Lula chama herdeiros de “parasitas” e diz que quando os pais morrerem, os bens serão do governo, segundo ele, os herdeiros não terão direito aos bens, pois “herdeiros não trabalham”.
Construí muitos castelos Nos meus primeiros momentos, Mas os reveses da vida Serviram de ensinamentos. A cada hora evoluo, Hoje em dia só construo Torres que suportem ventos.
Castelos construídos pelo artista pernambucano Fabiano Ferreira. Praia de Manaíra, João Pessoa-PB
Natércia da Cunha Silveira nasceu em 14/6/1905, em Itaqui, RS. Advogada, ativista política, líder feminista e pioneira na luta pelo direito das mulheres ao voto. Foi a primeira mulher a conquistar o diploma de advogada no Rio Grande do Sul.
Filha de Maria da Conceição do Valle Cunha e Manoel da Cunha Silveira, juiz de Direito em Uruguaiana e ligado ao Partido Libertador do Rio Grande do Sul, de quem herdou o gosto pela política. Aos 18 anos atuou na Revolução de 1923, conflito armado entre os partidários do presidente do Estado, Borges de Medeiros (Chimangos) e os revolucionários comandados por Joaquim Francisco de Assis Brasil (Maragatos). Natércia discursou, em nome das mulheres gaúchas, na recepção dos generais Zeca Netto e Honnório Lemes na chegada a Porto Alegre.
No ano seguinte, enquanto cursava Direito e participava do Centro Acadêmico, sua mãe faleceu. Em 1926 recebeu o diploma de advogada pela atual UFRGS, tornando-se a primeira mulher advogada do Estado. Pouco depois mudou-se para o Rio de Janeiro, onde passou a atuar nos tribunais e movimentos políticos e feministas. Manteve contatos estreitos com a bióloga Bertha Lutz, a engenheira Carmen Portinho e a advogada Orminda Ribeiro Bastos, integrantes da FBPF-Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, e aliou-se à entidade representando o Rio Grande do Sul.
Em fins de 1929 integrou a equipe de advogados da escritora Sylvia Serafim Thibau, que assassinou o jornalista Roberto Rodrigues na redação do jornal A Crítica. O crime se deu porque o jornal publicou na primeira página a notícia do pedido desquite do médico João Thibau Jr. acusando-a de estar mantendo um caso com Manuel Dias de Abreu, futuro inventor da ‘abreugrafia”. Sylvia foi à redação do jornal armada afim de matar seu editor Mário Rodrigues. Não encontrando-o, atirou em seu filho Roberto na presença de seu irmão Nelson Rodrigues, de 17 anos, tornado famoso dramaturgo mais tarde. No julgamento, Sylvia foi absolvida por 5 a 2 votos.
Ainda em 1929, foi uma das fundadoras da União Universitária Feminina, congregando mulheres com ensino superior em prol de seus direitos. Dois anos depois teve uma dissidência com a FBPF, devido ao seu engajamento político e participação em comícios da Aliança Liberal, e fundou a “Aliança Nacional de Mulheres”, cujo objetivo era manter a fiscalização das condições de trabalho da mulher e prestação de assistência jurídica, além de uma caixa de auxílio à mulher desamparada. Com 3 mil filiadas, a entidade foi dissolvida pelo golpe de 1937, instaurando o “Estado Novo” de Getúlio Vargas. Sua participação foi decisiva na comissão organizadora do anteprojeto constitucional que consolidou o sufrágio feminino, em 1934.
Neste mesmo ano candidatou-se a vereadora pela Frente Única do Distrito Federal elegendo-se suplente. Em seguida participou das eleições de 1945 e 1950 como candidata a deputada pelo Partido Libertador e não obteve êxito. Como política, sua pauta sempre esteve ligada aos temas referentes aos direitos da mulher, ao trabalho, à educação e à assistência social. Em 1964, foi a primeira mulher a ocupar a direção do Departamento Nacional do Trabalho. Pediu demissão do cargo, após uma discussão com o ministro do Trabalho sobre um projeto de decreto, que no seu entender aniquilaria o movimento sindical portuário.
Voltou a trabalhar na Procuradoria Geral do Trabalho, onde ocupou diversos cargos relevantes e se aposentou em 1971, mas manteve seu Escritório de Advocacia até 1977 e faleceu em 7/12/1993, aos 88 anos.
