É de arrepiar Brasília ontem à noite porque a Globo não gostou??? Já foi retirada do YouTube… Os diretores e o pessoal da Globo estão Aflitos com a circulação desse vídeo faça circular mande para todo mundo e mais um pouco se puder publique Facebook Instagram qualquer social.. pic.twitter.com/uRre6wwXH8
Na OMS, Brasil vota CONTRA uma resolução que exigia liberação dos reféns mantidos pelo grupo terrorista Hamas, e condenava o uso de instalações de saúde pelos terroristas.
O descondenado Lula deixa claro que está cada vez mais alinhado ao Hamas.
Quem quer censurar mídias sociais não está preocupado com fake news, só quer poder mentir sozinho e sem contestação
Recentemente tivemos mais uma prova do quão profissional é o jornalismo brasileiro. Desta vez, atribuíram a mim uma crítica feita por um perfil fake que utilizava o meu nome contra um ex-BBB, o qual admitiu ter gastado para fins pessoais parte do dinheiro arrecadado em prol de vítimas da tragédia climática no Rio Grande do Sul. Por meio de uma pesquisa simples já seria possível confirmar que não se tratava da minha conta oficial, mas o básico não foi feito e as mentiras foram replicadas por vários veículos de mídia.
Jornalistas são isentos de erros? Não, assim como ninguém é, independentemente da profissão. Também não defendo que sejam presos por um equívoco, como muitos tiranos querem fazer com seus opositores não por propagarem notícias falsas, mas por falar aquilo que não os agrada. A questão é que, em várias situações, as falhas não são por engano.
Alguns jornais que publicaram a informação inverídica postaram uma errata corrigindo o que haviam escrito, mas nem todos se corrigiram. E por qual motivo não o fizeram, e provavelmente não o farão, considerando que já se passaram dois dias? Em um dos meus textos, comentei sobre um episódio ocorrido enquanto eu era vereador em Belo Horizonte, quando a TV Globo noticiou que eu havia discursado sem máscara no mesmo dia em que outro vereador estava com sintomas de gripe. Essa mentira segue sem correção até hoje, três anos depois. Se inventam até coisas pequenas como essa, imagine com questões mais sérias.
O jornalismo militante consegue a façanha de mentir para tentar desgastar aqueles que expressam ideias e opiniões contrárias às suas. Concomitantemente, tais comunicadores veiculam propagandas com linguagem persuasiva, implorando para que o leitor se torne um assinante. Essa velha mídia se coloca como a que realmente produz um material de qualidade, baseado em informações verdadeiras, mas isso está muito longe de ser o que acontece na prática.
Faça você mesmo um teste: pesquise em qualquer site de buscas por “Nikolas ataca” e veja os resultados. Simples falas, opiniões e respostas magicamente se transformam em “ataques” quando sou o interlocutor; porém, quando sou o alvo, além de não publicarem o que de fato ocorreu, tentam inverter a narrativa colocando o agressor como vítima. Isso aconteceu de forma explícita, por exemplo, em uma ocasião na qual fui ameaçado por uma deputada do Partido Comunista do Brasil e quando fui xingado pelo vice-presidente do PT, que inclusive usou um termo homofóbico para tentar me insultar.
O mesmo acontece com relação às fake news. O “tribunal da verdade’’ age como um verdadeiro leão para classificar tudo o que incomoda o governo Lula e seus vassalos, mas se omite quando postagens falsas são publicadas por políticos ou militantes de esquerda. Calaram-se durante o período eleitoral em 2022 e assim continuam.
No mês passado, viralizou no X uma publicação de uma deputada do PT de Minas Gerais associando a compra de um clube de futebol mineiro pelo dono de uma rede de supermercados a uma eventual perda de emprego dos atuais funcionários. O motivo? Segundo supostos boatos ouvidos por ela, os cargos seriam ocupados por torcedores que trabalhariam de forma voluntária. Uma notícia não somente falsa como absurda. O post foi excluído após a repercussão negativa, e absolutamente nenhum veículo de mídia comentou a respeito. Curiosamente, a mesma deputada fez uma postagem comemorando a suspensão da minha conta há dois anos e pedindo para que todas as contas de quem “espalha mentiras” fossem suspensas. Ainda estou no aguardo de que ela exclua as próprias redes sociais para manter a coerência.
