DEU NO JORNAL

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UM NIKOLAS NA ONU INCOMODA

Nikolas Ferreira

Participantes da Cúpula Transatlântica da ONU, em Nova York.

Participantes da Cúpula Transatlântica da ONU, em Nova York

Na última sexta-feira (17), tive a honra de participar da Cúpula Transatlântica como liderança jovem na ONU. O evento que marcou o 75º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos celebrou a preservação da vida desde a sua concepção e a família como o núcleo da sociedade. A experiência não poderia ser melhor; tive a oportunidade de conhecer pessoas de diversos países, transmiti a mensagem que representa milhões de brasileiros e, no fim, porque sempre há a cereja no topo do bolo, o feedback histérico da esquerda, com choro e ranger de dentes.

Assim que o meu discurso começou a viralizar, as narrativas começaram, sendo a melhor delas a afirmação: “Não foi na ONU’’, que depois se transformou em: “Alugaram uma sala na ONU’’. Até entendo que, como bons esquerdistas, tais opositores estejam bastante acostumados a participar de eventos fechados e cercados unicamente pela própria militância, mas mais uma vez me impressiona como eles seguem acusando outros de serem como eles. O roteiro nunca muda, só os personagens.

A repercussão do evento se tornou tão grande que, desta vez, tiveram de acionar o “megazord progressista’’ para tentar anular o estrago feito. Influenciadores, políticos e jornalistas da assessoria de imprensa lulista, todos espumando de raiva pois nesta oportunidade o discurso não foi sobre estocar vento, não houve imitação de foca e ninguém afirmou que o Macron é o presidente da Argentina. Por falar nisso, nunca foi o Macron e não será o Sergio Massa.

Sobre a imprensa, inclusive, foi bom ver que alguns jornalistas, mesmo sem serem de direita, se prontificarem a rebater os militantes das redações para informar a verdade. Ainda que com dificuldades, o jornalismo sério parece respirar, mesmo por aparelhos, dentro da velha mídia. Algo bem diferente do que acontece no lado vermelho, que tentou minimizar o meu inglês, que sei e admiti no próprio evento não ser perfeito, mas que, felizmente, está longe de ser um “dilmês’’ que solta pérolas como “work alcoolic’’.

O incômodo não parou por aí; até alguns liberais, que necessitam surfar na onda dos trending topics, reapareceram. Esses aprenderam bem que a única forma de não afundar cada vez mais no ostracismo é fazer avaliação até de sobrancelha de quem está em alta. Alguns deles, visando um projeto de poder, se consideram os paladinos da moralidade para atacar conservadores. Quando os erros são dentro do próprio grupo, inclusive os mais graves, a resposta é o silêncio. Até dizem curtir muito a liberdade de expressão, mas para defender os seus topam se transformar em seus próprios censores.

Dentro da ONU e com transmissão na Web TV das Nações Unidas, tive a grata oportunidade de falar para diferentes nações sobre como a esquerda visa destruir a família, utilizar a distorção da realidade, a relativização e a destruição da identidade para cooptar e manipular principalmente os jovens. Mais uma vez, pude defender a vida desde a concepção, abordar a doutrinação ideológica, a guerra cultural e expor a hipocrisia dos ativistas ambientais tão atuantes nos últimos quatro anos, mas que agora estão desaparecidos enquanto o fogo consome a Amazônia e o Pantanal. E, claro, mesmo não sendo novidade, também não poderia deixar de reforçar que Lula é ladrão e que deveria estar na cadeia.

Para aqueles que nem mesmo querem enxergar que a grama é e continuará sendo verde, podem ficar com a versão alternativa de que a reunião aconteceu no sítio de Atibaia e o fundo foi criado utilizando chroma key. A sede da ONU definitivamente não é um salão de festas de um condomínio onde se aluga espaços, mas a mente dos esquerdistas parece ser, pois renovei com sucesso o contrato de um ambiente do tamanho do triplex do Guarujá por lá.