Esse é o presidente TSE/STF que vamos ter de engolir durante 4 anos, caso Maria Caetana não o empacote num paletó de madeira antes.
A entrevista de Lula ao Jornal da Globo Lixo, antes das eleições, lembrou uma passagem memorável do filme inglês The King’s Speech (2010), (“O Discurso do Rei”), ganhador do Oscar de melhor filme de 2011.
O filme conta a história de George VI, o pai da Rainha Elisabeth II, que era gago e não sabia discursar justamente em um momento em que o povo inglês e o mundo precisavam de alguém que levantasse o moral diante da possibilidade da guerra.
Na cena, após assistirem um trecho curto de um poderoso e inflamado discurso de Hitler em uma projeção caseira, a jovem Elisabeth perguntava ao pai sob o que aquele homem estava falando. George disse que também não saber, “mas, parece que ele está falando muito bem.”
O filme mostra que psicopata domina a oratória de forma mais tranqüila, pois não tem outro compromisso, a não ser alcançar os seus objetivos pessoais..
Lula sempre falou bem e encantou imbecis. Não porque tem algo de bom a dizer ou oferecer ao mundo. Falar a verdade é difícil. Encarar os fatos é complicado.
Lula se sai bem falando e discursando porque seu discurso não tem compromisso nenhum com a verdade, com a honestidade, com valores morais, com coerência, com nada.
Há diversos vídeos circulando nas Redes Sociais onde Lula diz que fala o que quer, inventa o que quer, enrola como quer e todo mundo acha lindo. Trata-se do velho apreço de parte do povo brasileiro pelo canalha bom de lábia. Aquela gente que prefere ser enganada com simpatia do que fazer o certo que a antipatia acena.
Somos um povo superficial. Lula nunca responde perguntas. Tira nomes e números do bolso, inverte questões, sorri no momento certo, dá as pausas corretas, finge intimidade. É provavelmente o ator mais talentoso da nossa história política. Um ator, um oportunista, um engana trouxa, numa terra pródiga de trouxas.
Não carrega dentro de si bondade alguma ou mesmo uma alma que valha apenas ser analisada. Trata-se de um dos maiores – senão o maior – canalha da nossa história. Uma das personalidades mais odiosas que já adentrou o Palácio do Planalto.
Esse homem ter nascido no Brasil – sobretudo no Nordeste, em Caetés – é a comprovação de que somos uma Nação sem sorte.
De longe, um dos momentos mais asquerosos da sua entrevista à Globo Lixo, antes das eleições, foi, ao nosso ver, algo extremamente emblemático da carreira política de Lula e da cultura do nosso país.
Poucas vezes, enxergamos o Brasil tão completo e de forma tão límpida. Minutos antes desse momento, Lula comparou a falácia do “Orçamento Secreto” com o crime do mensalão. Bonner, que desistiu de ser jornalista há anos, fez cara de paisagem. Ali ouvimos que a coisa não acabaria bem. Mais na frente, Lula ligou seu sorriso de malandro esperto àquele do sujeito que resolve tudo do jeito dele e criticou, em Rede Nacional, quem tenta agir corretamente. Lula disse que Bolsonaro é “um bobo da corte.” “Não manda em nada” – finalizou.
Pouca gente observou, mas boa parte dos que estávamos assistindo ao debate na Globo Lixo, presenciamos tudo que há de errado nesse país. Bolsonaro não manda em nada. Simplesmente porque um presidente não faz o que quer. Ele deve jogar dentro das regras das leis. O que Lula disse é que ele sabe jogar melhor por não respeitar nada e ainda se gaba disso diante de todo mundo.
Não se trata de uma opinião apenas. É facílimo comprovar tudo que estamos dizendo. Pergunte a qualquer bandido o que é que ele acha de você ou de uma pessoa honesta. Ele vai dizer, exatamente, o que Lula disse na Globo Lixo, a William Bonner, sobre Bolsonaro – “o homem honesto é otário, é um bobo, não manda em nada.” A mensagem de fundo desse tipo de pessoa é: “você é um babaca.” “Esperto sou eu que faço tudo errado e ainda me dou bem.” “Eu não estou aqui.”
