COMENTÁRIO DO LEITOR

CARLOS EDUARDO SANTOS - CRÔNICAS CHEIAS DE GRAÇA

VENEZA AMERICANA

Recife, a Veneza Americana

Inspirado em notas de Fernando Novais, quando se referiu à minha cidade como “Porto dos Arrecifes”, informo que ao me dedicar a estudos sobre a obra de Francisco Augusto Pereira da Costa – Anais Pernambucanos – observei que a capital do meu estado já foi conhecida – inclusive em documentos antigos e por vozes populares – por vários topônimos, o que me chamou a atenção para o tema desta crônica historiográfica.

Ouvi falar em várias denominações da cidade, desde as populares às documentadas. E falarei um pouco sobre o tema.

Inicialmente conhecida como “Porto de Olinda”, (atual Bairro do Rio Branco) porque ali se instalou a zona de atracação de navios. Em seguida, foram construídos os armazéns, uma balança para pesar caixas de açúcar e pau-brasil; depois, face ao progresso, surgiram algumas casas de moradia.

Séculos a seguir, veio um traçado de metrópole, com as duas avenidas principais – Rio Branco e Marquês de Olinda, prédios em estilo neoclássico e uma moderníssima ponte-giratória. Até o início dessas reformas era chamada: “Ribeira Marinha dos Arrecifes”.

Mais adiante, desejando Nassau planejar a “Metrópole Brasileira”, focou um novo traçado para ruas e casas, na parte que era conhecida como “Ilha de Antônio Vaz”, ficando a região do porto referida como “Rio Branco” e “Bairro do Recife Antigo”, passando a atual área de Santo Antônio a ser conhecida como “Cidade Baixa”, dado à relação com Olinda, que era a Cidade Alta.

O Recife deixou, em passados anos, de ser “Aldeia do Recife” e começou a disputar com Olinda – que era a “Cidade Alta” – o privilégio de ser uma cidade que cresceu e se tornou capital de Pernambuco. A denominação de “Cidade Baixa” foi criada pelo pirata inglês James Lancaster, que passou pelo Recife em 1594, para fins de saque.

“Aldeia do Recife” e “Povoamento do Recife” foram dois topônimos que seus habitantes ouviram falar, com certa insistência, a partir de 1630. É interessante assinalar que o principal bairro do Recife – que viria a se chamar oficialmente: Bairro de Santo Antônio e contava apenas com 130 casas sendo os sobrados de um e dois andares, além de lojas.

Fico imaginando como essa cidade conseguiu acomodar tantos soldados que vieram da Holanda para tomar o Brasil de assalto, aqui permanecendo durante o período de 1630 a 1654.

Quando o Príncipe Maurício de Nassau aqui chegou e começou a traçar as linhas de uma urbe moderna, concentrou na Ilha de Antônio Vaz a sede do Governo, instalando os tribunais, a Casa da Moeda, a alfândega, as repartições públicas e o empório comercial. Recife tomou corpo. Seria nos anos 1950, com o advento das iniciativas da Sudene, a “Metrópole do Nordeste”.

Com o passar do tempo outras denominações foram aparecendo em jornais: “Cidade dos Rios e das Pontes”, “Cidade dos Arrecifes”.

Uma das mais importantes denominações foi “Cidade Maurícia”, em homenagem popular ao alemão Johann Moritz von Nassau-Siegen, nascido em Dillenburg, que aqui chegou contratado pela Cia. das Índias Ocidentais, no período da invasão holandesa, para ser o Administrador de Pernambuco, pessoa que deu ao lugar foros de “Capital do Brasil holandês”, outro título importante do Recife.

Uma curiosidade! Há vozes correntes e títulos de livros que costumam citar o nome abrasileirado – Maurício de Nassau – como nascido na Holanda, quando, na verdade, era um príncipe alemão e cujo registro de nascimento consta da forma como se escreve no idioma germânico: Johann Moritz.

