O número de queimadas registradas na Amazônia bateu recordes no mês de outubro e deflagrou um jogo de empurra e busca por culpados entre a União e governantes do Amazonas e do Pará.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vem culpando a seca e seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL).
Governadores e prefeitos locais atribuem a responsabilidade uns ao outros e ao vento, enquanto ativistas de esquerda dizem que o problema está no El Niño.
Às vezes, acontece da criatura superar o seu criador. Essa premissa é muito verdadeira e não é raro acontecer na vida real. Muitas vezes, o aluno é tão brilhante e inteligente, que ofusca o Mestre.
Péricles de Andrade Maranhão nasceu no bairro do Espinheiro, no Recife (PE), no dia 14/08/1924; estudou no Colégio Marista e fez sua primeira charge para o Diário de Pernambuco.
Foi um adolescente desenhista, daqueles com talento de enlouquecer qualquer professor. Ainda muito jovem, durante a fase áurea dos quadrinhos, várias vezes imitou os traços de Dick Tracy, Agente Secreto X-9 e Flash Gordon.
Em Recife, Péricles tomou conhecimento do concurso para a “Semana do Trânsito”, organizado pelo escritor Souza Barros. Resolveu concorrer, enfrentando alguns “cobras” do pincel, como Lula Cardoso Ayres, Manoel Bandeira (o pintor) e Eros Gonçalves. Ganhou o prêmio e a simpatia de Souza Barros, que lhe encomendou uma história em quadrinhos, sobre problema de trânsito.
Mas, o sonho de Péricles era ir para o Rio de Janeiro, a “cidade grande”, sonho da maior parte dos artistas da época.
Souza Barros deu-lhe duas apresentações para amigos do Rio de Janeiro. Mas foi uma terceira, de Aníbal Fernandes – então diretor do Diário de Pernambuco – endereçada a Leão Gondim de Oliveira, diretor de “O CRUZEIRO“, que o colocou nessa famosa revista.
Péricles começou a trabalhar como desenhista, em “O Cruzeiro“, em 6 de junho de 1942, então com 17 anos de idade. Era o mais jovem artista da grande revista. Nesse mesmo ano, lançou em “O Guri” e num rodapé do carioca “Diário da Noite”, seu personagem “Oliveira, o Trapalhão”; para a revista “A Cigarra“, desenhou “Cenas Cariocas”, “Miriato, o Gostosão” e, ainda, o próprio “Oliveira”. Foi quando a direção da revista “O CRUZEIRO“, que atravessava uma fase áurea, com suas reportagens empolgando o Brasil, resolveu criar um tipo humorístico só para si. O tipo, entretanto, deveria conter toda a verve do carioca. Seu criador teria que captar o estado de espírito daquele que vive no Rio de Janeiro, sem importar onde tivesse nascido.
Péricles aceitou o desafio. Depois de alguns esboços, apresentou o desenho definitivo. Ali estava o “sujeitinho irreverente”, que haveria de divertir o Brasil por muitos anos. Só faltava mesmo batizá-lo.
O nome “O AMIGO DA ONÇA” foi sugestão do então diretor da revista “O CRUZEIRO”, Leão Gondim de Oliveira, inspirado numa anedota brasileira, que diz assim:
“-Dois caçadores conversavam:
-O que faria você se estivesse na selva e uma onça aparecesse na sua frente?
-Dava um tiro nela.
-E se você não tivesse uma arma de fogo?
-Tentava furá-la com o meu facão.
-E se você não tivesse um facão?
-Apanhava qualquer coisa, como um pedaço de pau pra me defender.
-E se não tivesse um pedaço de pau por perto?
-Procuraria subir na árvore mais próxima.
-E se não tivesse nenhuma árvore no lugar?
-Sairia correndo.
-E se você estivesse paralisado pelo medo?
Aí, o outro, já aborrecido, retruca:
-Afinal, você é meu amigo, ou amigo da onça?”
