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PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

SONETOS AOS PÉS DE DEUS – Afonso Félix de Sousa

Eu bato, eu bato, eu bato à tua porta,
bato sem ver que a porta está aberta.
Sem ver-te, sei, tua presença é certa,
e tento orar, mas minha voz é torta.

A luz que vem de ti em dois me corta,,
e do que fui e sou outro desperta.
Não posso, assim, a ti dar-me em oferta,
pois já nem sei que ser meu ser comporta.

Tudo o que busco dás, dás de sobejo,
pois sabes mais do que eu o que desejo,
e estás comigo e em mim, sempre a meu lado.

Comigo estás na paz e nas pelejas.
Por tudo o que me dás louvado sejas,
por tudo o que não dás sejas louvado.

Afonso Félix de Sousa, Jaraguá-Go (1925-2002)

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RODRIGO CONSTANTINO

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

RENATO DE SOUZA – CAMPO GRANDE-MS

Hoje, nessa data tão significativa para Pindorama, não podemos nos esquecer daquelas personalidades que ajudaram na transformação de um Brasil melhor.

Quero propor um cantinho na melhor gazeta do mundo, intitulado EU AJUDEI A AFUNDAR A REDE GLOBO, para destacar os relevantes serviços prestados pelos ‘jornalisteiros’ da GLOBOLIXO para a queda moral e de audiência provocada pelo jornalismo parcial, submisso, covarde, interesseiro, sacana e fela-da-puta, sempre contrário ao Bolsonaro.

Essa galeria será encimada por Bonner e Renata, com suas metralhadoras verbais, bem ao estilo Bonnie & Clyde. Logo abaixo, Merval, Renata Lo Prete, César Tralli, Marcelo Cosme, André Trigueiro, Mario Sergio Conti, Marcelo Lins, Guga Chacra, Natuza Nery, Julia Duailibi, Maria Júlia Coutinho, Andréia Sadi, Miriam Leitão, Gerson Camarotti e todos os demais comparsas, alguns ditos ‘especialistas’, artistas e intelectuais paulofreirianos.

Esse cantinho ficará aberto (êpa) para que diariamente sejam incluídos novos personagens, novas caras imundas com o seu prontuário de iniquidades.

Vamos lembrar desses momentos e desses marginais ad aeternum.

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ALEXANDRE GARCIA

SÉRGIO CABRAL QUASE SOLTO E VIAGEM A NY: JUSTIÇA BRASILEIRA

Como você sabe, o Sérgio Cabral, que foi governador do Rio de Janeiro, foi condenado a 425 anos de prisão. Você sabe que ele já está por sair? Aí vocês vão dizer assim, “uai, tem máquina do tempo? Adiantamos 425 anos e ele já vai sair? Ou 420 anos, porque ele está preso desde 2016”? Pois é. De cinco das prisões, só resta uma. Quatro já foram anuladas com base em decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Anuladas pela Justiça do Rio de Janeiro. São 35 processos que ele responde, e foi condenado em 23. Então, só resta uma condenação agora: de Sergio Moro, que está no Supremo para decidir se fica ou não fica. Vocês já viram esse filme, com outro personagem, com outro preso. É a Justiça brasileira. Lewandowski quer que solte, Fachin quer que prenda, que mantenha preso, e Nunes Marques pediu vistas do processo. E Sergio Cabral está esperando. Pode ser solto sim. Esse é o Brasil. Ontem, aqui no JBF, eu falei da Flordelis, condenada a 50 anos, e eu perguntei: mas quantos anos ela vai ficar realmente?

Enquanto isso, um dos ministros do Supremo, que está em Nova Iorque, foi para lá para falar num simpósio chamado Brasil e o respeito às liberdades e à Constituição, e à democracia. E ele falou. Disse que a democracia foi muito atacada no Brasil, mas resistiu e sobreviveu graças a instituições forte e a juízes que cumprem a Constituição. Só que ele não especificou quais foram os ataques e quem fez os ataques. É mais ou menos como um juiz que dá uma sentença mas não diz qual foi o crime nem quem é o criminoso. Aliás, não é novidade, porque os advogados de muita gente que foi presa naquele processo, o inquérito do fim do mundo, que foi censurado e tal, os advogados não conseguem saber qual é o crime. Porque tem o crime de fake news, que não existe; o crime de censurar e criticar as instituições também não existe, está específico na lei e na Constituição. A lei regulamenta a Constituição, que é do ano passado, diz que não é crime criticar as instituições por meio de manifestações por qualquer meio. Isso é cláusula pétrea da Constituição, não tem como. Mas enfim, os outros juízes estão lá para falar também. Gilmar Mendes, Lewandowski, Carmen Lúcia, Barroso, Toffoli. E os brasileiros que estão lá estão vaiando eles, cada vez que os encontram entrando no hotel, saindo do hotel, saindo do restaurante, caminhando na rua. A gente tem visto nas redes sociais que noticiam essas coisas.