Em dias recentes eufemisticamente denominnaram minha cidade como: “Recife – Capital do Frevo e do Maracatu”. É mesmo! Para confirmar bastaria se ouvir Cristina Amaral cantando “Recife Manhã de Sol”, notável peça de Jota Michiles, e por esse motivo já poderemos batizá-la com nova denominação: “Recife – Primavera dos Amores”. Vejamos:

Recife Manhã de Sol – De Jota Michiles e interpretação de Cristina Amaral

Todavia, teremos que considerar que em 1938, o radialista Luiz Campos – mais conhecido como Ziul Matos, escreveu os versos e o maestro Nelson Ferreira musicou o frevo-hino que tem atravessado os tempos, tornando nossa cidade a encantadora:

“Recife – Veneza Americana”. Autores: Ziul Matos e Nelson Ferreira

Com o coral misto da Fábrica de Discos Mocambo

“És Veneza Americana
Do mais lindo céu de anil
Minha terra hospitaleira
Namorada do Brasil”.

E assim, considero o Recife não apenas “A Namorada do Brasil”, mas a cidade que é a “Veneza da América do Sul”, portanto, a “Veneza Americana”.

DEU NO JORNAL

UM NOVO LEMA PARA O IBGE

Editorial Gazeta do Povo

Márcio Pochmann, presidente do IBGE, durante seminário em São Paulo, em setembro de 2023.

Márcio Pochmann, presidente do IBGE, afirmou que está insatisfeito com a forma atual de divulgação dos dados coletados pelo órgão

Já se vão quase 30 anos desde que o então ministro da Fazenda, Rubens Ricupero, disse a um jornalista, enquanto se preparava para uma entrada ao vivo em um telejornal, que “eu não tenho escrúpulos; o que é bom a gente fatura, o que é ruim a gente esconde”. Apesar de a frase ter sido dita fora do ar, ela foi captada por telespectadores que tinham antena parabólica, e Ricupero entregou o cargo ao então presidente, Itamar Franco, dias depois. Mas, ao que tudo indica, este espírito segue vivo, e o mote deve ganhar sobrevida no IBGE de Márcio Pochmann, o ideólogo radical de esquerda escolhido por Lula em julho para gerenciar a produção e divulgação de estatísticas sobre vários temas, inclusive a economia nacional.

Na semana passada, ao empossar Daniel Castro – que já havia trabalhado sob Pochmann no Ipea, durante os governos Lula 2 e Dilma 1 – como coordenador do Centro de Documentação e Disseminação de Informações (CDDI), Pochmann disse não gostar do modelo atual de divulgação de dados, em que jornalistas são recebidos para entrevistas coletivas com técnicos do órgão, capazes de explicar e destrinchar os números e responder às perguntas (às vezes incômodas) da imprensa. “A comunicação do passado era aquela que (sic) o IBGE produzia as informações e os dados, fazia uma coletiva e transferia a responsabilidade para o grande público através dos meios de comunicação tradicional (sic). Isso ficou para trás”, disse o presidente do IBGE, sem esconder aquela hostilidade tão característica do petismo em relação aos veículos de comunicação.

Pochmann já tomou uma atitude prática neste sentido: a área de Comunicação Social, que era uma coordenadoria autônoma, irá para o guarda-chuva do CDDI de Daniel Castro. Embora não tenha afirmado com detalhes o que viria no lugar dessa “comunicação do passado”, a dupla acenou para o uso das plataformas próprias do IBGE e os perfis do órgão nas mídias sociais, embora ambos os meios já sejam usados. O objetivo, afirmou Castro, é “chegar na Dona Maria e o Seu João diretamente”, como se todos os brasileiros, independentemente da faixa de renda, fossem usuários pesados de mídias sociais e não recorressem, por exemplo, à televisão para ter acesso ao noticiário, até para compreender melhor o que dizem os números levantados pelo IBGE. Além disso, essa ênfase no desprezo pela intermediação da imprensa deixa subentendidas outras intenções.