Esse é o Lula cagado e cuspido. E isso é o Brasil.
É nesse tipo de descaramento que milhões de pessoas preferiram votar. Que Lula ainda tenha tantos admiradores explica muito porque vivemos em um país que não tem vocação para dar certo. Minha maior sorte na vida foi aprender desde cedo que o Demônio é sempre sedutor. Quem ceder seu voto a ele, seja pela desculpa que for, pelo motivo que for, merece o Inferno que esse homem já trouxe ao país e que ele agora promete trazer de volta. Quem tiver condições que saia. A reeleição de Lula foi o maior e mais merecido castigo da nossa história.
1. Num restaurante da Zona Sul, após carraspana das boas, um Zébostinha emergente, muito arroto e quatro neurônios, agrediu um zelador de automóveis, chamando-o de homem de cor. Sem perder a calma, o crioulo respondeu: – Meu caro irmão branco, quando eu nasci, eu era negro, depois eu cresci e continuei negro; quando eu pego sol, eu sou negro; quando sinto frio, eu permaneço negro; quando eu tenho medo, eu sou negro; quando adoeço, continuo negro; e no dia em que eu morrer, ainda serei negro. Enquanto você, homem branco, quando você nasce, você é rosa; quando você cresce, você fica branco; quando você pega um sol, você fica vermelho; quando sente frio, você fica azul; quando sente medo, você fica verde; quando adoece, fica amarelo e quando morre vira cinza. Como é que você, amigo, ainda tem a cara de pau de me chamar de homem de cor?.
2. De Roberto Rosselini, o grande cineasta: “Não sou um pessimista. Perceber o mal onde ele existe é, na minha opinião, uma forma de otimismo”.
3. Um mal-encarado entrou com ares de ferrabrás num bar, jogando tudo para o alto. Da mesinha encostada quase na porta, um aleijado foi arrancado, suas muletas indo parar bem longe. Não se dando por satisfeito, o marginal lorotou com uma senhora recém-casada, passando as mãos pelos seus quadris sensuais, com ares de endemoniado. Foi perturbando a vida de todos os presentes, até se deparar com um homem acabrunhado, solitariamente a segurar um copo semicheio perto dos lábios, na face, fielmente estampada, a tristeza de nunca mais ter sido campeão estadual pelo seu time de futebol favorito. Mais atrevido que antes, o baderneiro arrancou o copo das mãos do pobre coitado, ingeriu o conteúdo de uma só talagada, continuando a provocar para ver se causava mais embaraço no infeliz:
– Reaja, imbecil. Parece um demente, frouxo e ababacado!! É ou não é macho??
O pobre coitado, sem quase mais ânimo, retrucou com ares de despedida:
– Amigo, hoje, decididamente, é meu dia de azar. Acordei e desci 20 andares, por falta de energia no bairro onde moro. Na garagem, constatei que o pneu do meu carro estava furado. Já irritado, depois da troca, saí estabanadamente e bati num veículo que passava em frente ao portão do meu meu prédio, pagando uma nota preta pela avaria causada, porque o danado do carro era um produto importado. Cheguei tarde ao trabalho, discuti com o patrão, um trouxa que nada conhece de globalização, sendo demitido, indo para casa mais cedo, onde dei de cara com a minha mulher, nua, nos braços do meu melhor amigo, vizinho de muitos anos, também pelado, viagrando com tudo de fora e para o alto. Parti para a briga e levei dele umas bofetadas que me deixaram todo ensanguentado. Ao abrir a torneira do chuveiro do banheiro, para poder me lavar, levei um gigantesco choque, que quase arrancou meu braço. Agora estou aqui, quieto, me preparando para o suicídio, pedindo a Deus coragem para terminar com a minha vida, e vem um valentão como você e toma meu copo de veneno… Boa viagem, amigo…
Desejando um bom feriadão para todos, percebamo-nos sempre uma metamorfose ambulante, como dizia o inesquecível menestrel Raul Seixas, muito mais filósofo que muito bostélico que se imagina pensante, dono da Verdade, a se mostrar pelos canais sociais, imaginando-se Rei do Pedaço, mal passando de um insignificante peidaço que se intitula de influenciador.