Conhecimento NUNCA É DEMAIS! Obrigado Lula por nos ensinar a diferença da Jaca e da Uva 😂😂😂😂 Obrigado por matar nossa saudade da Dilma hahahahahaha COMPARTILHE pic.twitter.com/s1J9ZZN15r
— Jonathan Nemer (@JonathanNemer) November 7, 2023
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— Jonathan Nemer (@JonathanNemer) November 7, 2023

Coletiva de imprensa de divulgação do balanço da aplicação do Enem
Fiquei assustado com a falta de clareza na prova de domingo do Exame Nacional do Ensino Médio, principalmente depois que o ministro da Educação justificou que o ministério não tem responsabilidade pela elaboração das questões, pois foram feitas por “professores independentes”. Ele já está lavando as mãos ante a péssima repercussão do que está contido nas provas. Eu lecionei Português no ensino médio por quatro anos e Linguagem em faculdade de Jornalismo por outros quatro anos. Por isso estou assustado. Pelas amostras que vi, percebo que teria sérias dificuldades em responder à múltipla escolha, por não conseguir entender o que fora proposto e o que realmente estava sendo perguntado. Nem o autor das duas músicas sobre as quais se pediam pontos comuns, Caetano Veloso, foi capaz de responder. Ficou indeciso entre várias respostas.
A bancada do agro no Congresso protestou contra o cunho político-ideológico com que a agricultura foi tratada, mas nem preciso entrar nessa questão polêmica. A militância política exposta na prova é Paulo Freire posto em prática. Não preciso entrar no conteúdo dos enunciados nem das respostas sugeridas para me assustar com o futuro. Porque, se professores redigiram essa prova, é porque eles estão falando, nas salas de aula, da mesma forma. Espero que sejam apenas burocratas que trabalham fora da sala de aula. Mas, se não são, fico imaginando como comunicam suas ideias aos alunos, com tanta falta de clareza, de simplicidade, frases gigantescas, enroladas, obscuras. Neurônios caóticos.
O tema da redação é um modelo disso: “Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil”. Cruzes! O que seria isso? Lendo o trabalho exaustivo de muitos intérpretes, concluí que o tema era “escreva sobre a profissional que também é dona de casa”. Pobre do aluno do curso médio que precisou descobrir o que esses “professores independentes” queriam. Os melhores exegetas e filólogos ainda não conseguiram traduzir “pragatização de seres humanos e não humanos” que está numa das questões.
Um tenente de cavalaria inglês, em 1898, na Índia, escreveu a melhor fórmula para se comunicar: “Das palavras, as mais simples; das mais simples, as menores”. Em 1940, ele foi o primeiro-ministro que enfrentou o exército nazista: Winston Churchill. Apenas suponho que discípulos de Paulo Freire nunca tenham lido Churchill, embora ele tenha se aliado a Stalin para derrotar Hitler. Mais tarde, no Brasil, Chacrinha sentenciava nos auditórios: “Quem não se comunica se trumbica!”. É o pessoal do visualizar, do disponibilizar, do colocar, do protocolizar – palavras quilométricas substituindo curtinhas, para terem tempo de encontrar a palavra seguinte da frase, na falta de vocabulário. Este Enem serve para saber a que as novas gerações estão submetidas. Nem comunicar nem ensinar.
Fica tranquilo, o governo vai distribuir jaca no lugar da picanha. 👍 pic.twitter.com/7UKi3KnQf1
— Junio Amaral (@cabojunioamaral) November 7, 2023
Eu tenho a impressão de que países totalitários aplaudiriam esse discurso de pé. pic.twitter.com/XQG4nrQICJ
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) November 6, 2023
Termina amanhã (8) a promessa de retirar os brasileiros da Faixa de Gaza, mas a única certeza é o fracasso do governo Lula.
Principalmente em razão da sua ligação aos terroristas do Hamas.
Perdeu o respeito.
* * *
Dizer que governo petralha perdeu o respeito é redundância.
Essa administração “eleita” nas urnas eletrônicas não merece respeito e nem tem vergonha na cara.
Não custa nada ressaltar que o desastre lulo-petralha só tem o respeito dos descerebrados deste país.
Que carregam o Ladrão Descondenado num andor, enquanto desfilam pisando na lama que assola a nação.
Testei o ChatGPT!
Vinha adiando esse momento há semanas, mas, no último sábado, não resisti: baixei o aplicativo no celular e comecei a usá-lo.
