito.

Não sou mulher de chorar
Por quem não liga pra mim
Eu mando é comer capim
Jamais vou me acabrunhar
Paixão que vem pra lascar
Não acolho e nem respeito
Despacho logo o sujeito
Pois meu encanto se acaba:
Paixão cega e tosse braba
Só vêm pra lascar o peito.

* * *

Chico Nunes glosando o mote:

A saudade é companheira
De quem não tem companhia.

Vivo em eterna agonia
Sem saber o resultado
Deus já me deu o atestado
Pra eu baixar à terra fria.
Em volta só vejo o mal
Deste meio social,
E espero sozinho o dia
De minha hora derradeira…
A saudade é companheira
De quem não tem companhia.

* * *

José Lucas de Barros glosando o mote:

A viola, em silêncio, está chorando,
Com saudade da voz do violeiro.

Chico Motta viveu de cantoria,
Imitando as graúnas sertanejas,
Nos ardores de inúmeras pelejas
Que aprendeu a enfrentar com galhardia;
Seu programa, nem bem raiava o dia,
Acordava o sertão alvissareiro,
Mas, depois do seu verso derradeiro,
Que inda está, nas quebradas, ecoando,
A viola, em silêncio, está chorando,
Com saudade da voz do violeiro.

* * *

Pinto do Monteiro glosando o mote:

Aquela chuvinha fina
Me faz chorar de saudade.

Me lembro perfeitamente,
Quando em minha idade nova,
O meu pai cavava a cova
E eu plantava a semente.
Eu atrás, ele na frente,
Por ter força e mais idade,
Olhando a fertilidade
Da vastidão da campina,
Aquela chuvinha fina
Me faz chorar de saudade.

* * *

Severino Ferreira glosando o mote:

O Nordeste poético ainda chora
Com saudade de Pinto do Monteiro.

Sei que Pinto deixou como recinto
A Monteiro que é sua cidade
O Nordeste até hoje tem saudade
De um poeta pacato e tão distinto
Outro galo não faz mais outro pinto
Que seja poeta e verdadeiro
Se pegar a galinha no terreiro
E tentar fabricar o ovo “gora”
O Nordeste poético ainda chora
Com saudade de Pinto do Monteiro.

* * *

Waldir Teles glosando o mote:

Quando morre um alguém que a gente adora
Nasce um broto de dor no coração.

Quando morre um parente ou um amigo
Resta só lamentar, ninguém dá jeito
A tristeza se aloja em nosso peito
A angústia se apossa do abrigo
O seu corpo levado pra o jazigo
É seguido por uma multidão
Nem compensa apertar na sua mão
É inútil dizer não vá agora
Quando morre um alguém que a gente adora
Nasce um broto de dor no coração.

* * *

Jó Patriota glosando o mote:

A casa que tem criança
Deus visita todo dia.

Quando a criança adormece
A mãe já fraca do parto
Nos quatro cantos do quarto
Deus em pessoa aparece.
O Santo Espírito desce
Distribuindo alegria
Aquela rede sombria
Tem uma mão que balança
A casa que tem criança
Deus visita todo dia.

* * *

PELEJA DE MANOEL RIACHÃO COM O DIABO – Leandro Gomes de Barros

Riachão estava cantando
Na cidade de Açu
Quando apareceu um negro
Da espécie de urubu,
Tinha a camisa de sola
E as calças de couro cru.

Beiços grossos e virados
Como a sola de um chinelo,
Um olho muito encarnado,
O outro muito amarelo,
Este chamou Riachão
Para cantar um duelo.

Riachão disse: – Eu não canto
Com negro desconhecido
Porque pode ser escravo
E andar por aqui fugido
Isso é dar cauda a nambu
E entrada a negro enxerido.

Negro

Eu sou livre como o vento
E minha linhagem é nobre
Sou um dos mais ilustrados
Que o sol neste mundo cobre.
Nasci dentro da grandeza
Não sai de raça pobre.

Riachão

Você nega porque quer
Está conhecido demais
Você anda aqui fugido
Me diga que tempo faz?
Se você não for cativo
Obras desmentem sinais.

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CARLITO LIMA - HISTÓRIAS DO VELHO CAPITA

MOSSORÓ

Uma cidade não é feita apenas de ruas, prédios, praças e jardins; ela é feita, sobretudo, de seus cidadãos que a fazem funcionar; seja um taxista, um ambulante, um garçom, ou qualquer figura simples que trabalha para ganhar o pão de cada dia, ao mesmo tempo trabalha para o funcionamento de sua comunidade, de sua cidade. O povo é a alma de uma cidade. Os homens importantes como governador, prefeito ou vereador estão já inscritos na história oficial com livros mostrando as obras e serviços dessas autoridades. Aqui no meu cantinho quero contar um pouco de alguns simples cidadãos que se fizeram conhecidos na cidade, depois o tempo o fez esquecer, quero registrar alguns famosos anônimos esquecidos, como, por exemplo, Benedito Alves dos Santos, o Mossoró, o mais popular e controvertido dono da noite do século passado em Maceió.

