DEU NO X

RLIPPI CARTOONS

COMENTÁRIO DO LEITOR

LIÇÃO PARA OS BRASILEIROS

Comentário sobre a postagem A ECONOMIA VAI MAL, MAS PARA HADDAD A CULPA É DOS “RUÍDOS”

Roque Nunes:

Ainda que seja uma tragédia, com centenas de mortos e desaparecidos, famílias destroçadas, empresas destruídas, empregos desfeitos, esperança indo embora com as lamacentas águas, as enchentes do Rio Grande do Sul ensinaram uma lição para todos nós brasileiros.

E, de coração espero que essa lição tenha sido aprendida e que fique marcada para sempre em nossos corações: O povo não precisa do Estado.

As águas provaram que o povo brasileiro não precisa do Estado, de suas artimanhas, de sua presença que mais atrapalha do que ajuda.

Não precisa cair mais na lorota que imposto cobrado é para prestar bons serviços.

O Estado tem nos tirado, na mão grande, o sustento, a riqueza, a prosperidade para nos devolver nada.

O Estado apenas entrega burocracia, intimidação, censura, lentidão, serviços péssimos, politicagem.

Espero que essa lição seja aprendida não apenas pelos gaúchos, mas por todos os brasileiros.

Está na hora do povo do Brasil se livrar do Estado se quiser se reerguer e prosperar.

JESSIER QUIRINO - DE CUMPADE PRA CUMPADE

DEU NO X

RODRIGO CONSTANTINO

A SANÇAO DA VÍTIMA

Ayn Rand colocou John Galt no livro A Revolta de Atlas (1957).

Ayn Rand colocou John Galt no livro A Revolta de Atlas (1957)

Nos “show trials” soviéticos, aqueles julgamentos de fachada, as vítimas precisavam prestar homenagem aos seus algozes, elogiar os tiranos em público. Era uma forma de manter as aparências, o manto de legitimidade para o que era puro abuso da força, do poder.

George Orwell retratou bem isso em 1984 com Winston Smith, e Ayn Rand colocou John Galt em A Revolta de Atlas desafiando o ditador no último minuto do teatro orquestrado, deixando todos verem a arma que o obrigava a estar ali.

John Galt é mantido prisioneiro sob a mira de uma arma enquanto Thompson, o tirano, tenta convencê-lo a assumir o controle autocrático da economia do país. John Galt diz a ele que não vai funcionar, mas Thompson insiste que ele pode ter o que quiser se apenas salvar a nação.

John Galt diz que, como Thompson tem uma arma apontada para ele, ele pode obrigá-lo a fazer qualquer coisa, exceto usar sua mente para ajuda-lo. Os jornais informam falsamente que John Galt concordou em salvar a nação, mas o público não acredita nisso.

O governo anuncia triunfantemente que criou o Plano John Galt. Na cerimônia de anúncio do plano para uma audiência de televisão, a câmera se volta para John Galt, que se inclina para o lado para revelar uma arma apontada para ele. Ele grita: “Saia do meu caminho!”

Quem é John Galt? Trata-se do arquétipo de um herói, e Ayn Rand queria demonstrar que o mal só avança com a sanção das vítimas. O que todo regime comunista sempre buscou foi isso: comprar cúmplices ou, nos casos mais difíceis, quebrar sua espinha dorsal para transformá-los em mortos-vivos dispostos a colaborar publicamente com a farsa.

Chama-se chantagem, nada mais. É pura tortura. Não basta ser um ditador sádico: tem que impor aos súditos a humilhação de fazer elogios falsos para não voltarem a ser torturados. Os verdadeiros golpistas sonham com as aparências de legitimidade, aquela que lhes falta.

Por isso a coragem de um John Galt é tão importante – e incômoda para o sistema. Ele é a lembrança constante de que são apenas ditadores canalhas, nada mais. Galt não aceita fazer o personagem que tentam lhe impor. E por isso sempre será lembrado com admiração por esse heroísmo, pela resistência moral à tirania.

Galt é um personagem de ficção, mas existem pessoas parecidas na vida real, gente corajosa que não aceita compactuar com a farsa, inventar delações inexistentes para livrar a própria pele, elogiar publicamente o sistema que tenta destrui-la. Esses merecem todo nosso respeito.

Ainda mais diante de alternativas mais acovardadas, de quem vende sua alma ao Diabo para manter cargos. “Se não pode derrota-los, junte-se a eles”, pensa o covarde. E depois passa a justificar a covardia como pragmatismo, racionalizando a decisão.

Não é fácil julgar, pois é dureza aguentar tortura e ameaça, claro. Mas é importante sempre lembrar do alto preço da adesão, da desistência: transformar-se num eunuco invertebrado inofensivo, num boneco de cera, numa pessoa sem brilho nos olhos, sem consciência limpa, atormentada pela humilhação e pela traição, largada às traças por não oferecer mais qualquer ameaça ao sistema que a destruiu por completo e ainda recebe seus falsos elogios. Pode até continuar um jornalista, um senador, mas já morto por dentro.

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

i OLÉ !

Milei vai à Espanha, fala verdades e abala o mundo politicamente correto dos canalhas.

Isso é só o começo.

Trump vem aí e, se Deus quiser, o Bolsonaro também voltará.

O mundo precisa que os Homens e Mulheres de coragem, voltem.

Pedro Sanchez é o primeiro-ministro da Espanha.

DEU NO X

NÃO FAÇAM MAIS O “L’

DEU NO JORNAL

QUE FASE…

Em declínio no campo internacional por suas ligações às ditaduras mais abjetas, o governo brasileiro concedeu, tipo vapt-vupt, o agrément de Fulvia Castro Matus, embaixadora do ditador da Nicarágua em Brasília.

* * *

“Declínio no campo internacional”.

A expressão que abre esta noticia resume tudo com perfeição.

O mundo inteiro tá vendo a merda em que o gunverno lulo-petralha nos meteu.

E ainda teremos muitos desastres pela frente.

Aguardem que vai piorar.