Se há um espaço, mesmo que pequeno, para a direita dentro de uma organização internacional, é sinal de que ali há mais liberdade do que dentro das universidades brasileiras. Toda essa ira não é pelo fato de onde a cúpula ocorreu e, sim, porque ela ganhou destaque e não foi pela declaração de alguém que pensa exatamente como eles, já que essa é a única “democracia’’ que aplaudem. A farsa do teatro das tesouras foi exposta e a falsa oposição hoje ganhou espaço na chapa e nos ministérios do governo que tanto criticava. É compreensível que estejam desesperados agora que estamos ocupando locais que antes eram completamente dominados por eles.

Sei que quanto mais alcanço pessoas, maiores serão os ataques dos inimigos. Por outro lado, jamais consideraria me acovardar, mesmo que não houvesse tantos comigo. Agradeço a Deus pela oportunidade, aos organizadores pelo convite e pelo apoio que recebi presencialmente pós-evento e posteriormente nas redes sociais. Reforço a necessidade de seguirmos avançando onde temos pouca ou nenhuma representatividade. Costumo dizer que o presente é deles, mas o futuro é nosso; e não medirei esforços para que um dia eu diga: o presente é nosso, e o futuro também.

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

ESTELA E NIZE – Alvarenga Peixoto

Eu vi a linda Estela e, namorado,
fiz logo eterno voto de querê-la;
mas vi depois a Nize, e a achei tão bela,
que merece igualmente o meu cuidado.

A qual escolherei, se neste estado
não posso distinguir Nize de Estela?
Se Nize vier aqui, morro por ela;
se Estela agora vier, fico abrasado.

Mas, ah! que aquela me despreza amante,
pois sabe que estou preso em outros braços,
e esta não me quer, por inconstante.

Vem, Cupido, soltar-me destes laços:
– faze de dois semblantes um semblante,
ou divide o meu peito em dois pedaços.

Inácio José de Alvarenga Peixoto, Rio de Janeiro-RJ (1742 1793)

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ROQUE NUNES – AI, QUE PREGUIÇA!

COISAS INTERESSANTES

Há algum tempo, escrevi um texto para esta nossa gazeta, imitando Emille Zolà, denominado “J’accuse”, onde assaquei dez acusações contra o Supremo Tribunal Federal e o perigoso caminho que aquela corte constitucional estava direcionando o país, e qual seria o resultado desse encaminhamento que, para o bem de alguns poucos, e mal da maioria da população, impingiria uma mancha, uma nódoa que, dificilmente seria apagada de nossa história, e da história de um Tribunal Constitucional em que se sentaram nomes como Nelson Hungria, Victor Nunes Leal, Sidney Sanches, Ellen Grace Northfleet, Carlos Ayres Britto, entre outros tantos.

Infelizmente hoje, os tempos são outros, as cabeças são outras e a plasticidade moral do brasileiro de compactuar com o mal, mas o mal em sua essência, que assemelha aquela corte às mais sombrias reuniões que o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães fizeram, quando buscaram a “solução final para o povo judeu”, na Segunda Guerra Mundial, parece ter se tornado coisa do cotidiano.

Parece que a história brasileira vive em ciclos, repetindo os mesmos erros do passado, agindo da mesma forma irracional, anticivilizatória, irresponsável e legiferante, mas sem um parâmetro de moralidade, de humanidade e, mesmo de legalidade. Falo da morte do preso político Cleriston, ocorrido nesta semana, no presídio da Papuda, no Distrito Federal, e dos seus culpados direta e indiretamente por essa morte. Morte que, aquilo que nos restava de reserva moral, de civilização, infelizmente, foi esgoto abaixo depois desse fato.

Hoje, posso dizer, sem medo de errar, sem medo de estar cometendo um ato de injustiça, ou mesmo de impiedade, que nossa sociedade se rebaixou à barbárie, nos nivelando aos mesmos padrões de regimes políticos assassinos que persistem ainda no planeta. O que nos diferencia de uma Uganda de Idi Amin Dadá? O que nos torna moralmente superior ao Camboja de Pol Pot? O que nos torna diferente de uma Líbia de Muammar Gadafhi? Que baliza ética nos diferencia de uma União Soviética de Josef Stalin? Nada. Absolutamente nada. Nos rebaixamos ao mesmo patamar de assassinos compulsivos, para quem matar o outro, era apenas um aperitivo do café da manhã.