Negro, alto, de sorriso largo, Benedito na juventude foi pintor de parede. Gostava de contar que a primeira cerveja de sua vida, ele tomou em minha casa ao terminar um trabalho de pintura. O meu pai ofereceu uma rodada de cerveja.

Nos anos 60 Mossoró iniciou a trabalhar numa boate em Jaraguá. A partir daí não parou mais, tornou-se o maior proxeneta das Alagoas. Enricou com o agenciamento de mulheres. Conta-se que em 1969 a mulher do Secretário de Segurança, ao passar por Jaraguá de manhã, viu um boêmio retardatário chegar-se ao meio fio, abrir a braguilha e fazer xixi na rua. A madame ficou impressionada, exigiu a retirada das boates do bairro de Jaraguá.

Mossoró tinha uma boa poupança. Além de dirigir a casa, ele trocava dólar; foi o primeiro cambista da cidade, com a determinação de mudar-se de Jaraguá, construiu a Boate Areia Branca no bairro do Canaã. A casa tornou-se o reduto dos boêmios dos anos 70/80.

Contam-se muitas histórias folclóricas do Mossoró. Quando construíram o Estádio Rei Pelé, o Trapichão, ele comprou duas cadeiras cativas: uma para ele, outra para o enorme rádio que sempre levava para ouvir a radiação dos jogos do CSA. Suas cadeiras eram das melhores, vizinhas a do austero Governador Afrânio Lages. Certo tarde, Mossoró encontrou-se com o governador Afrânio em visita às obras no centro da cidade. O Negão não perdeu o rebolado, cumprimentou o governador mostrando intimidade:

– Como está Governador? Vai amanhã por lá?

Os auxiliares do Professor Afrânio tiveram dificuldades em esclarecer que Mossoró havia perguntado se ele iria ao jogo no estádio Rei Pelé e não à Boate Areia Branca, como alguns pensaram maldosamente.

Outras histórias tornaram-se lendas. Na construção dos banheiros da boate o engenheiro especificou revestimento de azulejo. Numa visita à obra Mossoró mandou retirar todos os azulejos brancos já assentados, reclamando que não havia acertado “branculejo”, e sim, azulejo, azul da cor do seu CSA.

O Negão tornou-se um homem de fino gosto. Só usava camisa de seda, sapatos italianos impecavelmente engraxados, correntes de ouro, relógio rolex de ouro incrustado com pedras preciosas. O uísque era do bom e um charuto para dar a importância que ele aparentava. Os ricos de Maceió só trocavam dólar com ele. Mossoró se gabava da amizade com a fina flor da burguesia alagoana. Aprendeu a comer e beber do melhor.

Certa vez, ele estava de boca aberta para o dentista que examinava os dentes, ouviu o diagnóstico que precisava colocar uma nova dentadura inferior. Mossoró assim que pode abrir a boca foi bem claro:

– Doutor, sou rico. Não quero nada inferior, por favor, bote tudo superior.

As histórias com Benedito Alves dos Santos dão um livro.

A última vez que vi Mossoró foi em sua bela residência na Ponta Verde, fui acompanhado de um candidato no tempo de eleição, pedir votos. Ele tinha bom coração, ajudava aos mais necessitados do bairro Canaã, como também ajudava suas meninas, que lhes chamavam carinhosamente de “Pai Véio”.

Outro dia passando pelo Canaã, encontrei tudo diferente, a extensa casa da boate foi transformada em uma caquética pensão “familiar”. No espaço da Casa Areia Branca estabeleceu-se com um acanhado bar, onde vende cachaça e cerveja. Nas paredes do bar algumas fotografias de gente famosa, no fundo fotografias das equipes daquela época do CSA. Com a revolução sexual, os costumes mudaram, hoje já não existem boates, nem figuras de dono da noite e das raparigas como o lendário Mossoró.

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

RAIMUNDO GORÓ – NATAL-RN

Soltaram o prisioneiro
Que criou o Petrolão
Que sujou nossa nação
Com lavagem de dinheiro.
Fez dá justiça um puteiro
Que com ele se articula
E o besta feito uma mula
Comemorando a conquista
Todo cu de comunista
Tem sebo do pau de Lula

Sendo um vagabundo nato
Não gosta de trabalhar
Vive de participar
De greve de sindicato.
No peito tem um retrato
Do Che, outra peça nula
Pela rua ele circula
Bajulando um vigarista
Todo cu de comunista
Tem sebo do pau de Lula

Tem ódio e vive queimando
A bandeira brasileira
Fuma baseado e cheira
Na rua vive cagando.
Ao cão vive cultuando
A Jesus ele macula
Com o crime ele confabula
Vota em ladra terrorista
Todo cu de comunista
Tem sebo do pau de Lula

Torce contra o seu pais
Dos pais nunca se aproxima
Sua pátria subestima
Com tudo ele se maldiz.
Se mostra sempre infeliz
Ódio no peito acumula
Faz comunhão e copula
Com a ditatura chavista
Todo cu de comunista
Tem sebo do pau de Lula