DEU NO JORNAL

É MUITO LUXO !!!

Fachada do imponente e luxuoso Ritz-Carlton

O pagador de impostos que quiser desfrutar da suíte real do Ritz-Carlton, luxuosíssimo hotel em que o presidente Lula se hospedou em Riad, capital da Arábia Saudita, terá que desembolsar R$ 63 mil pela diária.

Com corredores e banheiro em mármore fino, o hotel se define como “oásis” e um dos “mais majestosos hotéis”. Os espaços são apontados como “luxuosos”.

O local dispõe de seis restaurantes, com menu internacional, “SPA de classe mundial” e oliveiras com mais de 600 anos.

O hotel, que tem 492 quartos, já ganhou o apelido de “gaiola de ouro”. Serviu para encarcerar endinheirados sauditas enrolados em corrupção.

A suíte real conta com cama king-size e colchão de penas, o espaço total é de 520m², tão grande que tem até quarto de hóspedes.

A suíte conta com cozinha privada. A sala de reunião tem uma enorme mesa para 14 pessoas, acomoda quase um terço do ministério de Lula.

O gigantesco salão de jantar acomoda duas mil pessoas. Com a comitiva de Lula levando 400 convidados, o perigo é faltar cadeira.

A cama king-size conta com colchão com penas e diversos mimos pela suíte

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Diária de R$ 63 mil.

Esse total dá quantos salários mínimos?

Façam as contas e informem aqui pra gente.

Normal, normal, normal.

Normalíssimo.

A luxuosidade do hotel que hospedou o Ladrão Descondenado está nos conformes da administração lulo-petralha.

Espantar-se? Quem há de?

O regulamento esbanjanjeiro foi seguido à risca.

Agora, aqui entre nós: seria ótimo que essa despesa milionária de hospedagem fosse paga apenas por quem fez o L na última eleição…

DEU NO JORNAL

ALEXANDRE GARCIA

MILEI DEMONSTROU A INSENSATEZ DOS ESTATISTAS

Funcionários da Aerolineas Argentinas não querem assumir o controle da empresa.

Funcionários da Aerolineas Argentinas não querem assumir o controle da empresa

O presidente Lula está na Arábia Saudita. Os sauditas se admiram com o tamanho da comitiva brasileira, mas também se admiram com a falta de fluência em inglês da comitiva brasileira. Eu acho estranho, por exemplo, que o presidente da Apex – o órgão de promoção de exportações do Brasil – não fale inglês. Essa era uma exigência para se ocupar o cargo, mas deram um jeitinho e a exigência foi suprimida. Como o papa não vai à COP, não haverá o encontro de Lula com o papa. E, no fim, muita gente estranha que uma reunião sobre meio ambiente ocorra em uma região produtora de combustíveis fósseis.

Depois, o presidente Lula vai à Alemanha; na volta, não sei se já teremos a confirmação da sua presença na posse do presidente do país vizinho e sócio no Mercosul. Jair Bolsonaro foi convidado, aceitou, e caso Lula também vá haverá uma grande expectativa sobre como o cerimonial da República Argentina vai organizar tudo. Bolsonaro fica representando metade do país e Lula, outra metade, tal como foi no segundo turno da eleição.

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Os empregados da Aerolineas Argentinas não querem virar donos da empresa. Por quê?

Falando em Javier Milei, uma jogada sua sobre as Aerolineas Argentinas me chamou a atenção. A empresa foi fundada em 1949, era privada; em 1979, foi estatizada e ficou assim até 1990, quando foi privatizada e adquirida pela espanhola Iberia. Em 2008, voltou a ser estatal. O governo Macri quis privatizar de novo, mas antes que isso acontecesse veio Alberto Fernández e, além de acabar com o plano de privatização, ainda incorporou a Austral, em 2020. A Aerolineas tem 84 aviões e 12 mil empregados. Quando souberam que Milei pretendia privatizar a empresa, o presidente do Sindicato dos Pilotos, Pablo Biró, disse que antes teriam de matá-lo. Os sindicatos botaram cartazes dizendo “a Aerolineas é nossa”.

Foi então que Milei teve a ideia de entregar a empresa para os empregados. A Varig, aqui no Brasil, era dos empregados da Fundação Rubem Berta, que controlava a empresa. Milei disse “são 84 aviões bons, estão querendo comprar outros 12 da Embraer, o EMB 195, é uma frota boa. Os empregados são trabalhadores, são capazes, eles vão acabar expulsando aqueles que estão só fazendo política e não contribuem em nada. Vamos entregar a empresa para os empregados”.