Por falar em X, a checagem da plataforma, feita por avaliações fontes dos próprios usuários, se tornou uma ferramenta importante, menos para os lulopetistas que frequentemente são desmentidos no microblog. Alguns apenas ignoram e outros excluem o que escreveram após a vergonha ganhar destaque, mas nada que os impeça de continuar com a mesma estratégia, isentos da fiscalização de ministros governistas que acionam a PF ou a AGU somente quando convém. E, claro, se não fosse a mídia independente, jamais seria publicizado.
Por fim, coincidentemente os que geralmente defendem a regulação das redes sociais e o PL da Censura são os que possuem os maiores históricos de propagação de notícias falsas. Nunca foi sobre fake news, mas sim pelo controle das informações e das narrativas. Para combater uma mentira, basta desmenti-la. Se a todo tempo só tentam censurar, é muito provável que sejam apenas verdades incômodas.
A avaliação do governo Lula (PT) pelos brasileiros despenca de maneira tão impressionante, em 2024, que até em redutos do PT como o Nordeste houve queda acentuada.
Em Fortaleza, levantamento do Paraná Pesquisas, divulgado nesta sexta (31), mostra que Lula derrete também sob o sol nordestino:
Em janeiro, o governo era avaliado como “ótimo” por 24,6% do total, mas, agora, não passam de 14,8%.
Isso mostra que a avaliação do governo desabou quase dez pontos em cinco meses.
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Desabou dez pontos em apenas cinco meses.
Quando chegar aos 13 meses – que é o número da quadrilha -, o desabamento deve chegar a 171, que é também um número coerente com o bando de propriedade do Ladrão Descondenado.
Isso é muito bom para a banda decente do país.
Excelente notícia pra começarmos o final de semana.
Pra variar, a militância de redação no Brasil espalha uma série de mentiras sobre o julgamento de Trump. O UOL chegou a afirmar que ele foi condenado por suborno. Fake news.
Ele foi condenado por acusações ridículas, de “falsificar registros contábeis” da sua campanha de 2016, por tratar o pagamento de um contrato de sigilo simplesmente como “despesa legal”, envolvendo um suposto caso que ele teria com uma striper.
Isso nem é crime em NY, mas contravenção, e já havia prescrito. Para trazer o caso à justiça, um procurador de extrema-esquerda, Alvin Bragg, eleito com dinheiro do globalista George Soros, criou uma teoria legal esdrúxula, afirmando que o “crime” de falsificar registros eleitorais teria se associado ao crime de usar meios ilegais para ser eleito, uma acusação jamais utilizada num tribunal.
Tudo fica mais escandaloso quando descobrimos que Bragg tem um histórico de deixar de denunciar bandidos que cometem crimes “mais leves”, como tráfico de drogas e invasão de propriedades, entre outros.
Para deixar o julgamento ainda mais corrompido, o juiz do caso é um democrata, cuja filha TRABALHA como consultora em campanhas do partido.
Trump pediu para o julgamento ser transferido à outra corte, visto que Biden ganhou no distrito da corte com 85% dos votos em 2020, portanto, dificilmente haveria um júri isento.
A principal testemunha do caso, Michael Cohen, ex-advogado de Trump, caiu em contradição e foi pego mentindo na sua oitiva. Ainda durante o julgamento, foi revelado que ele roubou U$ 60 mil de Trump…
Trump está certo: esse julgamento é uma desgraça para os EUA e para o mundo. A esquerda opera há décadas para aparelhar instituições, e busca o poder totalitário, através da perseguição e eliminação dos seus opositores.
Enquanto isso, Biden, que recebeu dezenas de milhões de dólares de empresas estrangeiras para traficar influência, através do seu filho, segue intocado pela justiça.
No final, até mesmo os democratas sabem que Trump foi condenado por ser o principal oponente na disputa pela presidência.