Primeira charge do Amigo da Onça
Baseando-se nessa anedota, o diretor Leão Gondim de Oliveira sugeriu a Péricles o nome de “O Amigo da Onça”, para o personagem que ele havia criado recentemente. O nome foi aceito e o batizado ocorreu no dia 23 de outubro de 1943, data, também, da estreia do personagem em “O Cruzeiro“.
Com “O Amigo da Onça”, Péricles ficou famoso. Logo depois, foi feita uma pesquisa de opinião pública, para saber qual era a seção mais lida em “O CRUZEIRO”, e “O Amigo da Onça” venceu, com louvor.
Aos 20 anos de idade, Péricles já atravessava sua melhor fase artística. Mas, no seu entender, seu personagem ofuscava sua glória, e ele ouvia sempre este tipo de diálogo:
“- Este é o Péricles.
– Quem?
– Péricles, o criador de “O Amigo da Onça”.
E todos queriam parabenizá-lo, pela fabulosa criação.
Nem todos conheciam Péricles, mas todos conheciam “O Amigo da Onça”. Isso o incomodava.
Péricles sabia fazer amigos. Trazia sempre no rosto um sorriso franco e dava provas de bom caráter. Entretanto, dentro da aparente extroversão, escondia uma terrível timidez. A timidez do menino pobre do Recife, que vencera no Rio de Janeiro, aspiração sonhada por todos os artistas, e alcançada por poucos. Silenciosamente, Péricles era consumido pela depressão, que já era a doença do século, um monstro que age em silêncio.
Durante 18 anos ininterruptos, “O Amigo da Onça” fez gozação com todos os tipos de pessoas, inclusive com o leitor. Dessa forma, certo dia, quando o leitor abriu sua página preferida em “O CRUZEIRO”, encontrou o homenzinho sobre fundo branco, dizendo “Hoje não tem piada.”
Péricles estava morto. Suicidou-se na passagem do ano de 1961 para 1962, abrindo o gás, sozinho em seu apartamento. Morreu de solidão e tristeza, doenças da alma, muitas vezes disfarçadas em sorrisos e alegria forçados.
As dores da alma são piores do que as dores do corpo e matam na surdina.
João Martins, amigo de Péricles, escreveu:
“O Amigo da Onça” satirizou costumes e situações, lançou tipos e expressões populares, criou tal personalidade que se incorporou, como uma pessoa real, à realidade de cada dia em todos os quadrantes do nosso território.”
Sobre Péricles, escreveu o poeta Carlos Drummond de Andrade: “A solidão do caricaturista seria talvez reação contra a personagem, que o perseguia, que lhe era necessária e que lhe travara os meios de comunicar-se e comungar com outros seres”.
Por sua vez, escreveu o jornalista e escritor Glauco Carneiro:
“O Amigo da Onça” persiste na memória como uma catarse coletiva, que, semanalmente, prestava seu auxílio terapêutico a milhões de habitantes das grandes cidades, agradecidos pela oportunidade de projetar muitos momentos sarcásticos e ferinos de suas vidas estressadas.”
Em sentido figurado, o criador foi vítima de sua criatura, que, ao mesmo tempo, era seu melhor amigo.
Nós, pobres seres viventes, não somos capazes de penetrar nos mistérios da vida. Como pode haver, ao mesmo tempo, tanta gloria e tanto desatino?!!!
Apoiado no vidro de nanquim, em cima da prancheta de caricaturista, que o olha boquiaberto, o “Amigo” recusa-se a entrar no desenho incompleto: “Só conte comigo quando terminar a piada!…”
Depois da morte de Péricles, o “Amigo da Onça” passou a ser desenhado por Carlos Estêvão, sendo publicado até 1972.
Queimadas na Amazônia estão superando os números do ano passado
E a culpa não era do Bolsonaro… A Amazônia está enfrentando o pior índice de queimadas dos últimos 25 anos. Há cidades cobertas por fumaça, e agora sofrendo também com tempestades de areia. Está difícil respirar… Em outubro, foram mais de 22 mil focos de queimadas, 58% acima do que foi registrado no mesmo mês do ano passado. É um novo recorde negativo para a coleção do Lula. Em área desmatada no período de um ano, ele ainda está atrás de Fernando Henrique Cardoso. Em 1995, com FHC na Presidência, 29.059 km2 de floresta amazônica foram desmatados. Com Lula, em 2004, foram destruídos 27.772 km2 de mata nativa da região. Agora, o petista anuncia que reduziu o desmatamento quase pela metade.
