DEU NO JORNAL

NAS ASAS DOS CORRUPTORES ATIVOS

Presidente eleito, Lula poderia viajar com sua mulher em avião da FAB para a COP 27, no Egito, mas preferiu o jato Gulfstream 600 de José Seripieri Filho, bilionário dono da Qualicorp, gigante dos planos de Saúde.

Seripieri fez outras “bondades”: injetou dinheiro na campanha do PT.

Foram R$ 660 mil no diretório nacional, R$ 500 mil para Lula e outros R$ 300 mil para Thainara Faria, vereadora que virou deputada.

A jogada de Seripieri deixou o mundo do lobby com inveja: ele garantiu viagem com Lula, com moral para tratar de assuntos, digamos, do seu interesse.

O PSD também levou um troco do empresário: R$ 400 mil para o diretório nacional. “Pouco” perto do R$ 1,46 milhão que o PT ganhou.

Apesar dessa “generosidade” em 2022, o TSE não registrou nada de doação no CPF de Seripieri no pleito de 2018, sem Lula.

O jato Gulfstream 600 de José Seripieri Filho, dono da gigante Qualicorp

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Nada de novo ou surpreendente.

Trata-se de Lula, o Ladrão com a maior cara-de-pau do Planeta Terra.

José Seripieri Filho, corruptor ativo, vai viver um magnífico período a partir do próximo dia 1º de janeiro, quando tem início o governo de um ex-presidiário onde a corrupção passiva era rotineira em passado recente e vai voltar a imperar daqui uns dias

Semana passada, ao invés de seguir o exemplo de se hospedar num alojamento de quartel, o descondenado foi pro Meliá Brasília, um hotel onde a diária da suíte presidencial custa R$ 6.550,95.

O bandido descondenado, acompanhado da esposa, literalmente deitou e rolou às custas de recursos públicos do Fundo Partidário.

Os seus comparsas do PTSE, que o elegeram com suas urnas fraudadas, estão felizes e se rindo-se com enorme satisfação.

Até o colunista do UOL Josias de Souza se ocupou desse absurdo.

DEU NO X

DEU NO JORNAL

A “ÉTICA” VERMÊIA

A sensação de que o “governo de transição” está atuando mais que os anteriores e em assuntos muito além do que é previsto em lei não é apenas impressão.

A ideia de avançar sobre gastos públicos, e até em aspectos que comprometem a estabilidade fiscal, foi friamente calculada para garantir que essas mudanças sejam realizadas antes da posse para blindar Lula de qualquer acusação de crime de responsabilidade, pois o presidente não responde por atos anteriores ao seu mandato.

Com aprovação das alterações petistas, a sanção do Orçamento seria no governo Bolsonaro, evitando qualquer respingo no governo Lula.

Ficaria ainda aberta a possibilidade de usar a sanção de qualquer ilegalidade como justificativa para tornar Bolsonaro inelegível.

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Isso é cagado e cuspido a maneira de agir do ex-condenado e seu bando.

É o luleirismo em estado puro.

Uma manobra marcada descaradamente pelo “ética” petralha.

PENINHA - DICA MUSICAL