Seria de se esperar esse tipo de julgamento em republiquetas bananeiras, mas não nos EUA. É uma prova que a esquerda opera de forma totalitária em qualquer lugar do mundo.
O tiro deve sair pela culatra: o efeito eleitoral da injustiça sofrida por Trump é análogo à facada em Bolsonaro. Qualquer ser humano com um pingo de senso moral não suporta injustiça.
Trump na Casa Branca é uma possibilidade cada vez mais real.
Nestas notas saliento que embora caracterizado pela mesma titulação – Crônicas Cheias de Graça – manterei o foco, no tema religioso, não no pitoresco, como costumo fazer.
Ainda não escrevi sobre minhas viagens através das terras Norte-americanas, porque preciso ter tempo para juntar muitas notas pois pretendo escrever um livro a respeito.
Aqui me refiro às imagens de Jesus. Uma que me apavorou, outra que me encantou.
Quando aos sete anos vi uma procissão do “Senhor Morto”, quando u’a multidão de católicos saia da Igreja Matriz da Boa Vista, aqui no Recife, e o andor passou bem pertinho de onde eu estava com minhas tias, me apavorei.
Ao ver a figura de Jesus Cristo todo ensanguentado, fechei bem os olhos e apertei as mãos de tia Laura. Em seguida comecei a gritar, apavorado, pedindo para ir para casa, pensando que os bandidos que haviam feito aquelas maldades com o crucificado poderiam vir também nos atacar.
Durante todos os anos de minha vida jamais apreciei as imagens de Jesus ensanguentado. Fiquei traumatizado.
Mais adiante, já adulto, fiz minhas orações diárias diante de uma imagem da Santa Terezinha do Menino Jesus, de quem sou devoto. Continuei a sofrer o trauma da imagem de Jesus ensanguentado.
Somente setenta anos depois, ao visitar a cidade de Salt Lake City, capital do estado de Utah, nos Estados Unidos, para onde fui levado por Eliane e Jack Lawrence, um casal de amigos, pude apreciar a imagem que me pareceu a mais real do Nazareno.
Estávamos na Roma dos Mórmons. Sede mundial da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, localizada no centro da cidade. Fomos visitar o Templo e a primeira grande surpresa foi ficar diante da imagem de Jesus Cristo, num pedestal, coberto por um manto sagrado e de braços abertos como forma de dar Boas Vindas aos visitantes.
A Praça do Templo tornou-se a atração turística número um em Utah e atrai milhões de visitantes todos os anos. Ali fomos encontrar o lar do Coro do Tabernáculo Mórmon e dois centros para dar assistência aos visitantes.
Na mesma área, visitamos os edifícios do Memorial Joseph Smith, os escritórios da Igreja, a Administração e o edifício da Sociedade de Socorro. Todos os demais prédios são usados para os escritórios dos departamentos da Igreja e da liderança geral.
Ao norte da Praça do Templo está o Centro de Conferências — um auditório com 21.000 lugares, um dos maiores do mundo. Ele é usado para as reuniões semianuais, assim como transmissões frequentes de conferências em circuito fechado para grupos de membros específicos em diferentes partes do mundo.
Outra grande emoção foi visitar a Biblioteca de História da Família — a maior instalação genealógica do mundo — e o Museu de História e Arte da Igreja. Ali fomos recebidos por voluntários e fiz questão de doar um dos meus livros, percorrer todas as instalações, além de deixar as os registros sobre nossa família residente no Brasil, para completar a genealogia, uma vez que alguns dos meus descendentes são mórmons e residem na América.
Em outra viagem, quando visitei Phoenix, no Arizona, fui levado por minha neta Maria Eduarda, a conhecer o tempo na cidade de Mesa, onde recebi fotografias de Jesus Cristo, em várias situações.
Naqueles momentos jamais pensei no Nazareno como um personagem vencido, castigado; com o corpo sangrando, como se um bandido causador de danos à sociedade do seu tempo.
Fixei na mente, para sempre, a imagem do Jesus Cristo Homem Salvador.