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DEU NO JORNAL

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

O AMOR ANTIGO – Carlos Drummond de Andrade

O amor antigo vive de si mesmo,
não de cultivo alheio ou de presença.
Nada exige nem pede. Nada espera,
mas do destino vão nega a sentença.

O amor antigo tem raízes fundas,
feitas de sofrimento e de beleza.
por aquelas mergulha no infinito,
e por estas suplanta a natureza.

Se em toda parte o tempo desmorona
aquilo que foi grande e deslumbrante,
o amor antigo, porém, nunca fenece
e a cada dia surge mais amante.

Mais ardente, mas pobre de esperança.
Mais triste? Não. Ele venceu a dor,
e resplandece no seu canto obscuro,
tanto mais velho quanto mais amor.

Carlos Drummond de Andrade, Itabira-MG, (1902-1987)

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MENOR QUE PEQUENO

“O Brasil deixa de ser um anão diplomático para virar um protozoário”, disse o deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), ao ser informado de que enquanto removia o embaixador em Tel Aviv, o governo Lula (PT) celebrava a chegada de novo embaixador da Coreia do Norte.

* * *

Estamos bem abaixo da classificação de “anão diplomático”, sinhô deputado.

Muitas léguas abaixo.

Com esse desgoverno comandado por um descondenado, nós estamos bem menor que o mais pequeno.

O protozoário é um gigante comparado com esse desmantelado Brasil 2024.

Ricardo Salles on X: "Ele voltou ! O Anão Diplomático está com tudo e muita  prosa (mas nenhum resultado positivo) https://t.co/SBDk132GC0" / X

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

TERESA RAQUEL – NATAL-RN

A Odilon Thomaz, com amor!

À exceção do dia que me tronara mãe de Francisco, as coisas mais importantes que aconteceram na minha vida foram os meus mortos e, com isso me refiro à morte de meus entes queridos. Talvez o leitor tenha a impressão de que isso seja lúgubre, mórbido. Eu não vejo assim. Muito pelo contrário: para mim é uma coisa tão natural, tão lógica e tão certa. Apenas em nascimentos e mortes saímos do tempo. A Terra detém sua rotação e as trivialidades com as quais desperdiçamos as horas caem no chão feito purpurina. Quando uma criança nasce ou uma pessoa morre, o presente se parte no meio e nos permite espiar durante um instante pelas frestas de nossa vil humanidade.

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LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

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