A morte de Cleriston, na cadeia, sem acusação formal, sem individualização do ato, sem direito algum – direito que está inscrito naquele monte de bobagem que nos acostumamos a chamar de Constituição Federal de 1988 -, foi a cereja do bolo que faltava para que o mundo reconhecesse que hoje, no Brasil, vivemos um regime de exceção, cujos mandantes e executores de tal assassinato são bem conhecidos, mas se consideram intocáveis.

Eu acuso todo o Supremo Tribunal Federal de HOMICÍDIO!!! Sim, homicídio doloso. E não a figura de uma única só pessoa. Todo aquele tribunal é culpado de homicídio. Não há ali um único ministro honrado que, sabendo da verdade, sabendo do chamado devido processo legal, não denunciou, seja no plenário físico, ou virtual a enormidade do arbítrio que se estava cometendo, ou na imprensa, ou no Senado Federal, ou em fóruns internacionais, as barbaridades ali cometidas. São figuras pusilânimes, covardes e lenientes com o mal em sua expressão mais danosa. O Supremo Tribunal Federal é culpado de fazer presos políticos, de matar preso político e se considerar acima de todo bem, ou mal da sociedade. Onde estão os homens de “ilibada reputação e notório saber jurídico” daquela corte? Onde estão os defensores da dita Constituição Federal de 1988, que juraram defender? Acovardados e dando aplausos para um ato de ignomínia, transformando o Brasil em uma ditadura das mais asquerosas e impiedosas do mundo.

Eu acuso o Senado Federal, e não só a figura de seu presidente, pela covardia e aprovação de atos que violam, de maneira escancarada o ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO. Diz o regimento interno daquela casa que o plenário está acima da mesa diretora. No entanto, esse mesmo plenário ficou calado, olhando para o outro lado da janela, enquanto atos criminosos estavam sendo perpetrados do outro lado da Praça dos Três Poderes. Que três poderes? Que democracia? Que regime de contrafreios é esse? O Senado Federal, todos os 81 senadores estão, também, com as mãos sujas do sangue do Cleriston. Um senado acovardado, microscópico em sua altivez, anão político, cúmplice de homicídio. Um senado que virou as costas para o Brasil, para as leis, para a decência e para a civilidade.

Se o presidente daquela casa é culpado, mais culpados são aqueles que fazem parte do pleno do senado. Hoje, apenas discursos pusilânimes, desrespeitoso contra a memória de um cidadão. Um discurso que deveriam ter vergonha de proferirem em respeito à memória do cidadão que morreu sob a custódia do Estado, enquanto seu pedido de habeas corpus dormia em silencio nas mãos do ministro de um caso que nem deveria estar na corte constitucional do país, haja vista nenhum daqueles cidadãos presos ter foro privilegiado por prerrogativa de função. O senado federal brasileiro, todo ele, sem exceção é culpado, também, pela morte do Cleriston.

Eu acuso a Ordem dos Advogados do Brasil – OAB -, também como cúmplice e culpado pela morte do cidadão. Esse sindicato, bem mais organizado e com mais poder que os demais, mas ainda sim, um sindicato, calou-se, e sub-repticiamente aprovou as ações do STF que, flagrantemente violavam aquele amontoado de bobagem chamado Constituição Federal, pois estava e está envolvido com um projeto de poder que visa perpetuar-se no mando do país. A OAB, tal qual o senado olhava para outro lado, enquanto as mais graves violação dos direitos da pessoa humana eram violados. Onde está a OAB de Raymundo Faoro e Sobral Pinto? Onde está o Senado de Teotônio Vilela? Onde está o STF de Sidney Sanches e Carlos Ayres Britto? Infelizmente essas instituições morreram. O que sobra hoje é apenas um amontoado de homicidas que estão dando de ombros para a população brasileira.