Lula também divulga que aumentou o combate aos incêndios, mas, ao que tudo indica, com a rapidez de um cágado. Até alguns “companheiros” admitem, com certo constrangimento, que “faltou agir mais cedo”. Os próprios apoiadores do petista sabem que combater o fogo é paliativo e que daria para ter feito mais e com antecipação, para impedir que a situação chegasse ao nível atual. Claro que essa turma, agora, enxerga um enorme desafio, admite, de repente, que há uma “conjunção de fatores” na Amazônia que contribuem para o quadro que a região enfrenta. Então, não era só tirar o Bolsonaro da Presidência?
Especialistas estão dizendo por aí que “o clima está muito favorável à expansão dos incêndios florestais”. A seca é culpa do El Niño, ressuscitado depois do governo passado: “A estiagem extrema é resultante de um El Niño intenso”… E Bolsonaro, especialistas dizem, foi beneficiado pelo fenômeno La Niña, que deixa a Amazônia mais úmida. Por isso, segundo a turma, houve menos seca na região… Jair Bolsonaro, ele, sim, deve ser um fenômeno. Se não chovia, a culpa era dele. Se chovia demais, a culpa era toda, todinha dele.
Marina Silva, a ministra do Meio Ambiente, diz que agora estamos vivendo uma guerra, não contra um governo, não contra uma pessoa específica. É uma guerra louca, que ela tenta explicar assim: “É como se nós estivéssemos lançando nanomísseis o tempo todo na atmosfera que estão mudando as grandes regularidades cósmicas. Nós precisamos ir para os limites intensivos. Nos limites extensivos, nós disputamos coisas, disputamos objetos. Nos limites intensivos, nós disputamos habilidade. Há limites para ter, mas não há limites para ser”.
A fumaça densa pode embotar as mentes. E, em meio a ela, sumiu todo mundo: Emmanuel Macron, Greta Thunberg, Leonardo DiCaprio, Mark Ruffalo… Não há mais discursos indignados, publicações revoltadas nas redes sociais, frases de efeito. Sumiram também os poderosos artistas brasileiros: Nando Reis, Arnaldo Antunes, Diogo Nogueira, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Camila Pitanga, Daniela Mercury, Samuel Rosa, Milton Nascimento… Já não fazem manifestação na orla carioca, e a Canção pra Amazônia, que lançaram há dois anos, jaz nas plataformas de vídeos da internet.
A letra da música, juvenil, sem métrica, com palavras que não encaixam, já não vale mais. E o que cantavam há dois anos nossos incoerentes artistas? “A Amazônia, razão de tanta insânia e tanta insônia”. Agora, eles já não perdem o sono, estão dormindo bem. Já não ouvem o próprio canto, já não veem a própria coreografia. É como na letra descompensada da canção: “Tem uma gente surda e cega para a beleza e o valor da mata”… Eles cantavam, “o mundo grita que já chega”. Pois estão afônicos, ninguém grita mais nada.
Há dois anos, nossos artistas fizeram coro. “Abaixo o desgoverno que abandone”, cantaram a plenos pulmões. E o governo mudou, e tudo desafinou, e tudo ficou pior. Estão por aí, escondidos, quietinhos. Já não sentem dó. Não denunciam a marcha à ré. Não têm mais mimimi… E eu fico querendo transformar em refrão, num estribilho chiclete as duas frases com que encerro esse texto… Bolsonaro não é e nunca foi o causador de todos os problemas do Brasil, muito pelo contrário. E Lula não é aquele que vai resolver todas as mazelas do país, muito pelo contrário.
Lisboa. Não está bem, todos vêem. Sigamos no relato de seu fim.
