A esquerda fazendo mega manifestação em Campinas com 16 pessoas pic.twitter.com/SHkrNNgFwH
— 🇧🇷 VLOGDOLISBOA (@VlogdoLisboa) May 29, 2024
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Comentário sobre a postagem comentário em TUDO ABERTO
Luci Oliva:
Essa senhora adora expor a personalidade brochante do marido.
Primeiro disse em entrevista que usava vibrador.
Como o vibrador não beija nem abraça, partiu para o relacionamento aberto.
Definitivamente o povo perdeu o respeito com a Globolixo. A vivo é mais gostoso. Gostou? Compartilha. pic.twitter.com/dOZjlR3WyG
— Tumulto BR (@TumultoBR) May 28, 2024
Paulo Polzonoff Jr.

Cabeça de papel: o quartel pegou fogo, a polícia deu sinal, mas o Mourão não ajudou a apagar o incêndio porque não era a função dele
Achei mesmo que o general Mourão, ops!, desculpe, senador Mourão andava meio sumido. Logo ele, que foi eleito pelos gaúchos agora flagelados por uma enchente que, olha, nunca vi nada igual. Mas antes o ex-vice-presidente de Bolsonaro tivesse ficado aquartelado, em silêncio e com medo da leptospirose mesmo. Porque, assim que resolveu abrir a boca, Mourão deu uma declaração que conseguiu a proeza de ser ainda pior do que aquela da “democracia pujante”. Lembra?
Em entrevista à Rádio Gaúcha, Mourão foi cobrado por sua ausência no estado que o elegeu senador. Nem que fosse para enfrentar politicamente o interventor ilegítimo Paulo Pimenta ou para ajudar as Forças Armadas – cuja imagem está na lama, como disse alguém, e não para de afundar. Forças Armadas que chegaram a ordenar a evacuação de um bairro por causa do rompimento de uma barragem que não aconteceu. Sim, teve isso.
Em vez de dar uma satisfação minimamente digna ao seu eleitorado, porém, Mourão disse algo que já seria inadmissível para um homem comum saudável, que até outro dia gostava de esbanjar saúde e vitalidade se deixando flagrar andando de bicicleta ou correndo, mas que é ainda mais inadmissível num senador eleito apenas e tão-somente pelo título de general. Isto é, um senador que de certa forma representa essa instituição que um dia foi sinônimo de sacrifício: o Exército.
Mourão respondeu que, veja bem, já tenho 70 anos, não se vê homens de 70 anos no meio da água, blábláblá. E se tivesse ficado apenas com essa desculpa rota e andrajosa, tudo bem. Mas aí Mourão resolveu mostrar toda a exuberância da sua covardia de burocrata-de-coturno e disse: “Não vejo isso [ajudar no socorro às vítimas da enchente] como a minha função. Seria um desvio de função”.
Caravaggio, Mourão!
Ao ouvir essa declaração repugnante do senador idem, tive que parar e inspirar e expirar e inspirar e expirar até que os palavrões abrissem caminho para uma pergunta mais ponderada. Ou ao menos tão ponderada quanto possível: qual, então, é a sua função, senador? É ficar batendo papo no cafezinho do senado? É ficar polindo as medalhas que o senhor recebeu por méritos abstratos? É ficar consultando o extrato para ver se o soldo caiu na conta? Caravaggio, Mourão!
E eu sei que muita gente está cansada de ler isso, mas vou me permitir ser repetitivo para dizer que o mal grita e o bem sussurra. Digo, geralmente é assim, mas não hoje. Porque, como contraponto à desculpa abjeta do senador, faço questão de registrar aqui a história de Adroaldo Gabana, de 39 anos. Ele era agrônomo e sua função, obviamente, não era salvar vidas na enchente. Mas, ao ver seus semelhantes em dificuldades, Gabana não foi covarde como uns e outros. E isso, infelizmente, lhe custou a vida.
Gabana viajou de Ciríaco para Muçum, uma das cidades mais afetadas pela enchente, e onde o general Antônio Hamilton Martins Mourão recebeu 1.555 votos na corrida ao Senado. Em meio às operações de resgate, porém, o agrônomo, que também era jogador de futsal, caiu de um caminhão, bateu a cabeça. Ele passou 18 dias internado. Seus órgãos foram doados pela família.
Fosse um político inútil e parasita, Gabana poderia ter dado qualquer desculpa para não ajudar as vítimas da enchente. Poderia ter dito, inclusive, que essa não era sua função. Ou que preferia jogar videogame ou então que tinha medo de pegar leptospirose ou sei lá mais o quê. Mas não. Adroaldo Gabana fez o certo. E morreu dando a vida para ajudar o outro. Que é como morrem os verdadeiros heróis.
PT sendo PT, deputado José Guimarães falando para ninguém. pic.twitter.com/dtTZ6dXbYW
— Tumulto BR (@TumultoBR) May 28, 2024
Foram décadas de descaso e negligência por parte dos “governos”, na manutenção das dezenas de barragens que existem no Rio Grande do Sul.
Sem elas as cidades “beira rio” não existiriam. O poder público tem a obrigação de mantê-las intactas, além de cuidar do assoreamento dos rios.
Nunca foi tão oportuno culpar as “mudanças climáticas”.
A culpa não é das vacas. A culpa é dos “cornos”.
O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), disse que a derrubada dos vetos de Lula “foi um grito” ao governo Lula.
“Derrubar lei do Congresso é um tapa na cara da sociedade”, que ontem reagiu.
* * *
Se o sinhô deputado quiser, a gente pode responder o que ele chama de “tapa na cara da sociedade” com uma estocada.
Uma estocada é melhor do que o que ele chama de “grito ao governo Lula”
Uma estocada da pajaraca do jumento Polodoro, mascote desta gazeta, no furico de quem inventou essa sacanagem.
Sem cuspe e sem vaselina.
Polodoro está às ordens.

