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COMO PROTEGER SEU PATRIMÔNIO

Leandro Ruschel

Há mais de 20 anos eu ensino pessoas a investir no mercado, em especial no mercado internacional, com base nos EUA, onde resido. Creio que eu possa te ajudar.

Um dos segredos para montar uma carteira resiliente é a diversificação, não só entre diferentes classes de ativos, mas também em diferentes países. Infelizmente, menos de 1% de brasileiros investem fora, deixando seu patrimônio à mercê da instabilidade brasileira.

O ideal para diversificar é efetivamente abrir uma conta no exterior e fazer a transferência de recursos, de pelo menos parte da sua carteira. Nos últimos anos, esse procedimento tem ficado cada vez mais acessível, mesmo para investimentos de baixo valor.

Os EUA são o melhor destino para o movimento, visto que mais da metade de todas as transações financeiras no mundo acontecem no país, que dá acesso a investimentos no resto do planeta. São dezenas de milhares de ações, bonds, ETFs e outros veículos de investimento.

O primeiro passo é abrir uma conta, que pode ser de pessoa física, ou de uma pessoa jurídica. Para investidores maiores, é recomendável investir através de uma empresa que pode ser criada apenas para esse fim, o que gera vantagens fiscais.

Há ainda serviços que facilitam esse processo. Recentemente, a XP abriu a possibilidade de abrir uma conta nos EUA e enviar recursos diretamente pelo seu app, ao toque de um botão, com investimento mínimo de US$ 100.

O exemplo argentino não pode ser esquecido, ainda mais pela proximidade ideológica com o próximo governo. Por lá, há um limite de US$ 200 por pessoa por mês para compras ou investimento em moeda norte-americana. Acima disso, o imposto é mais de 50%!

Por outro lado, não é provável que o próximo governo busque uma política econômica radical, pelo menos no início do mandato. Com vitória apertada, e já enfrentando protestos, além de estarmos em crise global, o caminho mais provável seria uma política econômica pragmática.

Ou seja, não seria salutar pensar em alocar todo o seu patrimônio fora do Brasil. As taxas brasileiras são atrativas e há a possibilidade de contenção do radicalismo esquerdista. De início, o ideal seria uma diversificação de pelo menos 15%-20% do patrimônio, dependendo do caso.

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VIOLANTE PIMENTEL - CENAS DO CAMINHO

AMOR À PÁTRIA

Patriotismo é o sentimento de orgulho, amor e devoção à Pátria, aos seus símbolos (bandeira, hino , brasão, riquezas naturais e patrimoniais).

O militar presta serviços à Pátria, e, com o tempo, absorve os hábitos próprios da sua profissão. Acaba se identificando com o quartel, e jamais perderá o jeito de soldado, por mais que o tempo passe.

A influência das armas sobre os militares é tão forte, que eles se reconhecem na rua, mesmo quando vestidos á paisana.

Ao ver, na via pública, um oficial do Exército envergando um jaquetão ou um fraque, a impressão que se tem é de que falta alguma coisa à sua elegância. Por mais correto que ele esteja vestido nas suas roupas apuradas, lembra-nos, sempre, um tigre metido na pele de um urso, ou um leão enfiado, por modéstia, no couro de um elefante. Sentimos a força, a segurança e o respeito que eles impõem, perante a sociedade.

O rigor e o respeito que a farda militar impõe, mostram-se de modo mais acentuado perante os seus subordinados e cidadãos civis.

Absorvido pelo seu mundo de glória, o soldado revela-se em toda a parte e em todas as circunstâncias: no calor das palestras, na energia da vontade, na severidade da vida, na intransigência das atitudes, na disciplina do porte, e, até, ás vezes, no emprego do vocabulário empregado fora do quartel.

Pois bem. O caso do tenente José Porto Brasil é uma comprovação de que o militar guarda dentro do peito, como relíquia, os ensinamentos absorvidos na vida de quartel, A qualquer momento, poderá dar provas dessa verdade.

Militar elegante, bonito, bravo e decidido, o tenente José Porto Brasil utilizava os dias de serenidade da Pátria, passeando pela Avenida principal da capital, quando viu uma tarde, em certa casa de chá, uma bela mulher, que lhe fez acordar tocando alvorada, todos os clarins do coração. Ousado e destemido, pôs-se logo em atividade, para saber quem seria aquela linda criatura, que tanto mexeu com o seu coração. No dia seguinte, já sabia o suficiente para tentar atacar “aquela fortaleza”.

Ficou sabendo do endereço da mulher e se dirigiu até lá. A casa tinha muro alto e portão de ferro, controlado por um porteiro. O tenente viu o portão se abrir e sair um casal, que, segundo o porteiro, eram os donos da casa.