VINTE E SETE DE NOVEMBRO, QUARTA-FEIRA. Depois de um dia comum de trabalho, já quase noitinha, vai ao Martinho da Arcada. Premonitoriamente, desse Martinho disse um dia Sá-Carneiro: “Martinho… Não sei por que, mas esse café ‒ não os outros cafés de Lisboa, esse só ‒ deu-me sempre a ideia dum local onde se vem findar uma vida: estranho refúgio, talvez, dos que perderam todas as ilusões”.
No Martinho da Arcada, Pessoa vê Almada Negreiros entrar e, demasiado cansado, não se levanta para o cumprimento habitual. Logo senta-se, com eles, Gaspar Simões (que viria, depois, a ser seu primeiro biógrafo). Os amigos estranham o vestir com desleixo, com laço na gravata preta por fazer, tudo tão diferente dos bons tempos. Está agitado e pigarreia muito. Pesam-lhe no corpo todas as dores de todas as angústias. E uma febre que não passa.
“A hora, como um leque, fecha-se.” A irmã Teca faz aniversário no Estoril; mas uma viagem até lá para o jantar, considerando seu estado, era demais ‒ mesmo sabendo que, com essa ausência, rompia uma tradição de muitos anos. Pede ao vendedor de jornais que, em seu nome, mande-lhe um telegrama de parabéns; dando-se que esse homem guardou o dinheiro no bolso e não passou telegrama nenhum.
À noite, bem mais perto, prefere estar na casa do amigo Armando Teixeira Rabelo. Sente cólicas e não dá ciência disso aos presentes. Segundo o querido António Quadros (que com ele fez a revista Orpheu), “teve nesta noite uma grave crise hepática” (para o primo Eduardo Freitas da Costa foi na madrugada de 26 para 27).
Ao sair, cambaleia e ri de uma maneira estranha que Simões imagina decorrer do álcool. Olha o céu, como quem procura a primeira estrela que eu vejo, para pedir o impossível; e caminha na direção da rua dos Douradores, talvez à procura dos rastros de Bernardo Soares. Seu estado é visivelmente grave. Em Insônia, Álvaro de Campos, premonitoriamente sugere
Ó madrugada, tardas tanto… Vem… Vem, inutilmente, Trazer-me outro dia igual a este, a ser seguido por outra noite igual a esta… Vem trazer-me a alegria dessa esperança triste.
VINTE E OITO DE NOVEMBRO, QUINTA-FEIRA. “A manhã rompeu, como queda. Desenganemo-nos da esperança. Desenganemo-nos, ó Velada, do nosso próprio tédio, porque se envelhece de si próprio.” O barbeiro Manassés vai ao apartamento, como faz todos os dias, e se horroriza com seu estado físico. Ficam em silêncio, como se Pessoa não tivesse ânimo sequer para conversar. Ou como se nada mais tivessem a dizer.
Apesar disso, mais tarde, consegue se aprontar e ir ao trabalho. O cunhado o procura, preocupado por não ter ido ao aniversário da irmã na noite anterior. Perguntado sobre o telegrama, diz que não chegou; e, vendo-o disposto, imagina estar bem.
No fim do dia, Pessoa volta para casa no seu caminhar tranquilo de sempre. “Sem cambalear”, confirmam António Seixas e Carlos Bate-Chapa, que lembram de tê-lo cumprimentado. À noite, está novamente só. Sente dores e lamenta não ter a quem recorrer. Mas, talvez confiando nas previsões do horóscopo que fez para si mesmo, imagina que logo estará melhor. “Sossega, coração inútil, sossega! Sossega, porque nada há que esperar.”