A mídia que não noticia isso simplesmente está acabada. Você sabe que não pode se informar de tudo em determinada mídia que não noticia. Eu vi por exemplo numa mídia dizendo assim: “Lula embarcou num avião que saiu do aeroporto”, para não dizer que se trata de um Gulfstream, um jatinho, de um empresário de plano de saúde, que já esteve preso como Lula, naquela questão do dinheiro de campanha, um milhão ou cinco milhões, na campanha do José Serra para o Senado. Simplesmente diz que “embarcou num avião no aeroporto”. Então, essa omissão faz com que a gente não acredite mais. Porque estão omitindo as coisas para quem deveriam servir.

Mas vamos em frente. Falei de manifestações em Nova Iorque, e em Brasília está cheio de índio de camisa amarela ali onde houve a missa do papa, em frente à Catedral Nossa Senhora da Paz, que fica na entrada do QG do Exército. Estão acampados lá, já tem chuveiro, já tem de tudo. Se estabeleceram lá. São 15 dias, meio mês. Tem carro de som o dia inteiro. E os hotéis de Brasília estão ganhando com isso. Cada vez mais gente que vem, geralmente, do Centro-Oeste, sul do Pará, Mato Grosso, Tocantins, vem lá de Rondônia, de Mato Grosso do Sul, Goiás. Muita gente.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SCHIRLEY – CURITIBA-PR

15 de novembro de 2022

Somos, cada um de nós, um soldado. E somos da Pátria “a guarda”.

Continuo firme e forte na luta!

Em breve surgirá a verdadeira vitória!!!

E “vou qui vou”, de verde e amarelo para frente do quartel!

Brasil acima de tudo! Deus acima de todos!

DEU NO JORNAL

POR QUE A ESQUERDA É CONTRA AS PRIVATIZAÇÕES

Leandro Ruschel

Veja os seguintes fatos, apontados por Xico Graziano:

“1. Janja entrou em 2004, sem concurso público, na Itaipu.

2. Em 2012 foi para a Eletrobras, Rio.

3. Voltou 5 anos depois, para Curitiba.

4. Havia lá 150 funcionários da Itaipu.

5. Janja saiu da Itaipu.

6. Ganhava +- $20 mil de salário ao mês. Nada parecido com o salário do trabalhador comum com carga horária acima da média e salário abaixo.”

Esse é apenas um exemplo da hipocrisia esquerdista. Eles não defendem estatais por considerarem parte do patrimônio do povo; eles defendem estatais por considerarem um instrumento de favorecimento do seu próprio circulo de amigos.

Nada além disso.

A esquerda é contra privatizações por um motivo simples: empresas sob controle privado não mantém cabide de empregos para sua turma.

Passamos 4 anos com um governo que se esforçou em fazer reformas liberais. Teve sucesso em alguns casos, mas fez muito pouco diante do impedimento do próprio sistema dominante. O que ocorre é que mudanças de politicas internas – como as que foram feitas na Petrobras e a tornou uma estatal de lucros ao invés de gastos – podem ser desfeitas da noite para o dia com uma troca de governo. Tudo que estava dando certo pode voltar a ser como nos velhos tempos, onde a corrupção imperava e pessoas eram escolhidas a dedo – não por fatores técnicos – mas por interesses pessoais que bem sabemos quais são.

Quando uma estatal é privatizada, as chances de controle sobre a políticas internas são NULAS. Não há cabide de empregos para amigos do rei, não há controle sobre as políticas da empresa, e a esquerda enfrenta seu PIOR pesadelo: a falta de poder centralizado que faz com que possam controlar cada peça do jogo ao seu favor.

Mais privatizações significam menos poder para o estado e mais para os indivíduos.

O que mais assusta os socialistas do que poder para os indivíduos?