Decepcionado, ao ver que a bela mulher era casada com um homem alto, bonito e elegante, o tenente viu que era impossível atacar a “cobiçada fortaleza”.

No dia seguinte, por curiosidade, dirigiu-se, novamente, à residência da bela mulher, para se convencer de que, realmente, ela era casada com aquele cidadão. Chegou ao palacete, e, nervoso, tocou a sonora campainha. O silêncio era absoluto na casa, e ninguém atendeu. Duas, três, quatro vezes repetiu ele o sinal, mas inutilmente. Quando, desiludido, já batia em retirada, ouviu um chocalhar de corrente no portão. Voltou-se e viu o jardineiro, que abria a grade para dar passagem ao dono da casa, passando, de novo, a corrente no portão.

Atordoado pelo seu pensamento de aventura, e, não menos, pela consciência da sua superioridade de militar, o oficial não teve dúvidas: parou, deu meia volta, e marchou, firme, no rumo do cavalheiro que saíra de casa. Estacaram, pálidos, um diante do outro, dominados pela emoção.

– Que deseja o senhor? – perguntou, com a desconfiança estampada nos olhos, o marido da bela mulher..

Mão no revólver, disfarçando a tempestade que lhe invadia o coração, o tenente respondeu, com voz trêmula::

– A senha!.

E os dois soldados se abraçaram emocionados. Eram velhos amigos, do tempo de quartel, que a vida havia afastado.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MAURÍCIO ASSUERO – RECIFE-PE

Caro Papa.

Estamos todos traumatizados com esse outubro terrível que acabamos de passar.

Não convidei ninguém para participar do Cabaré, mas quem quiser participar desse momento de fuxico, é só entrar na sala clicando aqui.

Às 19h30 estarei na porta….

Abraços

R. Tá certo, meu caro amigo e gerente cabarelístico.

Mais uma sexta-feira para rever os amigos e jogar conversa fora.

Sete e meia da noite estaremos todos lá no Cabaré.

Contamos com a presença dos queridos leitores fubânicos.

Até mais tarde!

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TRAMOIA FUTEBOL CLUBE

Luís Ernesto Lacombe

Escreve, apaga, escreve, apaga. Apaga da mente. Isso não pode. Não pode nem pensar. Exprimir o pensamento, então… Expressar uma opinião… Nem cogite. Questionar deixou de ser democrático. Contestar virou rebelião. Há uma verdade imposta, que, dessa forma, jamais será verdade. Porque não há nada que se estabeleça sem perguntas, sem debate.

O que dizer, então? Foi jogo de uma torcida só… A outra ficou fora do estádio. As imagens da festa que fez antes da partida, em várias partes do país, não puderam ser usadas. A multidão em verde e amarelo nunca existiu. O apoio ao melhor time, com os melhores jogadores, o melhor comandante, as melhores táticas, habilidade e técnica superiores, foi praticamente proibido.

O certo era nem ter jogo, não contra o adversário que lançaram. O time tinha enfrentado três rebaixamentos seguidos. Todos merecidos. Nunca jogou nada e sempre adotou comportamentos antidesportivos. Sempre foi um esquadrão ligado a trambiques. Estava no limbo, merecidamente, porque acumulou falcatruas e derrotas.

De repente, inventaram de permitir que essa equipe de perebas e enganadores ascendesse a jato à divisão principal. Rasgaram regulamentos, regras, código de ética, ensinamentos basilares do esporte, e o timeco voltou à cena. E grande parte da imprensa aplaudiu, ignorando as irregularidades e os resultados desastrosos que modelo tão medíocre de futebol gerou em campeonatos pelo mundo todo, ao longo da história. Na antiga União Soviética, na China, na Coreia do Norte, em Cuba, na Venezuela e, mais recentemente, na Argentina.

O juiz apita, e a bola rola e não rola. O juiz apita o tempo todo, faz uma tabelinha desengonçada com o pior time que o Brasil já teve. O campo tem dono, a bola tem dono, o juiz manda, o juiz decide. Seus assistentes estão às ordens. A melhor equipe não tem chance, está sempre impedida. Apita o juiz: falta a favor do Tramoia Futebol Clube, e outra falta e mais outra, mais outra… Cartões amarelos e vermelhos vão segurando quem, em condições normais, venceria o jogo.

O juiz é o todo-poderoso, é o craque em campo. Ele e seus assistentes têm lado, e ninguém tem nada com isso. É jogo de torcida única no estádio; só vêm das arquibancadas elogios ao árbitro. A velha imprensa aplaude também. O juiz apita sem parar, manda no jogo, no estádio, no bairro, na cidade, no estado, no país. Ele mata no peito, dá passe para gol de mão e em impedimento, e já avisou que não quer contestação. O VAR foi abolido.