A reação foi “não, não, não, não queremos!” Os empregados não querem, porque aí vão ter de trabalhar e assumir as responsabilidades. É muito mais fácil que o Estado tape todos os buracos e déficits, deixe as pessoas sem produtividade. Esse é o problema da empresa estatal. A Aerolíneas Argentinas é um exemplo, mas temos aí a nossa Petrobras, que já está acabando com a privatização de refinarias.

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Mais um ministro resolve fugir dos congressistas

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, foi à Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara e foi questionada sobre os casos de miocardite, pericardite, embolias, morte súbita de jovens, quase um surto. Ela disse que não sabia disso, e depois se levantou e foi embora, alegando que tinha de embarcar no voo de Lula. A presidente da comissão, a deputada Bia Kicis, protestou porque o combinado havia sido quatro horas. Houve um rebuliço e a ministra saiu com os assessores. Eu não sei como avaliar a gravidade de um empregado do poder público, como é um ministro, dando as costas para os representantes diretos do povo, que é a origem do poder. Não sei se ainda não estamos acostumados com a democracia, em que o povo é o mandante, mas não sabe disso, enquanto os mandatários que representam o povo tampouco fiscalizam os servidores do povo, que estão recebendo para prestar serviços ao cidadão, que paga impostos exatamente para isso.

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Nunes Marques interrompe a tragédia da retirada forçada de brasileiros em Apyterewa

Uma decisão de Kassio Nunes Marques suspendeu uma ação policial que estava cometendo grande injustiça em Apyterewa. Brasileiros foram para lá, assentados pelo Incra em 1994, mas depois criaram uma reserva indígena em 2007. A tal Extensão Apyterewa é uma reserva de quase 800 mil hectares com 300 índios, 2,5 mil hectares por índio – e nem é mais índio, eu vou chamar simplesmente de “brasileiro” porque não temos de separar, todos são brasileiros. Houve suicídio, houve morte – um sujeito enlouqueceu, quis tirar uma arma de um oficial da Força Nacional, levou dois tiros e morreu –, houve depressão, escola fechando, criança morrendo de medo da barulheira dos helicópteros, dos veículos da polícia, das bombas de efeito moral, gado morrendo de fome, de sede, porque foi obrigado a sair de lá e não tinha mais onde beber, onde comer. Essa tragédia foi suspensa agora.

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NADANDO DE BRAÇADA NAS ÁGUAS DO BNDES

Invoca maus presságios a mensagem de Lula ao Congresso para o BNDES voltar a financiar obras no exterior, até pelo fato de o presidente responder a acusações como tráfico internacional de influência.

Esse modelo malandro de negócios quase rendeu outra condenação de Lula à prisão.

Por meio de uma “exportação de serviços”, o BNDES financiava obras de empreiteiras nacionais lá fora sob a condição imposta ao país beneficiado: o governo brasileiro indicaria a empreiteira. Sem licitação.

A Odebrecht foi a que mais abiscoitou obras bilionárias, como o porto de Mariel (Cuba) e o aeroporto da Guiné Equatorial, entre muitas outras.

Sob contratos secretos, o esquema selecionava ditaduras sem órgãos de controle independentes, e pagamento direto à empreiteira no Brasil.

O BNDES garantia juros camaradas e carência maior que a expectativa de vida dos ditadores, e driblava a lei que prevê aprovação do Senado.

* * *

Esta notícia começa dizendo que “invoca maus presságios” a mensagem enviada pelo Ladrão Descondenado para o Congresso, envolvendo o financiamento de obras no exterior pelo BNDES.

Eu quero saber o seguinte:

Existe alguma atitude, ato ou providência tomada por esse sujeito que não tenha maus presságios?

Que não seja associada a coisas ruins e funestas?

Me digam-me vocês que entendem de ciências ocultas.

E ciências de ocultação de proprinas…

charge-bndes – blog da kikacastro

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

ÚLTIMO CREDO – Augusto dos Anjos

Como ama o homem adúltero o adultério
E o ébrio a garrafa toxica de rum,
Amo o coveiro – este ladrão commum
Que arrasta a gente para o cemiterio!

E’ o transcendentalissimo mysterio!
E’ o nous, é o pneuma, é o ego sum qui sum,
E’ a morte, é esse danado numero Um
Que matou Christo e que matou Tiberio!

Creio, como o filósofo mais crente,
Na generalidade decrescente
Com que a substância cósmica evolui…

Creio, perante a evolução imensa,
Que o homem universal de amanhã vença
O homem particular que eu ontem fui!

Augusto dos Anjos – Wikipédia, a enciclopédia livre

Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos, Cruz do Espírito Santo-PB (1884-1914)

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