No discurso de posse de Castro, Pochmann ainda afirmou que, com “o deslocamento do centro dinâmico do mundo para o oriente, já não está perceptível (sic) as melhores soluções apenas no ocidente. O oriente também traz informações” – mais especificamente, a China, já que os presidentes do IBGE e do Instituto Nacional de Estatística chinês estiveram juntos em setembro. Talvez as “melhores soluções” que Pochmann tenha ido buscar no gigante asiático incluam a suspensão da divulgação de informações incômodas, como os números do desemprego juvenil, que vinha subindo mês após mês até que a publicação do dado foi interrompida em agosto. Da mesma forma, as estatísticas chinesas sobre a Covid-19, especialmente quanto às mortes, foram alvo de crítica praticamente desde o início da pandemia, sendo consideradas nada confiáveis.

Pochmann nem precisaria ter ido tão longe para buscar esse tipo de inspiração. O Indec argentino sob Cristina Kirchner manipulou os números da economia tão pesadamente que por vários anos a revista The Economist se recusou a publicar os dados oficiais. E o próprio Pochmann, a julgar por relatos de sua passagem pelo Ipea, já vinha colocando em prática o lema de faturar sobre o que é bom e esconder o que é ruim: por ocasião da escolha de Pochmann para o IBGE, o ex-gerente de área Paulo Tafner afirmou ao jornal O Estado de S.Paulo que a prática corrente no órgão era engavetar estudos com conclusões desagradáveis e publicar rapidamente os que reforçaram as narrativas petistas. Nesta toada, o que “ficará para trás” não será o estilo de comunicação do IBGE, mas a sua credibilidade.

MARCELO BERTOLUCI - DANDO PITACOS

FANÁTICOS

Eric Hoffer foi um filósofo e escritor, premiado com a Medalha Presidencial da Liberdade. Em 1951 Hoffer publicou seu primeiro livro, “O Verdadeiro Crente: Pensamentos sobre a Natureza dos Movimentos de Massa”, onde analisa a questão do fanatismo. As citações destacadas ao longo do texto são dele.

Segundo Hoffer, os movimentos de massa surgem de um sentimento coletivo de frustração. O desespero ou a revolta levam a ações imediatas, ainda que improdutivas; a frustração, por outro lado, acumula-se aos poucos e faz surgir o fanatismo, que não é uma ação em si, mas uma postura ou uma atitude.

“O fanático não é realmente um defensor de princípios. Ele abraça uma causa não por causa de sua justiça ou santidade, mas por causa de sua necessidade desesperada de algo para se apegar.”

“É surpreendente ver como os oprimidos quase invariavelmente se moldam à imagem de seus odiados opressores.”

“É pela sua promessa de um senso de poder que o mal freqüentemente atrai os fracos.”

Embora o livro tenha foco na Europa durante a primeira metade do século 20, as suas conclusões servem como uma luva ao Brasil de hoje; se há coisa que não falta por aqui são motivos para alguém se sentir frustrado. Nunca fomos um país de grandes catástrofes: nem naturais, como terremotos, vulcões ou furacões, nem humanas, como guerras e revoluções. E mesmo sem catástrofes, paira sempre aquela sensação de derrota, de inferioridade, de problemas não solucionados, de situações que não deveriam existir mas existem. Em outras palavras, frustração.

“As pessoas assombradas pela falta de propósito de suas vidas tentam encontrar um novo conteúdo não apenas dedicando-se a uma causa santa, mas também nutrindo uma queixa fanática. Um movimento de massa oferece oportunidades ilimitadas para ambos.”

“A paixão pela igualdade é, em parte, uma paixão pelo anonimato: ser um fio dos muitos que formam uma túnica; um fio não distinguível dos outros. Ninguém pode nos apontar, nos medir contra os outros e expor nossa inferioridade.”

