DEU NO X

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

MENDIGA – Florbela Espanca

Na vida nada tenho e nada sou;
Eu ando a mendigar pelas estradas…
No silêncio das noites estreladas
Caminho, sem saber para onde vou!

Tinha o manto do sol… quem mo roubou?!
Quem pisou minhas rosas desfolhadas?!
Quem foi que sobre as ondas revoltadas
A minha taça de oiro espedaçou?!

Agora vou andando e mendigando,
Sem que um olhar dos mundos infinitos
Veja passar o verme, rastejando…

Ah, quem me dera ser como os chacais
Uivando os brados, rouquejando os gritos
Na solidão dos ermos matagais!…

Florbela Espanca, Vila Viçosa, Portugal (1894-1930)

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SERGIO GUEDES DA FONSECA – ARARAQUARA-SP

Quando era criança em Natal, 1952, costumava ouvir as histórias de Vovô Simão, interpretado por Canelinha.

A mulher dele, Clautenes Andrade, cantava uma música que começava assim:

quando a lua vem nascendo
eu me lembro do meu bem
a viola vai gemendo
e o meu amor não vem…

Que fim levaram esses dois?

R. Caro leitor, já encaminhei sua dúvida para o Peninha, colunista desta gazeta e especialista em música.

Vamos ver o que ele diz.

Enquanto isso, os nossos bem informados leitores podem também se manifestar.

Disponha sempre deste espaço.

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LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

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