Record mundial !!! Nunca se mentiu tanto em tão pouco tempo. Padrão PT pic.twitter.com/v2VACPLwjq
— Rogério Marinho🇧🇷 (@rogeriosmarinho) May 28, 2024

O presidente Lula e o ministro Paulo Pimenta durante evento em São Leopoldo (RS)
A maior e mais importante comissão da Câmara dos Deputados, a Comissão de Constituição e Justiça, está chamando, a convite, o ministro Paulo Pimenta para explicar por que ele levou à Polícia Federal o que ele chama de “fake news” sobre as enchentes no Rio Grande do Sul, e o que ele acha que são fake news. Seria uma convocação, quando o ministro é obrigado a ir, mas virou convite, graças a um acordo com o pessoal do PT. Ele deve ir no dia 11 ou dia 12 de junho, pode escolher a data.
Os deputados querem perguntar se o ministro não está confundindo crítica com fake news, vão perguntar quem é que decide o que são fake news. Houve boatos, sim; chamam de fake news só para dizer que isso é coisa de rede social, mas a notícia mentirosa existe desde que existe a imprensa. E um dos casos mais notórios de fake news envolveu elementos do Exército, que já está punindo os que fizeram isso. Não sei se foram os militares que inventaram, mas foram eles que passaram adiante a informação de que um dique havia rompido lá no bairro Mathias Velho, em Canoas, e isso causou um certo pânico.
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Jovens sem perspectiva
Está cada vez mais assustador a situação dos jovens. Do início do ano passado até agora, aumentou em 35% o número de jovens que não estudam nem estão procurando trabalho, os “nem-nem”. Segundo um levantamento do Ministério do Trabalho, são 5,4 milhões de jovens, entre os 34 milhões de brasileiros dos 14 aos 24 anos. Diz a estatística que 60% são mulheres que ou casaram ou estão cuidando de filho recém-nascido. Ainda assim, é muita gente que não está se preparando para o futuro, não está se qualificando para ter um bom emprego e um bom salário, exercer uma boa atividade rentável. Estão vivendo à custa de alguém, porque não cai mais maná do céu há um bocado de tempo; alguém deve pagar a roupa, a diversão deles.
Desses 34 milhões de jovens, 14 milhões estão sem trabalhar, 10 milhões estão trabalhando ou estudando, e cerca de 6 milhões estão procurando emprego. Mas está difícil, a situação econômica não está boa. Agora mesmo a Gerdau fechou uma siderúrgica em Minas Gerais, e foram 487 demitidos, indenizados. A empresa não teve como concorrer com o aço da China. E a nova presidente da Petrobras está dizendo que o preço dos combustíveis vai continuar “brasileiro”, mas está ficando defasado. Terá de haver reajuste de combustível, que vai puxar tudo para cima, vai deixar tudo ainda mais difícil.
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Petrobras vai ser novamente prejudicada com o desmonte da Lava Jato?
Falando em Petrobras, a empresa, perplexa, foi ao Supremo perguntar como é que fica sua situação. Marcelo Odebrecht foi descondenado pelo ministro Toffoli, já tinha sido dispensado de pagar multa, assim como o pessoal da J&F. O Estadão, em editorial, disse que é estranho que Toffoli não tenha se declarado impedido de tratar de assuntos envolvendo a Odebrecht, mas isso nem é novidade: ele era advogado de Lula e participou de julgamentos envolvendo Lula. Mas Toffoli vai ter de explicar por que anulou as condenações, mas não a colaboração premiada. E a Petrobras, que tem interesses envolvidos aí, está pagando caro por tudo que fizeram com ela, tudo que a Lava Jato apurou. A Petrobras foi criminosamente usada e agora seu departamento jurídico quer saber se o Ministério Público pode reabir investigações com base na colaboração premiada de Marcelo Odebrecht.