DEU NO X

NA LATA DO BOCA DE VELUDO

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J.R. GUZZO

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE OU MINISTÉRIO DAS ONGs DE MARINA SILVA?

Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva

Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva

O governo federal, já que não encontrou nada de útil para fazer neste seu primeiro ano de passeio por Brasília, poderia mudar outra vez o nome do Ministério do Meio Ambiente. Já mudaram para “Meio Ambiente e Mudança do Clima”, como se pudessem impedir que o clima mude de uma estação para outra, como tem sido sua tendência nos últimos 4 bilhões de anos. Poderiam, agora, chamar de Ministério do Ambiente, da Mudança do Clima e das ONGs da Ministra Marina.

Já que eles gostam de inventar novos nomes e novos ministérios, combinaria bem ampliar o alcance deste importantíssimo posto de vanguarda do lulismo: em todo o bioma do governo, é hoje o ministério que mais desenvolve, alimenta e reproduz a espécie de corpos conhecida como “organização não-governamental”. Ou seja, aquela praga de lavoura que só pensa em governo, justamente – ou, para ser mais preciso, só pensa no dinheiro que está no governo.

A ministra Marina Silva, em quase um ano de governo Lula, conseguiu não fazer absolutamente nada pelo ambiente – as queimadas estão aumentando, o desmatamento continua sendo uma desgraça, a Amazônia está do jeito que estava. Não há nenhuma melhora na qualidade do ar ou nas emissões de substâncias nocivas. O saneamento básico, que tem de ser a prioridade absoluta em qualquer programa de melhoria ambiental nem é com ela – e o resto do governo, na prática, é contra as obras de esgoto e água encanada.

Em compensação, na área em que tem acesso a verbas, Marina vem se tornando uma campeã nacional em matéria de ONGs e, naturalmente, na provedora-mor da prosperidade e do bem-estar dos seus donos. Está envolvida, para ficar só nos casos mais feios, num “Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, ou “IPAM” – cuja principal realização foi gastar 80% do seu orçamento de 40 milhões de reais, em 2022, com o pagamento da folha salarial de seus próprios funcionários, viagens e “consultorias”. Agora se meteu numa história ainda pior. Um “Instituto Socioambiental”, ou “ISA”, dirigido por ninguém menos que o secretário executivo do ministério de Marina, também gastou mais de 80% dos 140 milhões de reais que recebeu do Fundo Amazônia e de entidades estrangeiras em salários, viagens e as inevitáveis “consultorias”. Você já adivinhou: o presidente do Conselho Diretor desse “ISA” é também dono de uma empresa de consultoria que vende suas consultas para o próprio “instituto”.

O “IPAM”, também sustentado por dinheiro do Erário e doações internacionais, diz que já fez “1.200 artigos científicos”; atribui a si próprio, igualmente, um vago “aumento de renda” para os moradores de um assentamento na Amazonia. O ISA diz que ajuda nas “estratégias de enfrentamento do desmatamento”. Nos dois casos, sua única atividade que está fora de dúvida é gastar consigo mesmos quase todo o dinheiro que recebem do governo e das doações. Qual a surpresa que poderia haver nisso tudo? Farsas raramente são apenas farsas; acabam custando caro, e quem paga por elas é o público.

Enquanto o pau come solto nos IPAMs e ISAs da vida, a ministra Marina diz que estamos lançando “nano-mísseis” na atmosfera e faz alarmantes avisos de que estão acontecendo mudanças na “regularidade cósmica”. Mais ainda: propõe, simplesmente, que se abra um “corredor humanitário para salvar as crianças da guerra do clima”. Sério? Levando-se em conta que, segundo a própria ministra, essa guerra atinge o mundo inteiro, fica difícil entender para onde iria esse corredor das crianças. Para fora da Terra? É essa gente, e suas ONGs, que governam hoje o Brasil.

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O LADRÃO VAI INDICAR O AMIGO COMUNISTA BUCHUDO

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COMENTÁRIO DO LEITOR

PANO DE CHÃO E EDREDOM

Comentário sobre a postagem É TUDO POR AMOR

Luci Oliva:

Essa corja vive fazendo merda mas quado são divulgadas ficam putos da vida e partem para ofender quem as divulgou.

Como vivem das mentiras, como ele disse que fez na campanha, não suportam que falem as verdades.

São uns hipócritas metidos a gente do bem.

Canalhada.

É muito pano de chão querendo se passar por edredom.

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RLIPPI CARTOONS

DEU NO JORNAL

UMA ZONA CHAMADA MINISTÉRIO

Rebaixado a ministro de Micro e Pequenas Empresas, há cinco meses, Márcio França ainda não conseguiu marcar um segundo despacho com o chefe desde a posse de 1º de janeiro.

Ao contrário do “microministro”, como os petistas se referem a França, subordinados de segundo escalão batem ponto com frequência.

Mesmo queimado, Jean Paul Prates (Petrobras) foi recebido 12 vezes no Planalto.

Até o presidente argentino Alberto Fernandez conseguiu mais: foram quatro reuniões este ano.

Presidente do Sebrae, entidade de micro e pequenas empresas, Décio Lima esteve com Lula duas vezes, mais que o chefe Márcio França.

França joga bola fora desde o começo do ano. Anunciou bilhetes aéreos a R$ 200, uma piada, e embaçou a privatização do Porto de Santos.

Celso Amorim, que apesar de mandar no Itamaraty não é o ministro de fato, também teve mais reuniões privadas, oficialmente, quatro.

França obteve o único despacho quando ministro de Portos e Aeroportos.

Após entrar desde na zona de rebaixamento, só vê Lula de longe.

França joga bola fora desde o começo do ano

* * *

Tá pouco.

Em se tratando de um gunverno lulo-petralha, tá muito pouco mesmo.

O Ladrão Descondenado tem que aprontar mais presepadas ainda.

Ele tinha que dar ordens pra esse idiota do França desabotoar a braguilha dele e segurar sua bimba aposentada enquanto ele mija.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JOSÉ EDINALDO DA SILVA – TAIPU-RN

Rescaldo

O doente. O paciente.
A vida doentia.
A esposa, raposa.
Vadia…

A festa, a testa…
Os chifres.
Eu não vi. Tu visse?
A noite, o dia.
Vadia. Corredia…

A leira, a cadeira, a esteira.
Lá en-vém ela…
Faceira, sorrateira, fuleira.
Bandoleira…

E a sociedade? Abomina?
Recrimina?
Nada, nada, nada desatina.
A santa perdoa.
Pecadinho à toa.
Sai tudo na urina…

Dedé Varella de Taipu – Direto da Faixa de Gaza