Ao ver que os textos da tela estavam em inglês, comecei com pergunta simples e óbvia:
– Posso fazer perguntas em português?
– Claro!
Passei então os parâmetros da minha demanda: uma fábula que falasse sobre a relação do Estado com a sociedade, tendo como personagens um cão pastor e um rebanho de ovelhas.
Menos de um segundo depois, a resposta:
– Claro, aqui está uma fábula que representa o poder do Estado sobre o povo:
“O Cão Pastor e o Rebanho de Ovelhas”
Era uma vez um cão pastor chamado Max, que cuidava de um grande rebanho de ovelhas em uma vasta planície. Max sempre agiu de forma protetora e sábia, mantendo as ovelhas seguras dos perigos que as cercavam. Ele as liderava com firmeza, garantindo que cada ovelha seguisse as regras e mantivesse a harmonia no rebanho.
No início, o rebanho de ovelhas estava contente sob o comando de Max, pois o Estado (representado por ele) fornecia segurança e organização. As ovelhas viviam pacificamente, sem medo dos lobos e outros predadores que rondavam.
No entanto, com o tempo, Max começou a exercer um controle cada vez mais rígido sobre o rebanho. Ele estabeleceu regras estritas e limitou a liberdade das ovelhas, alegando que era para o bem delas. As ovelhas começaram a se sentir oprimidas, e sua voz foi silenciada.
Max também começou a tomar mais recursos das ovelhas, acumulando riquezas em nome do Estado. As ovelhas, embora produtivas, não viam os benefícios de seu trabalho árduo.
Certo dia, uma ovelha chamada Lila decidiu questionar o poder de Max sobre o rebanho. Ela reuniu coragem e expressou suas preocupações, pedindo mais participação e justiça no Estado. Max, por outro lado, não estava disposto a abrir mão de seu controle.
A história de Max e do rebanho de ovelhas destaca como o poder do Estado, quando não é equilibrado e responsável, pode se tornar opressivo para o povo. É importante que o Estado proteja e sirva ao povo, em vez de dominá-lo, para que a harmonia e a justiça possam prevalecer em uma sociedade.
– Espero que esta fábula ilustre o que você estava procurando!
Gostei do trabalho da inteligência artificial. Usou todos os elementos que forneci, criou um texto leve e, ao mesmo tempo, conduziu o leitor a uma reflexão sobre a importância do Estado e os cuidados com os seus excessos, capazes de oprimir a sociedade, os indivíduos. Tudo isso escrevendo corretamente.
Um detalhe importante: cumpriu a tarefa em menos de um segundo!
E uma curiosidade: deu ao cão pastor o mesmo nome do nosso cãozinho Shitzu, o Max. Como não passei essa informação ao ChatGPT, acredito que tenha sido coincidência. Ou não. Dizem por aí que nossos celulares nos escutam, mesmo quando estão desligados.
Teorias conspiratórias à parte, reconheço que o trabalho da inteligência artificial me surpreendeu positivamente.
Mas, como nunca estamos 100% satisfeitos, senti falta de algo que chamo de “vida do texto”. Alguma coisa que incomode o leitor, que o faça lembrar que a vida real é bem diferente das nossas teorizações.
Então, acredito que, se eu mesmo a escrevesse, a fábula seria mais dramática.
Falaria do rebanho sendo atacado frequentemente por lobos, que devoravam três ou quatro ovelhas todos os dias, além das que se feriam no combate com os lobos e acabavam morrendo depois. O cão pastor – um enorme Kangal talvez – chamado para lhes dar segurança, teria um apetite voraz e sempre crescente. Sendo o próprio cão tão carnívoro quanto os lobos, comeria quase tantas ovelhas quanto as que eram devoradas antes da contratação de sua proteção. Daí decorreriam grandes conflitos internos no rebanho, pois seria necessário encontrar uma maneira de escolher as ovelhas que virariam comida de kangal. Quem sabe o cão chamasse outros dois de sua espécie para dividir com ele o poder, sob o argumento de que, cada vez que um deles extrapolasse do seu poder, seria contido pelos outros dois. Há muitas possibilidades a partir daí…
Admito, porém, que, com os elementos que entreguei ao ChatGPT, seria difícil ele se afastar da conclusão de que “o poder do Estado, quando não é equilibrado e responsável, pode se tornar opressivo para o povo”.
Em resumo: gostei da brincadeira; e, no que havia de essencial na fábula proposta, penso que a inteligência artificial saiu-se muito bem.