O irônico aqui é que o fanatismo que nasce do sentimento de frustração se torna rapidamente mais uma causa para ela. Como Hoffer explica, o fanático não deseja resolver nenhum problema; deseja apenas transferir a culpa para os outros e livrar-se das responsabilidades e das escolhas. Quanto mais fanáticos na sociedade, menos espaço existe para solucionar qualquer coisa, porque o fanático prefere viver com o problema do que aceitar uma solução que não seja exatamente a que ele defende.

“Fé em uma causa é em grande parte um substituto para a fé perdida em nós mesmos.”

“É mais fácil amar a humanidade como um todo do que amar o próximo. Algumas das piores tiranias de nossos dias se dizem a serviço da humanidade, mas podem funcionar apenas colocando o vizinho contra o vizinho.”

Os vários tipos de fanatismo tendem a se misturar e a se igualar. A religião, por exemplo, cada vez mais é vista como um buffet, onde cada um se serve apenas do que gosta e ignora o resto. A consequência é que as igrejas se transformam em um clubinho de fanáticos, onde não se cultivam a sabedoria e a virtude, mas apenas os sentimentos básicos do fanatismo. Na política, o debate intelectual dá lugar a uma briga de torcida, onde cada lado cultiva o ódio ao adversário acima de tudo. O resultado é sempre o mesmo: o fanático se vê como parte de um grupo que é superior ao restante da humanidade, e se arroga o direito e a sabedoria para “consertar o mundo”.

“A qualidade das idéias parece desempenhar um papel menor na liderança do movimento de massa. O que conta é o gesto arrogante, a total desconsideração da opinião dos outros, o desafio individual do mundo.”

“Para os frustrados, a liberdade da responsabilidade é mais atraente do que a liberdade da restrição. Eles negociam sua independência para aliviar os fardos da vontade, de decidir e ser responsáveis pelo inevitável fracasso. Eles voluntariamente abdicam do direcionamento de suas vidas para aqueles que querem planejar, comandar e arcar com toda a responsabilidade.”

“É duvidoso que os oprimidos lutem pela liberdade. Eles lutam por orgulho e poder – poder para oprimir os outros. Os oprimidos querem acima de tudo imitar seus opressores; eles querem retaliar.”

Segundo Hoffer, o fanatismo nasce com “homens de palavra”, mas se consolida com “homens de ação”. Explicando: os movimentos de massa nascem a partir da retórica de algum bom orador (às vezes até involuntariamente), mas à medida em que crescem, serão usados por líderes que os usarão como instrumentos de poder. Pode-se dizer que a maior parte da história humana foi escrita por pessoas que souberam colocar as massas a seu serviço na busca pelo poder.

“Ao observar os homens de poder em ação, deve-se ter sempre em mente que, quer eles saibam ou não, seu objetivo principal é a eliminação ou neutralização do indivíduo independente – o eleitor independente, consumidor, trabalhador, proprietário, pensador – e que todo dispositivo que eles empregam tem como objetivo transformar os homens em um instrumento de animação manipulável, que é a definição de Aristóteles para um escravo.”

“O líder personifica a certeza do credo e o desafio e a grandeza do poder. Ele articula e justifica o ressentimento condenado nas almas dos frustrados. Ele acende a visão de um futuro de tirar o fôlego, de modo a justificar o sacrifício de um presente transitório. Ele encena um mundo de faz de conta tão indispensável para a realização do auto-sacrifício e da ação unida.”

“O salvador que quer transformar os homens em anjos é tão inimigo da natureza humana quanto o déspota totalitário que quer transformá-los em marionetes.”

Os elementos fundamentais em qualquer movimento de massa são as certezas absolutas e o inimigo absoluto. Estes elementos tiram dos ombros do fanático o peso de pensar por si mesmo. É muito mais fácil ser adepto de um grupo onde as verdades já estão prontas para serem simplesmente aceitas. É mais fácil odiar alguém do que assumir responsabilidades.