Eu acuso a imprensa brasileira de ser culpada e cúmplice no homicídio de Cleriston. Suas mãos estão, também, sujas de sangue inocente. Cadê a ABI de Barbosa Lima Sobrinho? A mesma ABI que, na morte de Wladimir Herzog se levantou acima da barbárie e se colocou como baluarte da civilidade, hoje está quieta, cúmplice de homicídio, escondendo fatos da população, pois espera nacos desse poder, e esquece que quem detém o poder não o divide. É o sério namoro entre a corda e o pescoço.

Eu acuso os organismos de Defesa dos Direitos Humanos de cumplicidade nesse homicídio. Onde estão os defensores dos Direitos da Pessoa Humana? Provavelmente alguns humanos, tais quais no pensamento esquerdista e nazista valem menos que os outros. A sua leniência, seu silêncio ensurdecedor só prova uma única coisa: para essa entidade, qualquer um que não reze por sua cartilha e não se ajoelha diante de suas visões deturpadas e taradas de mundo, são carne barata e que podem ser descartadas como se fossem apenas um estorvo no meio da sala.

Eu acuso as Forças Armadas, na figura de seus oficiais comandantes de leniência com o arbítrio, com a violação da dita carta constitucional que, na atualidade reduziu-se a um papelucho que nem para embrulhar pão, aquelas folhas têm serventia. Onde está o Exército de Caxias? A Marinha de Tamandaré, que se cobriu de glória nos Campos de Avaí? Onde está a Força Aérea Brasileira que nos campos italianos trouxe glória para si e para o Brasil? O silêncio dessas forças dói a não poder mais no ouvido de todo brasileiro que ainda tem algum sentido de decência e civilidade.

Eu acuso a Polícia Federal do Brasil de estar se comportando como a GESTAPO de Heinrich Himmler. Ou esqueceram, ou convenientemente fecham os olhos para o fato de que ordem ilegal não se cumpre, e mandado que viola a dita constituição não se dá andamento. Não vi nenhum representante do sindicato dessa polícia denunciar o arbítrio, ou mesmo dizer “Não vamos cumprir ordem ilegal”. A covardia desse sindicato e dessa instituição, se não fosse revoltante, seria motivo de riso e de piada de salão. Não é. A Polícia Federal também tem culpa nesse homicídio.

Eu acuso o Ministério Público de se vergar a manhas e birras de um tribunal que, há muito deveria ser deposto por trair a constituição de 1988. As mãos do Ministério Público também estão sujas com o sangue do Cleriston, e de outros brasileiros que “ainda” vão morrer em presídios, sem culpa formalizada, sentenciados em lotes e sem direito a defesa. O Ministério Público que, tantas vezes descartou e engavetou acusações robustas de crimes, hoje, também olha para o outro lado da janela, enquanto cidadão estão sendo moídos em suas honras e tendo suas vidas destruídas por sádicos que, ao vestirem capas pretas se consideram deuses da moralidade e decência.

Hoje vivemos em uma nação enganada, violentada em sua essência, sob o risco do tacão da impiedade, da injustiça, do arbítrio, feito por aqueles que são pagos pelo povo para cumprir a lei. Uma nação calada, enganada por promessa de vida fácil. Serei eu o próximo a sofrer esse arbítrio? Posso ser, é quase certeza, porém, Brasil, “verás que um” legítimo “filho teu, não foge à luta”. Não digo que tais que citei sejam traidores da pátria. São homicidas. HOMICIDAS! E essa mancha ficará para sempre no currículo das instituições nacionais. Que Deus tenha piedade de nosso povo.

RLIPPI CARTOONS

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LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

A DENGUE MATA POUCO

O Bozo não comprou a pseudovacina que seria contra Covid: Genocida.

O Cramulhão não quer comprar a VACINA CONTRA DENGUE (vacina de VERDADE), com anos de pesquisa e aprovada no Brasil: Ninguém comenta.

Aceitacionistas, intelectuais e isentões ignoram.

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FALA, DELEGADO !