No ano anterior, em 9 de agosto, escrevera: “Hoje é a quinta-feira da semana que não tem domingo… Nenhum domingo.” Sua última semana seria aquela. E era quinta-feira, como no verso. Houve o domingo dessa semana, claro, “um domingo às avessas” do qual Pessoa já não seria testemunha. “Sempre alguém ao domingo”, ele não, “não no meu domingo”. Seu último dia seria sábado. O depois de amanhã daquela quinta-feira. Em Adiamento, se vê
Depois de amanhã, sim, só depois de amanhã… Levarei amanhã a pensar em depois de amanhã, E assim será possível; mas hoje não… Não, hoje nada; hoje não posso. O porvir… Sim, o porvir…
VINTE E NOVE DE NOVEMBRO, SEXTA-FEIRA. Esse porvir, tão ansiado, afinal se aproxima. “Meu Deus, que fiz eu da vida?” Mais uma vez está sozinho no apartamento. “A vida não tinha dentro.” A irmã continua no Estoril com uma perna quebrada. Vem-lhe a primeira cólica, bem cedo.
A vizinha de porta, Virgínia Sena Pereira, que o atende nas ausências dessa irmã, diz à família que seu quadro exige cuidados. Não há consenso sobre essa data; segundo o médico Taborda de Vasconcelos, o aviso teria se dado dois dias antes; ou na véspera, para o primo de Pessoa Eduardo Freitas da Costa e o sobrinho de dona Virgínia (o poeta Jorge de Sena).
Chama-se outro primo de Pessoa (e seu médico), o dr. Jaime Pinheiro de Andrade Neves ‒ “um inútil, diz uma das pessoas próximas”, lembra Robert Bréchon, sem identificar o autor do comentário. Esse primo decide levá-lo ao hospital.
Àquela hora, com ele, também estão o amigo íntimo Armando Rabelo; um companheiro do escritório, Francisco Gouveia; e Carlos Eugênio Moitinho de Almeida, proprietário da Casa Moitinho de Almeida (em que Pessoa trabalhava).
Pede para fazer a barba e chamam seu vizinho Manassés. Lembrando que o telegrama que pediu fosse pasado não chegara, no aniversário da irmã, encarece que um dos amigos lhe passe outro. “Vou fazer as malas para o definitivo.” Veste pijama de calça comprida e blusão, amarrado com uma fita na cintura.
Para quem ‘FOR DE’ ou ‘ESTIVER em Hell of the January’, eis eleição; para a presidência do sanchiano Club de Regatas Vasco da Gama, prevista para ocorrer amanhã, 11 de novembro. Campeão da Libertadores com o clube em 1998, Pedrinho, um dos grandes ídolos da história do time representa a chapa “Sempre Vasco”, enquanto seu adversário, Luiz Roberto Leven Siano – que é uma das figuras antigas da política vascaína -, disputa pela chapa “Somamos”.
Para quem ‘FOR DE’ ou ‘ESTIVER EM’, eis um programão neste final de semana… Ah, Curitiba, quantos encantos, sedução e fascínio tens a revelar… Informa a dentuça, sedutora e fascinante Marishka que tá rolando a feira, ou melhor, ‘tá paradinha’ TE esperando a maior feira de campismo e caravanismo da América Latina, a 7ª Expo Motorhome, grande feira do campismo e caravanismo que atrai público de toda a Galáxia até 12 de novembro, no Expotrade Convention Center Pinhais.
Un ‘¿Por qué no te callas?’ para lo jovencito Valentín Barco, el lateral de 19 años del Boca, quien en la previa Flu vs Boca dijo: “Va a ser todo de Boca, van a copar todo, pero como ya estamos acostumbrados”.
Our anniversaries go by, dates anchored in ours history. Parece de outro tempo (e é). «Comigo não levo ilusões, portanto não há frustrações», pois sempre ouvi dizer que com o envelhecer ganhamos experiência e como tal maturidade, mas não forçosamente (INFELIZMENTE) inteligência.
¿Cómo fue el camino hasta este gran dia? Te lo explicamos a continuación… ¿Listo para resolver un caso de asesinato? (Cronica Cahiers de Sancho: ¿Hasta dónde se puede estar dispuesto? ¿Por qué ahora?).
Leu ela o Flautista de Hamelin, comprou flauta, aprendeu acordes, copiou a metodologia e flautisticamente encheu o porão de sua mansão com clones do Mickey Mouse. Instalou no local várias “hamster wheels” e fez os roedores cativos suarem a rodar a roda.