“Todos os movimentos de massa se esforçam para interpor uma tela à prova de fatos entre os fiéis e as realidades do mundo. Eles fazem isso alegando que a verdade absoluta e suprema já está incorporada em sua doutrina e que não há verdade nem certeza fora dela. Os fatos sobre os quais o verdadeiro crente baseia suas conclusões não devem ser derivados de sua experiência ou observação, mas do ato sagrado.”

“O fanático se recusa a acreditar em qualquer notícia desfavorável, e não ficará desiludido ao vê-la com seus próprios olhos. A capacidade do verdadeiro crente de fechar os olhos e tapar os ouvidos aos fatos é a fonte de sua inigualável fortaleza e constância. Ele não se assusta com o perigo, não desanima com obstáculos nem é confundido por contradições, porque nega sua existência.”

“Dê orgulho às pessoas e elas viverão de pão e água, abençoarão seus exploradores e até morrerão por eles.”

“O orgulho nacionalista, como outras variantes de orgulho, pode ser um substituto para o respeito próprio.”

“Os absurdos grosseiros e as verdades sublimes são igualmente potentes em preparar as pessoas para o auto-sacrifício, se forem aceitas como a única e eterna verdade.”

“Movimentos de massa podem se elevar e se espalhar sem um deus, mas nunca sem um demônio.”

“Estamos prontos para morrer por uma opinião, mas não por um fato”

“Há muitos que têm sérios escrúpulos em enganar os outros, mas não se importam em enganar a si mesmos.”

Como combater o fanatismo? Com conhecimento e liberdade. O conhecimento substitui as idéias prontas e o pensamento de manada. A liberdade substitui o medo de pensar por si mesmo e de encarar as consequências das próprias decisões.

“Não pode haver liberdade sem liberdade para errar.”

“A aspiração à liberdade é a mais essencialmente humana de todas as manifestações humanas.”

“Uma minoria dissidente só se sente livre quando pode impor sua vontade à maioria: o que mais abomina é a dissensão da maioria.”

PENINHA - DICA MUSICAL

DEU NO JORNAL

DEU NO X

COMENTÁRIO DO LEITOR

ACABANDO COM A SEGURANÇA JURÍDICA

Comentário sobre a postagem GILMAR MENDES FAZ DECLARAÇÃO GRAVÍSSIMA SOBRE ATUAÇÃO DO SUPREMO

José Alves Ferreira:

Qualquer cursinho “ching ling” de Direito ensina que a competência do STF é ser guardião da Constituição e, analisar apenas assuntos a ela relacionados.

Mas, atualmente a “corte” resolveu ser suprema em todas as atividades do país, legislando, passando por cima das normas constitucionais, palpitando sobre qualquer coisa e, pior, acabando com a segurança jurídica, ao sabor de vontades conjuntas ou individuais de seus membros.

O que o Congresso está propondo apenas coloca as coisas em seus devidos lugares, cada qual em seu quadrado.

Simples, assim.

Inté!

DEU NO X

A PALAVRA DO EDITOR

A ÚLTIMA SEXTA-FEIRA DO MÊS

Hoje é a última sexta-feira deste mês de novembro, o penúltimo do ano.

Na próxima sexta-feira já estaremos no primeiro dia de dezembro.

Vamos entrar num final de semana bonito, ensolarado e cheio de esperanças.

Chupicleide já está se rindo-se e preparando-se pra cair na farra no final do expediente, graças à generosidade dos fubânicos que ajudam a manter em dia todas as contas desta gazeta escrota.

Nossa fogosa secretária de redação manda um xêro especial para os leitores Marcelo José di Domizio,  Leonardo Florêncio, Paulo Marques, Paulo Ferreira, Ricardo Lemos e Antônio M. Leão.

E para o colunista alagoano Bernardo, encarregado dos vídeos políticos deste jornaleco, Chupicleide dedica uma tocante composição da autoria de Lourival Passos e interpretada por Luiz Gonzaga, em homenagem à belíssima e acolhedora cidade de Maceió, terra do também colunista Carlito Lima.

Um excelente final de semana pra todos vocês!!!